#Assédio #Incesto

Minha Filha Funkeira - O Desejo Proibido

1.3k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
AninhaHot

Um pai viúvo e sua filha de 20 anos, funkeira e provocadora, começam a morar juntos. O que começa como provocação inocente vira uma atração proibida e

Eu nunca imaginei que minha própria filha pudesse mexer tanto comigo. Aninha tinha acabado de fazer 20 anos quando veio morar comigo depois que a mãe dela foi embora. Ela era linda, morena clara, cabelo preto liso brilhante, corpo curvilíneo, com uma bunda grande e empinada que chamava atenção por onde passava. Eu, um moreno forte de 42 anos, tentava me controlar, mas era difícil.

Aninha chegou em casa com um shortinho jeans tão curto que mal cobria a bunda. O cropped branco marcava os seios firmes. Ela jogou a bolsa no sofá e veio direto pra mim, que estava sentado na sala assistindo TV.
— Pai, tá calor pra caralho hoje... — disse, sentando no meu colo sem pedir permissão.
Eu senti o corpo quente dela encostando no meu. Tentei disfarçar o desconforto.
— Aninha, vai tomar um banho, filha... — falei, tentando manter a voz firme.
Ela riu baixinho, rebolando de leve no meu colo.
— Relaxa, pai... eu só quero ficar um pouco com você.

Ela ficou um tempo no meu colo, conversando sobre o baile, rindo de coisas bobas. Eu tentava me concentrar na TV, mas o corpo quente dela, o cheiro doce de perfume misturado com suor, estava me deixando inquieto.
— Pai, você tá tão tenso... — ela disse, passando a mão no meu peito. — Relaxa um pouco.
Eu ri nervoso.
— É que você tá crescendo rápido demais, filha. Às vezes eu nem sei como lidar com isso.
Aninha virou o rosto, olhou nos meus olhos e sorriu de um jeito diferente.
— Eu sei lidar com você, pai... pode confiar.

Aninha levantou do meu colo devagar, mas antes passou a mão na minha coxa, "sem querer". Foi um toque rápido, mas eu senti. Ela foi pra cozinha pegar água, rebolando naturalmente enquanto andava. O shortinho subia um pouco, mostrando mais da bunda.
Eu fiquei sentado, tentando disfarçar a ereção que começava a crescer. Quando ela voltou, sentou do meu lado no sofá, bem perto, encostando a perna na minha.
— Pai, você tá suando... tá tudo bem? — perguntou, com um sorrisinho inocente.
— Tá tudo bem, filha. Só calor mesmo — respondi, tentando mudar de assunto.
Ela riu baixinho.
— Eu também tô com calor...

Aninha ficou um tempo em silêncio, só encostada em mim, assistindo TV. De repente, ela se esticou pra pegar o controle, e o cropped subiu, mostrando a barriga lisinha e o piercing no umbigo.
— Pai, você acha que eu tô bonita? — perguntou de repente, virando o rosto pra mim.
Eu engoli em seco.
— Claro que tá, filha. Você é linda.
Ela sorriu, satisfeita, e encostou a cabeça no meu ombro.
— Que bom... porque eu gosto quando você me olha.
O coração dela batia rápido. O meu também.

A conversa foi ficando mais íntima. Aninha começou a contar sobre os caras que tentavam chegar nela no baile, mas ela não dava bola pra nenhum.
— Eles são todos bobos... — disse, rindo. — Nenhum tem o que eu procuro.
Eu fiquei curioso.
— E o que você procura, filha?
Ela olhou pra mim, com um brilho diferente nos olhos.
— Alguém mais velho... alguém que saiba o que faz... alguém como você, pai.
Eu fiquei sem reação. O silêncio ficou pesado. Ela só sorriu e encostou mais o corpo no meu.

Aninha se levantou pra pegar mais água, mas dessa vez demorou um pouco na cozinha. Quando voltou, eu já tinha uma ereção evidente, a rola grossa marcando na bermuda. Ela percebeu imediatamente.
Parou na minha frente, olhou pra baixo e arregalou os olhos.
— Pai... isso é... — ela não terminou a frase, só ficou olhando.
Eu tentei cobrir, envergonhado.
— Desculpa, filha... é que...
Ela mordeu o lábio, sem tirar os olhos da minha bermuda.
— Posso ver? — perguntou baixinho, a voz um pouco rouca.

Eu fiquei paralisado. Aninha se aproximou devagar, ajoelhou na minha frente e colocou as mãos nas minhas coxas.
— Só quero ver, pai... por favor — pediu, com os olhos brilhando de curiosidade e tesão.
Eu não consegui dizer não. Puxei a bermuda pra baixo devagar. Minha rola preta, grossa, de 23cm pulou pra fora, latejando.
Aninha arregalou os olhos, impressionada.
— Caralho, pai... que rola enorme... — sussurrou, sem conseguir tirar os olhos.
Ela ficou olhando, mordendo o lábio, respirando mais rápido.

Aninha ficou um tempo só olhando, fascinada. Depois esticou a mão devagar e tocou na cabeça da minha rola com a ponta dos dedos.
— É tão grossa... e quente... — murmurou, quase em transe.
Eu gemi baixo. Ela começou a passar a mão devagar, sentindo o tamanho, a veia pulsando.
— Pai... eu nunca vi uma rola assim... — disse, olhando pra cima com os olhos cheios de desejo.
Eu tentei falar, mas a voz saiu rouca.
— Aninha... a gente não deveria...
Ela sorriu safada.
— Mas eu quero, pai...

Aninha continuou passando a mão na minha rola, fascinada, respirando pesado. Depois olhou pra mim com um sorriso safado e sussurrou:
— Amanhã a gente continua, pai... eu quero sentir tudo isso dentro de mim.
Ela levantou, me deu um beijo rápido na boca e foi pro quarto, rebolando, deixando-me ali, com o pau latejando e a cabeça cheia de pensamentos proibidos.
A partir daquele dia, a casa nunca mais foi a mesma.
No dia seguinte, Aninha acordou cedo. Eu tava na cozinha fazendo café quando ela apareceu, só de shortinho curto e uma blusinha fina sem sutiã. Veio por trás, abraçou minha cintura e encostou os seios nas minhas costas.
— Bom dia, pai... dormiu bem? — perguntou com a voz manhosa.
Eu senti o corpo dela quente. Tentei me controlar.
— Dormi... e você?
Ela riu baixinho e apertou um pouco mais.
— Sonhei com você... com aquela rola grossa que eu vi ontem.
Eu fiquei sem reação. Ela deu um beijo nas minhas costas e foi pro banheiro

Eu não aguentei. Fui atrás dela no banheiro. Aninha tava na frente do espelho, escovando os dentes. Quando me viu, sorriu safada.
Sem falar nada, ela se ajoelhou, puxou minha bermuda pra baixo e pegou minha rola com as duas mãos.
— Quero sentir o gosto, pai... — sussurrou.
Colocou a cabeça na boca e começou a chupar devagar, olhando pra cima. A boca quente e molhada deslizava, a língua girando. Eu segurei no cabelo dela, gemendo baixo.
Ela chupava com vontade, babando, tentando engolir o máximo possível.

Aninha chupava com mais vontade, a boca quente deslizando pela rola grossa. Eu segurava o cabelo dela, gemendo. De repente, puxei ela pra cima, levantei e bati a rola pesada no rosto dela.
— Abre a boca, filha... — eu disse rouco.
Ela abriu, olhando pra cima com tesão. Eu bati a rola na língua dela, no rosto, nas bochechas. Depois enfiei na boca de novo, segurando a cabeça dela e metendo mais fundo.
Aninha engasgou, saliva escorrendo, mas não tirou. Os olhos lacrimejavam de prazer.

Eu não aguentei mais. Puxei a rola pra fora e bati forte no rosto dela, gozando tudo. Porra quente espirrou no rosto, na boca, nos olhos. Aninha gemia, lambendo o que conseguia, com o rostinho todo melado.
— Boa garota... — eu disse, passando a rola na cara dela.
Ela sorriu, lambendo os lábios.
— Quero mais, pai...
Fim da Parte 1.
Quer a Parte 2? Entra no Telegram da Aninha: @AninhaHotBot

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos