#Gay #Teen

Garoto Rural 5 - A despedida

2.1k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Sossegado

Sim! Esse conto tem sexo, MAS, mais do que isso, tem sentimento e dor da despedida. Amar é sofrer, de verdade!

A crueldade das despedidas nos remete a crescimento pessoal, só o quê justificaria. Tudo é aprendizado, embora o sofrimento da perda faça parte da vida de todos. Assim foi conosco na bela amizade que surgiu há 01 ano atrás. Antes do final do ano de 2025 contratei um curso intensivo preparatório para o ENEM, para os meus dois amores, o garoto rural (GR) e o seu melhor amigo (MA). Eles se dedicaram muito, entre aulas presenciais e online e muitas vezes iam para a minha casa para ter sossego e estudar, embora à noite eles vinham com tudo, com as suas poderosas rolas inchadas precisando esvaziar seus reservatórios. Era uma felicidade só. Eu os deixava à vontade e os ajudava a tirar dúvidas, pois as matérias ainda estavam frescas na minha cabeça. O MA tinha sido dispensado do exército, mas o GR já
sabia em que quartel deveria que se apresentar já no início desse ano (2026). Tomei a decisão de ajudá-los imediatamente porque o MA me contou que os seus padrinhos de batismo, sendo o padrinho, o melhor amigo de seu pai, lhe fez um pedido para que se ele viesse morar com eles na cidade onde prosperou, no Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul. Lá o padrinho cresceu e montou uma sólida
indústria de retífica de peças para caminhões e tratores, bem a área que os garotos gostariam de abraçar. Esse padrinho tinha perdido recentemente o seu único filho para um câncer germinativo. Fizeram de tudo! Foram até para os EUA com o rapaz que aos 21 anos sucumbiu à doença. Uma
crueldade da vida que nunca entenderei. Vi um vídeo e fotos do garoto quando ainda estava saudável.
Ele era um anjo, lindo! Desses garotos que não eram desse mundo realmente. Antes de morrer ele pediu ao pai que adotasse o afilhado para deixá-lo em seu lugar, para não ficarem sozinhos. Uma história linda e comovente. Eu chorei horrores quando soube. Os dois garotos se empenharam muito e eu os ajudava principalmente em matemática, física e redação. O MA conseguiu uma boa pontuação e
se inscreveu no curso de engenharia mecânica, na melhor universidade do Vale dos Sinos e seu padrinho providenciou tudo para ele, inclusive iria pagar-lhe o curso inteiro e ele passaria a trabalhar na indústria nas horas livres e teria também o seu salário. Menino de sorte! Eu estava muito feliz por ele e o incentivava. Mas ele estava com o coração rachado ao meio, pois nos deixaria, principalmente o amigo de mais de 6 anos de companheirismo. Não esqueço de vê-los abraçados chorando, prevendo o
dia da partida. Eu não aguentava a cena e saia de perto para chorar longe deles. O futuro estava ali na nossa frente e gostar de garotos nessa fase, é passar por isso sempre. Já passei inúmeras vezes, já me despedi de muitos deles, pois apesar de ser uma fase gostosa, de muita vitalidade sexual, ela é projetada para uma outra fase, adulta, onde os rapazes mudam seus interesses e visão do mundo rapidamente. Meu maior sofrimento foi me despedir do meu melhor amigo de infância e adolescência, quando aos 16 anos ele se mudou com a família para Campo Grande, MS. Eu era apaixonado por ele sem que ele soubesse. Às vezes dormíamos no mesmo quarto, tomávamos banho juntos, vi o corpo dele evoluir, criar pelos, vi seu pau ficar adolescente e raivoso, o vi se masturbar e gozar fartamente na palma da sua mão, mas
nunca tive coragem de me declarar e jamais deixar passar qualquer impressão que lhe desejava ardentemente. Quando eu me masturbava era pensando exclusivamente nele. Sofri muito com isso, demais, de chorar noites e noites e não poder contar a ninguém sobre esse sentimento. Hoje ainda sofro com cada despedida, como essa que está em curso.
Começou 2026 e o fim de semana que o MA iria para a casa do padrinho começar o seu futuro. Seus pais e uma das irmãs mais velha, o levariam de
carro até sua futura cidade, no sábado. Combinamos um almoço de despedida na sexta feira. Fiz uma bela rabada. Comemos com paladares desatentos e olhares perdidos. Estávamos tristes e nem bebemos muito. Conversamos um pouco no sofá da sala e o MA declarou querer de despedir intimamente de mim: “Eu queria levar de recordação, uma boa trepada...”, disse já passando a mão no
pau. Aquilo me acendeu um desejo que me fez subir a temperatura do corpo, repentinamente! Arrastei os dois para o meu quarto e nos despimos em fração de segundos, mas o GR não tirou a sua cueca. Ficou
parado nos olhando com lágrimas nos olhos e me disse: “Vou ficar só junto de vocês e não vou participar. Quero que você seja só dele! Dê tudo para ele!”. O seu amigo o beijou carinhosamente no rosto e me conduziu delicadamente para que eu deitasse de costas para ele. O GR deitou ao lado com um sorriso
triste. Eu relaxei e deixei as minhas costas, ávidas, como se tivesse tentáculos a procurar aquele belo corpo que iria deitar sobre ela. Ele veio mansamente, me beijando cada centímetro de costas e bunda,
mordiscando, deixando marcas de chupões, enquanto eu sentia a ponta do seu pau roçar, como uma
caneta a liberar umidade e escrever a sua despedida no meu corpo. Ele sempre liberou muita umidade
antes de gozar de fato. Ao mesmo tempo que ele “escrevia”, apagava com seus beijos, me deixando
louco enquanto o GR assistia a tudo excitado e contido. Ele não queria nem que eu o tocasse, só desejava estar ali vendo o amigo se despedir de mim. Chegou o momento do GR abrir a minha bunda, passar o gel no meu cuzinho e pela primeira vez o ver segurar delicadamente a rola do amigo e direcioná-la para o meu toba. Esse gesto não foi estranho, foi muito natural, como um gesto amigável. O pau do MA estava macio e menos duro que da maioria das vezes em que transamos, mas estava mais delicioso que todas. Entrou lindamente e senti cada centímetro tomar posse do meu rabo. Eu me arrepiava de tanto prazer, pois a sua boca me dirigia palavras ternas intercaladas por beijos e mordidas leves no pescoço e orelhas. Ele queria demorar no movimento sobre a minha bunda e então usava uma cadência branda. De vez enquanto passava as mãos sobre os cabelos do amigo que estava logo ao lado, sorria e o GR respondia com lágrimas copiosas que lhe banhavam o belo rosto e beijava as suas mãos.
Aquilo me fez gozar pela segunda vez na vida, sem mexer no pau, mas não dei sinal e continuei a receber a pica do MA naquele vai e vem delicioso. Que momento maravilhoso! Ele demorou muito mesmo até que deu o sinal ao amigo e me avisou que iria gozar. O GR se aproximou mais e colocou o seu braço direito sobre as costas do amigo e com a outra mão, fazia afagos na minha cabeça. Ele gozou profundamente e o seu coração parecia que ia saltar de tão acelerado que ficou. Ficamos deitados por
um longo tempo, juntos, abraçados, até que tive que ir ao banheiro, pois o leitinho do MA queria sair. Voltei do banho e encontrei os dois abraçados, chorando, como dois irmãos que estão a se despedir. Os deixei sozinhos e fui para a sala chorar também. Depois de um tempo voltei ao quarto e os dois
estavam dormindo abraçados. O MA nú e o GR ainda de cueca. Deitei devagar ao lado e os fiquei observando até adormecer também. Já estava quase noite quando acordamos. Os garotos foram tomar banho juntos e sempre queriam me ver por perto. Fiquei ali observando aqueles dois belos corpos. Eles ficavam perfeitamente à vontade pelados um na frente do outro. Era de uma naturalidade comovente. O MA se despediu. Me deu um longo beijo na boca, me abraçou fortemente e pediu que eu cuidasse muito bem do seu amigo que iria ficar, pois assim que ele tivesse condições viria buscá-lo para trabalhar na indústria do padrinho e ficar perto dele. Chorei novamente, agora compulsivamente. Mais sofrimento, mais uma despedida, mais uma saudade... Essa é a minha vida... Depois os dois quase se fundiram num abraço fraternal que nunca esquecerei. O MA se desprendeu do abraço e beijou a testa e as mãos do GR desejando-lhe felicidades e que não deixasse de se comunicar com ele... Mas sei como são essas coisas, elas vão morrendo naturalmente, como aconteceu inúmeras vezes comigo. O
meu melhor amigo foi se distanciando além da distância que já nos separava até que toda a comunicação cessou. Soube pelas redes sociais que ele tinha casado com uma bela mulher e que tinha um casal de lindos filhos. Ele estava grisalho e charmoso, embora fosse dono de uma proeminente barriga. Ele nunca saberá da paixão que eu tinha por ele. O MA foi embora, pois acordariam todos muito cedo no sábado para a viagem à casa do padrinho. Eu vejo um belo futuro para
aquele belo jovem e fiquei feliz por isso. Agora tinha que confortar o meu garotinho querido que estava sofrendo demais com aquela despedida. Ele continuava chorando e decidiu ficar o fim de semana inteiro comigo, ligando para a sua casa e inventando uma desculpa qualquer. E o cerquei de
carinho e cuidados, o coloquei na maca de massagens e o massageei inteiro com óleos aquecidos e o
masturbei delicadamente até o seu pênis virar um chafariz poderoso, esguichando o seu leite quente
até no meu rosto. Ele não urrou dessa vez. Foi um arfar brando. Limpei o seu pau com a boca até sentí-lo esmaecer entre os meus dentes. Beijei muito o seu pau e saco e ele estava mais relaxado. Fomos tomar banho e eu lhe tirei o óleo do corpo ensaboando-o muito bem. Fomos para a cama e dormimos. Pela manhã do sábado o MA ligou para ele e conversaram um pouco. Já estava na estrada com a
família. O GR ficou feliz com a ligação do amigo, me abraçou e me beijou a boca longamente e o seu pau já estava querendo se agasalhar de novo. Virei de costas para ele e foi como se ele tivesse agora o mesmo domínio de quando me conheceu há 01 ano atrás. O seu belo pau estava dentro de mim
novamente com movimentos gostosamente lânguidos e demorou assim, até chegar o famoso urro e
despejar a sua vitalidade e inundar novamente o meu rabo. Dormimos novamente e ficamos fodendo e
descansando o sábado inteiro, inclusive dentro da piscina. No domingo ele se despediu também. Não
chorou mais, apesar de estar triste. Ele não conseguiu nota suficiente no ENEM e tinha que se apresentar no quartel na próxima segunda feira, prometendo vir na minha casa sempre que possível, mas sei como será isso... Vai chegar o momento também de mais uma despedida.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos