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Escravo Familiar: Capítulo 15 (Roleta Russa Sexual - Ato 1)

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Tártaro

— Bom dia, meu fedô! Hoje é sábado e papai vai receber seus tios e primos. Estava doido para fazer uma festinha. Hoje papai vai deixar você livre; se durante a festa você quiser se satisfazer com algum primo ou prima, você pode. Mas tome cuidado, bebê de papai.
— Uau, papai, por essa eu não esperava. Quando o senhor planejou isso?
— Tem alguns dias que venho combinando com seus tios de fazer um churrasquinho, e hoje deu tudo certo para acontecer. Vamos levantar e começar os preparativos para poder receber todo mundo.
— Ok, o senhor não vai nem deixar eu tomar leitinho agora de manhã?
— Hahaha! Você é bem guloso, hein, filhote? Só um boquete, não quero correr o risco de me atrasar com os preparativos.
— ok! Disse empolgado, já ficando de bruços na cama.
Papai se levantou da cama, ficando de pé na minha frente, já com o pau duro apontando para minha cara. Me aproximei do seu pau, segurando firme com a mão direita, fiz movimentos de vai e vem, tirando gemidos baixos dele. Em seguida, aproximei minha boca, engolindo a cabeça da sua pica.
— Huuum! Meu pai gemeu quando suguei forte sua segunda cabeça.
Com a mão direita segurando a minha cabeça, ele começou a bombar sua deliciosa pica na minha boca, chegando até a garganta.
Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub...
Papai gemia alto rebolando, enquanto sua mão esquerda segurava firme sua nádega, dando-lhe suporte para suas bombadas.
Enquanto chupava seu caralho, fazia contato direto com seus olhos com uma carinha de pidão. Papai me olhava com semblante de tesão, mordendo seu lábio inferior e gemendo baixo. Sua mão direita escorregou para minha face, saindo do topo da minha cabeça, fazendo carinho na minha bochecha, enquanto ele continuava a cada vez mais aumentar a velocidade das bombadas em minha boca.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— O bebê de papai, essa sua carinha de pidão acaba comigo, mas papai vai te dar leitinho, esse vai ser bem grossinho, do jeitinho que meu bebê gosta. Huuuuuuuuuum!
Eu piscava meus olhos, fazendo charme, deixando-o ainda mais louco de tesão do que ele realmente estava. Papai não aguentou muito comigo o olhando com a cara dengosa, e então jorrou fartamente seu delicioso leite na minha boca.
— Ããããããh! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Depois que gozou, não retirou o pau da minha boca. Eu continuava ali, olhando profundamente nos seus olhos com aquela carinha de cachorrinho pidão. Ele acariciava minha bochecha, ofegando louco para me estourar.
— Por enquanto, meu amor, é só. Em breve papai te dá mais atenção. Vamos levantar, precisamos preparar tudo para mais tarde.
— Tá bom, papai! Vou ficar ansioso para terminarmos o que começamos.
Levantei da cama e fui usar o banheiro. Papai veio junto logo atrás de mim.
...
Por volta das 13:30, o pessoal começou a chegar; estavam vindo para casa uma boa parte da família. Meus pais estavam felizes por receber tanta gente.
Faz muito tempo que a família toda não se reunia; ultimamente estavam todos muito distantes, e com os acontecimentos anteriores que envolviam a punição do meu irmão Thiago e do meu tio Chico, a família se afastou, dando tempo ao tempo.
O convívio depois daquele dia tinha sido afetado, tornando-se difícil. Mas finalmente parecia que as coisas iriam melhorar, e em breve poderia ser que tudo voltasse a como era antes.
Conforme o pessoal chegava, iam se criando alguns grupos; alguns membros iam se agrupando de acordo com as idades ou que tivessem o mesmo assunto em comum.
Eu me reuni com alguns primos e primas para poder conversar sobre assuntos voltados a relacionamentos amorosos.
...
Ao decorrer da conversa, acabamos entrando no assunto de sexo, e papo vai, papo vem, meu primo Fernando propôs que fizéssemos uma brincadeira para relembrar a época da adolescência. A brincadeira era óbvia, ele queria que fosse o jogo da garrafa, mas outra prima minha tinha uma ideia melhor: ela propôs uma roleta sexual, na qual eu, como já era declarado como escravo sexual pelo meu pai, seria rodado em cima de uma mesa de centro; na pessoa em que meu rosto parasse, eu teria que chupar, e na pessoa em que meu cuzinho parasse, eu teria que dar.
Fiquei um pouco receoso; a maioria ali eram jovens inexperientes e estava morrendo de medo de ser brutalmente machucado, mas como meu digníssimo pai e senhor me colocou na função de escravo sexual da família, eu não poderia recusar.
Então começamos, fomos para a sala de estar de casa, os meninos puxaram a mesa de madeira de centro. Dois deles, mais especificamente o Fernando e o Irio, me ajudaram a retirar minhas roupas e depois me colocaram de quatro em cima da mesinha de madeira. Os outros primos retiraram suas roupas e se sentaram nos sofás; um deles trancou a porta para que não fôssemos incomodados, e então pudemos começar.
Fui rodado nu em cima da mesa, igual a uma roleta. Quando parei de rodar, minha cara ficou virada para meu cunhado Lucas, enquanto meu cu ficou à vista do meu irmão Thiago. Ambos riram, se levantaram e vieram em minha direção.
Meu cunhado, com seu pau duro de 17 cm grosso, branco e com a cabeça rosa, apontou-o para minha boca, passando levemente a cabeça nos meus lábios. Em seguida eu abri os lábios e permiti sua entrada, comecei sugando forte a cabeça da pica do meu cunhado Lucas, fazendo ele gemer alto, depois chupei seu pau até a base deixando ele bem molhado, masturbei de leve seu caralho e em seguida voltei a mamar ele com maestria fazendo ele urrar de prazer.
— huuuuuuuuuum, caralho, que boca quente.
No meu cu meu irmão Thiago se ajoelhou e chupou meu cuzinho me fazendo rebolar. Logo em seguida ele se levantou e apontou seu pinto no olho do meu cu e forçou.
— Aaaaaaah! Gemi alto com sua invasão e senti o caralho do meu cunhado afundar mais em minha garganta.
Meu irmão segurou nos meus ombros e passou a foder com volúpia meu cu. PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Eles gemiam alto loucos , bombando forte no meu corpo. Um tempo depois ambos gozaram, me inundando de porra.
Eles saíram e logo fui rodado de novo como uma roleta.
Dessa vez caiu em uma combinação heterossexual. Na minha boca eu tinha minha prima Isabela, que é loira e alta, magra, muito bonita. Já no meu cu, o sortudo seria seu irmão, meu primo Fernando; ele é parrudo, mestiço e tem uma bela pica grossa de 18 cm.
Minha prima se aproximou me oferecendo a buceta rosa e depilada , segurou com carinho na minha cabeça careca, e eu abri a boca, e comecei a chupar seus lábios vaginais.
Que buceta gostosa, tinha um gosto doce e um cheiro de frutas que me deixava louco. Ela rebolava na minha boca gemendo, enquanto eu a sugava, lambia e enfiava a língua bem fundo na sua buceta. Já seu irmão Fernando, estourava meu cu com força, eu sentia ele sair e entrar várias vezes com velocidade, ele gemia grosso rebolando e me dando tapas nas nádegas, logo ambos gozaram dentro de mim, fazendo com que suas porras se juntassem com as do meu irmão Thiago e a do meu cunhado Lucas.
Quando saíram fui rodado novamente , e a combinação desta vez foi , a minha prima Mariane , que veio em direção a minha boca e , para minha prima Andressa , ela foi para minhas nádegas assim como meu primo havia feito. Essa era a primeira vez que estava dando prazer a duas mulheres ao mesmo tempo.
Minha prima Mariane arreganhou as pernas na minha frente me oferecendo a buceta que logo cai de boca sugando forte e fazendo ela gemer; já no meu cuzinho minha prima Andressa chupava loucamente , enfiava um depois dois dedos , rodando , entrando e saindo , tocando de vários jeitos minha próstata, me causando múltiplos orgasmos.
Depois minha prima Mariane gozou dentro da minha boca e saiu. Minha prima Andressa se levantou, retirando seus dedos do meu cu, e veio para minha frente, me oferecendo sua bunda para eu chupar.
Ela abriu suas nádegas, deixando seu cu rosinha à mostra. Eu não perdi tempo e caí de boca naquelas pregas firmes e piscantes.
Chupei até cansar e minha boca adormecer.
...
Na quarta rodada , eu fui girado , e a combinação foi meu primo írio e meu primo Fernando , dessa vez meu primo Fernando tomou a minha boca para si , estourando minha garganta, seu saco batia forte no meu queixo enquanto, meu nariz era afundado no seus pêlos pubianos. Eu me engasgava na sua rola sem ar enquanto recebia tapas dele na minha bunda. Já na minha bunda seu irmão Írio enfiava fundo seu delicioso membro, segurando forte no meu quadril, entrando e saindo. Sua virilha batia tão forte nas minhas nádegas que chegava a fazer um barulho alto.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
A sensação era absurda de boa , por mais que eu já estava ardido e sentia meu corpo pedir arrego, eu me entregava a eles , deixando eles fazerem o que bem quisesse com meu corpo.
PLOC PLOC PLOC PLOC...
Quando estava prestes a cair, senti eles gozarem, inundando meu corpo de porra.
— Aaaaaaaaaaaah! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Ambos saíram de dentro de mim e finalmente foi decretado a última rodada.
Fui rodado novamente e a última combinação foi meu primo Fernando e meu cunhado Lucas. Dessa vez eles não quiseram ir um em cada ponta, os dois iriam me foder juntos no cuzinho.
Me ergueram do chão, o Lucas me pegou no colo e enfiou sua pica no meu cu. Depois meu primo se posicionou atrás de mim e buscou com o pau uma brecha para entrar.
Nossa, nessa hora eu berrei de dor.
— Aaaaaaaaaaaah!
— Shhh! Vai chamar a atenção viadinho. O Lucas falou-me
Em seguida, os dois começaram a se movimentar juntos dentro de mim.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Sentia meu cu se rasgando com os dois me fodendo. Os dois me beijavam na boca sempre buscando tirar minha atenção da penetração.
Com o tempo, nós três cansamos e estouramos em um orgasmo violento.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Os dois com calma saíram do meu rabo, e eu caí no chão.
...
Todos começaram a se dispersar, fui para o banheiro me limpar. Quando voltei para a sala, acabei dando de cara com meu pai.
— Eita, filhote, está todo vermelho, o que aconteceu?
— Ah, papai, não se faça de desentendido. Não é possível que você não perceba com o cheiro como está esse lugar.
Meu pai parou e prestou atenção no ambiente.
— Ah, putinha, quantos?
— Basicamente satisfiz 10.
— Eita porra, estragaram meu brinquedo. Kkkk
— Que nada, papai.
Meu pai ficou inquieto e já fui logo perguntando:
— O que foi que você já está inquieto?
— Filho, não sei se você vai gostar do que tenho para te perguntar, mas topa fazer uma outra rodada, dessa vez comigo e seus tios e tias?
— Ah! Velho safado, para você que é ciumento, me surpreendeu bastante agora.
— Epa! Putinha, eu sou seu pai e você me deve respeito. Que história é essa de me chamar de velho safado? Ele me disse, dando um tapa na minha cara.
PLAFT!
Com a cara de choro, pedi desculpas.
— Desculpa, papai, não vai acontecer de novo.
— É bom mesmo! Mas então, você se prepare, você vai fazer outra suruba comigo e seus tios. Venha, aliás, eles descobriram que sua coleira tem um botão que solta o hormônio do tesão?
— Graças a Deus, não, e também não sei como não esbarraram nela sem querer.
— Ah, querido, então a loucura comigo e seus tios vai ser surreal.
Papai disse isso e me puxou, saindo para o quintal.
Quando chegamos onde estavam todos reunidos ele proclamou:
— Gente, quero pedir a atenção de todos.
Todos pararam o que estavam fazendo para escutar meu pai.
— A partir de agora, vou convocar todos para se juntarem e usufruírem de um sexo grupal comigo e com o meu escravo sexual.
CONTINUA...

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