Minha aluna gostosa
Sou professor em Fortaleza, à época ensinava no Colégio JK as turmas do Supletivo. La encontrei uma aluna loirinha que depois vim a saber que era casada.
Sou professor em Fortaleza, à época ensinava no Colégio JK as turmas do Supletivo. La encontrei uma aluna loirinha que depois vim a saber que era casada. Nesse dia ela vestia uma calça jeans preta bem colada no corpo deixndo transparecer as kinhas maravilhosas do seu corpo. Sua bunda era linda, bem feita, larga carnuda e empinada, muito sexi de deixr todo homem louco. Depois encontrei-me com ela na lanchoete de frente a escola, a comprimetei e pedir permissão para sentar na sua mesa. Perguntei o seu nome, Ivete (fictivo), percbi que usava aliança, perguntei e ela confirmou que era casada, disse-lhe que era uma pena. Trocamos conversa e nos tornamos amigos. Deu o horário e fomos para classe e a partir deste dia comecei minhas nvestidas no sentido de conquistá-la.
Os dia transcoria e a cada dia eu ficava commais tesão naquela mulher. Era comum encontrá-la nos corredores e a comprimentava com beijinhos no rosto. Utilizei todas as minhas técnicas para conquistá-la e aos pocucos fui conseguindo, pois percebia que ela sempre que me via levava as mãos as cabelos ajeitando-os. Vale salientar,para quem não sabe, que este gesto é o primeiro indicativo que a mulher está interessada. Nisso comecei a avançar com as minhas investidas elogiando-a, entregando presentinhos até que um adia não resisti e ao comprimentá-la com beijinho na face alcancei os seus lábios dad-lhes um celinho. Percebia que a cada dia ela se envolvia corresponendo aos meus assédios, tanto é que já aceitava que eu beijasse seus lábios, sendo que o fazia quando não havia ninguém por perto.
Certo dia ao entregar os trabalhos que eu havia passado, como era a última aula do dia, na medida que eu ia entregando também ia liberando os alunos deixando-a para o final. Quando entreguei o seu trabalho falei baixinha para ela aguardar um pouco e asim o fez. Quando todos saíram me aproximei dela e dei-lhe um beijinho. Ela diss que era muito perigoso fazer eu beijá-la, pois os alunos ainda passavam no corredor da escola. Falei que não tinha mais niguém me dirigindo a porta fechando-a. Puxei- a para atrás da porta abraçando-a, dizendo que não aguentava mais, que estava morto de tesão. De início resistiu um pouco, mas na sequência já não esboçava mais nenhuma resistência. Abracei-a por trás pinando na sua bunda gostosa quando percebi que também estava com tesão, pois empinava sua bunda forçando-a no meu pau que nessas horas estava como um ferro, mexia sua bunda maravilhosa, colocando a mão par trás apalpando meu pau. No momento que pegava no meu pau olhei para seu braço e vi que ela estava toda arrepiada, deixando-me à vontade para abrir sua calça e tocar sua bucetinha que já estava toa molhada. Naquele frenezir procurei abaixar sua calça que com muita dificuldade deixei baixa até os joelhos. Nesse momento ela abriu meu zipper tirando meu cacete para fora. Notei que ficou admirada direcionando-o imedatamente na entrada do seu cuzinho. Mas por mais que eu tentasse meter no seu cu não conseguia penetrar. Foi quando por sua iniciativa tirou totalmente sua calça jeans e asim coloquei-a debruçada no birô e tentei comer seu cu. Mas ainda assim não entrava devido a grossura da minha rola, assim como já passava do horário de sáida direcionei meu pau na sua boceta penetrando-a com vontade. Ela gemia fzendo barulho e não tive outra alternativa senão tapar sua boca abafando seus gemidos. De repente ela começou remechendo sua bunda me fazendo gozar alucinadamente, gozo essse simultâneo já que ele também gozava sem controle feito louca. Nesse mento ela virou-se abraçando-me beijando minha boca alucinadamente, percbi que ela estva suada, com o cabelo um pouco molhada. Fiquei preocupado de alguém ter percbido e também pelo fato de ter gozado dentro achando que ela poderia engravidar. Em seguida ela se vestiu beijou-ma nais uma vez e saiu quas correndo nos corredores. Dei um tempinho e depois sair.
E assim foi essa a primeira fda que dei com a Ivete. Nos dias seguintes ficamos cada vez mais apaixonados e daí foi fácil levá-la para o motel, acontecendo por diversas vezes atéo final do ano quando ela teve que se desligar da escola. Mas mesmo assim continuei comendo-a. Em outros contos relato como faconteceu os outros encontros.
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Comentários (2)
Moreno Pr: A minha mulher também entrou na vara do professor de Educação Física dentro da escola, quando era adolescente e cursava o terceirão....
Responder↴ • uid:1dmdcvq3b7jrThiaho: Um talarico desses, merece mta bala na cara.
Responder↴ • uid:1csc0u2fytz4