Adoro leite no cu, mas somente de paus grandes e grossos.
Eu sempre soube que meu cu era feito para ser destruído, e aos 30 anos, nada me excita mais do que sentir uma pica grossa e preta me arrombando até eu chorar de prazer, deixando buracos abertos e vazando porra quente como um rio sujo. Meu marido, o corno manso que me ama mais do que a si mesmo, adora assistir enquanto estranhos me fodem o rabo como uma puta barata, e juntos abrimos perfis nos sites de swing de Recife pra caçar paus que me façam implorar por misericórdia – mas misericórdia nunca vem, só mais gozo escorrendo pelas coxas, o cheiro de sexo podre no ar, e eu gritando "me fode mais, caralho, que esse cu é teu agora!". Essa noite, com Thiago e depois com o negão do banheiro, foi o ápice da minha depravação: bundas expostas, gemidos ecoando como sirenes, e meu corno lambendo o resto como um cachorro faminto. Se você tá com o pau duro só de imaginar, leia tudo – e comente abaixo se quer ver as fotos e vídeos que vão te fazer gozar sem tocar.
Meu nome é Luíza, e desde os 18, quando dei meu cu pro primeiro macho que prometeu me encher de porra, eu virei uma vadia anal sem freios. Aos 30, meu buraco já aguentou de tudo: paus finos que mal coçam, mas é as grossas, as veias saltando como cordas, que me fazem tremer. Meu marido, o patético do Marcos, aceita tudo – ele até me ajuda a me preparar, lubrificando meu rabo com cuspe e óleo, sussurrando "vai, amor, deixa eles te arrombar que eu amo ver teu cu piscando depois". Abrimos o perfil no site de swing de Recife há uns meses, "CuDeLuízaAberto", e as mensagens chovem: "Quero te foder até sangrar", "Meu pau de 25cm vai te deixar manca". Eu rio, mostro pro corno, e marco o próximo. Hoje, era pra ser só um date com Thiago, um branquelo tatuado de 28 que prometeu me tratar como lixo, mas acabou virando uma orgia suja que me deixou de pernas bambas, o cu latejando como se tivesse sido socado por um martelo.
Tudo começou na nossa cama, o ar já pesado com o cheiro de suor fresco e o incenso barato que acendo pra disfarçar a putaria. Marcos tava ali, sentado na poltrona do canto, pauzinho murcho na mão, olhos vidrados como um voyeur de filme ruim. "Vai, Luíza, mostra pro Thiago como teu cu engole pica", ele murmurou, voz trêmula de excitação patética. Eu ri, de joelhos no colchão, bunda empinada pro alto, as cortinas semiabertas deixando a luz da rua dançar na minha pele nua. Thiago entrou sem bater, o corpo malhado brilhando de suor, calça jeans apertada marcando o volume que eu já babava só de ver no chat. "Porra, vadia, teu perfil não mentiu – esse rabo é uma buceta pro cu", ele grunhiu, abrindo o zíper e sacando o pau: grosso como meu pulso, cabeçuda roxa latejando, veias pulsando como se quisesse me rasgar ali mesmo.
Eu gemi só de olhar, sentindo o cu contrair de fome. "Vem, caralho, me fode como se eu fosse tua puta de rua. O corno aí adora ver meu buraco virar uma cratera." Thiago cuspiu na mão, esfregou no pau e se posicionou atrás de mim, a ponta grossa cutucando meu anel apertado. Marcos engoliu em seco, "Isso, amor, abre pra ele... mostra que teu cu é melhor que minha boca inútil." O pau dele escorregou pra dentro devagar no começo, esticando minhas paredes como borracha velha, o atrito queimando delicioso, um cheiro almiscarado de macho subindo pro meu nariz. "Ahhh, fode, que grosso... tá me abrindo, porra!", eu gritei, unhas cravando no lençol, o corpo tremendo enquanto ele empurrava mais fundo, centímetro por centímetro, até as bolas peludas baterem na minha boceta molhada.
Ele não perdeu tempo: agarrou minhas nádegas, unhas afundando na carne, e começou a meter com força, o som de pele contra pele ecoando como tapas molhados – ploc, ploc, ploc –, misturado com o squish úmido do lubrificante se misturando ao meu suor. "Toma, sua anal viciada, sente esse pau te rasgando? Teu corno deve ter um palito de dente comparado a isso", Thiago rosnou, olhando pro Marcos com desdém, acelerando o ritmo até eu sentir o cu se abrindo como uma flor suja, as bordas vermelhas e inchadas. Eu choramingava, lágrimas quentes escorrendo pelo rosto, "Mais forte, caralho! Arromba meu cu, faz ele piscar pro corno ver o que um homem de verdade faz! Marcos, olha isso, teu pauzinho nunca vai me fazer gritar assim, seu inútil!" Cada estocada mandava ondas de dor-plazer pelo meu corpo, o pau dele batendo no fundo do meu intestino, um cheiro forte de sexo anal subindo, misturado ao musk do suor dele pingando nas minhas costas.
Marcos gemia baixinho, se masturbando devagar, "Sim, Luíza, humilha ele... eu sou só o limpador de cu depois." Thiago riu, uma gargalhada gutural, e me virou de lado, uma perna no ar, expondo tudo pro corno ver o pau entrando e saindo, coberto de creme branco do meu cu. "Olha pro teu marido, vadia. Diz pra ele que meu pau é o que te faz mulher." Eu obedeci, voz rouca de tanto gemer, "Marcos, esse pau aqui é rei... o teu é só um vermezinho que nem endurece vendo eu ser fudida. Ahhh, porra, Thiago, tá me esfolando por dentro, continua!" O quarto cheirava a porra velha e lubrificante azedo, o ar úmido grudando na pele, e eu sentia o orgasmo anal se aproximando, aquele aperto insano no cu que me faz gozar sem tocar a boceta.
Ele gozou primeiro, rosnando como um animal, "Toma meu leite, sua puta de cu! Enche esse buraco pra teu corno lamber depois!" O jorro veio quente, grosso, enchendo meu rabo até transbordar, escorrendo pelas coxas em fios pegajosos, o cheiro salgado de sêmen fresco invadindo tudo. Eu gritei, o corpo convulsionando, "Enche, caralho, me inunda de porra! Meu cu adora ser um reservatório de macho!" Thiago saiu devagar, o pau babando, deixando meu cu aberto como uma boca ofegante, piscando e vazando, as bordas rosadas e esfoladas brilhando sob a luz. Marcos se aproximou rastejando, língua fora, "Deixa eu limpar, amor... obrigada por me deixar ver." Eu ri, exausta, empurrando a bunda na cara dele, "Lambe tudo, corno, sente o gosto de um homem de verdade no meu cu arrombado."
Mas a noite não acabou aí – meu vício é insaciável, e no site já tinha outro pau marcando presença. Depois de uma hora, com o cu ainda latejando e Marcos me massageando as costas como um escravo, chegou o negão, chamava-se Victor, 32 anos, pau de ébano que parecia uma mangueira preta no perfil. "Manda ele embora um pouco, Luíza, quero te foder na cozinha como uma cozinheira puta", ele mandou no zap, e eu, com o coração acelerado, mandei Marcos pro sofá assistir pela fresta da porta. A cozinha tava escura, só a luz do fogão acesa, cheirando a temperos velhos e ao resquício de janta queimada. Eu me apoiei na bancada, saia curta puxada pra cima, sem calcinha, o cu ainda escorrendo o gozo de Thiago, pingando no piso frio.
Victor chegou como um furacão, mãos grandes e ásperas me agarrando pela cintura, boca no meu pescoço mordendo forte o suficiente pra deixar marca. "Porra, Luíza, teu cu tá pronto pro meu monstro? Vou te deixar manca pra caralho." Seu pau era uma aberração: 28cm de grossura obscena, preto como carvão, pulsando com veias que pareciam cabos de aço. Ele cuspiu no chão, esfregou na cabeça e me penetrou de uma vez, sem piedade, o estiramento me fazendo uivar como uma loba no cio. "Aaaah, fode, que pauzão! Tá me rasgando ao meio, Victor, continua, me destrói esse cu viciado!" O som era obsceno: o slap molhado da carne batendo, o squelch do gozo antigo se misturando ao novo lubrificante, e meus gemidos altos ecoando pelas paredes, "Grita mais, vadia, deixa teu corno ouvir lá fora como um pau de verdade te faz chorar!"
Ele me fodia contra a geladeira, depois na mesa, virando pratos no chão com os empurrões, o cheiro de metal frio misturado ao suor salgado dele escorrendo pelo meu peito. "Teu marido é um bosta, né? Aposto que ele goza em dois minutos. Olha pro lado, imagina ele batendo punheta fraca enquanto eu te encho de porra preta." Eu chorava de verdade agora, lágrimas salgadas no rosto, o cu queimando como fogo, esfolado e aberto, mas o prazer era uma onda que me afogava. "Sim, Marcos é um corno fracote, pau mole que nem me coça! Fode mais, Victor, arromba meu rabo até eu não andar, enche de leite pra eu carregar teu cheiro o dia todo!" Seus quadris batiam nos meus como um pistão, bolas pesadas esmagando minha boceta, e eu sentia cada veia roçando minhas paredes sensíveis, o atrito me levando ao limite.
No meio dessa foda selvagem, com o cu piscando e vazando, pensei em vocês, leitores safados – se quiserem achar o autor desse perfil e ver mais fotos cruas, comente abaixo com "Quero o cu da Luíza", que eu mando o link pros sites de Recife. Victor me ergueu como uma boneca, me jogando na pia, pernas abertas, e meteu de novo, o pau entrando até o talo, me fazendo berrar, "Porra, tá no meu estômago, caralho! Me fode como uma égua, humilha o corno dizendo que ele nunca vai me satisfazer!" Ele riu, voz grave como trovão, "Ei, corno! Sai do esconderijo e vê teu cu de mulher ser esticado por um rei. Essa vadia é minha agora, teu pau é lixo!" Marcos apareceu na porta, olhos arregalados, se tocando pateticamente, e eu gemi mais alto, "Olha, Marcos, esse pau negro tá me virando do avesso... você é só o palhaço que limpa a bagunça, seu merdinha!"
Ele gozou como uma torneira quebrada, jatos quentes e espessos inundando meu cu, transbordando em golfadas que escorriam pela bundinha, pingando no chão da cozinha num cheiro forte de esperma azedo e sexo suado. "Toma, sua puta anal, enchi teu buraco pro corno nadar em porra!" Eu explodi no orgasmo, corpo tremendo, gritando rouca, "Enche, fode, me deixa vazando teu leite o dia todo! Meu cu tá arrombado, esfolado, perfeito!" Victor saiu, o pau brilhando de fluidos, e meu cu ficou ali, aberto como um túnel escuro, bordas vermelhas e inchadas, piscando involuntariamente, um filete de porra branca contrastando com a pele rosada.
Mas o vício não para – horas depois, no banheiro, com o vapor do chuveiro enchendo o ar de umidade pegajosa, chamei outro, o Pedro, um magrelo de pau surpreendentemente grosso que topou me foder de pé contra os azulejos frios. O cheiro de sabonete misturado ao resíduo de gozo nos meus poros, e eu, de quatro no chão molhado, bunda pro alto, "Vem, Pedro, fecha a festa no meu cu destruído... faz ele sangrar de tanto pau!" Ele obedeceu, metendo com fúria, o som de água batendo na pele se misturando aos meus choros, "Aiii, porra, tá me matando de prazer! Marcos, seu corno, ouve isso? Outro pau me usando como vaso sanitário!" Pedro grunhiu, "Teu marido deve ser cego pra aguentar ver esse cu guloso engolindo macho atrás de macho. Toma, vadia, mais porra pro teu buraco fedorento!" Tudo meu posto em www.selmaclub.com E www.fanvue.com/brasileiras
Ele me encheu de novo, o leite quente se misturando aos anteriores, escorrendo em rios grossos pelas minhas pernas, o cu agora um caos: aberto, esfolado, latejando de dor doce, cheirando a uma mistura profana de sêmen e lubrificante. Marcos, fiel como sempre, se ajoelhou pra lamber, língua trêmula no meu rabo destruído, "Obrigado, amor... foi lindo ver você ser uma puta total." Eu ri, exausta, o corpo mole contra os azulejos, "Você é patético, corno, mas eu te amo por isso. Agora limpa direito, que amanhã tem mais."
E tem mais, safados – novas aventuras diárias no perfil, com paus ainda maiores me arrombando em lugares públicos de Recife, cus no ar e porra vazando. Comente abaixo o que você gozou lendo isso, ou peça o link pros vídeos completos. Meu cu espera o próximo... e o seu pau, hein?
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