Subjugando o primo do meu namorado - O Abate
Se você chegou agora, eu sou o Diego: 1,83m de altura, pele clara, olhos azul-esverdeados e um corpo de carateca com 19 cm de puro vigor. Meu namorado é o Kaito: 1,71m de puro músculo denso, filho de japoneses, nasceu no Japão mas se mudou ainda criança para o Brasil, cabelo preto sempre preso num coque instigante e um segredo de 21 cm que é o meu vício. Viemos ao Japão e o primo dele, o Sora, achou que sua banca de 'machão tradicional' nos intimidaria. Ele nos testou na corrida e nos vigiou no banho, mas o tiro saiu pela culatra. O desejo reprimido dele virou sua ruína. Agora, o 'guardião' de Enoshima está prestes a descobrir que, entre eu e o Kaito, ele é apenas um brinquedo de luxo. Para quem não viu a primeira parte do conto /2026/03/conto-128393
Tiramos o resto o dia para “turistar”, estava tendo um festival em Enoshima foi o respiro que precisávamos. Ver o Kaito rindo, me apresentando ao takoyaki e às luzes das lanternas, foi revigorante. Ele estava mais leve, com aquele brilho de satisfação de quem tinha sido adorado no banho termal. Dormimos um sono pesado, sem sonhos, apenas a recuperação necessária para o que viria.
O sol mal havia cortado a linha do horizonte quando me encontrei no dojo da família. O cheiro de madeira velha e incenso pairava no ar. O mestre Takeshi Yamatoyama, o avô, já estava lá, vestindo seu karatê-gi amarelado pelo tempo, mas impecavelmente passado.
Houve uma pontada de frustração ao notar que o Sora não estava presente; eu queria que ele visse a força do meu soco e a precisão da minha base. Mas Takeshi não deu tempo para distrações. A energia daquele homem era absurda. Cada movimento dele era um estudo de economia e poder. Ele me corrigiu, me desafiou e me ensinou a 'bater com o espírito', não apenas com o músculo. Foi uma honra que tatame nenhum no Brasil poderia me proporcionar.
A tarde, porém, trouxe um desafio diferente. A avó do Kaito, a senhora Hana, me chamou para o jardim interno. Enquanto o avô era a explosão, Hana era o vácuo.
— O corpo é uma arma, Diego-san, mas a respiração é o gatilho — ela disse, com uma serenidade que impunha respeito.
Passamos horas em meditação e exercícios de controle do diafragma. Ela me ensinou a técnica do Ibuki, uma respiração forçada que estabiliza o tronco no momento do impacto. Exigiu de mim uma concentração mental que me deixou mais exausto do que a corrida nas colinas.
O sol estava sumindo, pintando o céu de Enoshima com tons de roxo e laranja. Fui direto para o banho rápido e, ainda sentindo o calor da água na pele, caminhei em direção ao nosso quarto.
Ao deslizar o shoji, o silêncio da casa foi cortado pelo som de vozes ríspidas.
Kaito e Sora estavam de pé, um de frente para o outro. A tensão no quarto era tão palpável que o ar parecia elétrico. O rosto do Kaito estava rígido, as mãos cerradas ao lado do corpo. O Sora tinha aquele mesmo olhar de desdém, mas havia algo mais — uma fúria contida, como se ele estivesse perdendo o controle de um jogo que achou que ganharia fácil.
— Você esqueceu quem você é, Kaito! — Sora sibilou, a voz baixa, mas carregada de veneno. — Trazer um estrangeiro para profanar o dojo do vovô... você acha que esse... gaijin... entende o que significa o nosso sangue?
Kaito deu um passo à frente, diminuindo a distância, sem recuar um milímetro.
— Ele entende mais de respeito e disciplina do que você, Sora. Você está com medo porque viu que ele é melhor que você em tudo o que você preza.
Eu parei na soleira da porta, meus ombros largos preenchendo o batente, observando a disputa entre os primos. O Sora percebeu minha presença e se virou, os olhos faiscando de ódio ao me ver ali, relaxado após o banho, ocupando o espaço que ele considerava sagrado.
A atmosfera no quarto de tatame mudou instantaneamente. A calma que a Dona Hana havia me ensinado horas antes não era passividade; era o centro de um furacão. Eu me senti um gigante, não apenas pelo minha altura, mas pela clareza com que eu enxergava o desespero nos olhos do Sora.
Eu dei um passo à frente, a voz baixa e firme, contrastando com o veneno dele. Pedi para o Kaito traduzir cada palavra, e ele o fez com uma precisão gélida, como uma máquina que reproduzia a minha sentença.
— Sora, sua raiva não é porque eu profanei sua família. É o contrário — comecei, vendo-o apertar os punhos. — É porque eu conquistei seus avós seguindo as tradições deles. Mas o que te dói de verdade é ver a minha cumplicidade com o Kaito. Você acha que eu não vi você nos seguindo no festival? Isso se chama desejo, Sora. Um desejo que você nunca soube expressar. Você está emburrado como uma criança que perdeu um doce que, na verdade, nunca foi seu.
Soltei um riso de deboche, curto e seco. Foi o estopim. Sora avançou para cima de mim com uma agressividade cega, mas eu não saí do lugar. O Kaito, despertado pela minha leitura cirúrgica, atravessou o caminho dele como um escudo de puro músculo. Sora empurrou o Kaito, mas meu namorado é uma rocha; ele nem balançou porque eu estava logo atrás, dando o suporte. O contra-ataque veio rápido: Kaito devolveu o empurrão com a força de quem estava farto de ser subestimado.
Sora cambaleou para trás e caiu sentado no tatame, a imagem da perfeição japonesa agora desfeita e humilhada no chão.
Ver a virilidade do Kaito explodir daquele jeito me deu um tesão avassalador. O ar do quarto ficou denso, carregado de uma eletricidade sexual que agora incluía o Sora. Ele estava ali, vulnerável, e eu entendi exatamente o que o destino de Enoshima reservava para ele. Ele seria subjugado ao nosso prazer. Ele teria toda a rola que cobiçou no rotenburo, mas em uma posição de pura submissão, a maior 'humilhação' para o guardião das tradições.
Avancei devagar, ficando de pé sobre ele, enquanto o Kaito fechava a porta de shoji com um baque surdo, trancando-nos naquele mundo à parte.
— Você queria o que é meu, Sora? — eu disse, enquanto minhas mãos iam para o cós do meu short, revelando os meu pau já duro que ele tanto encarou na água. — Pois agora você vai ter. Mas do nosso jeito.
Kaito se aproximou por trás do primo, segurando os ombros dele com firmeza, forçando o rosto do Sora para perto da minha virilha. O olhar do Sora oscilava entre o pavor e uma luxúria que ele não conseguia mais esconder. Ele estava prestes a descobrir que, naquela noite, as regras de Enoshima eram ditadas por nós dois.
Quando o Kaito forçou o rosto dele contra a minha virilha, eu senti a respiração do Sora falhar. Ele inalou profundamente o cheiro de macho que emanava dos meu pau, um aroma de pele quente e tesao.
Eu não tive pressa. Comecei a bater com a minha madeira pesada contra o rosto dele. Pá, pá, pá. O som da carne batendo na face dele ecoava no quarto silencioso. A cada golpe, a cabeça dele pendia levemente, mas os olhos... aqueles olhos puxados estavam dilatados, um misto de humilhação profunda e um desejo animal que ele finalmente parara de lutar contra.
Atrás dele, o Kaito já estava uma obra de arte viva. Eu parei por um segundo para contemplar o meu homem. Ele estava completamente nu, a pele cor de canela brilhando sob a luz fraca, cada músculo do abdômen e das coxas definido como se tivesse sido esculpido em carvalho. Os 21 cm dele estavam eretos, uma lança escura e pulsante que apontava para o céu, pronta para a guerra. O calor que emanava do corpo dele era quase físico, uma aura de dominância que só me deixava com mais tesão.
Nossos olhares se cruzaram. Não precisávamos de palavras; dois anos de cumplicidade resumidos em um segundo de malícia.
Em um movimento brusco, enrosquei meus dedos nos cabelos curtos e negros do Sora, puxando-o com força para cima. Virei o rosto dele de lado, expondo a bochecha, e simplesmente soterrei a cara dele no monstro que o Kaito exibia entre as pernas. O Sora soltou um som abafado, um susto real ao sentir a pressão daquela rola maciça contra a sua face, a cabeça do pau do Kaito cutucando o canto da sua boca com uma arrogância absoluta.
Eu apertei ainda mais os cabelos dele, puxando a cabeça do Sora para trás com um solavanco proposital para que ele fosse obrigado a abrir a boca. O Kaito, entendendo o comando, não hesitou. Ele segurou a base e enfiou o pau todo, de uma só vez, até o fundo da garganta do primo.
O som foi visceral. O Sora enguiou alto, o corpo arqueando enquanto o pau do Kaito invadia seu espaço mais íntimo, silenciando qualquer rastro daquela superioridade esnobe. Ali, entre o meu corpo e o do Kaito, o 'herdeiro' de Enoshima descobriu que sua única função naquela noite era nos servir até não aguentar mais.
O ambiente do quarto de tatami já não tinha mais nada de sagrado; era puro instinto e dominação. O cheiro de sexo e o som da carne batendo contra a carne preenchiam o espaço onde antes reinava o silêncio das tradições. O Sora estava em transe, os olhos injetados, vivendo o vício que tentou reprimir a vida inteira sob a máscara de "guardião".
"Eu não tive um pingo de piedade. Segurei o cabelo dele com o punho fechado, puxando com a força de quem doma um animal selvagem pelas rédeas. Em vez de forçar o rosto dele contra mim, eu o mantive a uma distância curta, sustentando um olhar autoritário que o reduziu a nada. Sem que eu precisasse dizer uma única palavra em japonês, ele entendeu. A boca dele se abriu, trêmula, em um convite mudo.
Primeiro, eu acumulei saliva e cuspi direto na língua dele, marcando o território. Antes que ele pudesse processar, eu avancei. Meu pau entroub de uma vez, e eu senti a resistência imediata; a largura do meu pau era um desafio para a boquinha dele, que parecia pequena demais para o que eu tinha a oferecer. Mas eu não me fiz de rogado. Comecei a foder a boca do Sora com um frenesi ritmado, cada estocada batendo no fundo da garganta dele, fazendo-o lacrimejar. Eu queria ver as lágrimas escorrendo por causa do meu pau, e eu tive essa visão em alta definição.
Atrás dele, o Kaito estava possuído por uma ferocidade que eu nunca tinha visto. Com um movimento bruto, ele agarrou a camisa do Sora e a rasgou de cima a baixo, o som do tecido partindo ecoando como um tiro no quarto. O susto fez o Sora engasgar no meu pau, o corpo arqueando para trás, exatamente onde o Kaito o esperava.
Meu namorado não perdeu tempo. Ele arrancou a calça do primo com uma violência que fez meu próprio pau pulsar de excitação. O contraste da pele clara do Sora com a força das mãos morenas do Kaito era cinematográfico. Foi então que o Kaito quebrou o silêncio, a voz rouca e carregada de um desprezo delicioso:
— Kore ga omae no aru beki sugata da. Shiyou-zumi no geisha no you ni na.
Eu não precisei de tradução. O tom de voz, o olhar de posse e a forma como ele jogou o corpo do Sora para o lado disseram tudo: 'É assim que você tem que estar, igual a uma gueixa pronta para uso'.
O Sora desabou de quatro no tatame, a respiração ruidosa, completamente exposto e desprovido de qualquer dignidade. Ele era o nosso troféu de Enoshima. O Kaito se posicionou logo atrás dele, roçando na entrada que o Sora tanto temia e desejava, enquanto eu, do outro lado, segurava o queixo dele para que ele não desviasse os olhos da minha própria ereção. O macho alfa tinha perdido o posto, e a noite estava apenas começando para a sua nova função.
Eu olhei para o Kaito, e o sorriso que trocamos foi um pacto de sangue. Eu não precisava de palavras para que ele entendesse o que viria a seguir. Apenas movi meus lábios, sussurrando em português: "De uma só vez".
Kaito, que já mantinha a ponta dos seu pau roçando na entrada apertada e virgem do Sora, intensificou a pressão. Ele já tinha preparado o terreno com o próprio cuspe, deixando a cabeça do pau deslizando perigosamente no limite. O Sora, preso entre nós dois, não via o que o aguardava, mas sentia o peso do corpo do primo se inclinando sobre suas costas, o calor da pele do Kaito abafando qualquer tentativa de fuga.
O Kaito aproximou os lábios do ouvido do Sora, a voz saindo como um trovão baixo e implacável enquanto traduzia o que eu ditava:
— Agora você vai sentir toda a linhagem Yamatoyama invadir seu corpo, te possuir e romper cada fibra do seu cu — a voz do Kaito vibrou contra a pele do primo. — Você nos testou quando chegamos aqui, Sora. Agora é a sua hora de ser testado.
No milésimo de segundo em que a frase terminou, o Kaito descarregou toda a força do quadril. Ele meteu de uma única vez.
O som que saiu da garganta do Sora foi um urro de dor e choque, um grito que foi brutalmente interrompido porque, no mesmo instante, eu soterrei a boca dele com minha rola . Ele não teve tempo de processar o arrombamento por trás antes de sentir o meu pau batendo no fundo da sua garganta, silenciando seu protesto.
Eu olhei para o Kaito por cima da cabeça do Sora. O rosto do meu namorado estava transformado. Onde antes havia o carinho e a safadeza que eu conhecia, agora brilhava um instinto de dominância absoluta, um olhar de vingança ancestral que fazia meu pau pulsar com uma violência nova dentro da boca do Sora. Ver o Kaito assumir esse papel de mestre, emanando aquele poder por todos os poros, era o combustível que eu precisava.
Começamos o massacre ritmado. Era uma coreografia de força bruta. Quando o Kaito socava com tudo por trás, o impacto jogava o corpo do Sora para frente, forçando-o a engolir cada centímetro do meu pau até a base, fazendo-o engasgar e revirar os olhos. Quando era a minha vez de estocar, eu empurrava o corpo dele de volta contra o Kaito, fazendo-o sentir o pau do primo bater lá no fundo, quase tocando o estômago.
O Sora estava sendo destruído e reconstruído ao mesmo tempo. As lágrimas agora corriam livres pelo rosto dele, misturando-se à saliva e ao suor.
Com um leve aceno para o Kaito, trocamos de posição. O cu dele já estava dilatado e vermelho pelo açoite do meu namorado, mas agora era a minha vez de testar a elasticidade daquela resistência. Eu queria que ele sentisse o medo de novo. Enquanto o Kaito assumia a frente, enterrando o pau na garganta dele com um desdém cortante, ora batendo no rosto, ora socando fundo sem deixá-lo respirar, eu me posicionei atrás
Pincelei a cabeça da minha rola naquela entrada já arrombada, sentindo o calor que emanava dali. O Kaito, mantendo o pau preso na boca do primo, olhou para ele com uma frieza que me fez pulsar.
— Antes seu cu ganhou profundidade — o Kaito falou, — agora ele vai ganhar espaço.
No segundo em que ele terminou a frase, eu dei a socada. Meus 19 cm entraram rasgando, forçando as paredes daquele cu a se moldarem à minha largura. O Sora tentou gritar, mas o Kaito o silenciou com o próprio pau, mantendo-o preso. Eu via o suor escorrendo pelo meu abdômen, pingando nas costas do Sora, enquanto eu impunha um ritmo frenético, focado em alargar cada milímetro daquela rodinha.
O Kaito me olhava com um tesão primitivo, admirando minha performance, os olhos brilhando ao ver como eu dominava o primo dele. Eu percebi quando o corpo dele começou a tremer; ele estava no limite. E se alguém ia batizar o Sora hoje, tinha que ser o dono da casa.
Puxei o Sora pela cintura com força, tirando o rosto dele do pau do Kaito. Meu namorado se aproximou, abriu a boca do primo com os dedos e encostou a cabeça da rola na língua dele. Ele queria que o Sora sentisse o gosto, que soubesse exatamente o que estava recebendo. As duas primeiras jorradas, fartas e quentes, atingiram a língua do Sora. Antes que pudesse escorrer, o Kaito enterrou o pau novamente, despejando o restante das 5 jorradas direto na garganta. Ele se certificou de que o Sora bebesse cada gota, deixando o pau dele limpo e brilhante.
Eu tirei meu pau de forma abrupta, deixando aquele vazio doloroso no Sora. Sem dizer uma palavra, juntei os restos daquelas roupas rasgadas e as joguei no corredor. Apontei para a porta.
— Diga a ele — sussurrei para o Kaito — que eu só vou gozar nele quando você já tiver marcado cada buraco desse corpo com a sua porra. Hoje ele foi apenas o aquecimento.
O Sora saiu tropeçando, nu e humilhado, recolhendo os trapos no corredor silencioso da casa dos avós. Assim que o painel de shoji se fechou, eu puxei o Kaito para um beijo feroz, parabenizando cada gota de porra que ele batizou o primo.
— O meu é todo seu — avisei, a voz rouca, já o virando de costas e o segurando com a força de quem sabe que, naquele quarto, o único rei que eu reconhecia era o homem que agora se entregava a mim.
Foram 15 dias de viagem para visitar a família, e 13 deles o Sora foi nosso brinquedinho de prazer. Se quiser saber como fizemos pra ele aguentar os dois paus de vez no cuzinho dele, comenta aí!
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Comentários (1)
Roberto: UAU. DP não aí vai ser muita sacanagem.
Responder↴ • uid:1e2fi3u8nm7n