Meu Padrasto Me Fudeu No Carro
Eu virei a putinha do meu padrasto. Meu nome é Felipe, tenho 22 anos e na época que aconteceu eu tinha 14 anos, sou branco, já era bem alto, magro, mas um corpo bem feminino, sem pelos, cintura fina, coxas grossas e um rabão grande e redondo, porém sempre fui discreto. Eu e sempre tive uma queda por caras mais velhos.
Meu pais se separaram quando eu tinha 10 anos. Dois anos depois minha mãe conheceu Bruno, que depois veio a ser meu padrasto.
Bruno tinha 41 era um cara machão, cabelos e barba grisalhos, braços fortes, coxas grossas, peito musculoso e corpo peludo. Tinha aquela beleza natural, perfil de bom homem, trabalhador. Ele era o tipo de macho que de longe se sente o cheiro de testosterona. Eles se amavam.
Desde que eles se conheceram, Bruno já me chamava a atenção pelo seu porte masculino. Eu batia punheta escondido no banheiro depois que o pegava andando de cueca pela casa. Eu o imaginava me fodendo e falando putarias. Depois eu sentia uma culpa, falava pra mim mesmo que eu estava louco e que se aquilo acontecesse um dia eu seria a pessoa mais sacana do mundo. Já pensou, pegar o marido da própria mãe?
Ficava com tesão em ver meu padrasto de toalha ou só de cueca pela casa o dia todo. Aquilo já tava virando um costume dele e ele nem tinha vergonha de esconder a pirocona dele.
Uma vez eu estava com dor de cabeça e não me lembro muito bem mas fui no quarto deles procurar um remédio e quando eu cheguei na porta ele estava lá pelado, mesmo com o pau mole já era bem grande e grosso, eu passei por ele e ele nem ligou, só se cobriu com a toalha e piscou pra mim. Essa cena não saiu da minha mente e eu no meu quarto bati umas 3 punhetas nessa noite pensando nele.
No outro dia, eu estava na escola quando Bruno me mandou mensagem avisando que iria me buscar de carro, eu fiquei muito feliz, pois além de ficar um tempo com ele, eu iria dar uma volta no seu carro, Bruno tinha um carro bem grande, bonito e caro, eu iria ficar me achando.
Assim que terminou a aula já fui pra frente da escola e Bruno já estava lá me esperando, todos me viram entrando naquele carrão e eu fiquei achando, cumprimentei Bruno e ele me perguntou se eu queria dar uma volta no shopping e eu aceitei.
No shopping Bruno me tratava muito bem, comprou lanches para mim, sorvetes e me deu alguns presentes, parecia que ele queria me agradar pra conseguir algo.
Depois que saímos do shopping, começamos a conversar sobre o colégio e Bruno me perguntou se eu tinha namorada, eu disse que não, então ele me perguntou se tinha namorado e eu menti dizendo que não era gay mas Bruno não acreditou, derrepente ele pega um caminho diferente da minha casa e em uma área de mata bem isolada, colocou o pau já duro pra fora e perguntou novamente se eu era gay.
Parou o carro em um lugar pouco movimentado e pegou minha cabeça e levou até seu pau, ali eu não resisti e comecei a beijar aquela pica.
Ele abaixou a calça junto com a cueca, e apontou aquele pauzão pra mim e comecei a mamar aquela deliciosa pica.
Ele me colocou pra mamar. Eu passava a língua nele todo e chupava suas bolas em seguida abocanhei.
Eu chupava muito gostoso colocando tudo na boca, nem parecia que era minha primeira vez chupando uma pica.
Não aguentei e enchi minha boca, colocando seu pau por inteiro chupando tudinho.
Bruno me virou e me colocou de quatro, com minha bunda bem empinada pra ele, Bruno começou a chupar meu cuzinho, metia a língua nele deixando tudo bem melecadinho e preparando meu cuzinho para ser fudido.
Eu percebi o que ele queria e comecei a pedir pra não fazer pois nunca tinha feito antes.
Mas isso só deu mais tesão em Bruno ao saber que seria o primeiro a comer minha bundinha maravilhosa.
Fui para o banco de trás e já tirei minha roupa, Bruno veio logo em seguida, totalmente pelado também, igual eu o tinha visto no dia anterior, mas dessa vez com sei pau extremamente duro.
Ele me colocou no colo e me segurando pela minha cinturinha começou me puxar para seu pau me fazendo quicar rebolando e gemendo gostoso.
Eu não sabia cavalgar muito bem numa rola, mas Bruno me guiava perfeitamente.
Eu rebolava no seu pau e ele chupava meus peitinhos e fiquei todo mole no seu colo.
Me ajeitei de quatro e ele chupou meu cuzinho e lambia meu buraquinho.
Bruno se ajeitou na minha entrada, eu até rebati tentando sair pedindo pra parar.
Mas ele só me dizia pra relaxar pra ser mas gostoso.
Começou a forçar e eu dei um grito mas a cabecinha já tinha entrado.
Ele me travou e empurrou mas um pouco.
Eu olhei pra trás com carinha de dor e uma lágrima escorrendo, mas Bruno manteve até sentir que eu relaxei um pouco e começou a foder lentamente.
Aos poucos eu comecei a gemer e Bruno começou a foder com mas velocidade.
Seu pau já entrava quase todo no meu buraquinho.
Eu me contorcia gemendo gostoso e comecei a me masturbar enquanto ele ia socando no meu cu.
Bruno começou a enterrar tudo com força e dar tapas na minha bela bundinha.
Ele socava até o talo eu gemia e me virava pra o olhar enquanto tocava uma punhetinha.
Eu comecei a gozar e logo senti Bruno enchendo meu buraquinho de porra.
Assim que ele tirou o pau fiquei um tempo piscando meu cuzinho arrombado e sentindo a porra escorrendo pra fora pelas minhas perninhas.
Nos limpamos e seguimos viagem.
Bruno falou que se eu não contasse pra ninguém, ele me comeria mais vezes, e eu prometi que não contaria, ele me deixou em casa como se nada tivesse acontecido e desde então comecei a transar com ele, com outros homens e até com parentes, que vou contando ao longo dos dias.
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Comentários (1)
Mato Grosso 7: Meu adorei ficou , só faltou uma fotinha
Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y