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Fiquei de babá do filho viadinho da vizinha

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Ali Nikotina

O filhinho de 14 aninhos da vizinha entrou de férias e ela pediu para eu ficar de babá.

Meu nome é Pedro, tenho 25 anos e trabalho como PJ numa agência de marketing na função de Social Media. Meu trabalho é totalmente home office, sendo necessário ir até a empresa apenas uma vez ao mês para uma reunião com a equipe. Meu horário sempre foi muito flexível, e além deste trabalho também faço alguns bicos de assistência técnica. Recentemente minha mãe veio me pedir para ir até a casa de uma vizinha, que estava com dificuldades de logar a conta do Youtube na TV. Acompanhei a minha mãe até a casa da vizinha e falei que não cobraria nada, por ser algo simples. Pedi o celular dela emprestado para fazer a autenticação, e foi então que ela chamou o filho, Miguel, que estava com o celular, jogando Roblox.

Mesmo sendo heterossexual meus olhos brilharam, ele era branquinho, com os cabelos pretos, sem pelos e usava apenas uma regata e um shortinhos acima do joelho, ele ficou meio receoso em dar o celular, mas ele cedeu depois da mãe explicar que era para colocar o Youtube na TV para ele assistir os vídeos que ele gosta. Peguei o celular, e enquanto fazia a autenticação ouvi a vizinha comentando com a minha mãe que estava procurando por uma babá, pois ele entraria de férias no dia vinte de dezembro e a antiga babá havia se mudado.

Enquanto as duas conversavam, puxei conversa com o garotinho, que no começo estava tímido, mas depois se soltou quando percebeu que eu também entendia das coisas que ele gostava. Perguntei dos jogos que ele mais gostava, do que ele gostava de assistir, e aos poucos ele começou a ficar animado e tagarelar, até que terminei de fazer o login e avisei a vizinha, que logo percebeu a animação do filho.

— Que surpresa, ele tá sempre tão bravo, o que aconteceu — ela perguntou, curiosa.

— Ah, acho que ele gostou de mim, a gente tem gostos em comum.

Levantei, falei que estava tudo certo e sinalizei para minha mãe para irmos embora, o Miguel queria que eu ficasse para jogar Playstation com ele, mas eu precisava ir. Fui para casa, voltei para o meu computador, e não deu muito tempo e minha mãe bateu na porta.

— Aconteceu algo?

— A Dona Célia perguntou se você não quer fazer um bico como babá pro filho dela, ela vai pagar duzentos reais a semana, você pode levar seu notebook e trabalhar por lá, ela falou que ele não dá trabalho e que consegue fazer a maioria das coisas sozinho, você só vai precisar cozinhar.

Esse dinheiro iria ajudar bastante, e naquele momento nem cheguei a cogitar algo sexual, apenas concordei, e minha mãe me falou para estar na casa dela às 6:00, que ela iria me passar as informações e me fazer o pix da semana adiantado, por ter sido em cima da hora. Terminei minhas demandas do dia e fui dormir.

Foi na cama em que minha cabeça começou a pensar em coisas indecentes, comecei a imaginar aquela bundinha dele empinada, comecei a me excitar com a ideia de ficar sozinho com ele o dia inteiro, e depois de muito tempo sem consumir pornografia decidi assistir um hentai Shotacon, e depois de gozar, dormi pensando no que fazer no dia seguinte.

Acordei com o alarme do celular. Cinco e meia, organizei meu equipamento, tomei um banho rápido, vesti uma roupa casual e fui até a casa da vizinha, que já me esperava no portão. Ela me mostrou a casa, casa simples, com dois quartos, um dela, um do filho, e falou que eu poderia me acomodar na mesa da cozinha, já que o filho costumava fazer as refeições vendo TV. Ela falou que ele acordava por volta das oito, e falou que ele gostava de comer sucrilhos com leite achocolatado de manhã, e que para o almoço ela tinha deixado a comida pronta na geladeira, para mim e para ele, e que eu só precisaria esquentar no microondas.

"Fora isso, ele é muito tranquilo, só não esquece de fazer ele tomar banho e escovar os dentes depois de cada refeição, sobre o videogame, não gosto que ele fique jogando o dia todo, então caso tenha um tempo e puder brincar com ele, eu agradeceria muito, ele gostou muito de você."

Consenti, ela me deu uma cópia da chave do portão e me fez o pix, e depois saiu. Montei meu equipamento na mesa, setei um lembrete para as sete e quarenta para fazer o café da manhã do Miguel, e no momento em que terminei de fazer a tigela dele, ele apareceu na cozinha, coçando os olhinhos.

— Bom dia Miguel! — falei, tentando animá-lo — fiz seu sucrilhos.

"Oi Pedro, a mamãe já saiu?"

— Sim, vou cuidar de você essa semana, e se tudo correr bem talvez nas próximas.

Ele deu um sorrisinho, pegou a tigela e se sentou no sofá, voltei para o computador, e eu conseguia ouvir de longe uma voz irritante de um desses youtubers de Roblox vindo da tv na sala. Não demorou muito para ele voltar com a tigela na cozinha e colocar na pia. Virei pra ele e perguntei.

— Eai amigão, quer jogar alguma coisa?

—SIM! — Ele falou com animação, e agarrou a minha mão, me levando pra sala, ligou o xbox e começou a jogar GTA 5.

— Você não tem outro controle?

— Não, mas se quiser quem morrer passa o controle.

— Não, tá tudo bem, gosto de assistir, e também já zerei várias vezes.

— Sério? — ele perguntou, olhando pra mim.

— Sim.

Por algum motivo ele achou isso muito legal, e me pediu para passar uma missão que ele não conseguia, que consistia em roubar um helicóptero de uma base militar do jogo, fiz a missão, e devolvi o controle pra ele pilotar o helicóptero para o objetivo. Ele ficou muito feliz, e depois de concluir a missão ele voltou pro mundo aberto.

— Então Miguel, o que você gosta de fazer no GTA?

— Gosto de dirigir, tunar carros, e quando a mamãe não tá em casa eu vou naquele lugar que tem mulher pelada.

Ele estava falando do clube de strip do jogo, não fiquei tão surpreso, eu fazia a mesma coisa na idade dele, só achei curioso ele ter falado isso tão abertamente pra mim.

— Que legal, e o que você faz lá?

"Eu só fico vendo"

— Só vendo? Você não... sei lá, sente nada de estranho no corpo?

Ele ficou vermelho e falou que gostava de colocar a mão no pau, fiquei surpreso com o vocabulário dele, mas imediatamente meu pau endureceu e comecei a pensar com a cabeça de baixo.

— Sabia que eu nunca fui? Você pode me mostrar?

Ele concordou com a cabeça e dirigiu até o clube, entrou, alugou uma cabine, colocou o controle de lado e começou a assistir a dançarina fazer lap dance. Ele puxou uma coberta que estava por perto e logo notei que ele tava passando a mão no pauzinho dele. Coloquei a mão por debaixo da coberta, e apoei na coxa dele, o que fez ele dar um pulinho.

"Normalmente você faz isso até sentir o que?"

"Até... sentir o choquinho"

"Quer que eu faça pra você?"

Ele não falou nada, apenas tirou a mão debaixo da coberta e colocou atrás da cabeça. Comecei a tocar o pau dele por cima do shorts, que já estava durinho, indo pra cima e pra baixo. "Quer que eu continue?" perguntei, e ele fiz sim com a cabeça. Coloquei a mão dentro do shorts dele, por cima da cueca, e percebi que a cabecinha já estava meio molhada, fiquei tocando ele por algum tempo, enquanto mexia no meu pau também.

— Tá gostando da brincadeira — perguntei.
— S-sim — Ele respondeu, gemendo baixinho.
— Quer que eu vá pro próximo nível?

Ele fez sim com a cabeça e coloquei a mão dentro da cueca dele, o pau dele era lisinho, longo e fino, fiquei punhetando ele e olhando o rostinho dele.

— Você só não pode contar pra ninguém tá? É um segredinho nosso.
— T-tá bom.

Continuei, e quando percebi que o pauzinho dele estava começando a pulsar, eu tirei a mão de dentro do shorts dele.

— Por que você parou?
— Quer que eu continue?
— Sim...
— Vamos brincar de outra brincadeira. Você vai fingir que é um boneco, e não pode se mexer.

Ele fez sim com a cabeça, relaxou e ficou mole. Tirei a coberta de cima dele, e comecei a arrancar o shorts dele. Ele puxou com a mão instintivamente e falei:

— Lembra da regra? Sem se mexer, fica tranquilo, você vai gostar.

Ele relaxou novamente. Tirei o shorts dele e vi o pau dele completamente duro, o que me encheu de tesão. Levantei, puxei o sofá, que também era sofá cama pra ficar mais espaçoso, e coloquei ele deitado, peguei uma almofada, e coloquei embaixo da cabeça dele. Coloquei meu dedão dentro da boca dele, e comecei a acariciar os lábios e a língua dele, e o pau dele começou a se mexer. Falei para ele esperar um pouco e não se mexer, e fui até o banheiro pegar a toalha dele e um crime hidratante. Coloquei a toalha debaixo da bundinha dele, passei o crime nas minhas mãos e um pouco na cabecinha rosa do pauzinho dele e comecei a punhetar, comecei lento e fui aumentando a velocidade. O pau dele era tão fofo, puxei a camisa dele para ver o peito dele, e vi que ele não tinha um pelo no corpo, o que só me fez ficar com mais tesão e tocar mais rápido. O pau dele começou a pulsar, mas dessa vez não parei, ele se tremeu um pouco, e um líquido opaco saiu do pau dele, mas ele continuava duro, com os olhinhos revirando e o quadril indo pra cima e pra baixo, até que ele relaxou.

— Gostou?
— Faz de novo? — Ele pediu, com um olhar malicioso.
— Qual a palavrinha mágica?
— Por favor — ele falou, com a voz bem fininha.

"Agora a gente vai fazer algo diferente, mas antes vou te dar um banho."

Levantei ele, levei ele para o banheiro e deixei ele se lavar. Peguei o chuveirinho, arranquei a ponta, passei um pouco de creme na ponta e pedi pra ele empinar o bumbum, ele ficou com medo, mas consentiu, coloquei com calma no cuzinho dele, e pedi pra ele relaxar, e quando entrou, liguei a água.

— Tio, tô com vontade de fazer cocô tira por favor — ele falou, claramente com medo.

"É assim mesmo, só estou te limpando por dentro, agora o titio vai tirar, e você vai deixar a água sair, a gente vai fazer isso três vezes tá?"

Ele fez que sim, e assim fizemos, quando terminamos, pedi pra ele sair do box e se secar, e limpei a sujeira. Olhei para trás e vi que o pau dele já estava durinho de novo; peguei a toalha e sequei ele por conta, e punhetei ele um pouco.

"A gente vai pro seu quarto agora ok? Não precisa se vestir, vou colocar sua toalha pra secar, pode ficar sentado na cama"

Ele obedeceu, coloquei a toalha pra secar, abri minha mochila, peguei dois comprimidos de dois mg um calmante que não vou falar o nome, triturei e coloquei num copo de leite com achocolatado, e quando fui pro quarto dele encontrei ele exatamente onde mandei, sentado no canto da cama, com os pés mal encostando no chão e com o pauzinho duro.

"Do que a gente vai brincar agora?"

— Agora ao invés de você ser meu boneco, você vai fazer o que eu mandar.
— Tudo bem, mas o que é isso — ele apontou pro copo.

"É um Nescau especial que fiz pra você, pra você ficar calminho, experimenta."

Ele tomou tudo numa golada e me devolveu o copo, que coloquei na cabeceira. Meu objetivo não era deixar ele desacordado, apenas deixar ele relaxado. Pedi pra ele se deitar, peguei o creme novamente, me deitei ao lado dele e comecei a passar a mão pelo corpo dele, indo do peito até o pauzinho dele, que já estava soltando pré gozo.

— Você já viu um pau?

— Só de uns amigos da escola.

— Quer ver o meu?

Ele não respondeu, mas pelo olhar de curiosidade dele notei que ele queria. Me levantei e pedi pra ele fechar os olhos, para não assustar ele com um pau adulto logo de cara, abaixei o shorts, coloquei a mão dele no meu pau. A mãozinha dele não conseguia dar a volta completa no meu pau, que era mais grosso que o pulso de menininho dele.

— Pode mexer, não machuca — coloquei minha mão por cima da dele e comecei a me punhetar, ensinando pra ele o movimento, até que soltei e deixei ele fazer sozinho. Ele estava empolgado, e não demorou muito para pegar e começar a passar no rosto.

"Posso abrir o olho?"

"Pode."

Ele abriu os olhinhos devagar e se assustou um pouco, mas não tirou a mão. "Que grande".

— Você nunca viu um pau assim?

"N-não"

— Gostou?

— Acho que sim — ele respondeu, olhando fixamente pro meu pau.

Tirei as mãozinhas dele de cima e pedi pra ele abrir a boca, coloquei a cabeça do meu pau dentro, que preencheu toda a boquinha dele, e pedi pra ele babar e passar a língua, e ele obedeceu. Segurei a cabecinha dele e empurrei devagar, deixando ele pegar o ritmo. Ele não conseguia engolir mais do que a cabeça.

— Olha pro meu rosto.

Ele ergueu os olhinhos fofos e inocentes dele e imediatamente senti vontade de gozar, tirei meu pau da boca dele, e perguntei se ele gostou.

"Não sei..." A esse ponto já era visível que os comprimidos estavam fazendo efeito, a voz dele estava mole e ele estava totalmente relaxado.

— Acho que você gostou, seu pau tá durinho — falei, apontando para o pau dele.

"Vou te chupar, tá bom?"

Ele fez que sim com a cabeça. Comecei a passar a língua pelo pau dele, o que fez ele tremer, desci até as bolas e comecei a lamber, e quando o pau dele já estava todo meladinho comecei a mamar ele, indo até as bolinhas dele e parando eventualmente pra masturbar ele. O pauzinho dele estava com um gosto amargo de pré gozo, mas isso só significava que ele tava gostando. O pau dele estava mais duro do que da última vez. Parei de chupar, pedi pra ele se levantar e me deitei.

— Agora você vai deitar em cima do titio de cabeça pra baixo e ficar tocando no meu pau enquanto eu te chupo tudo bem?

Ele se deitou com a bundinha na minha cara, ele era pequeno demais para a boca dele alcançar meu pau no 69, mas só a mãozinha dele me masturbando já era suficiente.

"Vou começar a te mamar ai você pode se mexer enquanto eu te chupo tudo bem?"

A bundinha dele balançou como resposta.

Me posicionei melhor e puxei o quadril dele pro pau dele entrar na minha boca, e ele começou a meter. O pau dele não era grande o suficiente pra chegar na minha garganta, então deixei ele se divertir enquanto eu apertava a bundinha fofa dele e apreciava a visão do seu cuzinho rosa. Levantei ele um pouco, babei nos meus dedos e coloquei o pau dele na minha boca novamente. Comecei a massagear o cuzinho dele e a enfiar lentamente o dedo indicador, ele deu um pulinho quando entrou a pontinha, mas logo ele foi ficando mais relaxado e eu fui colocando mais fundo, massageando ele por dentro. Ele tava metendo na minha boca como se estivesse fodendo uma buceta e me masturbando lentamente, como se estivesse concentrado apenas no próprio corpo. Comecei a escorregar o dedo médio para dentro do cuzinho dele também, o que fez ele soltar um gemido e começar a meter mais rápido. O cuzinho dele estava tão relaxado e aberto que já entrava com facilidade. Quando percebi que a saliva estava secando, pedi pra ele parar e fui pegar o creme.

Fui até a sala, peguei o creme e voltei para o quarto. Pedi para ele ficar de quatro e lambuzei o cuzinho dele com os dedos, e também passei no meu pau, pedi pra ele levantar, me deitei e falei:

"Agora você vai subir em cima do titio e sentar em cima do meu pau, eu quero que você tente descer tudo, você consegue?"

— V-vou tentar.

Ele subiu em cima de mim, de frente, posicionou meu pau no cuzinho dele e sentou com calma, o que fez a cabeça entrar com facilidade. Ele não demonstrou reação, e começou a descer mais, até que notei que quando chegou na metade do meu pau o cuzinho dele apertou e o pauzinho dele começou a tremer.

— P-parece que tô fazendo cocô.

— Só relaxa, é gostoso, você tá limpinho lembra?

Peguei o quadril dele e fui puxando ele de leve pra baixo, até meu pau entrar inteiro. Ele gemeu, e mais prégozo começou a escorrer do pauzinho dele, caindo no meu umbigo. Fiquei imóvel, esperando o cuzinho dele ficar totalmente relaxado, e quando puxei o quadril dele um pouco pra cima e percebi que já estava aberto pedi pra ele deitar em cima de mim e comecei a meter devagar. Dava pra sentir o pau dele duro na minha barriga, e o cuzinho dele apertando sempre que eu entrava. Estava me segurando pra não gozar, a respiração dele estava forte no meu ouvido. Comecei a meter mais rápido e a apertar a bundinha dele com mais força, ele estava soltando gemidinhos, e quando eu estava prestes a gozar, tirei ele de cima de mim.

Ele estava todo suado, com o pau latejando. Pedi pra ele ficar de quatro, "igual um cachorrinho", e ele obedeceu, inclinando a bundinha pra cima, como se já tivesse feito isso antes. O cuzinho dele tava completamente aberto, e comecei a chupar, passando minha língua dentro enquanto masturbava o pauzinho dele. Peguei o travesseiro, coloquei embaixo dele pra bundinha dele ficar inclinada e pedi pra ele se deitar e relaxar. Ele parecia cansado, e se deitou sem questionar, e comecei a meter com gosto naquele cuzinho infantil, apertando e abrindo aquela bundinha pequena. Passei mais creme e a esse ponto já estava metendo sem dó, ele não esboçava nenhuma reação além de pequenos espasmos na perna, até que eu gozei, mas não parei de meter, vi meu gozo escorrendo para as bolas dele e gozei mais uma vez, e dessa vez tirei meu pau para ver minha porra sair. Espremi a bunda dele e meu gozo saiu como se fosse creme, puxei uma toalha e limpei.

Perguntei como ele estava mas ele já estava bem grogue, com o pau ainda duro.

"Bom garoto." Falei, passando a mão na boquinha dele.

— F-faz choquinho em mim — ele falou, com a voz sonolenta.

Ajeitei ele, me deitei entre as suas pernas e comecei a chupar o pau dele enquanto acariciava a próstata dele com o dedo médio. Não demorou muito pra ele gozar, senti um líquido espesso escorrendo, mas engoli tudo e continuei a chupar, e quando olhei pra cima ele já estava dormindo. Meu pau já estava duro novamente, fiquei de joelhos e bati uma até gozar em cima do pau e da barriguinha dele, e depois limpei a cabeça do meu pau nos lábios dele. Limpei ele, vesti roupas limpas e beijei a boquinha dele. Guardei o creme e botei a toalha pra lavar, e voltei pro computador. Já era uma da tarde, a mãe dele só iria voltar às sete da noite.

Terminei rapidamente minhas demandas, respondi alguns emails e voltei para o quarto para ver como ele estava. Peguei meu celular e tirei algumas fotos do pauzinho dele, da bundinha dele e do meu pau duro no rosto dele, além de gravar um vídeo gozando no rosto dele. Deixei ele descansar enquanto esquentava o almoço, e depois fui acordar ele, que não queria levantar, mas falei que caso ele comesse a gente poderia brincar do que ele quisesse.

Peguei na mão dele e fomos até a cozinha, ele pegou o prato dele e se sentou no sofá. Como eu não estava com fome, só fiquei sentado ao lado dele, enquanto ele assistia desenho na TV.

"Sabe... eu quero brincar de novo"

— Do quê fofura?

— Você pode colocar a boca no meu negócio enquanto eu como? — ele pediu envergonhado.

— Claro.

Abaixei o shorts dele e o pauzinho dele estava mole, punhetei ele um pouco até endurecer e comecei a chupar. Ele abriu as pernas, e gozou na minha boca, e eu fiquei chupando até ele endurecer de novo. Depois que ele terminou de comer, lavei a louça, perguntei se ele queria ver um filme e ele pediu para assistir Meu Malvado Favorito. Coloquei ele deitado com a cabeça deitada no meu colo, tirei meu pau pra fora e pedi pra ele me chupar enquanto assistia. Ficamos assim até metade do filme, depois trocamos de posição e eu comecei a mamar ele, e depois de duas gozadas ele pegou no sono novamente.

CONTINUA(?)...

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