Cunhado hétero dormiu comigo: chupei ele, língua no cu e gozamos na boca! 😈💦
Eu sempre soube que curtia cara, mas guardava isso bem trancado no peito, rolava tudo na surdina, sem alarde, sem ninguém sacar.
Minha irmã tava firme com um namorado novo, ninguém da família conhecia ainda o sujeito. Aí ela resolveu apresentar o moço numa reunião de família aqui em casa, lá no bairro da Boa Viagem, com churrasco rolando no quintal e som alto de forró eletrônico misturado com pagodinho.
Chegou com ele: um cara alto, corpo trincado de academia, cabelo baixo bem aparado, camiseta justa marcando peitoral, bermuda estilosa, perfume forte daqueles que ficam no ar. Hétero na pose, mas exatamente o meu tipo — arrumadinho, cheiroso, com aquele jeitão de quem sabe que é bonito. Eu também sou assim, me cuido pra caramba, e sei que chamo atenção.
Da hora que trocamos ideia, rolou química na lata. Falamos de som (ele curtia uns trap nacional pesado, igual eu), de carro (sonhava com um Golf rebaixado igual o meu), de game (os dois viciados em FIFA online). Parecia que a gente já se conhecia há anos.
A festa terminou tarde, todo mundo meio alto, e decidiram que ele não ia embora de moto àquela hora da madrugada. Pra não dormir com minha irmã logo na primeira vez em casa da família, jogaram ele no meu quarto. Eu fingi que não queria, mas por dentro meu coração tava disparado.
Ela entrou com ele no quarto, ficaram uns minutos lá. Ouvi risadinha abafada, barulho de beijo molhado, mão boba descendo. Ela deixou ele no ponto, pau duro esticando a calça, quase implorando pra gozar. Quando ela saiu, fechou a porta e disse "boa noite pros dois".
Fiquei só com o cara. Coloquei um filme erótico no notebook, daqueles com cenas pesadas, pra manter o clima quente. Ele deitou do meu lado na cama de casal, short de tactel fino, volume evidente pulsando. Eu olhava de canto, babando, imaginando o gosto.
Ele não dormiu. Ficou vidrado no filme, comentando as cenas, rindo nervoso. Aí veio uma sequência de dois caras se pegando forte, beijando com língua, um chupando o outro de quatro. Ele soltou, meio sem pensar:
— Será que homem chupa mais gostoso que mulher? Tipo, com mais vontade mesmo?
Fiquei travado um segundo, coração na boca. Respondi devagar:
— Por que tu acha isso, véi? Ouviu alguém falando?
Ele corou, coçou a nuca, tentou desconversar, mas eu insisti, com voz baixa:
— Fala aí, irmão. Eu te conto uma parada que rolou comigo se tu abrir o jogo.
Ele respirou fundo, passou a língua nos lábios (sem nem perceber), e contou:
— Um parceiro meu, hétero total, disse que numa balada deixou um cara dar um boquete no banheiro. O cara chupava com uma fome louca, mesmo com gente entrando e saindo. Ele gozou na boca do sujeito e falou que nunca sentiu nada igual, que mulher não faz com essa entrega toda.
Meu pau latejou forte dentro da cueca. Imaginei a cena, quis subir em cima dele ali mesmo. Perguntei:
— E tu? Tem curiosidade?
Ele hesitou, olhou pro teto, depois pra mim:
— Curiosidade eu tenho pra caralho. Quanto mais prazer, melhor. Mas fico com medo de vazar, de alguém espalhar.
Eu me aproximei um pouco mais na cama colada:
— Discrição é tudo, né? Se for alguém que também não quer se queimar, que não vai abrir a boca, aí dá pra curtir sem stress. Um lance isolado... ou nem tão isolado assim, se rolar química.
Nossas coxas se encostavam. Senti o calor dele. Ele perguntou, voz rouca:
— E aquela experiência tua? Conta logo.
Eu sorri de lado:
— Promete que não sai daqui? Nem pra minha irmã, nem pra ninguém.
— Prometo. O que rolar aqui morre aqui.
Respirei fundo e comecei:
— Foi no estacionamento do Shopping RioMar, depois do último filme. Um cara me parou pedindo cigarro. Alto, cheiroso, tipo modelo. Disse que tava esperando a mina que tava no cinema com as amigas. Num piscar de olhos perguntou se eu queria mamar nele. Eu devolvi na hora: "Por que tu não me mama primeiro?"
Ele arregalou os olhos, mas com um sorrisinho safado:
— Tu falou isso mesmo?
— Falei. Ele ficou surpreso, mas já tava na vibe. Tirei o pau pra fora, ele começou batendo uma devagar, depois abocanhou tudo. Chupou minhas bolas, engoliu fundo, me fez gozar na garganta dele.
Ele tava ofegante, mão apertando o próprio pau por cima do short.
— E depois? Tu fez nele?
— Chamei pro carro, chupei ele lá dentro. Pau grosso, latejando. Gozou na minha boca enquanto eu enfiava dedo no cu dele. Foi insano.
Ele me olhou, olhos brilhando:
— Qual tu curtiu mais? Dar ou receber?
— Os dois. Ver o cara se contorcendo de prazer por causa da tua boca... é viciante.
Nessa hora senti a mão dele puxar a minha devagar e colocar em cima da rola dura. Quente, pulsando forte. Ele tinha 23 anos, pele morena, corpo definido, pau grande esticando o tecido.
Eu entrei na onda. Tirei o short dele devagar, peguei na vara quente, bati devagar, apertando a cabeça melada. Ele gemia baixo, mordendo o lábio.
— Posso te chupar? — perguntei, voz tremendo de tesão.
— Me chupa... quero sentir como é.
— Relaxa, amanhã a gente finge que nada aconteceu. Pode confiar.
Ele só fez "uhum", já entregue.
Ajoelhei entre as pernas dele, abocanhei tudo de uma vez. Chupei com vontade, lambendo a glande, descendo pras bolas pesadas. Ele se contorcia, mão no meu cabelo. Liguei a luz fraca do abajur sem ele notar direito, queria ver cada detalhe: a rola entrando e saindo da minha boca, veias saltadas, ele gemendo rouco.
Abri mais as pernas dele, dei um beijo no cuzinho apertado. Ele tremeu, mas não parou. Passei a língua devagar, lambendo o anel, enfiando a ponta. Ele soltou um gemido alto, peidou de leve de nervoso e tesão misturado, cheiro forte de macho que me deixou louco. Empurrei a língua mais fundo, ele rebolou sem querer.
De repente ele virou o jogo. Me puxou pra cima, me deu um beijão molhado, língua brigando com a minha. Desceu chupando meu pescoço, peitoral, barriga, até chegar no pau. Fez um boquete guloso, engasgando de propósito. Viramos um 69 perfeito: eu chupando ele, ele me chupando, dedo meu no cu dele, dedo dele no meu. Ele gemia:
— Tô quase... vou gozar...
Gozamos juntos, enchendo a boca um do outro, engolindo tudo, corpos tremendo. Depois nos limpamos, suados, rindo baixinho.
Combinamos outra noite aqui em casa em breve, mais putaria, quem sabe até meter de verdade, sentir ele me abrindo devagar, mesmo que doa um pouco no começo, ou eu nele, gemendo alto.
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Comentários (1)
Luigi: Cara que delicia de conto..... Eu ia adorar um cara assim como vcs
Responder↴ • uid:19h02hs1ucrj