#Bissexual #Gay #Teen #Virgem

Viagem fantástica

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Alberto

Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele

Diferente de meus irmãos, na adolescência não trabalhei, estudei com afinco para conquistar uma vaga em uma Universidade Pública e consegui, com dezessete anos incompleto comecei a fazer minha primeira graduação na Universidade de Brasília. Sem grana, arrumei um emprego de vigia noturno, que na verdade para mim era um lugar para dormir e conseguir dinheiro para comer no restaurante do Campus. Fim de novembro eu já estava aprovado e com dezessete anos completos aceitei o convite de Luz, meu colega de curso para uma aventura. O plano era pegarmos carona em direção ao Litoral Brasileiro e depois descermos em direção ao Paraná e ainda chegarmos em nossas casas antes da virada do ano. Armados com um mapa rodoviário enchemos nossas mochilas e fomos à central de abastecimento, onde Luiz que já tinha feito a viagem no ano anterior passou a conversar com os motorista, até que encontramos um com um roteiro que nos convinha. Passamos o resto do dia descarregando o caminhão. No fim da tarde, saímos da área urbana e paramos em um posto de caminhoneiro. Achei muito legal da parte do motorista deixar eu dormir na rede embaixo do caminhão enquanto ele dormiria apertado na cabine com Luiz. No dia seguinte paramos, carregamos o caminhão em uma cidade pequena e novamente pude dormir como uma pedra na rede pois não estava acostumado com o trabalho pesado. Chegamos ao Litoral, eu estava extasiado com nossa aventura e já pulando de carona em carona, montamos pela primeira vez a barraca de Luiz para duas pessoas. No meio da noite acordei com meu amigo massageando meu pau, eu nunca tinha recebi um carinho tão gostoso e fingi estar dormindo até gozar na mão dele. Apesar do calor acordei com meu masturbador encostadinho nas minhas costas. Acordamos e tomamos banho em um posto de gasolina, pedimos café para uns motoristas sem falarmos do que tinha acontecido a noite. Um funcionário do posto nos falou de uma cachoeira perto dali e andamos até lá, apesar do caminho difícil, o local é lindo e não tinha ninguém, tiramos a roupa e caímos no lado formado pela cachoeira e brincamos dentro da água, na saída da água, Luiz me abraçou por trás, senti pela primeira vez uma pica no meu rego, eu já estava todo arrepiado quando ele grudou a boca na minha nuca, assim que eu gemi, meu amigo pegou no meu pau que já estava duríssimo, novamente suas mãos Hábeis me levou a um gozo fantástico com ele esporrando nas minhas nádegas. As intenções de Luiz estavam claras e eu estava gostando. Resolvemos passar o dia ali e montamos a barraquinha, planejando passarmos o dia nus. Na hora do almoço, meu companheiro de aventura abriu um pacote de bolacha e colocava na minha boca uma por uma para um morder, a situação estava tão envolvente que ele me deu um selinho, como não reagi, trocamos o nosso primeiro beijo ardente enquanto alisávamos nossas nádegas o dia foi fantástico, com muita troca de carinhos e sedução. A noite, entramos na barraca sem nos darmos ao trabalho de nos vestirmos, Luiz deitei com a barriga para baixo com as pernas ligeiramente abertas. Ao ver aquelas nádegas bonitas, iluminada com a luz do luar, deitei sobre ele e senti meu companheiro empinar a bundinha ao mesmo tempo que colocava a mão para trás dirigindo meu cacete para seu cuzinho e o penetrei pela primeira vez, sentindo seu rabinho piscar no meu cacete , passamos a gemer de prazer e eu gozei forte e adormecemos. Acordamos com o sol forte incidindo na barraca e caímos no lago. Com fome, colocamos nossas roupas e voltamos a estrada caminhamos bastante a pé até encontrarmos uma plantação de cana, roubamos duas varas de cana e aquele foi nosso almoço do dia. Conseguimos pegar uma carona em uma caminhonete que nos deixou em outro posto de caminhoneiro. Luiz falou com vários motoristas até que fez sinal com a mão e eu me aproximei, jantamos a comida preparada pelo profissional do volante e quando me foi oferecida a rede, senti ciúmes, pois entendi o porque de Luiz dormir na cabine, ele certamente seria comido a noite toda. Pela manhã, tentando disfarçar meu ciúmes, tomamos café ainda com o homem com quem Luiz tinha dormido e conseguimos carona no carro de um casal até uma praia onde montamos nossa barraquinha. Eu estava decidido e assim que entramos na barraca eu peguei aquele pau e o fiz endurecer e quando senti o quanto era gostoso manipular um cacete alheio, cai de boca e chupei com vontade até receber leite na minha boca. Foi uma emoção grande dar prazer a outro alguém e em seguida, receber um boquete gostoso daquele macho que passou a não esconder os gestos femininos e dormimos abraçadinhos. Pela manhã caminhamos já unidos por uma amizade envolvente e sentamos nos degraus de um restaurante de beira de estrada, não demorou para ganharmos um prato de comida e um copo de agua cada um e voltamos a pedir carona. A noite, o dono de um posto de combustível nos deixou dormir embaixo de um telhadinho e ali louco para levar vara, fiquei de quatro no chão e Luiz de joelho atrás de mim, encostou sua pica no meu buraquinho virgem, até então nunca tinha sentido tanto prazer na vida, meu corpo tremia e aquela sensação, um misto de ansiedade e tesão me dominou até eu sentir meu anel ser esticado, não me importei com a dor, eu queria o ferro de Luiz lá no fundo e ele me satisfez enchendo meu canal com sua porra. Durante três noite fizemos troca-trocas maravilhosos e no fim de uma tarde chuvosa, chegamos molhadinhos a um estacionamento de caminhões já no Litoral carioca, próximo do Litoral de São Paulo e nos aproximamos de dois caminhoneiros que se aqueciam em uma fogueira sob uma lona puxada do caminhão. Para não ficarmos doentes com as roupas molhadas ficamos só de cuecas e logo recebemos convite para dormirmos nas cabines e nos separamos, eu subi em um caminhão e Luiz em outro. Assim que o motorista apagou a luz interna, senti seu abraço, logo em seguida, senti uma leve pressão em minha nuca e baixei a cabeça recebendo na boca um roliço bem maior que o do Luiz, quando estava me animando em chupar aquela tora, o comedor me virou e com um golpe certeiro me invadiu com violência, chorei de dor, mas o macho não ligou e passou a bombar com força e no meio daquele desespero, gozei sem mexer no meu pau de modo muito mais forte e durante mais tempo do que quando gozava mexendo nele. Na viagem até Curitiba, dormi em mais duas cabines de caminhão. Depois daquela viagem, minha vida mudou. De volta às aulas, não quis mais saber do emprego de vigia de obra, passei a frequentar pontos em que os homens de Brasília procuram rapazes para fazer programas, com o dinheiro que ganhava a noite, conclui meu curso, agora sou eu quem procura os novinhos em Curitiba.

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