#Gay

Retomada

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contosdegay

A pausa que nunca deveria ter ocorrido e a retomada

Olhei e Maria apontava o jogo do bicho enquanto almoçava. Um entra e sai, gente passando na rua, vendo televisão, terminei e fui pagar a conta. Maria chamou e fui até lá, conversamos. Perguntou se eu podia passar após meu expediente e disse que sim. Conferi o meu jogo e nada havia dado voltando para o trabalho. Meu expediente passou depressa e assim que saí, a Maria tomava uma cerveja e encheu meu copo. Falou:

- Então, sabe o Chico?

- Sim.

- Ele tá a fim de te conhecer.

Rimos de leve e falei baixo:

- Safado!

- Sei de nada!

Rimos, ela encheu mais o meu copo e pedi outra. Ouvi:

- E aí?

- Manda, ué! Fazer o quê?

Rimos mais. Chico é aquele amigo que você faz no boteco, bate papo, fala de trabalho e divide uma cerveja, termina tudo e cada um para seu canto. Eu sabia que o cara estava a fim de meter no meu cu, o problema que eu não dava abertura, havia sossegado no sexo com homem, pediu para a Maria chegar junto e ajudar.

- Humm! Tá danadinho!

Ri muito. Na prática, quando cheguei aos vinte, dei um tempo e esperava encontrar alguma louca que topasse namorar comigo, o tempo foi passando e por fim fui entendendo que o negócio era retomar o sexo com homem, cheguei aos vinte e dois solteiro e sem muita expectativa de relacionamento sério. Branco e baixo, a retomada seria sigilosa. Chico faz o meu perfil para transar: preto, baixo, forte, quarentão, trabalhador braçal. Bom de papo, fizemos a chamada amizade de boteco! Dia seguinte após meu expediente, tomamos uma rápida com a Maria, eu e ele saímos para pegarmos um motel.

- Isso, chupa bastante. Vou foder tua bunda!

Pelados, optei pelo 69. Levando chupadas no cu e mamando, meu tesão foi nas alturas! Língua deliciosa e pau preto duro como tora, babei e deixei escorrer para bater uma e virar. Um encaixe e senti bem! Nossa! Quanto tempo!

- Ai, ahh, fode!

Tomei uma surra de pica para gaguejar e fiquei cavalgando com as mãos no peito do Chico, meu novo macho! Olhos fechados, sorri e falei:

- Gostoso. É bom.

Burrice minha, eu nem deveria ter parado pois meu rabo branco desceu até o talo e rebolei igual puta na rola preta safada! Retomada em alto nível, pau preto, as surras foram sendo dadas e meu cu reviveu o passado rápido! Comedor voraz, seu pau mostrou para que veio! Gemendo e gaguejando, caretas, eu pedi:

- Fode, ai, isso, assim, bom, ai, ai, aiii!

Apesar da forte surra de pica preta, eu estava dando conta do recado. Suando, corpos grudando após um tempo, eu estava feliz e sentindo livre, solto, deveria ter nascido mulher e sendo fodido com gosto!

- Tá gostando de ser putinha?

- Muito! Isso, come!

Uma longa surra de pica preta, gaguejei e fiz caretas, ele foi parando e senti a pica pulsar jogando leite! Sem camisinha, vazou antes de tirar e continuou a foda, esperma grudando e pau deslizando rápido! Ouvi:

- Rabo bom do caralho.

- Come.

Meteu um pouco mais e saí de cima. Ganhei um tapa na bunda, sorri de forma safada e falei que foi uma delícia.

Ducha tomada, caímos fora.

Dia seguinte, a Maria perguntou:

- E aí?

- Bom demais. Uma delícia.

Sorrimos de forma safada enquanto ela conferia o jogo do bicho.

Eu estava na ativa novamente.

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