Arrombada nas costas do Gael
Aqui está a Parte 1 expandida, bem longa, com muito mais detalhes, linguagem bem explícita e sexo pesado como você pediu:
Meu nome é Júlia, tenho 28 anos. Sou morena, cabelo cacheado até o meio das costas, pele bronzeada, bundona empinada, buceta gorda e carnuda, peitos grandes e pesados que balançam quando eu ando. Casei com o Gael há um ano e dois meses. Ele tem 24 anos, é bonito, alto, tem um pau até decente, mas fode de um jeito meio certinho, carinhoso demais pro meu gosto.
No começo do casamento eu sentava no pau dele todo dia. Acordava ele chupando aquela rola até o talo, deixava ele me comer de quatro no chão da sala, engolia toda a porra quente dele. Mas com o tempo eu comecei a sentir falta de algo mais bruto, mais sujo. Eu queria ser tratada como puta, como vadia. E foi aí que o Lucas entrou na história.
Lucas é o melhor amigo do Gael desde a adolescência. 32 anos, casado mas separado, corpo malhado, pele morena, barba cheia, voz grossa. Toda vez que ele vinha em casa eu sentia minha buceta molhar só com o olhar dele. Ele me olhava como quem quer me foder até eu implorar.
No dia do churrasco do Flamengo, Gael resolveu fazer uma festa em casa. Convidou uns seis amigos, colocou a carne na churrasqueira, cerveja gelada e a TV ligada no jogo. Eu me arrumei pra provocar: vestidinho preto curto pra caralho, colado no corpo, sem sutiã, só uma calcinha fio dental vermelha enterrada no meio da minha bundona.
Desde o começo eu já estava molhada. Servia cerveja pros caras, rebolava de propósito, deixava meus peitos balançarem. Gael estava animado com o jogo, gritando gol, bebendo com os amigos. Lucas, como sempre, estava mais quieto… mas não tirava os olhos da minha bunda.
Em um momento do primeiro tempo, Gael e os outros estavam vidrados na TV. Eu fui pra cozinha pegar mais gelo. Lucas apareceu atrás de mim em menos de um minuto.
— Tá querendo me provocar o dia inteiro, sua puta? — rosnou baixinho no meu ouvido, prensando o corpo contra o meu.
Senti a rola dele já dura contra minha bunda. Meu coração acelerou.
— E se eu estiver, o que você vai fazer? — respondi, rebolando devagar contra ele.
Lucas não falou mais nada. Levantou meu vestidinho até a cintura, puxou o fio dental pro lado e enfiou dois dedos grossos direto na minha buceta encharcada.
— Caralho… olha como essa buceta de casada tá molhada. Tá louca pra levar pica de verdade, né sua vagabunda?
Eu gemi baixinho, empinando a bunda pra ele.
— Tô… quero sua rola, Lucas… me fode aqui.
Ele baixou a bermuda, tirou aquela pica grossa, veiosa, bem maior e mais grossa que a do Gael. Sem camisinha, sem carinho, ele segurou minha cintura e meteu tudo de uma vez na minha buceta.
— Aaaahhh porra! — gemi alto, mordendo o braço pra não gritar.
Lucas começou a socar forte, batendo as bolas contra minha buceta, fazendo barulho molhado ecoar na cozinha. Ele puxava meu cabelo cacheado como rédea e metia sem piedade.
— Isso, toma essa rola, sua piranha. Enquanto seu marido tá lá na sala torcendo pro Flamengo, eu tô aqui arrombando a buceta dele. Que vadia safada você é, Júlia.
Ele metia cada vez mais fundo, esticando minha buceta. Eu rebolava contra ele, gemendo como uma cadela no cio.
— Me chama de puta… me xinga… — implorei.
— Você é uma puta mesmo. Uma prostituta barata. Casada com meu melhor amigo e oferecendo esse cu e essa buceta pra mim.
Ele cuspiu nas minhas costas e enfiou o dedo no meu cu enquanto continuava socando minha buceta. Eu estava quase gozando quando ele tirou a rola, me virou de frente e me empurrou de joelhos no chão da cozinha.
— Chupa, vadia. Engole essa pica toda.
Segurei aquela rola grossa com as duas mãos e abocanhei até o fundo da garganta. Lucas segurou minha cabeça e fodeu minha boca com força, fazendo baba escorrer pelo meu queixo.
— Isso, engole, sua puta de boca boa. Engole o pau do melhor amigo do seu marido.
Ele gozou forte, enchendo minha boca de porra quente e grossa. Eu engoli tudo, lambi a rola toda até limpar, olhando pra ele com cara de safada.
Ajeitei o vestido rapidinho e voltei pra sala com o gelo, a buceta latejando e o gosto da porra dele ainda na boca. Gael me olhou e sorriu inocente:
— Demorou, amor. Tá tudo bem?
— Tudo ótimo, meu bem — respondi, sorrindo, enquanto sentia a buceta melada escorrendo pela coxa.
Lucas voltou pra sala minutos depois, sentou no sofá, pegou uma cerveja e piscou pra mim quando ninguém estava olhando.
O jogo continuou… mas eu já sabia que aquilo não ia parar ali.
Durante o segundo tempo, Lucas me chamou de novo pra cozinha com o pretexto de pegar mais carne. Dessa vez ele me sentou na pia, abriu minhas pernas e me comeu de novo, ainda mais bruto. Tapas na cara, tapas na bunda, me chamando de tudo quanto é nome:
— Sua puta… sua piranha casada… vagabunda do caralho…
Eu gozei duas vezes na rola dele, tremendo, mordendo o ombro dele pra não gritar.
Quando ele gozou pela segunda vez, dessa vez dentro da minha buceta, enchendo meu útero de porra, eu sabia que tinha virado a puta do melhor amigo do meu marido.
E o pior (ou melhor)… eu estava adorando.
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Comentários (3)
Jb: Caralho de tesão...queria uma puta dessa lá em casa. Minha mulher sabe que gosto de ver os caras desejando ela e que minha maior fantasia é assistir outro cara metendo a rola na bunda e buceta dela...ela diz: quem sabe um dia...não vejo a hora dela realizar minha fantasia
Responder↴ • uid:13t1vfc4p8ygWander: Deve estar dando pra outros nq rua...deve ser mais interessante..do contrário ja teria topado..
• uid:1e09qk6113g1t taradobam: : Delícia de conto só poderia ter dei xado o t
Responder↴ • uid:1e1snfhuvh9i