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Subjugando o primo do meu namorado

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Diego C

O guardião das tradições da família não resistiu ao vigor do "estrangeiro" e do primo. O abate do machão em um tatame sagrado.

Oi, eu sou o Diego, e esse conto é 100% verídico. Se você acompanhou meu relato anterior, já sabe como eu e o meu namorado, o Kaito, cruzamos nossos caminhos naquela academia. Mas, para quem está chegando agora, deixa eu atualizar o quadro

Eu tenho 1,83m de altura. Não sou aquele cara brutamontes, gigante de academia, mas meu corpo é o que chamam de 'traçado'. Sempre fui aquela criança gordinha que acabou criando um bom hábitos de treinos de academia e do treino de karatê, e isso moldou meu corpo no que é hoje, sou branco, tenho olhos azuis que puxam para o esverdeado dependendo da luz, e o cabelo castanho meio loiro e um dote de 19 cm que o meu namorado aprendeu a dominar e desejar em cada detalhe. Já o Kaito Yamatoyama... ele é o meu oposto perfeito. Nascido no Japão, ele veio para o Brasil aos cinco anos, mas o sangue nipônico corre forte ali. Ele é mais baixo que eu, tem 1,71m, mas não se engane: o corpo dele é puro músculo denso, sem volume exagerado, mas com uma firmeza que me deixa louco. O cabelo dele é completamente preto, ele vive de coque ou com aquele meio preso que dá vontade de puxar com força. A gente tem uma química absurda, especialmente porque, apesar do tamanho, o Kaito esconde um segredo de 21 cm que me surpreendeu desde a primeira transa que tivemos no vestiário da academia e continua sendo meu vício favorito.

Olhar para o Kaito enquanto ele termina de organizar as malas é, por si só, um exercício de autocontrole. Ele tem esse jeito metódico, tipicamente japonês, de dobrar cada peça de roupa como se fosse um ritual.

Estamos juntos há dois anos. Dois anos em que eu aprendi a decifrar cada centímetro daquela pele nipônica. Ele tenta disfarçar a ansiedade, mas eu sinto a tensão nos ombros dele, estamos nos preparando para o que ele chama de 'o grande teste'. Vamos para o Japão. Enoshima. A ilha onde a família Yamatoyama fincou raízes há gerações, e eu me sinto com a responsabilidade de quebrar o paradigma que muitas famílias tradicionais tem sobre estrangeiros, pelo histórico opressor ao seu povo e cultura, mas apesar de tudo Eu sorrio sozinho enquanto fecho o zíper da minha mochila passando um olhar de confiança de que tudo vai da certo, até porque o que poderia dar errado? Os avós dele sabe da minha existência, sempre insistiu para eu ele pudesse me levar para conhecer a família. A única preocupação que se passa constante por minha cabeça é o tal do Sora, o primos dele, o rival de infância que sempre tentou ser melhor que o kaito em tudo e que tem aquele ar esnobe de nunca ter perdido nada e como se fosse o guardião das tradições.

A viagem foi uma maratona de fusos horários, mas a adrenalina de finalmente pisar no Japão mantinha meu corpo elétrico. Do avião para o trem, e do trem para a subida da colina em Enoshima, eu sentia o ar mudar. Quando avistamos a casa principal, eu parei por um segundo, perdendo o fôlego. Era como entrar em um filme de época: madeira escura tratada pelo tempo, o telhado imponente e um jardim que parecia uma obra de arte viva

Na porta, o comitê de boas-vindas não poderia ser mais diferente do que eu imaginei. Os avós do Kaito estavam lá, pequenos e sorridentes, transbordando uma energia que me pegou de surpresa. A recepção foi calorosa, quase vibrante. Eles abraçaram o neto com uma saudade palpável e, logo em seguida, voltaram os olhos para mim.

Eu não sou o tipo de cara que faz as coisas pela metade. Desde que completamos seis meses de namoro, mergulhei nos estudos de japonês. Ainda travo, a pronúncia às vezes escorrega, mas eu queria ser capaz de olhar nos olhos da família dele e dizer quem eu sou sem precisar de intermediários o tempo todo.

— Hajimemashite. Diego desu. Douzo yoroshiku onegaishimasu. Eu disse, curvando meu corpo de 1,83m em sinal de respeito.

Vi o brilho de surpresa e aprovação nos olhos da avó dele. Kaito sorriu, orgulhoso, traduzindo os detalhes mais complexos que eu ainda não alcançava, mas a segurança de entender o que eles diziam me dava um poder silencioso. Eu sabia que ele não estava omitindo nada; o carinho deles era real.

Mas, enquanto eu era abraçado por aquela hospitalidade, senti um par de olhos que não sorriam. Atrás dos avós, encostado em uma viga de madeira na penumbra do corredor, estava o Sora.

Ele era o retrato da perfeição técnica: postura reta, olhar afiado e uma aura de superioridade que parecia testar minha presença ali. Ele não disse uma palavra, apenas me observou, como se me analisasse cada centímetro. Ele era o guardião daquela tradição, e eu era o estrangeiro que falava a língua dele 'mal', e que ainda namorava o primo dele, foi quando eu o vi derecionar o olhar para o primo e sair um sorriso sarcástico meio de deboche para o primo.

O clima causado por Sora dava para palpar ou até mesmo cortar com uma faca de tão rendo que o ambiente ficou. Eu percebi que, para os avós, eu era o convidado querido. Para o Sora, eu era o desafio que ele estava louco para enfrentar, mostrar superioridade e se gabar por isso.

Fomos levados para o quarto de hóspedes, essa sensação de estar dentro de um filme, cercado por séculos de tradição, só aumentava e serviu para atiçar ainda mais o meu instinto. O quarto era a definição de minimalismo e elegância. Não havia cama, apenas o espaço amplo e limpo, banhado por uma luz suave e difusa que atravessava o papel shoji das janelas. No canto, havia um tokonoma, um pequeno nicho elevado, com uma pintura em pergaminho e um vaso solitário, trazendo uma paz que contrastava violentamente com tesao que eu estava sentindo.
As paredes não eram de alvenaria como as que eu conhecia no Brasil; eram divisórias de fusuma, painéis de correr que separavam o nosso mundo do restante da casa. Eu olhei para aquelas superfícies de papel e madeira e, imediatamente, a ficha caiu: o isolamento era apenas visual. Acusticamente, estávamos expostos. Cada respiração mais forte, cada roçar de pele ou ranger de madeira ecoaria pelo corredor onde o Sora e os avós circulavam.

No momento em que ficamos a avó fechou a porta de correr e ficamos a sós, a etiqueta e o respeito que mostrei lá fora evaporaram. Eu precisava sentir que ele era meu, ali, no coração do território dos Yamatoyama. Avancei para cima do Kaito com uma fome que a viagem longa só tinha acumulado. Minha mão direita mergulhou direto naquele cabelo preto e sedoso, agarrando a base do coque com força o suficiente para inclinar a cabeça dele para trás, e deixar exposta o pescoço que eu amo chupar e que faz ele ficar molinho em minhas mãos.

Eu o puxei contra mim, prensando o corpo dele, menor e mais compacto, contra o meu peito. O beijo foi um choque: voraz, úmido, com gosto de urgência. Minha língua invadiu a boca dele como se eu estivesse reivindicando cada centímetro de solo japonês através dele e reafirmando que ele é meu. Kaito soltou um gemido abafado, um som que não podia ser expressado da forma que queria mas qué foi impossível conter e que me fez perder o juízo. No mesmo instante, senti: mesmo sob o tecido da roupa de viagem, aquele pau curo igual pedra, pressionando contra a minha coxa. Aquele 'segredo' dele, que sempre me deixava louco, estava ali, pulsando, respondendo ao meu toque agressivo.

Eu conseguia sentir o calor emanando da pele dele. Ali, entre as paredes de papel fino que não escondiam nada, o perigo de sermos ouvidos pelo Sora ou pelos avós só tornava meu pau mais duro do que nunca e a necessidade de fazer kaito engolir cada cm.

Com uma leve pressão, dei a indicação silenciosa para que ele descesse, para que ele se rendesse àquela posição de adoração que eu tanto amava.

— Eles podem ouvir... — ele sussurrou contra o meu pescoço, a voz trêmula, carregada de uma eletricidade que quase me fez gozar ali mesmo.

Aquele aviso foi como jogar gasolina no fogo. Saber que o Sora poderia estar passando pelo corredor de madeira, que os avós dele estavam a apenas alguns painéis de shoji de distância, só me deu mais vontade de impor minha vontade e aquela sensação gostosa do proibido. Eu não afrouxei o aperto; pelo contrário, meus dedos se fecharam com firmeza nos fios pretos e sedosos dele, forçando-o a descer devagar. Kaito não resistiu. Ele cedeu, os joelhos tocando o tatami com um baque surdo que pareceu ecoar por toda a casa. Lá de baixo, ele me encarou. Aquele olhar... um misto de submissão e desafio, com um sorriso safado que dizia claramente: 'isso vai dar errado, mas eu quero tanto quanto você'.

Sem perder tempo, ele abriu o zíper da minha calça com uma agilidade que só dois anos de prática explicam. Meus pau saltou, pulsando, apontando direto para o rosto dele. Kaito não hesitou. me olhou fixamente, como se dissesse: 'Era isso que você queria? Pois olha o que eu vou fazer'.

Ele abocanhou tudo de uma vez. Senti meu pau desaparecer, habilidades que poucos já conseguiram, ainda que meu pau seja menor que o de kaito é um pouco mais grosso, o qu3 sempre deu trabalho para muita gente engolir, mas ele já sabia domar meu pau com aquela boca quente, úmida e faminta. O choque térmico do meu pau que estava extremamente quente e a sucção profunda me fizeram perder o fôlego.

Eu estava quase perdendo o controle, as mãos enterradas no cabelo dele para me segurar no lugar, quando meus olhos se desviaram para a porta de shoji. O coração parou por um segundo.
Através do papel translúcido, a luz suave do corredor projetava uma silhueta. Uma penumbra imóvel, alta, colada à porta. Era uma sombra densa, vigilante. Não precisava ver o rosto para saber que era o Sora. Ele estava ali, parado, como um guardião silencioso e perverso, tentando captar qualquer som, qualquer deslize, qualquer prova de que o primo e o estrangeiro estavam profanando o quarto da família.

Fiz um leve sinal com a mão, tocando o ombro do Kaito de um jeito específico que ele já conhecia. Ele parou instantaneamente, os olhos fixos nos meus, entendendo o perigo antes mesmo de olhar para trás. Com uma calma forçada pela adrenalina, ele finalizou o que tinha começado, sugando uma última vez com uma pressão que quase me fez desabar, antes de me soltar.
Nos ajeitamos em um silêncio absoluto. O som do zíper subindo pareceu um trovão no quarto, mas foi feito com cuidado extremo. Kaito limpou um pouco de saliva no canto da boca com o polegar, o rosto vermelho de esforço e desejo reprimido. Nos olhamos por um segundo, cúmplices de um crime erótico cometido a centímetros de um inimigo.
Ele se levantou devagar, e ajustou o cabelo, refazendo o coque com as mãos firmes. Eu respirei fundo, tentando baixar a pulsação e esconder o volume que ainda teimava em marcar minha calça. Sabíamos que, do outro lado daquele papel fino, o Sora estava esperando, provavelmente achando que não estava sendo visto

Eu mal tive tempo de respirar quando o Kaito, com um movimento rápido e decidido, deslizou a porta de shoji de uma vez só. O som da madeira correndo no trilho cortou o silêncio como um golpe de espada.

Lá estava ele. Sora.

Ele não saltou para trás, não vacilou e nem demonstrou surpresa. Ele estava parado a menos de um metro da porta, com as mãos escondidas nas mangas do seu yukata escuro. A postura era tão impecável que parecia que ele fazia parte da arquitetura da casa. O olhar dele, no entanto, foi direto para o Kaito e, em seguida, deslizou para mim, que ainda estava em pé no meio do quarto, com os ombros largos e o peito estufado pela respiração pesada.

— Gomen — disse Sora, com uma voz tão calma que chegava a ser irritante. — Acabei de chegar, o jantar está pronto. Meus avós pediram para chamá-los.

A mentira era descarada. Ele não tinha acabado de chegar; ele estava ali, colado ao papel, tentando decifrar o ritmo do meu prazer. O modo como os olhos dele brilharam ao notar o rosto levemente corado do Kaito entregava tudo. Ele estava jogando, testando até onde nossa audácia ia.

Eu dei um passo à frente, ficando ao lado do Kaito, como se fosse um cão de guarda, deixando claro que eu protegeria o meu namorado em qualquer situação.

— Arigatou, Sora-san — eu disse, forçando um japonês pausado e firme, sustentando o olhar dele. — Já estávamos de saída.

Sora deu um meio sorriso, um gesto quase imperceptível que carregava todo o deboche do mundo. Ele fez uma leve reverência e deu as costas, caminhando pelo corredor de madeira com passos que não faziam som nenhum.

— Vamos? — Kaito sussurrou, a voz agora firme, mas os olhos ainda guardando o brilho daquela mamada interrompida.

O clima à mesa era uma mistura fascinante de tradição e uma tensão que só eu, o Kaito e o Sora conseguíamos decifrar. Estávamos todos acomodados ao redor do kotatsu (aquela mesa baixa), o calor sob a mesa contrastando com o ar fresco da noite de Enoshima. Os avós do Kaito eram pura luz, mas o olhar do avô, um senhor de postura ereta apesar da idade, começou a me mapear

O avô do Kaito deixou o hashi de lado, me encarou por cima dos óculos e, após uma breve frase em japonês que o Kaito traduziu com um sorriso, a conexão aconteceu. Ele disse que, na juventude, o corpo dele também era mais seco que o meu e o de kaito porém forte como o nosso; ele foi um mestre de Karatê na região.

Meus olhos brilharam. Ali estava uma ponte que eu não esperava. Começamos a trocar experiências, com o Kaito servindo de ponte para os termos técnicos que eu conhecia do meu dojo no Brasil. Falei sobre meus treinos, sobre a disciplina, e vi o velho mestre balançar a cabeça em aprovação e disparou:

— Amanhã — disse o avô, os olhos faiscando — eu vou tirar meu karatê-gi do armário. Quero ver esse estrangeiro em movimento. Vou te ensinar umas técnicas raízes que não se encontra em qualquer academia por aí.

Eu fiquei empolgado como uma criança. Era a honra máxima. Mas, antes que eu pudesse agradecer, a voz fria do Sora cortou o ar como uma navalha.
— Chotto matte (Espere um pouco), vovô — Sora disse, encostando-se no encosto da cadeira com um sorriso de canto que exalava deboche. — Eu já tinha planejado uma programação para amanhã. Quero levar o Kaito para as trilhas onde a gente corria quando criança. É o nosso ritual.

Ele se virou para mim, os olhos escuros brilhando com um desafio mal disfarçado. Ele mediu meu corpo trincado, o volume das minhas coxas e a minha altura, com aquele ar esnobe de quem se sente o dono daquelas montanhas.

— Vamos ver se esse corpo de academia do Diego aguenta o ritmo das nossas colinas íngremes — ele disparou, o tom carregado de veneno. — Aqui o ar é rarefeito e as subidas não perdoam quem só tem músculos para exibição.

Kaito me traduzia conforme foi dito e me completava que eu não precisaria aceitar, mas eu não iria me deixar ser desafiado e parecer fraco ao recusar.

O Kaito, que parecia segurar o fôlego, pedi para ele traduzir exatamente o que eu sentia: que era uma honra absoluta receber aquele convite de um veterano do karatê, e que eu jamais recusaria. Mas, com um sorriso educado, sugeri que adiássemos o treino para o segundo dia, pois não queria fazer a desfeita de recusar o convite do Sora para as colinas.

O avô assentiu, satisfeito com a minha postura. Foi então que eu me virei para o Sora.

O ambiente ficou em silêncio por um segundo.

Sustentei o olhar dele, sentindo toda a tensão daquela tarde no quarto de hóspedes e da sombra que ele projetou no shoji voltando à tona.
Em um japonês pausado, mas com a voz grave e carregada de uma confiança que vinha direto do meu treino de karatê, eu disse:

— Sora-san, ukete tachimasu. Tanoshimi ni shite imasu. (Sora, eu aceito o desafio. Estou ansioso por isso.)

Vi o sorriso dele vacilar por um milésimo de segundo. Ele não esperava que o 'estrangeiro' fosse tão direto e que falasse com tanta propriedade. O Kaito apertou minha coxa por baixo do kotatsu, um toque quente e nervoso que dizia 'você não tem noção do que acabou de fazer'.

Eu sabia exatamente o que tinha feito. Tinha acabado de transformar um passeio em família em uma arena de testosterona e resistência.

A manhã em Enoshima nasceu com uma neblina fina, mas o meu corpo já estava operando em alta temperatura. O sono foi profundo, porém a adrenalina de estar em território inimigo — e o tesão acumulado daquela mamada interrompida — me manteve em um estado de alerta constante.

Quando o Kaito abriu os olhos, eu já estava pronto ao lado do futon. Ele deu um pulo, o rosto ainda amassado de sono, surpreso ao me ver completamente equipado. Eu estava usando uma camisa de compressão e um short curto de treino, com um short térmico por baixo que abraçava minhas coxas. Eu estava pronto para ser testado.

— Você não para, Diego... — ele sussurrou, a voz rouca de sono me dando um gatilho perigoso de desejo. Mas hoje o foco era outro.

Não trocamos muitas palavras. O jejum era sagrado para o nosso rendimento; o estômago vazio nos deixava mais leves e agressivos para o esforço. Kaito se arrumou rápido, prendendo o cabelo preto naquele coque firme que eu tanto conhecia, e saímos para o jardim da casa principal.

O choque foi imediato, lá, parado, estava o Sora.

Ele não estava de yukata hoje. Usava roupas de alta performance, pretas, que contrastavam com a pele clara. Dava para ver exatamente como era seu corpo: magro, porém extremamente definido, um corpo estruturado para ser ágil e com aquela arrogância silenciosa de quem conhece cada centímetro daquelas colinas.

O olhar do Sora foi direto para as minhas pernas. Vi os olhos dele seguirem a linha do meu short térmico, Ele deu aquele sorriso de lado, de quem estava pronto para me quebrar.

— Ohayou — ele disse, com um tom de voz que não escondia o desafio. — Espero que tenha tido uma boa noite, Diego-san. As colinas de Enoshima não costumam ser gentis com quem vem de terras planas.
— Eu não vim aqui para ser tratado com gentileza, Sora — respondi, sustentando o olhar dele enquanto Kaito se colocava entre nós traduzindo a conversa e sentindo a faísca no ar.

O Sora deu as costas e começou a correr em um ritmo que não era de aquecimento; era um ataque. Ele queria nos deixar para trás logo no primeiro quilômetro, provando que o pulmão dele valia mais do que o meu peito largo.

O esforço foi brutal. Minhas coxas queimavam a cada degrau de pedra irregular. O Sora corria com a leveza de um nativo, mas com a agressividade de um predador, tentando nos despachar a cada curva fechada daquela colina. O Kaito, conhecendo o primo, mantinha um ritmo firme. Eu não ia ceder. Meus pulmões ardiam com o ar úmido de Enoshima, mas cada vez que o Sora olhava para trás, esperando me ver ofegante ou distante, ele encontrava meus olhos fixos nele, a poucos metros de distância. Eu era uma sombra que ele não conseguia sacudir. Minha camisa de compressão estava encharcada, colada ao meu abdômen como se estivesse nu.

Quando finalmente voltamos para a propriedade dos Yamatoyama, o sol já estava alto, e o cansaço era uma presença física. O Sora parou no pátio, mal ofegante — o desgraçado tinha resistência —, e nos mediu com aquele olhar de superioridade que me dava vontade de nocauteá-lo ali mesmo.

— Nada mal para um estrangeiro — ele disse, com um tom de voz que ainda tentava diminuir meu esforço. — Mas o corpo precisa de mais do que apenas fôlego. Precisa de purificação.

Ele se virou para nós, limpando o suor da testa com as costas da mão, e indicou o caminho lateral da casa.

— O Rotenburo está pronto. Vamos tirar essa poeira das colinas.

Aquilo não era um convite; era o segundo round. No banho ao ar livre, não haveria camisas de compressão ou shorts térmicos para esconder nada. Seríamos apenas três homens, a água quente e a comparação inevitável.

Caminhamos até a área externa, onde as pedras vulcânicas formavam a piscina natural, cercada por uma vegetação densa que garantia a privacidade da família. O vapor subia, criando uma névoa densa que deixava o ambiente ainda mais carregado. O Sora começou a se despir com uma naturalidade desarmante, jogando as roupas de lado e revelando um corpo fibroso, tipicamente funcional, como todo orientado quase nao tem pelos no corpo, apressou uma rola de pesada, aquele tipo de rode que chegaria por volta de 16 ou 17 cm, ainda sem ter uma certeza pois estava mole, mais o Sora parecia estar orgulhoso do que apresentava, até porque não tinha em mente o que nem eu e nem o seu primo guardávamos entre as nossas pernas.

Eu e o Kaito nos entreolhamos. Eu sabia o que estava prestes a acontecer. Tirei minha camisa, deixando meus ombros largos e meu peito definido expostos. Quando minhas mãos foram para o cós do short, senti o olhar do Sora queimar em mim. Ele queria ver. Ele precisava o 'dote' que seu primo desfrutava enquanto ele tentou ouvir através do papel shoji, mantendo o ar de competitividade. Livre de todas as roupas, eu dei um passo em direção à água, enquanto o Sora permanecia do lado de fora como se precisasse comparar os paus dos três. Minha rola estavam ali, pesada, uma afirmação de virilidade que fez o Sora arregalar seus olhos por um segundo antes de disfarçar. Ao meu lado, o Kaito se revelava, com aquela pele lisa e os seus e seu pau que sempre causavam impacto e que ficou notório no rosto de Sora.

Entramos na água quente, e o silêncio do Rotenburo foi preenchido apenas pelo som da fonte e pela tensão e com a voz de Kaito trazendo o Sora de volta.

— O que aconteceu? Vai ficar aí parado?

Ele estava parado do outro lado da piscina natural, com a água batendo na cintura, mas os olhos dele estavam fixos, quase hipnotizados, no que a transparência da água não conseguia esconder. Ele sempre se vangloriou de ser o topo da linhagem, o espécime perfeito, e eu sabia que ele contava com o seu próprio dote para reafirmar essa superioridade caso o físico falhasse.

Ele ficou completamente desconcertado. Aquele ar esnobe de 'guardião das tradições' evaporou, dando lugar a uma expressão de choque e, por que não dizer, de uma inveja que beirava o tesão. Ele tentou desviar o olhar, mas voltava a encarar, como se não pudesse acreditar que o 'estrangeiro' e o primo 'brasileiro' carregavam tamanha virilidade que superava e muito a dele.

— A água está excelente, Sora-san — eu disse, a voz grave ecoando nas pedras. — Realmente revigorante depois de uma subida tão... competitiva.

Eu dei um meio sorriso, aquele mesmo sorriso de canto que ele tinha usado comigo no jantar. Mergulhei um pouco mais na água, esticando minhas pernas e deixando que meu pé, 'acidentalmente', roçasse na coxa dele por baixo do vapor, tanto eu e o Kaito estávamos excitados, afinal o tesao acumulado da viagem, da mamada interrompida, fazia que qualquer toque ou situação deixasse o nossos paus mais duro que as pedras que cercava a piscina.

O Kaito percebeu o jogo. Ele se inclinou para trás, jogando o cabelo preto e molhado para longe do rosto, deixando que a luz do sol iluminasse cada detalhe do seu corpo. O Sora engoliu em seco. O pomo de adão dele subiu e desceu pesadamente. Ele estava acuado no próprio santuário, desarmado de sua arrogância e, pela primeira vez, parecia perceber que ali, naquele banho, ele era o elo mais fraco da corrente.

O Sora não aguentou a pressão. O silêncio do rotenburo se tornou pesado demais para o ego dele. Ele se levantou bruscamente, a água escorrendo pelo corpo seco, e sem sequer nos olhar nos olhos, murmurou uma desculpa esfarrapada sobre "ter esquecido um compromisso com o avô". Ele saiu quase tropeçando nas próprias pernas, a imagem da nossa virilidade estampada na mente dele como uma marca de derrota.

Estavamos a sós, o vapor subia, e o Kaito me olhou com uma mistura de alívio e um fogo que eu conhecia bem. Eu queria que ele sentisse cada louro daquele triunfo. Eu queria que ele soubesse que, naquele território ancestral, o rei era ele.

Me Aproximei dele pela água quente, sentindo o atrito da pele molhada enquanto eu o encurralava contra as pedras vulcânicas da borda. Segurei o rosto dele com as duas mãos, sentindo a nuca úmida, e o beijei com uma possessividade que dizia: 'Ele viu o que é nosso, mas só eu posso ter'.

Desci meu corpo devagar, sentindo o calor da água e o contraste do ar fresco nos meus ombros. Ajoelhei-me no fundo da piscina natural, entre as pernas dele. Diante dos meus olhos, os 21 cm do Kaito estavam em glória total — uma coluna de carne morena, pulsante, com a cabeça arroxeada e apontando para o céu ao primeiro sinal de putaria.

Eu não tive vergonha. Não ali. Comecei passando a ponta da língua por toda a extensão, sentindo as veias saltadas sob a pele sedosa. Ouvi o primeiro gemido do Kaito, ecoou pelo ambiente, e aquilo me deu ainda mais fome. Abri a boca e o recebi por inteiro.

A sensação foi avassaladora. Engoli cada centímetro, o que não é fácil, sentindo a base dele pressionar contra o fundo da minha garganta. Eu queria ser guloso, queria que ele sentisse que eu o desejava mais do que qualquer tradição ou rivalidade. Comecei um movimento rítmico e profundo, as mãos apertando a bunda firmes dele, o levantando para deixar ainda mais o pau exposto, sentindo os músculos do Kaito contraírem a cada sucção.

Eu engasgava de propósito, deixando o som da minha luta para acomodar tanto volume preencher o silêncio. Meus olhos, lacrimejando pelo esforço, buscavam os dele. Kaito estava com a cabeça jogada para trás, os dedos enterrados no meu cabelo castanho, perdendo completamente a compostura japonesa. Ele não tentava mais ser silencioso. Ele gemia alto, chamando meu nome, entregue ao prazer que somente eu aprendi a proporcionar.

Usei a língua para rodear a aquela cabeça deliciosa , sugando com uma pressão que o fazia arquear as costas para fora da água. Eu sentia o gosto dele, o calor pulsante. Quando percebi que ele estava no limite, acelerei. Minha garganta trabalhava como uma luva quente, apertando, massageando, extraindo dele toda a tensão daquela viagem.

O ápice veio como uma explosão. Senti o corpo do Kaito estremecer violentamente sob minhas mãos. Ele soltou um grito abafado, forçou minha cabeça para sua vririlha, me fazendo engolir até a base, senti seu pau engrossar na minha garganta, enquanto descarregava cada gota de seu leite quente diretamente nela. Eu não recuei; engoli tudo, saboreando a essência do homem que eu amava, me sentindo sentindo tão vitorioso quanto ele.

Quando finalmente o soltei, ele desabou na água, o peito subindo e descendo, os olhos vidrados de puro êxtase. Eu limpei o canto da boca com a língua, sorrindo. O Sora podia ter a colina, mas o Kaito tinha o mundo, e eu tinha o Kaito….

Se quiser saber como foi o abate do primo, comenta aí !

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