O Jardineiro Pauzudo E O Filhinho Da Patroa
Um homem grandão e superdotado, é provocado por um moleque novinho e pequenino e acaba estourando o rabo do putinho, enquanto ele chora sentindo o pauzão.
Eu até tentei viver na cidade grande. Resolvi morar na capital, mas depois de ter concluído meus estudos e de ter recebido um dinheiro deixado pelo meu avô, com quem eu vivi toda a infância e juventude, pois fiquei órfão de pais muito cedo, eu resolvi voltar para minha cidadezinha, e levar uma vida mais tranquila, na casa que ele me deixou.
Nós, eu e meu avô, quando era vivo, morávamos em uma cidadezinha muito agradável e famosa pelas suas qualidades naturais, com isso era muito comum pessoas da capital terem casas de campo na nossa região.
Aproveitei o terreno vasto que cercava a residência e resolvi cultivar flores e plantas ornamentais, que eu vendia para mercados locais e até para alguns estabelecimentos na capital, que ficava a pouco mais de uma hora de nossa cidade.
Devido às minhas qualidades como cultivador de plantas bonitas e vistosas, eu também fazia alguns serviços como jardineiro e, assim, vivia tranquilamente.
Eu era um solteiro convicto. Quando sentia necessidade de gozar, eu ia a alguns locais de fácil paquera, ou pegação, como alguns chamam, e conseguia ficar com pessoas das redondezas, ou alguns turistas que estivessem na cidade, fosse mulher ou homem, já que sou bissexual desde muito jovem.
Perto da minha propriedade tinha uma área bem maior do que a minha, que foi comprada por uma empresária rica, do ramo de cosméticos, uma mulher bonita, na casa dos quarenta e cinco anos, muito chata, que de vez em quando aparecia na propriedade para descansar, acompanhada de garotões e machos com cara de vagabundos aproveitadores. O irmão dela também aparecia de vez em quando.
Meus serviços de jardineiros foram contratados por um conhecido meu, o João Paulo, que morava numa casinha grudada na propriedade dela e trabalhava como caseiro. Ele usava meus serviços de contabilidade, já que eu sou um contador formado.
A Dona Silvia ficou encantada com meus serviços e não admitia que mais ninguém mexesse no jardim dela, mesmo sempre reclamando que não estava bom. Mas eu sabia que era mania de gente chata. O dinheiro era bom e eu fazia esse serviço.
De vez em quando a dona Silvia aparecia com o filho dela, um molequinho baixinho e magro, moreninho com os cabelos bem pretos, cortados redondinhos, como cabelos de índio.
O moleque era muito curioso, estava sempre fazendo perguntas sobre tudo. Também reclamava muito de ter que vir para a casa de campo, junto com a mãe e seus machos, como ele sempre se referia aos namorados dela. Dizia que gostava de ficar na capital e aproveitar a ausência da mãe para sair com os amigos e aprontar.
Eu o ouvia fazendo essas queixas ao João Paulo e sempre ficava rindo discretamente, pois sabia que o João Paulo não gostava de muita conversa fiada. Ele era um cara solteirão, moreno escuro, parrudão, com uns cinquenta anos, e que gostava mesmo era de trabalhar e tomar uma cachacinha no final do dia, deitado numa rede que ele tinha na varanda da casinha onde vivia.
Eu me chamo Luiz e, por causa do meu tamanho, 1.90m de altura, alguns me chamam de Luizão. Tenho trinta e oito anos, sou do Sul, brancão, cabelos quase ruivos, bigode e cavanhaque pequenos e corpo normal, mais puxado para o magro. Sou um homem comum, mas tenho umas boas qualidades que depois vocês saberão.
Como bom observador que sou, sempre notei que o moleque era gay. Tinha um jeitinho delicado e, por ser pequenino, tinha um jeitinho de menina, embora não fosse muito afetado.
Antes de mim, teve um jardineiro mais jovem que trabalhou por lá e, pelo que se comentava, foi demitido porque torou o cuzinho do moleque. Dava pra ver, também, que ele tinha uma queda pelo João Paulo, não sei se era carência paterna, mas eu notava isso. Às vezes eu falava isso para o João e ele logo respondia:
— Esse moleque não aguenta minha rola no cuzinho não. Sou muito maior que ele. Mas até que ele é bonitinho, parece uma menina moça. – Ele dizia isso, dava um gole na cachaça e ria juntamente comigo.
— Aguenta sim meu amigo. Essas coisinhas miúdas aguentam coisas que até Deus duvida. – Eu respondia.
— Quero ver ele aguentar essa tua baguete branca. – Ele falava dando risada e apontando para o volume em minha calça. Ele sempre falava assim comigo, desde o dia que me viu pelado e se admirou de um sujeito branco como eu, ter um pau enorme. Eu sou pauzudo, o que já me causou alguns problemas, mas muitos prazeres também.
— Quero saber disso não, meu amigo. Esse moleque é chave de cadeia. – Eu sempre respondia isso e a gente ria juntos.
Eu estava numa manhã tranquila, fazendo umas podas numas plantas, quando ouvi uma vozinha atrás de mim:
— Tudo bem Luizão? As plantas estão bonitas, hein! – Eu olhei para trás e dei de cara com o moleque, que deu uma risadinha ao ver o meu susto.
— Olá Raulzinho! Eu me assustei. Nem sabia que você estava por aqui.
— Eu vi o seu susto. Estou muito feio assim? Eu cheguei ontem à noite, vim com meu tio Daniel. – Ele respondeu. Dando uma risadinha bonita, fazendo duas covinhas nas bochechas, o que o deixava com uma aparência mais infantil, mesmo já tendo quinze anos.
— Tá feio não moleque. Você é um garotão bonito. É que eu estava distraído. Achei que você ia demorar a aparecer, da última vez você reclamou tanto de ter vindo.
— Bom saber que você me acha bonito. Eu também acho você bem bonitão. Um homão da porra, como dizem. – Ele falou, com cara de putinho, mordendo o lábio.
— Para de graça, moleque. E aí, veio passear? – Eu falei tentando mudar de assunto.
— Aproveitei que minha mãe não veio com os machos dela, e vim com meu tio Daniel. Com ele eu vou pra qualquer lugar. Ele foi resolver umas coisas com o João Paulo, lá no centro, mas pediu para te avisar para olhar as plantas de dentro da casa.
— Beleza, eu vou só terminar isso aqui e já vou lá.
— Sem problemas, eles vão demorar, só devem chegar no final da tarde. Estamos só nós dois por aqui. Vou ver umas coisas no meu celular. – Ele disse isso e saiu em direção à casa.
Era impressionante como o moleque não se dava bem com a mãe, desde a morte do pai, quando ele ainda era bem pequeno. Mas com o tio, irmão da mãe, era diferente, muito grudado. Eu já tinha vista até ele sentado no colo do tio, como se fosse uma criança, embora já fosse um rapazinho. Terminei o que estava fazendo e resolvi ver as plantas lá de dentro da casa.
Ao entrar eu o vi deitado no sofá da sala, com a bundinha pra cima, vestindo apenas um shortinho e uma camisetinha regata. Parecia uma menininha. Era miudinho, mas tinha uma bundinha bonita, redondinha, embora bem pequena. Até senti um arrepio no saco, estava com o tesão aguçado. Fazia dias que eu não dava uma gozada. Ao me ver ele deu uma risadinha e piscou o olho.
— Vou começar pelas plantas lá da cozinha, vou ver se tem alguma coisa errada. - Eu passei por ele e fui para a parte de trás da casa. Não vi nada fora do normal nas plantas, mas resolvi cortar umas folhas e dar uma ajeitada nos vasos.
Estava abaixado, curvado de costas para a porta, quando ouvi uns passos se aproximando, olhei e vi a carinha de sapeca do moleque.
— Tá tudo bem por aí? – Ele perguntou com a vozinha manhosa.
— Tá sim, moleque. Tudo em ordem. – Eu falei levantando um vaso pesado, para colocar num suporte. Ele se aproximou e passou a mão pequena em meu braço flexionado e apertou o músculo. Eu olhei para ele com cara de bravo, mas não podia soltar o vaso.
— Você é forte, né? Um bração! – Ele falou.
— Que forte que nada moleque. Sou grande, mas sou magrão. – Eu respondi, sentindo que o moleque tava na maldade.
— E é tudo grande mesmo? – Ele perguntou lambendo os lábios. Eu vi aquela carinha de puta carente e senti meu pau reagir, mesmo sabendo o perigo que era, dar atenção ao putinho.
— Que papo é esse Raulzinho? É tudo grande sim. Agora vai lá pra sala e me deixa trabalhar. – Eu falei tentando me livrar da tentação. Ele se aproximou mais e, aproveitando que eu estava com as mãos ocupadas, tentando encaixar o vaso no alto, passou a mão em cima do meu pau, e apertou, sentindo o volume. Eu me assustei com a ousadia do moleque, mas senti o pau pulsar.
— É tudo grande mesmo! Deu pra sentir. – Ele falou isso com um sorrisinho na boca.
— Você tá maluco moleque? O que você tá fazendo? Já pensou se chega alguém aqui? – Eu falei bravo, descendo da escadinha e olhando para a carinha de safado que ele fazia.
— Deixa de ser careta Luizão! Não vai chegar ninguém aqui não. Só estamos nós dois aqui. Você sabe que eu sempre quis sentir esse teu pau e saber se é grande mesmo como falam.
— Quem te falou isso? Não quero confusão comigo não. – Falei olhando novamente para ele e tentando conter o pau, que já estava durão feito pedra.
— Eu ouvi por aí, não importa. Parece uma baguete mesmo. É grandão! Me deixa ver um pouquinho? – Ele falou e já foi esticando a mão na direção do meu pau. Eu fiquei imaginando sobre o fato dele chamar meu pau de baguete, só uma pessoa falava isso. Que tipo de conversa será que o João Paulo tinha com esse moleque?
— Pode para por aí, moleque! Eu sei que o outro jardineiro teve problemas contigo, não quero saber de confusão pra meu lado não.
— Não tive culpa nisso, não. Foi meu tio que viu a gente junto e ficou com ciúmes. Me deixa ver teu pauzão. Eu juro que não falo nada pra ninguém, tudo que a gente fizer aqui fica só entre nós. – Ele falou todo manhoso e eu deixei a cabeça de baixo decidir. Pus meu pauzão pra fora e o moleque abriu os olhos, assustado com o bichão duro, apontado pra ele.
— Tá aí moleque, mata a tua curiosidade. Mas se você abrir essa boquinha para qualquer pessoa, você tá ferrado comigo. – Falei isso sério e bravo. Ele agarrou o pauzão com as duas mãos, cheirou e começou a lamber a cabeça do caralho. Parecia que tinha ganhado um presentinho novo.
— Pauzão gostoso! Bonito demais! Nunca peguei num pauzão assim. – Ele dizia, enquanto tentava mamar o caralhão, mas só conseguia colocar a metade na boca. Mesmo assim tava gostoso demais. Ele sabia como fazer.
— Vai bezerrinho! Mama o caralhão do macho. – Eu falava e gemia, sentindo a boquinha quente e macia, tentando agasalhar o cacetão. Ele se esforçava e arrancava gemidos do grandão aqui. Mamou e babou bastante o meu cacete e depois me mandou esperar um pouquinho. Foi até a sala, enquanto eu procurava entender o que ele foi fazer. Ele voltou já sem camiseta, só com o shortinho pequeno e um tubinho na mão.
— É um gelzinho especial. Eu quero sentir teu pau no meu cu. – Ele falou, apontando para o tubinho e lubrificando o cuzinho.
— Vou fazer isso não, moleque. Eu vou machucar você. Chega de brincadeira. - Eu falei, preocupado com a situação, mas sentindo uma vontade de testar o buraquinho daquele moleque pequeno.
— Aguento sim! É só você fazer com cuidado. Eu quero sentir esse pauzão me arrombando. – O putinho falou isso, abaixou o shortinho e se curvou sobre a bancada em frente à janela que dava para o quintal.
Quem resiste a uma coisa dessas? Um moleque novinho, miudinho, com uma bundinha pequena e um buraquinho apertado se oferecendo, é duro de resistir.
Segurei meu pauzão e fui pincelando no orifício dele. Ele se abriu e empinou a bundinha. Eu fui forçando, mas a cabeçona não entrava. Ele gemia baixinho e se abria o máximo possível. Eu forcei mais um pouco, senti as preguinhas dele se afastando e a cabeçona foi deslizando pra dentro. Ele gemeu alto e mordeu o antebraço, estava aguentando bravamente. O pauzão deslizou pra dentro e ele gritou:
— Ah meu cu! Meu Deus como é grande! Espera um pouquinho. – Ele colocou a mão pra trás, segurando a minha cintura.
— Você que pediu pra ser arrombado moleque. Agora aguenta. Vou estourar teu cuzinho.
— Eu sei, eu quero! Só espera um segundinho para meu cuzinho acostumar. – Eu ouvi isso dele, esperei mais um pouquinho e fui metendo devagar.
Segurei na cinturinha fina dele e fui afundando o caralho, sentindo aquele buraquinho pegar fogo em volta do meu pauzão. Quando senti meus pentelhos encostarem na bundinha eu apenas avisei:
— Tá tudo dentro, moleque! Agora aguenta que eu vou socar.
— Pode socar, machão! Eu quero sentir teu pauzão.
Eu comecei a entrar e a sair, puxando o pau quase todo pra fora e depois enterrando tudo. O moleque gemia e se contorcia, mas não saía da reta. Eu estava enlouquecendo, sentindo como meu pau entrava apertado naquele buraquinho.
— Cuzinho gostoso, moleque! Vou encher teu buraquinho de leite. Empina o cu, moleque! Deixa eu arrombar você. Eu falava, enquanto castigava o cu do moleque, que continuava gemendo e já estava todo suadinho.
— Ah porra! Tô me sentindo todo arrombado. – Ele choramingou.
— Vira, putinho! Quero ver essa tua carinha safada. – Eu disse, colocando-o de frango assado na bancada e enterrando meu pauzão até o fundo. – Nessa hora ele se contorceu e eu vi uma lágrima descer do olhinho dele. O moleque tava sofrendo no picão, mas agora era tarde. Eu soquei novamente e fui bombando, arrombando o cu do veadinho.
— Ai meu cu, Luizão! Tá doendo porra! Tá arrombando meu cuzinho.
— Toma putinho! Toma rola no cuzinho. Você pediu, agora aguenta. Eu vou te engravidar. Vou te dar leitinho.
Eu bombei sem dó, ouvindo os seus gemidos, até sentir meu pauzão pulsar e inchar dentro dele. Os jatos de porra inundaram o reto do putinho, e ele batia uma punheta no pauzinho, sentindo o leite dentro.
— Ah meu Deus! Eu tô gozando! Ah meu cuzinho! Ah meu macho! Meu cu tá arrombado. – Ele falava rápido, chorando e sentindo prazer, ao mesmo tempo em que seu pauzinho esguichava leite em cima de sua barriga.
Ele tomou banho e foi para o quarto dele. Eu terminei meu serviço e, quando estava saindo, eu encontrei com o tio dele na entrada do portão.
— Oi Seu Daniel, boa tarde! Já verifiquei as plantinhas de dentro da casa, como o senhor pediu. – Eu falei, vendo a cara de espanto que ele fez.
— Mas eu não pedi nada, Luizão.
— Tudo bem! Mas dei uma geral nas plantinhas. – Nessa hora eu saquei que tinha sido uma armação do moleque para me levar pra dentro da casa.
*****
Mais uma aventura sobre um putinho novinho, seduzindo um homem mais velho. Espero que gostem.
Vote, comente, quero ser incentivado a escrever mais.
Se você ainda não leu o conto anterior, com o final da história do Dudu, eu te convido a ler. Ficou muito bom.
Abraços a todos!
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Comentários (1)
Francisco Brito: muleque de sorte esse conto é maravilhoso gostaria de encontrar um macho de rola enorme prá mim fazer sofrer sentado na anaconda e finalizar gozando na minha boca não desperdiçar nem uma gota de seu leite
Responder↴ • uid:1dgj6zdkb7ng