Comi essa matuta casada de triunfo.
Aqui é novamente Daniel e hoje estou na cidade de Triunfo, interior de Pernambuco, pertinho do Pico do Papagaio, o ponto mais alto do estado. Quem acompanha meus vídeos, fotos e contos já sabe: eu rodo essas quebradas, adoro seduzir mulher simples, casada com peão de roça, daquelas que a vida apertou tanto que mal sobra água pra beber. E quem me conhece de verdade sabe que eu fico louco com o cheiro natural dessas minas comuns, suadas, sem firula, sem perfume caro — exatamente como essa safada que vocês estão vendo nas fotos e nos vídeos aí embaixo.
Cheguei na casinha dela por volta das onze da manhã. O sol queimando a caatinga, o chão rachado, roupa pendurada secando no ar seco. Ela estava lá fora, descalça na lama seca, lavando umas poucas roupas num balde com água turva que mal dava pra ver o fundo. Vestido florido todo remendado, rasgado nas coxas, peitos pesados balançando livres por baixo do tecido fino, suor escorrendo pelo pescoço e pingando no decote. Quando me viu com o pacotinho embrulhado em papel kraft na mão, parou tudo e ficou me olhando desconfiada, mas com um brilho diferente nos olhos.
— Bom dia, moça. Trouxe um presentinho pra você — falei, estendendo o embrulho.
Ela pegou devagar, abriu com cuidado. Dentro tinha um sabonete cheiroso, um pacotinho de bala de leite e uma calcinha de renda preta que eu sabia que ia deixar ela sem graça. Ela corou, olhou pros lados como se o marido pudesse aparecer do nada.
— Meu marido tá na roça até o fim da tarde… mas eu não posso aceitar essas coisas, moço.
— Pode sim. Só quero conversar um pouco. Tá difícil pra caralho aqui, né? — sentei num banquinho velho do lado do fogão a lenha.
Ela suspirou fundo, sentou do meu lado, o cheiro quente de suor misturado com fumaça de lenha subiu direto no meu nariz. Meu pau já deu sinal de vida.
— Difícil nem conta… água só vem de três em três dias, quando vem. Meu marido chega morto, come, dorme. Sexo? Só o trivial. Enfia, goza rápido, vira pro lado e ronca. Eu fico lá olhando pro teto, molhada, querendo mais, mas ele nem percebe.
— E você gosta, né? De sentir vontade, de ficar louca de tesão…
Ela baixou a cabeça, mordeu o lábio.
— Gosto. Às vezes pego umas revistas velhas no salão da cidade, vejo aquelas poses, aquelas bocas chupando, bundas abertas… fico imaginando. Mas aqui ninguém fala disso.
— Eu falo. E faço. Quero ser seu amante, mas diferente. Quero provar você inteira, do jeito que você nunca foi provada. Cheiro, gosto, tudo.
Ela arregalou os olhos, riu nervosa.
— Você tá louco… eu tô fedendo a suor o dia inteiro, mal tomei banho esses dias.
Levantei devagar, cheguei perto, pus o nariz bem na curva do pescoço dela e inspirei fundo. Cheiro forte, azedo, salgado, de mulher que trabalhou duro. Meu pau pulsou dentro da calça.
— É exatamente esse cheiro que me deixa louco.
Ela tentou se afastar, mas eu segurei a cintura dela.
— Deixa eu cheirar suas axilas.
— Tá louco? Tá suado pra caralho, vai feder…
Levantei o braço dela sem pedir. A axila escura, pelinhos úmidos grudados, o cheiro subiu como um soco. Passei a língua devagar, lambi todo o sal, o azedo. Ela gemeu alto, tremeu inteira.
— Caralho… você é doido… tô gozando só com isso…
— Tira a roupa. Quero ver tudo.
Ela hesitou, depois deixou o vestido cair. Nua, suada, barriga marcada de gravidez antiga, peitos grandes com bicos pretos duros, coxas grossas brilhando de suor. Virei ela de costas.
— Agora a bunda. Abre.
— Não, Daniel… deve tá podre. Faz dias que não chega água direito, eu limpo com folha quando dá…
— É exatamente por isso que eu quero.
Ela ficou de quatro na terra batida, abriu as nádegas com as duas mãos. O cu apertado, marrom escuro, cercado de pelinhos pretos grudados de suor e um cheiro forte, quase vomitivo, de bunda quente da caatinga misturado com restos de cocô seco. Cheguei o nariz a centímetros, inspirei fundo. Meu estômago revirou, mas meu pau babava pré-gozo na cueca.
— Tá podre mesmo… mas eu adoro isso, porra.
Passei a língua devagar no rego, sentindo o gosto amargo, salgado, terroso. Ela gritou:
— Nojento… louco do caralho… mas não para…
Enfiei a língua mais fundo, lambi tudo, sentindo ela tremer e soltar pum quente na minha cara. Ela se envergonhou.
— Desculpa… tô apertada, tô com vontade de cagar…
— Deixa eu ver.
Ela correu pro mato atrás da casa, agachou. Eu fui atrás, escondido. Vi ela fazendo força, o cu piscando, soltando pum alto, depois dois pedaços grossos caindo na terra seca. Ela pegou duas folhas largas, passou na bunda, mas ficou sujo ainda. Voltou andando rápido, vermelha de vergonha.
— Tá vendo? Tá tudo sujo…
— Vem cá.
Sentei no chão, deitei de barriga pra cima.
— Senta na minha cara.
Ela hesitou, depois sentou devagar. A bunda quente, suja, pesada cobriu meu rosto inteiro. Cheiro insuportável de cu suado, merda recente, suor velho. Lambi tudo, enfiei a língua no buraco ainda sujo, sentindo gosto forte de merda misturado com o sal do suor. Ela gemia alto, rebolava.
— Chupa meu pau agora.
Ela desceu, pegou meu pau duro, olhou admirada.
— Nunca chupei outro além do meu marido…
Enfiou na boca, chupou desajeitada, mas com vontade. Babava muito, engasgava, voltava. Depois pediu:
— Me come de frente primeiro… mas não goza dentro, eu não tomo nada.
Enfiei devagar na buceta molhada, quente, apertada. Ela gritava, arranhava minhas costas.
— Caralho… mais fundo… mete forte…
Depois de uns minutos metendo forte, tirei e virei ela de quatro.
— Agora o cu.
Peguei a manteiga que tinha na mesa, passei no pau, passei no rego dela. O cheiro de bunda quente + manteiga me deixou insano. Encostei a cabeça no cu apertado, empurrei devagar. Ela gritou de dor.
— Ai, porra… tá rasgando…
— Relaxa, safada… vai entrar.
Entrei até o talo. O cu dela engolindo meu pau, quente pra caralho, apertado. Comecei a bombar devagar, depois mais rápido. Ela gemia misturado com choro de dor e tesão.
— Tô sentindo tudo… mete mais… arromba meu cu…
De repente ela soltou um peido alto, fedido, bem na hora que eu metia fundo. Riu envergonhada.
— Desculpa… tô me cagando de novo…
— Deixa sair.
Ela fez força, soltou mais peido, depois senti o cu dela pulsar e um pouco de merda quente escorrendo no meu pau enquanto eu metia. O cheiro subiu forte, misturado com porra pré-gozo. Nunca senti tesão tão animal.
— Vou gozar no teu cu, sua puta…
— Goza… enche meu cu de porra…
Meti até o fundo, gozei forte, enchendo o cu dela de jatos quentes. Ela gritou, gozou junto, o cu piscando, apertando meu pau. Quando tirei, esperma branco escorreu misturado com marrom do cu sujo.
Ela levantou correndo pro mato de novo, agachou, fez mais força. Vi de longe: mais merda saindo, agora com porra branca por cima, pingando na terra. Ela voltou andando torto, cu ardendo, sorrindo safada.
— Nunca imaginei que ia viver isso…
Eu sorri, beijei a boca dela, ainda com gosto de tudo.
Tem mais aventuras vindo, muito mais sujas, muito mais reais. Posto todo dia aqui no perfil da Selma Recife e no Fanvue da Selma desde 2000. Quem curte esse tipo de putaria sem filtro, cola comigo.
Agora me conta nos comentários: qual parte te deixou mais louco? Qual cheiro você queria sentir? Deixa teu recado aqui embaixo, quero saber quem tá batendo uma pensando nessa safada de Triunfo.
Um abraço suado do Daniel.
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