#Gay #Teen

O Júnior mijou dentro de mim

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Matheus 23

O cheiro de Júnior já tomava conta de tudo — um rastro de testosterona e aquele odor característico que me deixava em transe. Ele me jogou na cama com a força de quem não aceita um "não", os olhos fixos nos meus, exalando um domínio que me fazia tremer.
​"Fica quieto e me serve," ele rosnou, a voz grave vibrando no meu peito.
​Júnior se livrou da calça e lá estava ele: o mastro de 18 centímetros, imponente e latejante. Mas o que realmente me hipnotizava era a anatomia bruta daquele pau. A cabeça era enorme, num tom rosa vivo que contrastava com o restante da pele, saltando para fora como um cogumelo robusto e coroado. O prepúcio se retraía lentamente enquanto a ereção vencia o limite da pele, revelando a glabela larga e úmida.
​Conforme o tesão dele aumentava, o líquido pré-ejaculatório começava a brotar em abundância, escorrendo pela fenda e brilhando sob a luz fraca. E havia o cheiro... aquele odor forte, misturado ao sebo natural acumulado sob a pele, um perfume carnal e cru que, em vez de me afastar, estava me deixando completamente viciado, perdidamente apaixonado por aquela virilidade sem filtros.
​"Você gosta desse cheiro, né? Deixa você louco saber que eu sou um bicho," Júnior disse, percebendo meu delírio. Ele me virou de costas com um puxão firme, prendendo minhas mãos com uma das dele. "Agora relaxa esse rabo, porque eu vou te revirar por dentro."
​Ele não usou delicadeza. Lambeu o dedo, encharcando-o com aquela saliva quente e o pre-gozo que escorria do seu pau, e pressionou a entrada do meu esfíncter. Eu soltei um arquejo quando senti a pressão.
​— "Relaxa, porra. Deixa eu entrar."
​O dedo dele invadiu, buscando o caminho já conhecido. Ele não parou na entrada; foi fundo, contornando as paredes internas até que o senti atingir em cheio a minha próstata. O choque elétrico percorreu minha espinha. Comparado ao meu próprio pau de 14 centímetros, que agora latejava inutilmente contra o lençol, a presença dele ali dentro — mesmo sendo apenas um dedo enquanto o monstro de 18 centímetros esperava sua vez — era esmagadora.
​Júnior começou a massagem de forma rítmica e violenta, como um pistão. Ele pressionava o "ponto P" com o nó do dedo, fazendo círculos apertados que me faziam perder o ar. "Sente isso? Sente o que o teu namorado faz com você?" ele provocava, enquanto a outra mão apertava meu pescoço de leve, mantendo o controle total.
​Eu estava perdendo os sentidos. A sensação de plenitude, o cheiro forte de sebo e suor que emanava dele, e aquela cabeça rosa e gigante roçando nas minhas nádegas enquanto ele trabalhava lá dentro me levaram ao limite. Sem que eu encostasse um dedo no meu pau, senti a pressão acumulando na base.
​— "Vai, goza pra mim! Goza só no meu dedo, seu viciado!" ele ordenou, intensificando a pressão na próstata.
​Minha visão escureceu e meu corpo teve um espasmo violento. O jato de sêmen disparou contra o colchão, uma, duas, três vezes, arrancando de mim um grito abafado pelo travesseiro. Eu estava entregue, drenado e completamente dominado pelo Júnior e pelo seu cheiro que agora era minha única droga.
​Ele se inclinou sobre mim, encostando aquela cabeça de cogumelo úmida na minha orelha e sussurrou: "Na próxima, eu não uso só o dedo."
O suor escorria pelo meu rosto, e eu ainda tentava recuperar o fôlego depois daquela onda avassaladora de prazer. O quarto estava impregnado com aquele cheiro de bicho que o Júnior exalava, uma mistura de suor, o sebo natural daquela cabeça de cogumelo e o pre-gozo que ele espalhava.
Ele não me soltou. Continuou ali, com o corpo pesado sobre o meu, a ereção de 18 centímetros cutucando minha bunda, quente e pulsante.
— "Tá tremendo por quê, Matheus? Já tá entregue assim só com o meu dedo?" — Júnior rosnou no meu ouvido, a voz mais rouca que o normal.
— "P-porra, Júnior... você me quebra no meio..." — consegui balbuciar, sentindo meu rosto queimar contra o travesseiro. — "Esse teu cheiro... tá me deixando louco. Eu não consigo nem pensar direito."
Ele deu uma risada curta, possessiva, e me virou de frente pra ele com um puxão bruto pelo braço. Meus 14 centímetros estavam moles e melados de gozo, mas o dele continuava ali, uma tora de pele escura e aquela cabeça rosa gigante, brilhando de tanto líquido que saía da fenda. O prepúcio estava todo retraído, acumulando aquele odor que eu estava viciado em sentir.
— "Abaixa a cabeça e sente, Matheus. Sente o cheiro do teu dono," — ele ordenou, empurrando a cintura pra frente, encostando aquela cabeça larga e úmida no meu nariz.
Eu fechei os olhos e puxei o ar com força. Era forte, carnal, um cheiro de homem que nunca tinha sido tão excitante. Eu passei a língua naquela borda em formato de cogumelo, sentindo o gosto salgado do pre-gozo misturado àquele sebo que parecia um perfume afrodisíaco pra mim.
— "Delícia, Júnior... tá muito sujo, do jeito que eu amo," — eu murmurei, subindo o olhar praqueles olhos dominadores dele. — "Faz o que você quiser comigo. Me usa."
— "Vou te usar até você esquecer seu nome, Matheus. Você gosta dessa porra grande aqui, né? Olha o tamanho dessa cabeça perto de você," — ele disse, segurando o próprio pau e batendo a cabeça rosa no meu rosto. — "Vou enfiar isso tudo naquele buraco que eu acabei de amaciar. E não quero ouvir um 'ai', só quero ouvir você pedindo mais desse cheiro e dessa pica dentro de você."
Ele me puxou pelos cabelos, forçando minha boca contra a dele num beijo carregado de saliva e desejo bruto. Eu estava completamente rendido. O domínio do Júnior era absoluto, e aquele pau de 18 centímetros era a única coisa que eu queria sentir me rasgando por dentro agora.
— "Vai, Júnior... me fode logo... me marca de uma vez," — eu implorei, sentindo o volume dele pressionando minha entrada de novo.
— "Pede com vontade, Matheus. Diz quem é que manda nessa tua bunda suada," — ele sussurrou, já posicionando a cabeça de cogumelo na minha entrada, pronta para invadir.
A tensão no quarto era insuportável. Júnior estava impiedoso, cada estocada dele com aqueles dezoito centímetros era um golpe que me fazia perder a noção da realidade. O cheiro dele, aquela mistura de suor, testosterona e o sebo daquela cabeça rosa e enorme, parecia queimar dentro do meu nariz, me deixando cada vez mais em transe.
— "Toma, Matheus! Sente o peso da minha pica!" — ele rosnava, batendo o corpo contra o meu, sem dó. — "É tudo teu, seu viciado!"
— "Ahhh, Júnior... Júnior... tá muito bom... mais... me fode com força!" — eu gritava, apertando os lençóis com tanta força que meus dedos doíam. Meu próprio pau, de catorze centímetros, estava duro e latejando, mas eu nem conseguia pensar em tocar nele. Todo o meu ser estava focado naquela invasão brutal e maravilhosa.
De repente, senti o corpo dele travar. O ritmo dele mudou, ficou mais frenético, mais possessivo.
— "Vou... vou gozar, Matheus! Vou encher esse teu cu de porra!" — ele berrou, a voz falhando pelo esforço.
Ele deu as últimas estocadas, afundando o pau até a base dentro de mim. O grito que ele soltou foi um urro primal de prazer e libertação. Senti o jato quente, espesso e abundante disparar contra minhas paredes internas. Uma, duas, três... parecia que nunca ia acabar. Era tanta porra que eu senti o líquido escorrendo para dentro, preenchendo cada espaço, cada dobra do meu intestino. Meu corpo tremeu inteiro, e eu soltei um gemido longo e rouco, completamente entregue.
Júnior caiu sobre minhas costas, ofegante, o coração batendo forte contra o meu. O cheiro de sexo e da porra dele se misturou ao odor natural, criando uma atmosfera ainda mais densa e inebriante.
Lentamente, ele começou a tirar o pau de dentro de mim. O som foi um "ploc" úmido. Quando olhei para trás, vi o resultado daquela invasão: meu cu, que antes se apertava ao redor dele, agora estava dilatado, um buraco escuro e aberto, com um anel de prepúcio e restos de lubrificante e sêmen em volta.
— "Caralho, Matheus... olha o que eu fiz com você," — Júnior disse, passando a mão pela minha bunda, a voz um misto de surpresa e orgulho. Ele riu baixinho, uma risada saciada.
Eu não conseguia falar. Estava exausto, trêmulo, mas com uma sensação de plenitude que nunca tinha sentido antes.
— "Mas ainda não acabei," — ele disse, com um brilho malicioso nos olhos.
Eu o vi se ajoelhar entre minhas pernas novamente. O pau dele, agora amolecido e melado de gozo e dos meus fluidos, estava relaxado. Ele olhou para o meu cu aberto, o buraco que ele tinha criado, e depois para mim.
— "Você tá tão aberto, tão receptivo... parece o lugar perfeito pro teu dono deixar mais uma marca," — ele sussurrou, a voz carregada de segundas intenções.
Vi ele segurar o pênis amolecido, direcionando-o para a entrada dilatada. O prepúcio estava todo enrugado, revelando a cabeça rosa, agora mais pálida após a ejaculação, mas ainda imponente.
— "Júnior... o que você vai fazer?" — eu perguntei, a voz fraca, uma mistura de medo e excitação correndo pelas minhas veias.
Ele não respondeu com palavras. Em vez disso, vi a cabeça do pau dele se aproximar do buraco. E então, senti o jato morno. Júnior estava mijando dentro de mim.
A sensação foi bizarra e, ao mesmo tempo, incrivelmente excitante. O líquido quente preencheu o espaço que a porra dele tinha deixado, misturando-se a ela. O cheiro, já tão forte, ganhou uma nota ácida e amoniacal que, estranhamente, me deixou ainda mais excitado.
— "Fica com isso aí dentro pra lembrar quem é que manda nessa bunda," — Júnior disse, quando acabou, a voz autoritária e possessiva. Ele se deitou ao meu lado, me puxando para um abraço possessivo, o cheiro dele me envolvendo completamente.
Eu fechei os olhos, sentindo a quentura e o líquido dentro de mim. Estava sujo, usado, marcado. E nunca tinha me sentido tão vivo e tão apaixonado por aquele homem e pelo cheiro dele.

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Comentários (1)

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  • Luiz: Belo conto, acredito que o site precisa de mais contos desse formato adoro cheiros e nada melhor do que uma pica com sebo para vc chupar adorei, gosto do viadinho submisso que faz tudo para agadar o macho

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic