#Incesto #Teen #Traições

Comi minha filha gostosa no carnaval

980 palavras | 1 | 4.50 | 👁️
Contador Incestuoso

Abraçado possessivo, afundei o máximo – bolas contra clitóris inchado, ela convulsionando: "Paiiiiiiiiiiiiiii... !".

Bloco dos Sujos – Ciúmes e Rendição
Sou separado há cinco anos, desse tempo para cá tive pouco contato com minha única filha. Atualmente numa cidadezinha do interior do Nordeste. Minha ex ficou na capital. Tudo começou no Carnaval do ano passado, eu estava na capital a negócios quando a minha ex ligou: João preciso falar contigo, achei que pediria aumento da pensão. "Leva a Liliane no bloquinho, João, ela ama carnaval. Toma conta da nossa menina, tá cheio de tarado!". Achei que seria uma boa. Levei Lili, 16 anos, morena de cabelos cacheados pretos no rabo de cavalo, olhos castanhos escuros faiscantes, boca carnuda convidativa. Corpo escultural: coxas grossas purpurinadas, bunda grande empinada, peitos médios com mamilos grandes marcando. Maiô azul de natação de um clube da cidade, cravejado com lantejoulas, um tomara-que-caia verde-amarelo quase transparente, entalado na bunda formando coração delicioso.
No carro, sei uma olhadinha nas suas coxas abertas brilhando. "Com quem nos encontramos, Lili?". "Amigos do colégio, pai". Coxas reluzindo, rabo cavalo balançando – "Minha filha tá uma gostosa do caralho", pensei.
Estacionei longe praça, havia uma multidão formando uma parede de corpos até o local do bloco. Lili pegou mão: caminhamos, conversamos banalidades. Fomos passando com dificuldade quando minha filha parou apavorada: ela viu o namoradinho beijando a Renatinha, uma mulata vestida com um shortinho curto mostrando dobras bunda. Lili furiosa me olhou e duwse: "Pai, me abraça! Faz namorada de conta que estamos ficando". A princípio, não entendi o que estava acontecendo. Anda pai, ninguém te conhece. Ela falou.
Abraço-a por trás, a bunda adolescente, dura e firme, encostava no meu pau endurecendo. Dançou rebolando, ela deu mais bundadas e sentiu a rigidez. Parou: "Pai... Não esquece que sou tua filha". Eu já perdido nos pensamentos respondi rápido: "Você tá muito gostosa, Lili". Ela gargalhou: "O pai acha? Sério?!". Me acho tão magrinha e sem graça. E voltou a dança né minha frente.
"Pai, posso beber?". Ela disse. Respondi: "Hoje pode tudo Lili". Pedi uma caipirinha de vinho pra ela, cerveja pra mim. Ela bebeu rápido: " Quero mais pai! Cachaça agora, ela já estava embriagada, " estou com muita raiva!". "Sim, mas me conta o que está acontecendo?". Com lágrimas nos olhos: "Meu namorado, vi ele beijando a Renatinha!". Não era tua melhor amiga?". "Vi ela no teu Instagram, ela é uma galinha, mas gostosa". Os olhos pegaram fogo: "Tu é mais gostosa. Se não filha, te pegava agora mesmo". Corregi meu erro rapidamente. Houve uma pausa, "Sério, pai?".
Bebemos mais , minha filha estava cada vez mais soltinha: rebolava chão, empinava a bunda no funk, aproveitei para dar várias encaixadas nela. Já descontrolado beijei seu pescoço! Ela esfregou a bunda no meu pau com mais força. Ela se vira para mim, suada, cheirando a sexo e começa a rebolar abraçando o meu pescoço. Beijei rápido sua boca, depois mais e mais. Até afundar minha língua em sua garganta. Segurei sua bunda e colei ela ainda mais no meu corpo para ela sentir o quanto estava duro. " Para, pai, sou tua filha, isso é errado!". Puxei ela ainda mais pelo quadril "Esquece quem sou". "Não...". Beijei-a com tesão i – calor buceta na bermuda. "Para...". Dedos por baixo maiô massageando xota suada: colados aperto. "Não não!", colou pélvis. Dedos entraram encharcada: entregue.
Fomos parar num beco mais isolado, atrás de umas barracas – 3h, ar abafado cheirando mijo e cerveja velha. Virei costas, empurrei tábua balcão áspera: ela própria puxou maiô lado esquerdo devagar, revelando buceta aparada úmida reluzindo suor e purpurina, lábios inchados castanhos abrindo sozinhos, clitóris minúsculo pulsando. Bunda enorme brilhando suor noturno, calor irradiando como forno, pele escorregadia grudando meus dedos. "Safado... nem filha perdoa", olhos escuros semicerrados, tesão misturado culpa.
Bermuda aberta, meu pau veiudo latejando veias saltadas, cabeça roxa babando pré-gozo. Ela guiou com mão trêmula: "Vai devagar, pai...". Empurrei – entrada quente derretendo pau, paredes aveludadas apertando forte apesar álcool, sucos viscosos escorrendo bolas quentes. "Ai pai, ai pai... Ela gemia", voz rouca, suor pingando costas morenas e suadaa
Ploc ploc ploc úmido acelerando – cada bombada chapinhando mel abundante, suor nosso misturando na lama do carnaval, ar denso cheiro sexo proibido. Puxei rabo cavalo, arqueando costas perfeitas: "Toma pau do pai, sua gostosa!". Acelerei selvagem, bunda tremendo ondas carnudas, coxas grossas vibrando impacto, peitos balançando livres tomara-caia solto, mamilos grandes raspando tábua. Calor insano – pele colando, suor escorrendo pela bunda pras coxas, pau mergulhando poça fervente, sentindo o útero filial.
Abraçado possessivo, afundei máximo – bolas contra clitóris inchado, ela convulsionando: "Paiiiiiiiiiiiiiii... !". Tesão animalesco, suor gotas caindo barriga dela, respiração ofegante pescoço moreno salgado. "Filha... não aguento mais, vou goz... !". Ejaculei explosão – jatos grossos leitosos jorrando profundo, enchendo contração da buceta da minha própria filha, escorrendo pelas coxas misturando suor com purpurina. Pau amolecendo saiu lento, fio viscoso branco leitoso pendendo buceta vermelha arfando.
Silêncio ofegante, ela apoiada tábua tremendo, suor pingando se misturando ao chão e a sujeira daquele carnaval. Ela se ergueu, arrumou o maiô, amarrou otomara-caia: "Pai... me leva pra casa?". Me olhando séria fazendo a minha ficha cair. Continua...

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • rutger: Bom conto

    Responder↴ • uid:2x0gt8glzr9