Nizam e seu cunhadinho Léo
Na família, o pai do Léo nunca foi com a cara do Nizam. Pra ele, o cara era um folgado, que só sabia descansar e beber cerveja, sempre reclamando alto nas refeições em família e olhando feio pro Nizam sempre que ele falava alguma coisa. O velho vivia criticando:
“Esse cara não vale nada, filha. Vai te abandonar um dia”
Já a mãe do Léo gostava do Nizam. Achava ele bonito, forte, batalhador (mesmo só malhando), e amava como ele era carinhoso com o filho caçula
“Olha como o Nizam cuida do Léo! Sempre conversando, ajudando... um bom menino” ela dizia, toda feliz, sem imaginar nada de errado.
E o Léo gostava demais do Nizam. Do jeito que ele olhava, do cheiro, das brincadeiras safadas que só eles entendiam. Enquanto o pai reclamava baixinho, chamando ele de vagabundo, o coração do Léo disparava toda vez que o Nizam passava perto, encostando de leve e falando alguma coisa só pra ele ouvir. Pra ele, o Nizam não era nada de folgado, era o cara que fazia ele tremer só de estar perto.
O jantar em família rolava na casa da sogra, galera reunida: a mãe de Léo e da irmã, uns tios, primos, e o pai da que tava lá no sofá, vidrado na TV com o controle na mão. A mesa grandona na sala de jantar tava cheia, um cheiro bom de frango assado, farofa, salada de maionese, e umas cervejas geladas pra refrescar. A galera falava alto, dava risada, contava as mesmas piadas de sempre. Nizam tava ali, colado no Léo.
Léo com seus 18 anos, branco como leite, cabelo meio zoado de tanto passar a mão de nervoso, camisa social azul clara (a mãe tinha insistido pra ele usar pra ficar bonitinho) e uma calça jeans apertada que marcava o bumbum sem querer. Ele tentava focar na comida, mexia no purê com o garfo, mas não conseguia nem engolir.
Do outro lado Nizam, com seus 31, vestia uma camiseta polo preta que grudava no peito e nos braços, barba alinhada, cheiro forte de perfume misturado com um suorzinho por causa do calor. As pernas dele abertas embaixo da mesa, e a coxa grossa esbarrando de propósito na perna magra do Léo toda hora. Começou de boa, enquanto a sogra servia mais arroz, o Nizam se aproximou do cunhado, como quem não quer nada, pra falar algo no ouvido dele.
— Tá gato hoje, hein… — sussurrou bem perto, a voz grave pegando na orelha. — Essa camisa colada nos ombros deixa teu corpo todo em evidência.
O Léo se engasgou com o refri, deu uma tossidinha, os olhos arregalados. A galera olhou, e ele mandou um sorriso sem graça
— Desceu errado…
Nizam deu um tapinha de brother nas costas dele, só que a mão foi descendo, os dedos passando de leve na base da coluna, na curvinha antes da bunda.
— Calma, cunhadinho… respira fundo.
Embaixo da mesa, a mão do Nizam escorregou de mansinho pela coxa do Léo. Apertou de leve a parte interna, o dedão fazendo umas voltinhas perto da virilha. O Léo travou na cadeira, as pernas fechando sozinhas, mas o Nizam forçou um pouco mais, abrindo espaço.
— Abre as pernas pra mim… só um pouquinho — cochichou, fazendo de conta que pegava o saleiro.
Léo obedeceu, tremendo todo. Os olhos grudados no prato, as bochechas vermelhas como se tivesse febre. Nizam subiu a mão mais, os dedos roçando no volume pequeno e duro que já tava se formando na calça jeans. Apertou de leve por cima do tecido, sentindo pulsar contra a mão.
— Tá duro por causa do frango ou por causa do cunhado? — perguntou baixinho, com um sorriso malicioso, enquanto comia um garfada com a outra mão.
Léo mordeu o lábio com força pra não soltar um gemido. Tentou dizer algo, mas só saiu um som abafado.
Do outro lado da mesa, a irmã do Léo (e esposa do Nizam) tava lá, na dela, discutindo com a prima sobre o preço da carne, ninguém tava ligando pra eles.
Nizam continuou na missão. Desabotoou de leve o primeiro botão da calça do Léo por baixo da mesa, o zíper abrindo só um pouquinho.
Enfiou a mão por dentro da cueca boxer fininha. Segurou o pau dele, a pele macia, a ponta já molhadinha de tesão.
— Olha só como tá babando pra mim… — sussurrou.
Léo segurou a beirada da mesa com as duas mãos, as unhas brancas de tanta força que tava fazendo. A cabeça baixa, fingindo que comia, mas o corpo todo tremendo. Respirava pela boca, rápido, tentando não fazer barulho.
Nizam acelerou um pouco, apertando na base e subindo até a ponta, espalhando a molhadinha. Ao mesmo tempo, com a outra mão, pegou o celular como quem não quer nada, só pra disfarçar o movimento do braço.
— Se você gozar aqui na mesa, na frente de todo mundo… — soprou no ouvido dele, a boca quase encostando na orelha — …eu te faço limpar com a língua depois.
O Léo fechou os olhos com força, ele gozou sem fazer barulho, um monte de jatos quentes molhando a cueca, escorrendo pelos dedos do Nizam. O corpo dando uns tremores de leve, mas ele conseguiu segurar o gemido, só um suspiro longo escapou.
— Boa noite, família — disse o Nizam em voz alta, se levantando e esticando os braços. — Vou pegar mais cerveja na geladeira. Léo, me ajuda a trazer as latas?
Léo levantou de mansinho, as pernas bambas, a calça molhada por dentro, o rosto vermelho. A galera deu risada:
— Olha o menino tímido, tá com vergonha de ajudar o cunhado!
Enquanto eles iam andando pelo corredor que dava pra cozinha, longe dos olhares, Nizam encostou o Léo na parede por um segundo, a mão na nuca dele, a boca chegando perto da orelha:
— Você gozou gostoso na minha mão, hein… agora aguenta o resto da noite com a cueca cheia de porra. E quando todo mundo for embora… eu vou te pegar no banheiro da sua mãe até você implorar pra parar.
Léo só conseguiu concordar, os olhos brilhando de vergonha e tesão ao mesmo tempo, enquanto o Nizam dava um tapa de leve na bunda dele e ia pra cozinha assobiando. O jantar ainda ia durar um tempão e o Nizam não ia parar de provocar.
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