Minha Filha é tudo pra mim
Eu descobri que minha filha estava namorando um garoto na escola, então nesse dia fui buscá-la eu mesmo. Durante o caminho, pensava em como abordá-la.
CAPÍTULO I - Você é do papai.
O sinal da escola tocou sinalizando o horário de saída dos alunos, o portão principal foi aberto e uma avalanche de pessoas animadas saíram. Após alguns minutos, ela apareceu no portão andando até o carro que estou. Abrir a porta para ela e esperei entra, quando pronto, liguei o carro e comecei meu trajeto para cass. Por sorte, a estrada estava lenta hoje, então tenho tempo para falar com ela.
— Helena, ouvi dizer que você fez um amiguinho na escola. — falei.
— Sim, tenho vários. Eles são legais. — respondeu animada.
— E entre eles, tem algum especial para você?
— Não, todos são meus amigos. — diz. — Por que? Quer saber o nome deles?
— Não, só quero saber qual deles é seu namoradinho.
— Namorado? Por que isso? — diz me olhando.
— Não se faz de besta, a sua irmã me disse que você tem um namorado na escola.
— Mentira. Não tenho namorado. — diz. — Não quero namorar!
— Isso, isso mesmo. — falei. — Não pode namorar.
— Eu sei. Afinal, papai diz que sou dele, não é?
— Exatamente. — toco sua bochecha. — Você é a garotinha do papai.
A estrada travou com o sinal vermelho, olhando os segundos no sinal, percebi que ficaria parado por cinco minutos até rodar todos os outros. Soltei o volante, coloquei o freio de mão, soltei o cinto e joguei o banco para trás. Isso acontecia sempre, mas hoje peguei um tempo a mais. Helena percebendo que não iremos sair tão cedo, abriu sua mochila e pegou deu caderno.
Helena é minha segunda filha com minha falecida esposa, com seus 14 anos, ela é bem diferente de irmã um ano mais velha. Ela é magra, cabelos pretos, lisos, seu olho castanho. Seu corpo não era desenvolvido ainda. Quando Clara, minha primeira filha, me disse que ela estava namorando escondido na escola, fiquei bravo. Pensa que minha garotinha estava com intimidade com outro garoto era demais para mim. Uma filha que dei anos de vida para criar, não vai ir para as mãos de outro garoto tão fácil. Tenho de aproveitar minha vida com ela.
— Helena, bora fazer aquilo? — toquei sua perna. — Só um pouco.
— Papai... — diz baixo. — Não gosto, você sempre me bate, e eu te obedeço.
— Não vou bater. — jogo suas coisas no banco traseiro. — Vou ser legal.
— Não quero...
— Só um pouco, vem logo. — a puxo para sentar no meu colo. — Não vou bater.
A fiz sentar no meu colo de frente para mim, suas pernas abertas ao lado de minha cintura. Começo a tirar seu uniforme da escola, tiro sua blusa deixando seu corpo exposto. A levanto o suficiente para puxa sua saia pra baixo, em seguida deslizo sua calcinha rosa pela suas pernas até sair de seu corpo. Agora ela estava completamente pelada sentada no meu colo, meu pau duro estava pra atravessar minha cueca e entrar em sua bucetinha.
— Papai te ama. — a beijo na boca. — Ama muito.
Forço minha língua entra na sua boca, exploro cada canto, chupo seus lábios e finalmente a solto. Meu pau começou a doer, não aguentando mais, o coloquei para fora. Meu pau ficou entre suas pernas, roçando na sua bucetinha.
— Papai, não quero mais. — a segurei quando tentou sair. — Não quero!
— Mas vai fazer. — a seguro forte no meu colo. — Ou quer apanhar?
— Não quero... — começou a chorar. — Não quero... Não... Não...
Desci minha mão até sua bunda e a apertei, a outro passou entres as nádegas e comecei a rodar seu cu por fora. Enquanto isso, beijava seu pescoço, mordia e chupava. De vez em quando forçava a entrada de meu dedo em seu cuzinho, sempre que a penetrava no cu, um ‘Ai' saia de sua boca. Quando conseguir enfia todo meu indicado dentro de seu cu, passei a fazer movimento por dentro. Rodava, tirava e entrava novamente.
— Tá doendo... Tá doendo, pai. — seu choro não parou. — Para, por favor... Eu não... Quero.
Puxei meu dedo violentamente para fora e enfiei em sua boca. A fiz prova o gosto do seu próprio cuzinho no meu dedo. A fiz lamber e engoli. Meu sou pulsava contra sua bucetinha doido para entrar. A levantei, deixei sua bucetinha colada com a ponta de meu pau, fiz movimento para cima e para baixo. A cabeça de meu pau apertava contra sua bucetinha e deslizava para sua barriga, fiz o suficiente para molhar sua entrada.
Segurei meu pau e desci ela para entrar, quando começou a pressionar, mirei em sua entrada e comecei a pentrar devagar. Ela chorava e tentava sair, mas segurei sua cintura forte para não conseguir. Quando a cabeça da minha pica entrou, parei de desce ela, sua bucetinha apertadinha é maravilhosa, o aperto que ela fazia deixava tudo melhor.
— Tá doendo! Pai... Tira. — diz chorando mais do que antes. — Tira, tira, tira! Clara! Mamãe!
Ouvi chamando a mãe, me deixou irritado. Eu fazia tudo por ela desde que sua mãe morreu e ainda sim prefere a mãe. A desci para colocar todo meu pau dentro de sua bucetinha, isso a fez gritar. Mas coloquei minha mão sobre sua boca antes de qualquer som sair, quando vi que não gritaria novamente, segurei suas costas e comecei a pentrar em sequência. Forte, rápido, exagerado.
— Chama sua mãe de novo. — digo. — Eu cuido de você! Ela te deixou comigo! Te trocou por outra família!
Puxei sua cabeça para trás, mordi seu pescoço, beijei sua boca. Meu pau não parava, entrava e saia de sua bucetinha a todo instante. Cada vez que chegava em seu útero, ela gemia, desci minha mão novamente até sua bunda e enfiei meu dedo em seu cuzinho. Agora seus dois buracos estava sendo usados.
Senti meu gozo chegando, me aproximando do clímax, comecei a estocar mais rápido nela. Sua buceta já estava inchada, fluidos caindo e melando o banco. Ela não chorava mais, estava em um estado quase inconsciente, a única coisa que deixava eu saber que ela ainda estava acordada, era seu gemidos e pedidos para parar.
Meu gozo fluiu e morreu todo dentro de sua bucetinha chegando ao útero. Muito escapou melando o banco, tirei meu pau de dentro dela, a coloquei em posição perfeita para chupar minha pica. Abrir sua boca e a fiz me boquetea, sua boca chegava até metade do meu pau. Sua língua limpou cada gozo que estava em meu pau, quando ficou completamente mole, a tirei.
Guardei minha pica, Helena sentou-se novamente em seu assento, suas roupas ainda estavam jogadas no carro. Ela estava encostada, após algum tempo, seu choro voltou. Ouvi buzinas, o sinal havia sido aberto, baixei o freio de mão e voltei ao trajeto pra casa com minha filhinha, satisfeita e peladinha ao meu lado
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Comentários (9)
Eloisa: 5 minutos ou mais de sinal? A mãe morreu ou te trocou por outra família? É um conto né...
Responder↴ • uid:1e2y3mlffpmoNilow: Aqui na minha cidade tem sinais de 5 minutos de rotação (libera uma Avenida depois outra). Faleceu, mas antes trocou por outro.
• uid:y3sqd4phfq7Jo: Eu gosto de conto assim pegando a fossa enfiando a pica toda sem dó ,só uma coisa não combinou foi o sinal que demorou muito abrir ,mais tudo bem et um conto vale tudo kkkk
Responder↴ • uid:on95gwnt0bNilow: Peguei minha cidade como referência, aqui demora por conta da rotação (liberar uma Avenida depois outra, fora os segundos dos pedestres.)
• uid:y3sqd4phfq7Peroba: Snal demorando 5 minutos e deu tempo de fazer tudo isso? Aprenda a inventar estória cuzão
Responder↴ • uid:6oehqeoxziNilow: Tu é crítico agora? Não gosto saia. Aprende a escrever antes de falar merda
• uid:y3sqd4phfq7Leitor curioso: Pelo jeito de falar e algumas reações, creio q ela tem menos de 14 da próxima ou aq nos comentários da um jeitinho de falar pra nós a verdadeira idade dela
Responder↴ • uid:dcsty9ghlNilow: Talvez tenha...
• uid:y3sqd4phfq7Leitor curioso: Excitante, apesar de eu preferir qnd é feito com carinho pra elas gostarem tbm
Responder↴ • uid:dcsty9ghl