#Incesto #Teen #Traições #Virgem

Metendo a rola na minha filha

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Talvez outra pessoa contando essa história, também não acreditaria. Mas fui convencido de comer minha própria filha por um outro pai.

Sou casado e tenho três filhos, sendo dois meninos de 7 e 5 anos, e Juliana a mais velha. Não é porque é minha filha, mas Juliana é linda. Mesmo na adolescência seu corpo chama a atenção. Pernas grossas, bunda grande e seios grandes. Pele clara, olhos castanhos, cabelos longos pretos e um rosto angelical.

Nunca tive nenhum pensamento maldoso para com ela. Meu pensamento mudou há três anos atrás em uma férias curta. Tirei 5 dias e viajei para Arraial do Cabo com a família. Era período de baixa temporada e a cidade não estava cheia. Minha esposa alugou uma casa muito boa.

Não demos muita sorte nos dois primeiros dias. O tempo estava nublado, mas abriu no terceiro. Fomos à praia que não estava cheia. Minutos depois chegou outra família parando um pouco à frente de nós. O dia foi passado até que cara da outra família puxou assunto.

Clima tenso no começo, mas a conversa foi fluindo. Depois apresentamos cada uma das suas respectivas esposas e família. Conserva vai, cerveja vem. Ele aponta para sua filha, que tinha a mesma idade de Juliana, tão linda quanto.
Porra, cara! Vou te falar. Tu cria um menina linda e vem outro e come, é foda!

Apenas ri. Ele não gostou da minha risada.
Tá rindo?! Mas é verdade. Olha para sua filha! Já, já vem um otário e come.
Fazer o que? Fatos da vida!
Pode ser, mas não concordo. Isso não é certo…
Não?
Cara vou te contar uma parada, mas não fala nada. Apenas escuta.

Ele demorou um pouco para entrar no que realmente importava.
Era manhã estava na sala vendo TV, quando minha filha passou para ir na cozinha com roupa de dormir. O short estava todo socado dentro do rabo. Quando ela voltou da cozinha, dava para ver certinho o formato da bucetinha.

Demos um gole na cerveja.
Cara, não sei o que me deu. Chamei ela para ver TV comigo. Ela simplesmente veio e sentou do meu lado. Esperei um pouco e comecei a brincar de abraçar. Quando dei por mim estava alisando suas pernas, passando a mão na bunda. Tudo isso na brincadeira. Até que passei a mão no seus peitinhos.

Na hora pedi para ele parar, não queria mais escutar.
Porra, preciso desabafar com alguém. Por favor, só me escute.
Tá, mas termina logo!
Ela deixou eu ficar alisando seus peitinhos, cara. Já estava de pau duro e os caralhos. Quando ia tirar a blusa dela, escutamos um barulho na escada. Foi a maior merda. Ela teve que se ajeitar rápido, eu também!
Que história maluca! Quem estava na escada?
Porra minha mulher!
Ela percebeu alguma coisa?
Não, ainda bem!

Pensei que ele havia terminado a história, leve engano. Ele continuou.
Mas você acha que acabou por aí?! Não! Depois disso, outra vez, só que no carro. Busquei ela na festinha na casa da amiga. Vou te falar, ela estava de vestidinho. Começamos do meio jeito brincando e tal. Parei em um terreno baldio perto de casa. Alisei ela toda, mão na bucetinha, mamando os peitinhos. Coloquei a mão na bucetinha por dentro da calcinha. Coloquei ela para segurar meu pau. O bagulho ficando doido, meu celular toca. Era minha mulher reclamando da demora.

Fiquei paralisado, não sabia o que dizer.
Diz tu! Estou errado?
Sinceramente, muito!
Posso estar, mas ela deixou. Agora você entendeu porque acho errado outro cara pegar primeiro?
Tá e depois disso?
Depois disso é que estou metendo direto.
Que loucura cara! Não me imagino fazendo isso não!
Eu também não! Mas agora não quero outra coisa. Parei até comer puta na rua.

Ele ainda contou que pegava sua filha pelo menos uma vez por semana, na madrugada no quarto dela.
Vai dizer que agora não ficou com vontade de comer a sua também?
Claro que não!
Claro que não é o caralho! Já imaginou tu metendo a pica?! Ela chamando você de papai. Maluco é muito bom! Vai por mim.

Quando ele parou de falar ficou um clima estranho. Não quis entrar mais no mérito. A conversa parou ali. Pouco tempo depois minha mulher quis ir embora. Na volta para casa, minha esposa reclamou deles, principalmente do pai. Perguntou o que tanto a gente conversava. Desconversei.

Em casa, depois que todos foram deitar para descansar, à noite iríamos sair. Fiquei na sala pensando na loucura da história que havia ouvido. Será que era possível um pai manter relação com sua filha, com seu total consentimento? Perdido em meus pensamentos acabei imaginando como seria essa possibilidade com minha filha. Sem hipocrisia, gostei de imaginar!

Saímos à noite para comer e dar uma volta. Na praça principal nos encontramos de novo. Ficamos distantes. Até que em dado momento ele veio falar comigo, quando estava comprando uma cerveja. Chegou puxando assunto, mas não dei muita atenção.
Aí, desculpas cara!
Pelo quê?
Porra! Pelo que te contei na praia.
Então é mentira?
Não! Mas estava precisando contar isso a alguém.

Na curiosidade perguntei como foi a primeira vez. Ele abriu um sorriso.
Sabia que tinha escolhido o cara certo!

Andamos um pouco para sair de perto das pessoas.
Então, depois do carro. A gente se birimbolava em casa mesmo. Comecei a colocar ela pra mamar, chupava sua bucetinha. Só não comia de medo.
É difícil de acreditar nessa história, desculpas!
Eu sei! Também não acredito às vezes.
Tá, mas como foi?
A gente estava em casa, sozinhos, no sofá da sala. Rolando de tudo, pelados e tal. Ela deitou no sofá e meti a pica.
Entrou de boa?
Demorou um pouco, mas entrou. Depois que entrou, meti tudo até saco!
E ela aguentou?
Reclamou um pouco no começo, mas aguentou. Não sei a sua, mas a minha já tem buceta de mulher.
Cara isso é muito louco! Ainda não acredito nisso!

Ele pegou o celular.
Vou te mostrar uma parada então! Fica até em um lugar secreto no celular.

Ele abriu um vídeo e me passou o celular.
Vê se estou mentindo agora!

O vídeo mostra ele e a filha em uma quarto, que parecia ser o dela. Ela nua de joelhos fazendo um boquete. O vídeo era curto.
Acabou toma! - devolvi o celular
Tem mais. Passa para o lado.

O vídeo continuava. Mostrava ele a ela já na cama metendo. O vídeo era longo. Avancei um pouco. Deixei continuar com ela quicando em cima dele. Olhei com muita atenção, seus peitinhos balançavam e a safada fazia cara de puta. O áudio não era bom. Coloquei no ouvido para escutar melhor. Deu para ouvir ela dizendo papai que gostoso. Passei o celular para ele
Agora você acreditou?
Porra, agora sim, né!
Falei contigo!

Nossas famílias se aproximaram. Mudamos de assunto. Depois de um tempo, perdido em meus pensamentos. Ele veio até a mim.
Está pensando, né, seu safado!
Em quê?
Deixa de história. Pensa que não vi você olhando para sua filha e depois olhou para a minha?!

Ele tinha razão, realmente olhei para as duas. Não satisfeito ele falou alto.
Amor, vou ali comprar algo para comer, quer alguma coisa? Vamos comigo, cara?
Vamos! - respondi alto - Amor vou ali, quer alguma coisa?

Ambas disseram que não. Caminhamos até a barraca mais longe.
Aí, gostei de você! Me passa seu número. Vou te mandar uns vídeos meus.
Não!
Para de palhaçada.

Dei meu número e voltamos. Foi a vez da esposa dele pedir para ir embora. Fiquei mais um pouco e também fomos embora. Não demoramos e também fomos embora. Não era tarde quando chegamos em casa, deveria ser umas 22:30 hrs. Todos foram dormir, fiquei na sala vendo TV, quando recebi uma mensagem
Está sozinho? Podendo falar?

Logo que cara percebi quem era.
Estou!
Aí vou te encaminhar uns vídeos, mas aí! Não dá mole. Vê e apaga, ou coloca em um lugar secreto do celular.
Não manda essa merda não!

Na sequência ele enviou três vídeos.
Só não dá um mole hein!

Ele deixou de ficar online. Baixei o primeiro vídeo, era longo mesmo que ele havia mostrado. Avancei mais perto do final, pus o fone de ouvido. A filha dele cavalgando, dizendo: “estou gozando pai”. Baixei o outro. Ele e a filha na sala. Ela está de quatro no sofá, gemendo alto. Na sequência baixei o último. Era ela fazendo um boquete dentro do carro.

Não tinha como negar que estava gostando de ver aquilo. O quê deixava ainda mais instigante, era o fato deles se tratarem de pai e filha. Quando terminei de ver todos. Vi que ele estava online de novo.
Oi!
Oi! Gostou né?
Você é doido!
Doído, nada, meu camarada! Sou sortudo, arrisquei e me dei bem. Estou esperando todos irem dormir
Pra que?
Você sabe! Não se faz de besta! Já deixei tudo combinado com minha filha.
Vai filmar?
Posso tentar!
E aí!
O quê?
Já pensou com a sua?
Claro que sim! Mas acho que não tenho coragem!

Ficamos batendo papo pelo celular. Falando besteira e tal. Quando ele encerrou.
Cara vou lá. Minha filha mandou mensagem aqui.

Ele printou a tela e enviou: “pai, vem! Meus irmãos dormiram.”
Boa sorte!!!
Aí vou tentar gravar. Fica online.

Minutos depois recebo uma chamada por vídeo. Estava meio distante, mas dava pra ver. A filha dele de joelhos mamando. Ela ficou em pé. Eles falaram alguma coisa. Ela virou de costas para ele, colocando a mão na parede. Empinou a bunda. Ele ficou por trás dela e meteu. Coloca as mãos na cintura dela e começa a fuder até gozar fora.

Sua filha virou para ele. Falou alguma coisa. Pegou suas roupas do chão. Colocou a calcinha e a blusa e foi embora. Ele esperou um pouco, olhou pelo lugar que ela saiu. Depois, buscou o celular para encerrar a chamada.

Fiquei maluco na hora. O cara realmente comia a própria filha novinha. Será que eu poderia ter a mesma sorte dele?! Um bom tempo depois ele mandou um mensagem
Acreditou agora?
Porra velho! Tu é maluco mesmo.
Tu ainda está nessa de maluco? Mete a rola mesmo. Se eu fosse você faria o mesmo com a sua. Vai por mim… vai ser a melhor coisa da sua vida.

Depois disso nunca mais nos falamos. Aguardei os vídeos e sempre que podia olhava. Passei a olhar minha filha com outros olhos, mas nunca tive coragem de fazer nada. De tanto imaginar essa possibilidade, o universo conspirou a favor. Posso dizer que foi culpa mais dela do que minha.

Era um sábado. Minha esposa tinha saído para levar nossos filhos em uma festinha. Não quis ir, porque estava com muita dor no joelho, devido a pancada que havia recebido na pelada. Juliana também não quis ir, pois eu estaria em casa e era festa de criança.

Juliana me chamou para assistir um filme sala, sempre fizemos isso. Adoramos ver filmes juntos. Ela vestia um short curto de ficar em casa, uma blusa larga e sutiã. O filme era de ação e teve uma cena de sexo. Sempre fica aquele clima estranho quando tem uma cena dessa, tudo normal até alí. O que não foi normal foi o comentário dela.
Nossa que cena foi essa pai! - risos
Ficou tímida filha?
Ah pai! Não é legal ver essas coisas do seu lado.
Porque você anda assistindo isso escondido, é?
Não né!

Sabia quando ela estava mentindo, perguntei mais uma vez. Ela confessou que às vezes os meninos do grupo do whatsapp, da escola, enviava.
Você fica vendo?
Não pai! Mas só dá para saber depois que baixo o vídeo. Eu apago, é claro!

Voltamos nossas atenções ao filme. Comecei a pensar: será que enfim havia surgido minha oportunidade?! Não poderia deixar ela escapar. Esperei o momento certo.
Filha, pode falar a verdade para o seu pai. Melhor do que eu pegar seu celular e ver algo.
Não pai! - risos - Não vejo isso não!
Não fica nem curiosa?

Ela ficou calada consentindo. Estava aí minha oportunidade.
Juliana, minha filha! O pai pode te fazer uma pergunta, mas tem que guardar segredo, tudo bem?
Tudo bem!
Você quer assistir um filme desse agora?
Filme de sexo?
Sim!
Melhor não pai!
Melhor não, ou não quer?
O senhor estava falando sério?
Estou!

Ela pensou um pouco.
Hum… não é pegadinha né, pai?
Não, minha filha!
Quero!...

Pedi que ela pagasse o controle da TV. Enquanto buscava na internet um site de vídeos porno. Dizia a importância dela guardar segredo. Assim que a página no site abriu, minha filha arregalou os olhos. Perguntei se ela gostaria de escolher. Ela deixou essa função para mim.

Coloquei um vídeo tranquilo. Sexo normal. Juliana ficou vidrada na TV. Meu pau doía dentro da bermuda. Comia ela com os olhos. Quando o primeiro vídeo terminou. Juliana olhou para mim.
Pai, o senhor é maluco!
Gostou?
Sim, mas isso é errado né!

Coloquei outro mais pesado. Minha filha começou a comentar o vídeo.
Nossa pai! Olha o tamanho do piru do homem. Olha os peitos da mulher.

Nesse momento coloquei a mão no meu pau por dentro do short. Juliana olhou.
Pai seu piru está duro?
Sim, filha! Muito duro!

Ela não tirou o olhar da direção do meu pau. Perguntei se ela queria ver. Ela ficou na dúvida. Repeti a pergunta.
Quer ver?
Ham ham…
Isso é um sim?
É!

Coloquei meu pau para fora do short. Juliana arregalou os olhos ao vê-lo. Não tenho um pau grande, mas talvez por ser primeira vez que vi um ao vivo, causou impacto.
Seu piru é grande pai!
Gostando de ver?
Sim!
Você sabe que não pode contar isso a ninguém?!
Sim, pai!

Ignoramos o vídeo completamente. Perguntei se ela gostaria de segurar um pouco.
O senhor quer que eu pegue nele?
Você quiser!

Juliana titubeou, mas chegou mais perto de mim e pegou no meu pau. Seu primeiro comentário foi:
Como é quente pai!

Devagar coloquei minhas mãos em suas pernas. Ela distraída com meu pau na sua mão, apenas olhou.
Gostando de segurar?
Sim, mas é estranho fazer isso com o senhor.
Já fez isso com alguém?
Não pai! É estranho por que você é meu pai!

Com calma fui deslizando as mãos pelas suas pernas. Quando dei o primeiro toque na sua bucetinha, ela reclamou:
Não pai!
Mas você não está segurando o piru do pai? - toquei sua bucetinha com mais intensidade - Deixa o pai tocar aqui também!

Ela permitiu. Dedilhava sua bucetinha, enquanto ela segurava meu pau. Estava muito fácil. Não podia acreditar.
Tudo bem filha?
Sim pai!

Comecei a elogiar a beleza dela. Falei para ela tirar a roupa, pois ver seu corpo nu. Juliana não quis de primeira. Mas fui insistindo até que ela topou. Começou pela blusa, depois o sutiã. Desceu o short e na hora da calcinha:
Melhor não pai!
Filha, você já segurou no meu piru, não foi?
Sim!
O pai não estava alisando ela?
Sim!
Então tira logo essa roupa!

Ela desceu a calcinha. Sua bucetinha linda, lisinha com poucos pêlos ficou na minha frente. Na hora me lembrei das palavras dele, apesar de nova, minha filha já tinha buceta para aguentar uma rola. Com calma passei o dedo entre os lábios. Um pequeno fio de melado se formou na ponta do meu dedo.

Juliana estava nervosa, dava pra sentir. Enquanto alisava sua bucetinha. Perguntava se estava tudo bem. Ela dizia que sim, mas estava com medo. Pedia calma para ela, que não precisava ter medo. Propus um beijo na boca.
Mas eu nunca beijei na boca pai!
Tudo bem. O pai não se importa.

Ela se aproximou de mim. Demos um pequeno selinho.
Tudo bem?
Sim pai!

Voltei a dar outro selinho. Ficamos em selinho, em selinho, até o beijo ficar normal. Acertei na mosca, minha filha foi ficando mais solta. Enquanto beijamos, passava a mão na sua bucetinha e peitinhos, e voltei com a mão dela no meu pau. Não sabia se teria outra chance, então quis aproveitar o máximo, fazer tudo que pudesse.

Parei com o beijo. Voltei a perguntar se estava tudo bem. Ela dizia que sim. Entre um beijo e outro. Pedi para ela chupar meu pau.
Isso, não pai!
Chupa só um pouco!

Ela acabou cedendo. Juliana chegou com o corpo um pouco para trás. Ajeitei o cabelo que caiu. Chegou com a boca bem próxima do meu pau.
Ai pai! Não sei se quero fazer isso!
Faz assim! Você tenta se não gostar para
Tá bom!

Ela cheiro meu pau. Abriu a boca. Ameaçou duas ou três vezes antes de colocar sua boca no meu pau. Ela colocou a cabeça e mais um pouco dentro da boca. Ela demorou a chupar. Ficou com meu pau na sua boca, como se estivesse querendo se acostumar com a sensação de chupar pela primeira vez.

Juliana começou a chupar desordenadamente. Deixei ela sozinha no começo, mas depois fui dando orientação de como deveria ser feito. Ela foi pegando o jeito da coisa. Nem nos sonhos mais malucos poderia acreditar no que estava acontecendo. Minha filha chupando meu pau. Enquanto ela chupava, elogiava sua chupada: que boquinha gostosa minha filha!.. está chupando gostoso minha filha!..

Ela gostava dos meus elogios. Parava e olhava para mim sorrindo. A deixei chupar por um bom tempo. Até que pedi para ela parar. Queria saborear seu mel, chupar sua bucetinha.
Vem filha, deita um pouco. Que o pai vai chupar você.
Tá!

Ela aceitou de boa. Deitou no sofá e abriu as pernas. Fiquei de joelhos. Antes de chupar olhei aquela bucetinha lisinha com poucos pelos. Passei a língua por toda a extensão da sua bucetinha. Juliana colocou a mão na minha testa: - Ai pai! Faz cócegas! Mas logo ficou quieta, quando abri seus lábios e comecei a chupar sua bucetinha. Seu mel escorria, só que agora mais espesso.

Ela, que no começo estava com o corpo travado, relaxou. Passou a gemer baixinho e sussurrando chamando por mim. Minha intenção era deixar sua bucetinha bem molhadinha, pois iria tentar comê-la.

Quando percebi que ela estava totalmente relaxada, fiz a pergunta que realmente importava. Parei de chupar sua bucetinha. Tirei por completo meu short e cueca. Fiquei de joelhos no sofá, com o pau duro na direção dela.
Filha, o pai pode meter.

Na hora ela fez um cara de medo.
Não pai!
Por que não?! Você já deixou o pai fazer tanta coisa!
Eu sei, mas estou com medo de doer muito. E a mãe pode descobrir!
Ela só vai descobrir se a gente contar. Se doer muito o pai para na hora!

Fui aproximando meu pau da sua bucetinha. Juliana não estava disposta a deixar. Então falei que iria apenas encostar meu pau na sua bucetinha. Ela deixou. Passei a cabeça no meu dos seus lábios. Depois fiquei fazendo o movimento de vai e vem. Meu pau deslizava por sua bucetinha toda.

Juliana ficou observando. Ela deixou escapar que estava gostoso, que meu pau era quente. Foi o que precisava ouvir.
O pai vai meter um pouquinho, tudo bem?
Tá, mas se doer o senhor para?!

Com calma coloquei a cabeça na entrada da bucetinha dela. Foi tentando penetrar com calma. A cada tentativa meu pau escorregava. Minha filha não reclamava, mas dava para sentir sua apreensão. Ajeitei uma última vez meu pau na entrada da sua bucetinha. Fiz um pouco mais de força. Até que a cabeça do meu pau entrou.

Juliana deu um pequeno grito: Ai pai! Para! Tive medo, pensei que havia passado do limite. Bastava colocar ela pra mamar até gozar, mas não, tive que comer! Mantive a calma, sem tirar de dentro perguntei se estava doendo muito. Ela suspirou.
Agora não está doendo muito!
O pai pode continuar?
Acho que sim!

Me aproximei dela e comecei a beijar sua boca. Juliana agarrou meu pescoço e passamos a beijar na boca. Meu pau entrou mais um pouquinho. Antes de começar a meter mais. Passei a dar selinhos.
O pai vai continuar! - beijo
Tá bom! - beijo

Fui metendo devagar. Sua bucetinha apertada, recebia meu pau. Sua expressão de dor e nervosismo, foi dando lugar a um semblante calmo.
Tudo bem? O pai está metendo bem devagar! - beijo
Tudo pai! Estou sentindo ele entrar! - beijo
Parou de doer? - beijo
Parou! - beijo

Fui metendo devagar até meu pau entrar todo. Comecei a comer sua bucetinha bem devagarinho. Queria saborear aquele momento ao máximo. Mantive o ritmo lento. Sabia que não podia gozar dentro, pois minha filha já menstruava. Juliana gemia. Chamava por mim. Passou a dizer que estava gostoso. Baixinho falei no seu ouvido:
Essa bucetinha agora é minha!..Diz pro pai! Minha bucetinha e sua!

Ela repetiu duas vezes. Não aguentei e quase gozei dentro, mas consegui tirar e gozar fora. O primeiro jato foi tão forte que chegou ao seus peitinhos. O restante aqui em cima da sua barriga.

Me deitei ao seu lado. Juliana olhou para mim.
Pai a gente não podia fazer isso, e errado!
Eu sei, mas agora já fizemos.
Estou nervosa pai!
É normal ficar nervosa.

Ela colocou a cabeça no meu peito.
E agora, a gente vai fazer outras vezes?
Você gostou?
Sim, mas…
Vamos fazer assim. Caso a gente fique sozinho de novo, como hoje. Você pode falar. Tudo bem?
Sim pai!

Depois desse dia, por incrível que pareça, ficamos enumera vezes sozinhos. Inconscientemente, acabávamos preferindo ficar em casa ao sair em família, nos passeios bobinhos. O que me deixou mais tranquilo foi o fato dela ter me procurado na segunda vez….

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Comentários (3)

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  • Coroa tarado: Muito bom heim gostei muito fiquei com o pau duro até babando 🤤 🤤

    Responder↴ • uid:1ct6lw2bmhb7
  • Ricardo tarado: Delicia 😋 fiz isso com minha F 8 chora grita mas tá aguentando bem Ale192803

    Responder↴ • uid:16ksnwkwyuk1
  • Carlos: Que de mais

    Responder↴ • uid:8kqvo5r49k