#Outros

Reformado e bem casado

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Lex75

Um médico se reforma, e se recorda da sua vida, e da sua companheira...

Sexta-feira 13...não sei se pelo mundo inteiro todos têm a superstição de que deia 13 numa Sexta-feira é dia de má sorte, conhecida também por azar. Eu...dei por fim a uma carreira de 40 anos exercendo medicina, na última sexta-feira 13. Agora...quem eu quero enganar...claro que vou continuar exercendo, eu afinal amo ser médico, com tudo de bom e mau que isso tem. Mas agora irei ter mais calma, apenas o meu consultório, aturando pacientes que eu trato desde que sou médico...os filhos deles...os netos deles...gerações passam por mim, chamando-me Doutor José Mendes...ou simplesmente doutor Zé.
Foi um dia estranho a última Sexta -feira 13...me levantei, sempre procurando não acordar a Elisabete, a minha companheira de uma vida, mas nunca houve uma vez que ela não acorda-se quando eu me levantei de madrugada para ir trabalhar...nunca abandonei a cama sem ter o meu beijo na boca de bons dias.
Porém seria diferente na última sexta-feira...saí da cama, fui ao quarto de banho, vulgo WC, lavar a cara...fazer a barba branca pois...os meus 71 anos não perdoam, LOL...nem as rugas na cara me perdoam...
Depois escovo os dentes, largo algum daqueles puns mal cheirosos que levam a a Bete a reclamar comigo quando entra no WC, ela diz que eu estou podre por dentro, LOL...
Volto ao quarto para me vestir, ouvindo a Bete, lá do WC, reclamando do meu...odor fedorento, e ouço ela usar o ambientador e abrir a janela...
Me visto, como sempre o fiz...calças de ganga, uma shirt, e tênis... sim sou médico, diretor de hospital, mas odeio usar fato e gravata, só o faço quando sou obrigado, e sinceramente aos 71 anos estou me lixando para o que me dizem para eu fazer...bem não é bem assim, quando é a Bete a me dar uma sugestão, eu obedeço. Ora todo o homem casado sabe que sugestão de esposa é uma ordem, e ponto final.
Desço para a cozinha...faço o meu pequeno almoço, eu como que nem um cavalo de manhã, hábitos que ganhei ao longo de uma vida passada entre as urgências de um hospital. Comer um pequeno almoço bem reforçado porque poderia passar um dia ou mais comendo sandes e de fugida, á pressa.
A Bete desce depois...fico admirando-a...já não tem a juventude dos 20...dos 30...nem dos 50, tem 69 anos.
O corpo dela foi-se modificando como o meu também...os cabelos castanhos agora são brancos, as magnificas mamas grandes empinadas agora são descaídas, aquela cintura fina agora já desapareceu, o cu...bem ela sempre teve um cu grande e firme, pelo que aí não mudou muito, as rugas na cara apareceram, a pele não é tão sedosa, porém duas coisas nunca mudaram...o sorriso e aqueles olhos lindos...brilham tão intensamente como antes... ela sabe como eu a amo, como eu preciso dela para ser feliz, como adoro fazer amor com ela pela madrugada dentro, percorrer o corpo nu dela aos beijos...possuir ela ouvindo os gemidos roucos dela, chupar e mamar nas mamas dela...cada dia a desejo mais, cada dia eu agradeço a ela cada segundo que ela passa ao meu lado...cada dia eu agradeço ela querer partilhar a vida dela comigo.
E que vida meu Deus... rotinas...dia a dia...zangas, reconciliações... 5 filhos...alegrias, tristezas, conversas nus na cama...ela para mim não é uma simples companheira, amiga, esposa, ela é meu o meu mundo, a minha felicidade encarnada numa mulher... ela é...vida.
Depois de a deixar em casa, fui para o hospital sempre como fiz, na minha moto que comprei quando tinha 22 anos, a HARLEY-DAVIDSON XR750.
Somos velhos amigos, eu e a minha moto...A Bete sempre reclamou dela, mas eu sei que ela adora andar de moto comigo...Quando estão aqueles dias quentes de Verão, quando os dias são maiores que as noites, ali quase na hora do sol dar o seu lugar á lua, agarrar na minha miúda pela mão, levar ela na velha Harley, roncando devagar pela estrada fora, apreciando a paisagem do campo, sentir o vento nos cabelos, com a minha miúda, agarrada ao meu tronco, com a cabeça colada no meu ombro, sentindo o perfume dos cabelos dela...e depois chegar ao nosso local secreto, só revelo que é uma pequena praia, despir a roupa toda, ficar nu, e a minha miúda, a Bete ficar também nua, abraçar ela, beijar ela na boca, e depois agarrar ela ao colo, com ela sorrindo nos meus braços, ir entrando na água gelada do oceano, até não ter mais pé...nadar ao lado dela até uma pequena ilhota, onde nos sentamos juntos, agarradinhos vendo o sol desaparecer, deixando o céu ficar com aquela cor vermelha...ver as estrelas aparecendo, a lua tentando nos aquecer com seus raios celestes...fazer amor ali, sem existir mais mundo, só eu...e ela naquela ilhota, naquela rocha que nos vê fazer amor há mais de 40 anos...foi ali que eu e a Bete fizemos amor pela primeira vez, eu tinha 19 anos ela 17anos...o presente de meu aniversário, eu faço anos em Julho, foi a virgindade dela.
Eu me lembro como se tivesse sido há momentos atrás...eu me fazendo de entendido, experiente, eu que só uma vez antes tinha feito amor com uma mulher, a minha tia Carina...ora quem não tem na família uma tia solteirona, bonita, e que goste de sexo???
Mas regressando a aquele dia, eu armado em experiente, a Bete tremendo com os nervos, eu querendo demonstrar que estava confiante, mas tremia tanto ou mais do que ela...e aconteceu aquilo que era esperado, obviamente...nem aguentei 2 min a penetrar ela...pois...ejaculei dentro dela...que vergonha tenho em escrever isto, mas é a verdade.
Claro que depois fiquei frustrado, até me agoniava olhar para ela, me olhando com uma cara como se me pergunta-se ...já acabou???... e eu só me apetecia mandar-me para dentro da água salgada do oceano, para o sal das minhas lágrimas se diluir no sal do oceano.
Quem me acalmou??? Que outra senão a minha Bete...ela falou comigo, me acalmou, eu me sentindo o pior dos homens, recebendo o carinho e as palavras meigas da melhor das mulheres...
Regressamos aos beijos...éramos jovens e quando somos jovens passamos do drama para a alegria, e da alegria ao drama tão depressa que nem damos conta disso...parece que queremos viver a vida toda num só momento. Nos beijamos, nos acariciamos...percorri o corpo dela beijando ela dos pés á cabeça pela primeira vez...e depois a penetrei, e desta vez estivemos tanto tempo unidos...sabem deixei de pensar em ter de a satisfazer, de pensar se ela haveria de gostar...fui apenas eu mesmo, mostrando a ela todo o carinho e respeito que tinha já por ela, e namorávamos havia apenas 3 meses, nem os meus pais sabiam da existência dela.
E o que começou por ser um drama, um desastre, acabou sendo uma tarde de amor e carinho, que dura até hoje, e há-de durar eternamente.
Sexta -feira dia 13 de março de 2026...já no hospital faço a minha última ronda pelos pacientes da enfermaria das urgências...falo sobre o meu Benfica com o Jacinto, falo sobre a vida com a Laura, brinco um pouco com a pequena Marisa...sabem os meus doentes têm sempre um nome, nunca os tratei como se fossem um número...essa foi a primeira lição que aprendi na faculdade de medecina...as pessoas têm nome, não são números.
Era já quase de madrugada, não me perguntem porquê, eu desejava sair daquele hospital, falava eu, que já chegava e estava farto de trabalhar horas de seguida, de dormir dias em cima da maca, que estava mesmo , não encontro outra palavra...farto. Mas então porque eu prolonguei aquela Sexta feira 13 até o Sábado 14 ater sucedido á Sexta-feira, a resposta é simples, crua e pura...a verdade é que eu não queria que a Sexta feira 13 acaba-se. Dei por mim a guardar os objetos pessoais do meu gabinete, naquelas caixas de cartão, e chorava...as lágrimas caiam pelo meu rosto sem eu dar conta...parei...olhei-me ao espelho...que figura patética meu Deus...eu chorando que nem um condenado...
Nesse momento batem á porta, eu ia dizer para esperarem um momento, mas não cheguei a falar nada...Bete, abre a porta...numa das mãos trazia uma caixa cheia de lenços...malvada ela me conhece tão bem que sabia que eu estava chorando...porém ela também estava...ela entra no gabinete, e simplesmente abraçou-me, acariciando-me os cabelos, como uma mãe faz ao seu filho quando vê le chorar, como uma esposa fez tantas vezes ao seu marido quando ele chegava a casa destroçado por perder uma batalha com a morte...nunca aceitei, ou soube aceitar perder um doente, penso que haveria sempre algo a poder ser feito, mesmo sabendo que era impossível fazer mais...como escrevi, nunca aceitei perder para a morte, apenas vivi com isso...mesmo sabendo eu que um dia ela vem me buscar.
Estava eu abraçado á minha Bete, quando vejo entrar o meu filho mais velho Miguel, acompanhado da sua esposa Maria e das minhas netas, Bela e Ana...o meu filho César, a sua esposa Vanda, e o meu neto Helder, ainda com a bata de médico vestida, ele trabalha no hospital, a minha filha Leonor e o marido dela Geraldo e meus netos Jaime e Joana, depois entra a Carmo, e a esposa dela Joaquina, trazendo os meus netos Gustavo e Sílvia e finalmente o meu Francisco, e a esposa dele Mariana, e o filho deles Bento.
Nem acreditava que a minha família toda estava me vendo chorar.
Não falaram nada, apenas me abraçaram...que bem me soube meu Deus...estar ali no meio deles todos, sentindo o amor deles...vieram me acompanhar para fazer a minha última viajem do meu gabinete até á porta de saída do hospital...quando eu saísse por aquela porta deixaria 40 anos de vida para trás, é complicado...
Depois de os ter cumprimentado a todos, estava na hora de me ir embora...dar lugar a outro, a vida é assim mesmo, uns partem outros tomam esse lugar.
Atravessei o hospital, de braço dado á Bete... sinceramente esperava alguma despedida feita pelos meus colegas e amigos do hospital, mas tal ainda não acontecera...quando saí do hospital, estava já na rua, fazia frio...do nada foram aparecendo os meus amigos...me batendo palmas...médicos, enfermeiras, pessoal auxiliar...a minha família deixou-me, afastando-se um pouco, menos a Bete, ela me segurava a mão...eu estava emocionado, e mais fico ainda quando começam a aparecer pessoas que eu havia ajudado em momentos de aflição, alguns dos meus queridos pacientes, acompanhados pelas famílias deles, me recordando que quando um médico salva uma vida...salva muitas vezes uma família...
Estava sem palavras, eu não merecia tanto...
Fiz questão de cumprimentar todos uma um, a minha família eu sabia que eles esperariam, como me esperaram a vida toda, um marido e um pai que muitas vezes fez promessas que não cumpriu, que passou a vida lhes pedindo desculpas, mas se eu falhava algumas vezes era porque estava salvando ou tentando salvar alguém que também tinha família...
Depois finalmente fomos para a minha casa, era já de madrugada, mas isso não importava nada...fizemos uma festa de arromba, comemos e bebemos pela madrugada inteira dentro, eu moro numa quinta isolada, o barulho não incomodaria ninguém...apanhei uma bebedeira com meus filhos, as minhas noras, meu genro e minha genra, juntamente também coma Bete, sentados numa longa, cheia de comida e histórias de uma vida...havia risos «, vozes falando alto, mas que importava isso... A bebedeira foi daquelas que aqui em Portugal chamamos de caixão á cova.
Acordei deitado na cama, sem me lembrar como lá fui ter...a Bete estava roncando ao meu lado nua, eu estava todo nu...
Fui sabe lá deus como para o WC...um duche de água gelada...me fez despertar um pouco, mas a cabeça estava ainda estourando de dor, via tudo rodando...vesti um fato de treino, saí do quarto...estava ouvindo ressonar alto pela casa toda, há medida que ia encontrando eles dormindo, alguns em quartos, outros na sala...o meu neto Jaime dormia numa banheira de um WC...era o caos completo, mas eu sorria...foi a primeira vez que a família toda se juntou e apanhamos uma bebedeira coletiva...devem ter bebido todos os vinhos da minha adega, mas porra valera a pena, caramba...quer dizer...pois...agora se quero vinho tenho de ir comprar mais...
Voltei para o quarto, a bete roncava como um urso, as paredes deveriam estar abanando com os roncos dela, mas não era a única, pois ouviam-se roncos altos pela casa toda...deitei-me outra vez na cama, e nem 5 segundos fiquei acordado, adormeci.
Sábado foi um dia de merda, tudo ressacado, sem paciência para conversar...mas meus filhos foram indo para casa deles, até que fiquei só com a Bete...ela reclamando alto, dizia que qualquer som a matava com dores de cabeça e depois falava alto...mulheres, se houver quem as entenda que em explique, eu moro com uma há 40 anos e não entendo nada.
Na noite de Sábado para Domingo dormi na sala, no velho divã que comprei. Acordei ai pelas 6h45m da manhã, lembrei-me que dava a F1...acho que era da China.
Liguei a TV e comecei a ver o grande prémio de F1...um hábito que ganhei com a avó da Bete...dona Camélia...que figura, que mulher...
Foi através dela que eu conheci a Bete. Passo a explicar. Eu era médico estagiário, tinha acabado o curso havia salvo erro, 3 meses, dona Bete deu entrada nas urgências com um AVC, foi ligeiro, mas foi o sinal de aviso.
O meu mentor, o médico que estava encarregue de vigiar o meu estágio, encarregou-me de vigiar e monitorizar os sintomas dela.
Estava uma noite calma, pelo que fiquei por aquela zona onde ela estava internada. Quando ela começou a se sentir melhor, chamou-me e perguntou que se tinha passado, eu expliquei a ela.
Mas ela conversava muito, e começa a falara da vida dela...eu sem grande serviço para fazer, sentei-me numa cadeira ao lado da cama dela, ouvindo ela falar. Pelo sotaque eu notei logo que ela era brasileira, morava no interior de São Paulo, era viúva recente, e veio a Portugal fazer duas coisas, trazer as cinzas do marido para as espalhar na aldeia onde ele nasceu, ele era português e veio também para tratar da herança, que era uma casa velha e uns terrenos, onde eu moro agora.
A aldeia fica perto de Lisboa, 45min de carro, é suficientemente longe e suficientemente perto.
Ela não queria, ficar internada, mas durante 72h pelo menos teria de ficar, e la me disse:

- SEU DOTOR...DOMINGO QUERO VER A F1...DE GEITO NENHUM EU VOU PERDER ESSA CORRIDA, SE PIQUET GANHAR É CAMPEÃO...
- DONA CAMÉLIA...A SENHORA NÃO SE PODE EMOCIONAR...
- DOTOR...EU NÃO ESTOU PEDINDO...ESTOU FALANDO QUE VOU VER, NEM QUE TENHA DE MORRER, E VER LÁ DO CÉU...

Sorri, e prometi a ela que veria a corrida ao lado dela, no Domingo pela hora do almoço...eu estava de folga, mas cumpri a promessa, levei ela numa cadeira de rodas para o bar do hospital e ela viu a corrida...já não me recordo se o Piquet ganhou ou não a corrida.
No dia seguinte, chega ao hospital, a minha Bete...quando vi ela, fiquei fascinado por ela... ela era a neta de dona Camélia, e veio ajudar a avó, na venda da casa, e dos terrenos.
Bem dona Camélia nos apresentou e a brasuca gostou do tuga, e o tuga da brasuca, e passados 3 anos estávamos nos casando, e até hoje somos companheiros de percurso de vida. Graças ao AVC de dona Camélia fiquei conhecendo a mulher da minha vida e ganhei gosto pela F1.
Quando acabou o grande prémio subi ao quarto...ouvi a água correndo no WC, Bete estava dando banho.
Eu também estava precisando de um bom banho...e a água está cara...despi a roupa, sorrateiramente entrei no WC, ela estava cantarolando e dando o banho, devagar entrei na ampla cabine de duche, ela estava de olhos fechados...estiquei os braços e agarrei as mamonas dela...ela dá um enorme berro, assustou-se, e se virou e eu estava rindo.

- SINCERAMENTE ZÉ...AINDA ME DÁS UM ATAQUE DO CORAÇÃO...ÉS PARVO...
- NÃO TE ESQUEÇAS QUE SOU MÉDICO...
- OLHA ZÉ...VAI Á MERDA, TÁ BOM??? PORRA QUE SUSTO...

Eu ria...ela olhava para mim, com cara de zangada, mas eu sei como lhe dar a volta...aproximei-me dela, puxei ela pela cintura e calei a boca dela do único jeito que dá resultado, beijando-a na boca...ela bem que reclama mas gosta, LOL...

- VELHO TARADO...HUMMM...ME DEIXE...HHUUMMMM.
- NÃO...JAMAIS...PRECISO DE TI...
- QUER ME MATAR...DO CORAÇÃO...HUMMMM...
- DESCULPA...MAS SABIA QUE ESTAVAS NUA...E QUE QUANDO ESTÁS NUA...QUERES QUE EU ESTEJA ASSIM...COLADINHO A TI...
- COMO É???
- TU RECLAMAS...MAS GOSTAS...AQUI DO MEU TUGUINHA...
- VELHO TARADO...BRONCO...OGRE...AAAAIIINNNNNN...AAAHHHHMMMM..AAAHHHMMMMM

Eu segurava ela pelas ancas, tinha encostado ela na parede do WC, a água morna caindo em cima de nós dois, ela de pernas envolvendo a minha cintura e eu metendo vara na buceta sumarenta dela, beijando-a na boca...

- PPP...AAA..RRR..AAA...TTAAARRADDOOO...HHEEIINNN...AAAHHMMMM...
- TU ME DEIXAS LOUCO, BETE...TE QUERO TANTO...ME DÁS TANTO TESÃO...
- DEPRAVADO...AAINNN...MMAAIISSSS...QQURRO MMAAAISSSS...AMMMMMEEEEETTEEEEEE...MMEETTEEE...

E eu metendo vara na buceta dela...depois deixei ela de costas para mim, encostei ela na parede de costas para mim, e meti vara na buceta dela por detrás, amassando as mamas dela, beijando a nuca dela...ela se torcendo que nem uma enguia, até que acompanha o ritmo das minhas estocadas...saí da buceta dela, e meti no cu dela...

- AAAAIIIIIII....PPPAAARRARAAA...AAAIIIII...PPAARRRRAAAA...

Ela gritando e gemendo para eu parar, mas empinando o cu para trás e ela mesmo se fodendo no meu pau.
Engatado nela segurei ela pelas pernas, meu pau todo atolado no cu dela, ela se segurando no meu pescoço, gemendo alto, a levei assim até á cama, onde parei em frente do enorme espelho do nosso quarto e a fodi assim, ela gritando e gemendo, mas sorrindo, meu pau entrando e saindo quase todo do cu dela, que estava já moldado a 40 anos de enrrabada, pois ela reclama mas ela adora ser comida pelo cu.
Quando nos deitamos na cama, ela me cavalga, com fúria, eu a ver ela agarrada na cabeceira da cama, as mamas balançando livremente, até eu as abocanhar enquanto ela cavalgava gritando e gemendo, mas adorando estar com meu pau entalado na bucetona dela.
Quando atingimos os orgasmos, ela descamba para cima de mim, eu a abracei, beijei na boca, puxei a coberta da cama para cima de nós, e debaixo da coberta brincávamos que nem crianças, fazíamos cócegas um ao outro, nos beijávamos na boca, eu mamava nas mamonas dela, ela chupava o meu pau, até que ficamos sossegados, apenas abraçados.

- ZÉ...AGORA QUE ESTÁS REFORMADO...É YUMA VIDA NOVA PARA NÓS...
- SIM BETE...É VERDADE...VOU PASSAR MUITO MAIS TEMPO EM CASA...VOU-TE APANHAR MAIS VEZES E TE FODER TODA, A TODA A HORA...
- MAS TU NÃO PENSAS NOUTRA COISA...VELHO TARADO...
- ORA...TU RECLAMAS MAS GOSTAS...
- O PIOR É QUE TU TENS RAZÃO, LOL...TE CONHECER FOI A MELHOR COISA DA MINHA VIDA, ZÉ...TENHO UMA VIDA FELIZ...SOU AMADA...ME SINTO AMADA...
- TEM SIDO UMA AVENTURA MARAVILHOSA ESTAR AO TEU LADO, BETE...ÉS TUDO PARA MIM. E OLHA...AMANHÃ VOU CUMPRIR UMA PROMESSA QUE TE FIZ...
- UMA PROMESSA???
- SIM...HÁ QUASE 40 ANOS TE FIZ UMA PROMESSA...SÓ QUE POR ISTO OU POR AQUILO NÃO ME TEM SIDO POSSÍVEL REALIZAR ESSA PROMESSA...
- NEM ME LEMBRO, ZÉ...MAS QUAL PROMESSA???

Eu sorri, virei-me na cama, abri a gaveta da minha mesa de cabeceira, e tirei um envelope.

- TOMA É PARA TI, MEU AMOR.

Ela abre...eram um cruzeiro de 1 mês pelo Pacífico, até ao Havai íamos...

- Z...ZÉ...É UM...UM...CRUZEIRO???
- SIM...TU ME FALAVAS QUE ADORARIAS IR A UM CRUZEIRO...NUNCA HOUVE TEMPO...MAS AGORA TEMOS TEMPO...
- EU...EU...
- GOSTAS-TE ?
- MEU TUGA...AMEI...UM MÊS CONTIGO, NO MAR...
- SE TE FARTARES DE MIM, MANDAS-ME BORDA FORA, LOL...
- SEU PARVO... JAMAIS FARIA ISSO...BEM...QUEM SABE...TALVEZ NÉ???
- ATIRA QUE EU ME AGARRO Á PRIMEIRA SERIA QUE ENCONTRAR...
- MAS DE JEITO NENHUM... TENS DONA...SOU EU...
- ENTÃO TENS DE ME TRATAR BEM...
- E EU NÃO TRATO???
- BEM...AGORA PODERIAS TRATAR MELHOR...MEU PAU TÁ TESO, BETE...
- TARADO...

Ela se mete em cima de meu pau, e encaixa ela na buceta dela...e o cavalga até eu me vir dentro dela...e depois ela me diz:

- E QUANDO É O CRUZEIRO???
- NÃO ME OUVISTE??? AMANHÃ TENHOS DE IR A SAN DIEGO E APANHAR O NAVIO LÁ...

Ela me olhava não acreditando:

- MENTIRA...
- É VERDADE...TEMOS VOO DE MADRUGADA PARA OS ESTADPS UNIDOS, SAN DIEGO E...
- AAHAAHH...MENTIRA ZÉ...ME DIZ QUE É MENTIRA...
- OLHA A DATA DO BILHETE...

Ela viu...me olhou...e sai disparada da cama, e diz:

- ÉS SEMPRE O MESMO...AMANHÃ...E AGORA TENHO DE IR AO CABELEIREIRO, COMPRAR ROUPAS...SIM PORQUE ESSES TRAPOS NÃO SERVEM...
- TENS UM GUADA ROUPA REBENTANDO PELAS COSTURAS, BETE...
- ZÉ...EU É QUE SEI...E SE LEVANTA DA CAMA, TU TAMBÉM TENS DE IR COMPRAR COISAS...A CULPA É TUA, NÃO ME PODIA SAVISAR ANTES...
- MAS BETE...
- LEVANTA ESSE CU DA CAMA JÁ...OU VAIS VER QUEM É A BETE...

Que remédio...levantei-me, passei a tarde de hoje nas compras, coisa que só odeio, Bete entrando e saindo de lojas, eu carregado com de 10 sacos, deixei de contar aos 10...fica o aviso, caros companheiros, quando forem viajar avisem a esposa com 1 ano de antecedência, e mesmo assim, ela vai reclamar e vos obrigara irem ás compras.

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Lex75 #Outros

Comentários (1)

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  • Maries: Nossa esse conto foi perfeito, amo conversar sobre coisas pesadas assim T Mariersk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj