#Gay

Entrando para industria do porno gay interracial parte 5

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Ator

Esta parte conta a situação mais estranha pela qual eu passei desde que eu entrei para a industria de filmes porno gay interracial

Vou ter que omitir o nome do meu amigo que me recomendou para o estúdio de filmes pornográficos gay interracial na qual trabalho atualmente.
Eu na verdade vou adiantar que não vi necessidade de sair do meio porque naturalmente aceitei que acabei me adaptando mais fácil do que eu pensava que ia conseguir à rotina das filmagens e pior é que também percebi que passei a gostar de ser passivo em relações sexuais com homens pretos.
O final de semana foi bem estranho pra mim depois que eu levei pau do DG a manhã inteira durante as filmagens, depois dei o cí para MJ na festa e terminei a noite dando pela segunda vez para Serginho.
Percebi que estava completamente mudado.
Antes de ter recebido a dica do meu amigo para entrar para a industria porno gay, onde eu ainda acreditava que iria ser ativo nas cenas, jamais poderia pensar que em apenas um dia eu seria fodido por três negões com jebas cavalares.
O final de semana estava realmente estranho pra mim.
Cheguei a amaldiçor o meu amigo que me levou pra este mundo, mas eu já estava dentro e tinha que ser forte para cumprir meus objetivos e poder sair o mais rápido desse meio.
Mas não sabia que tudo mudaria três semanas depois.
Eu já tinha feito novas cenas com outros três negões no primeiro mês.
Estava bem adaptado a rotina, pois eu mesmo já fazia minha chuca sem precisar de Lia, além de me depilar, fazia o laceamento sem ajuda de Denise ou Sra Zenaide.
Já estava soltinho no camarim e conversava naturalmene com os outos atores brancos passivos, comentando sobre o que os atores negros ativos faziam com a gente em cena e nas festinhas nos fins de semana.
Mike era o mais assanhado e descrevia o que sentia durante as filmagens e ficava na maior galinhagem no camarim, mexendo com a gente, chamando de safada, putinha, sempre se referindo a nós como se fossemos meninas nas mãos dos homens pretos.
Eu achava bem forçado, mas era divertido.
Nos vestiáros o caras pretos já estavam tão intimos da gente que até rolava umas sacanagens coletivas, como uma vez que eles botaram todos os atores brancos pra mamar seus cacetes durante o banho.
Lia, a trans nos pegou neste dia e apenas riu e chamou a gente de doentes. Mas não contou nada pro diretor.
Na semana seguinte entraríamos nas filmagens de um novo filme, mas eu não esperava a chegada de outros atores negros.
Quando cheguei no estudio na segunda_feira, passando pelo corredor onde geralmente cruzavamos com os atores negros, eu quase entrei em choque.
Passei pelo meu amigo negro que me indicou para o estúdio.
Fiquei tão sem graça que nada falei. Apenas abaixei a cabeça e segui para o camarim.
Eu naqueledia demorei muito para sair e me dirigir para o set de filmagem.
O corredor parecia não ter fim e quando cheguei lá, esse meu amigo estava lá no meio do set, apenas de sunga e conversando com o diretor.
Rezei para não ser o que estava pasando pela minha cabeça.
Mas quando cumprimentei os cameras e iluminadores eles todos desejaram boas filmagens e todos se posicionaram.
Ficamos no meio do set que tinha um cenário de oficina mecânica, com uma carcaça de uma Ferrari, mas era só metade do carro, ele não tinha a parte da metade pra trás.
Tinha umas ferragens que escoravam o carro, provavelmente para ele não balançar.
Já imaginava que era apenas para servir de suporte para gravar uma cena de foda no capot do carro.
Esse meu amigo estava de sunga vermelha com o simbolo da Ferrari e ali eu soube que era exatamente o que eu estava pensando.
Parecia castigo divino.Eu que passei o final de semana amaldiçoando ele, ia ser fodido em cena exatamente pelo cara que me empurrou para esse meio.
Agora ele ia empurrar era a pica em mim. Eu estava com tanta raiva de mim mesmo que até falei em pensamento: Toma seu otário, vai levar pica até não aguentar mais, babaca mesmo.
Ele não pareceu se incomodar por ser eu, apesar de estar bem seco comigo.
Depois pensei que ele estava sendo profissional mesmo e eu também tinha que passar por cima de tudo e ser tão profissional quanto.
O que eu não esperava era que ele tinha um pau tão grande quanto os demais ator, mas na grossura ele era anormal.
Outra coisa é que os caras que tinham gravado comigo já vinham com a ferramenta armada pra cena e ele estava meia bonda.
Depois fiquei sabendo que era proposital, pois a cena era para o passivo preparar o pau do Negão ativo antes de cpmeçar a ser fodido.
Eu respirei e tentei ser o mais profissional possível.
Eu estava muito impressionado de como ele era bem dotado e sabia que não ia ser fácial encarar aquele pau dentro do cú, mesmo com ele bem preparado.
Ainda bem que eu caprichei na chuca dessa vez, só parei quandoa água saía limpinha, pois havia risco de ele fazer eu me sujar todo de tão bruto que era aquele pau.
Quando o diretor liberou a cena, eu tinha que enfiar a mão por dentro da sunga vermelha e tirar o pau pra fora, e mostrar estar assutado com o tamanho do pau do mecânico da oficina.
Não foi difícil pra mim mostrar-me asustado, mas foi como se eu estivesse indo pra bastilha pra ser decaptado.
Eu quando senti o peso e a grossura do pau dele na minha mão, me senti fraco, e caí de joelhos na sua frente e após ter me recuperado do mal estar, eu segurando aquilo, olhei pra cima e o vi olhando de vota pra mim.
Não sei o que passava em sua cabeça, mas nã minha era uma humilhação tão grande que ao sentir o pau dele dar uma pulsada forte enquanto eu o segurava, eu fiz cara de espanto.
Um dos cameras aproximou para um close e depois o diretor orientou para eu prosseguir e expor a cabeça do pau dele.
Respirei fundo e engoli seco, fazendo o que o diretor pediu. A cabeça foi sendo exposta devagar e ela apareceu imponente.
Era tão grande que completou o conjunto perfeitamente. O diretor mandou eu descer a sunga dele e fazer carinho nas suas bolas.
Eu fui me deixando dirigir pelo diretor e fiz o que ele orientou.
Enquanto descia sua sunga, o conjunto realmente estava completo.Suas bolas eram enormes e eu as via fazendo aquele movimento involuntária que mostrava que elas estava em franca atividade.
Quando eu o liberei da sunga, voltei a segurar o pau dele e iniciei a punheta a pedido do diretor.
Em seguida tomei suas bolas com a outras mãos e fiquei ali fazendo carinho nelas.
O pau dele começou a enrijecer e pude sentir e ver as reais dimensões daquele monstro.
Ouvi Denise e Sra Zenaide comentarem: É muita pica mesmo ne Denise.E ela apenas exclamou: _ Nossa! E como é.
Depois de bater punheta bastante e acriciar seu pau até ele estar fazendo um curva pra cima de tão rígido, o diretor mandou ele ir dando ordens para o cliente para ele abocanhar o pau.
Ele parecia ter um texto já estudado.
Eu não ia falar, apenas executar tudo que estava no script.
Então veio a fala dele como se me desse uma ordem.
Eu quis ser profissional e apenas obedeci.
Me ajeitei melhor e fui como minha boca para chupar o pau dele.
Mas tinha que ser com requintes de crueldade para me humilhar mais.
O diretor enquanto eu direcionava a boca pro pau dele, começou a dirigir cada passo.
Devagar, bem devagar, apenas aproxime da cabeça mas não enfia na boca de cara.
Espere um pouquinho, olhe bem pra cabeça e faça como se tivesse admirando ela.
Isso, isso, muito bom!
Agora olhe pro macho e continue a punhetar o pau dele.
Aproxime mais e cheira o pau dele, lembra que você adorou o pau do comedor.
Isso, isso, estica bel a pele pra trás, a cabeça tem que ficar bem exposta pra você.
Isso, isso mesmo. Agora mostra pra ele o quanto você gostou do pau dele.
Olhe pra ele e vá beijando a cabeça em todos os ângulos.
Eu fiz mas totalment envergonhado.Não pude me manter olhando pra ele.
O diretor, não não. Faça de novo mas olhando nos olhos dele.
Então me concentrei e fui beijando na glande, depois fui dando a volta na cabeça e dando pequenos beijinhos enquanto olhava fixo em seus olhos.
Fiquei puto ao perceber que ele estava adorando, tanto que o pau pulsava muito na minha mão.
O diretor apenas elogiava e falava não para de mexer nas bolas dele, lembra que você está doido pelo pau do seu mecânico.
Mostra como você está enamorado pelo pau do macho.
Passa ele no rosto, nos lábios.
Isso, isso, ótimo, agora vc tá na cena.
Isso, isso,
Não , não, ainda na chupa ele.
Acordei com o diretor pedindo pra eu não enfiar ele na boca ainda e foi aí que eu vi que tinha feito isso sem perceber.
Se tivesse um buraco no chão eu enfiaria a cabeça de vergonha.
Então fiquei ali sempre como diretor pedindo que eu o olhasse sempre nos olhos. Masturbando seu pau, passando ele no meu rosto e lábios e dando pequeno beijos na cabeça do pau.
As bolas dele estavam em reboliço, sempre muito ativas e como eu as acariciava eu podia sentir ela muito ativas e quentes.
O diretor pediu que ele segurasse meus cabelos e mandou que eu soltasse o pau e a bolas dele.
Depois mandou que cruzasse os braços atrás das costas.
Sempre eu deveria olhar em seus olhos.Mas como ele mandou ele força minha cabeça pra trás, eu nem precisava pensar, ele me fez ficar olhando seus olhos.
O diretor foi orientando que ele deveria bater com a pica no meu rosto e manda eu chupar.
Então veio as batidas com aquela pica pesada e dura que fizeram meu rosto arder.
Ele tem um vozeirão grosso e com firmeza ele fez a fala.
Abre a boca e chupa seu macho.
Eu olhava pra ele e sentia ele aperta um tufo de cabelo da minha cabeça mas foi bem real.
Ele estava fazendo aquilo com vontade, não podia estar atuando.
Via verdade nele.
Seu pau pulsava como nunca e ele me viu abrindo a boca e foi enfiando o pau dentro dela com uma vontade, que o diretor se empolgou.
Isso, isso, filma aqui, filma aqui, não peder isso.
Vai, vai manda ele chupar seu pau.
Ele mandou, chupa o pau do seu macho, vai.
Isso, vai gente tá ótimo. Vai começa a foder a boca dele com vontade.
Ele começou a dirigir as orientaçõs pra mim. Vai abra bem aboca e deixa ele foder a vontade.
Disse pra ele. Vai bem fundo e tira monstrando o pau bem babado.
E pra mim ele falava: Deixa o pau entrar bem fundo e baba ele bastante.
Ele tirou o pau e dava pra ver ele coberto de saliva.
Repetimos isso por alguns minutos.
Corta, corta. Tira o pau e vamos pro Capot do carro.
Serginho, ajuda a posicionar ele rápido e Zenaide traz lubrificante e prepara ele.
Vamos, vamos, gente.
Serginho foi me ajeitando no capot do carro e me olhava com uma cara de ódio.
Sra. Zenaide já ia espalhando lubrificante no meu cú e como ele tinha unhas grande chego a me machucar um pouquinho quando ele enfiou dois dedo pra lubrificar dentro.
Vai vai, vamos pegar a penetração.
Olha você tem que simular que estão com muito tesão e tem que estar os dois afoitos.
Um querendo o cú e o otro doido pra levar pau.
Vai, gravando.
Então ele mepegou pelos braços e me empurrou no copot do carro e eu quando cai já busquei seu pau com uma das mãos e conduzi pra entrada.
Não esperava mas ele soltou meus braços e me segurou pela cintura e empurrou a pica que entrou num golpe solo.
Não estava esperando aquilo e soltei um berro e procurei me agarrar nos seus braços.
Aiiiii, Aiiiiii, Aiiiiii, tira, tira, tira......
O diretor gritou não, continua asim.
Os cameras se movimentando e os iluminadores trocando de luz.
Eu lá com aquele dor insana e sentindo o pau dele todo dentro pulsando.
Não para agora gente, vamos aproveitar tudo.
Vai, começa a foder o cú dele.
Não, não, não dá pa aguentar não, tá doendo muito. Eu falei.
Calma cara, guenta aí. Não dá pra editar isso não.
Vai aguenta ai um pouco.
O diretor mandou ele foder.
Ele começou a tirar e socar tudo.
Eu não aguentava aquilo e usei a mão pra parar ele.
O diretor falou segura a mão dele cara, mas não para agora.
Vai 1, close e dois vai pelo alto.
Ele começou a foder intensamente e eu comecei a chorar conforme ele fodia meu cú.
Eu tive as mãos seguras e então não podia fazer nada.
Apenas olhava pra ele martelando sem dó meu cú.
O diretor delirava com a cena.
Ouvia de vez em quando Denise falar, nossa! tadinho dele. O cara tá fodendo sem dó.
Sra. Zenaide, apenas ria e falava, que nada, deve tá uma delícia.
Denise: Que isso Zenaide. o rapaz tá chorando.
Eu voltei a me concentrar na foda pra tentar fazer alguma coisa que pudesse aliviar um pouco, mas tudo que eu tentava não funcionava.
Tava muito duro de aguentar.
Vai gente prapara pro final, pode gozar quando quiser.
Eu até fiquei contente ao ouvir isso.
Torcia pra ele gozar rápido.
Quando ele anunciou que ia gozar, o diretor perguntou se ele podia controlar pra gozar metade fora.
Ele começou a urrar e senti o liquido quente ser derramado dentro do cú.
Ele esperou um pouco e com o pau pulsante ainda ele foi tirando e forçou minhas pernas pra trás e expôs bem meu cú pra camera.
O camera deu close e pegou meu cú piscando e começando a expulsa um ouco de porra.
Mas ele comecou a punhetar o pau que despejou ainda uma grande quantidade de porra por toda a minha bunda.
Quando o diretor falou corta eu respirei aliviado e enquanto as pessoas comemoravam a cena e passavam a comprimentar o diretor e o meu amigo, aproveitei e saí correndo pata o camarim.
Denise realmente estava comovida comigo e foi atrás.
Conversamos um pouco no camarim e eu contei por que estava assim.
Ela concordou comigo que aquelasituação era realmente estranha.
Serginho bateu na porta do camarim mas eu pedi ele pra ir embora, não queria ser visto por ele naquele estado.
Mas Serginho insistiu e Denise abriu a porta pra ele e nos deu licença para conversar em particular.
Serginho se preocupou com meu estado e insistiu que eu mostrasse o cú pra ele.
Eu morri de vergonha mas ele foi muito legal comigo e ficou ali me dando força.
Pra deixar ele calmo eu mostri pra ele que estava tudo bem e que ele não precisava ficar preocupado não.
Quando Serginho saiu eu fui pro vestiário e debaixo do chuveiro abri as pernas e fiz força para aquela porra toda sair de dentro de mim.
Mas senti o cú doer muito e levei a mão e senti o relevo do esfincter muito inchado.
Parecia que ele tinha destruído meu cú todo, eu desabei de tanto ódio. A água do chuveiro corria pelo meu corpo escondendo as lágrimas do meu choro.
De repente meu amigo negro entrou no vestiário.
O desgraçado apenas me olhou e me elogiou pelo desempenho na cena.
Pra me humilhar mais ele perguntou se estava tudo bem?
Respirei e saí do banheiro de cabeça baixa e fui de volta pro camarim me vestir.
Na saída Sra Zenaide veiome dizer que eu teria um tempo maior pra me recuperar e novas cenas seriam marcadas para a próxima semana apenas.
Acho que ele s viram que o castigo foi grande mesmo e sabiam que não teria condições de gravar antes de uma semana.
Fui pra casa depressivo e só fiz domir quase o tempo todo.
A única coisa positiva nesta semana foi o apoio que Serginho me deu, chegando ao ponto de passar o final de semana na minha casa.
Mesmo sabendo que seu interesse era me comer, eu precisava de alguém pra não enlouquecer.

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