Novinhos Safados no Curral: A Primeira Vez que Chupamos a Rola Gigante do Trovão com o Joãozão
Eu e meu primo já éramos safados, mas o Joãozão, filho do caseiro, nos ensinou a diversão com o garanhão do sítio
Era uma tarde quente de janeiro no sítio do interior de São Paulo, daqueles dias em que o sol queima a pele e o ar parece grosso de poeira e cheiro de mato seco. Eu tinha 14 anos recém feitos na época, magrelo, cheio de vergonha mas louco de curiosidade sexual que não parava de crescer. Meu primo Lucas, um ano mais velho, era meu cúmplice desde antes de sair gozo do pau. A gente morava na mesma casa grande do sítio nas férias, dividindo quarto, e isso facilitava tudo.
Começou inocente: dormir de cueca, rolar na cama e acabar encostando um no outro "sem querer". Depois veio a fase de mostrar o pau duro de manhã, rindo nervoso, comparando tamanho. "O teu tá mais reto que o meu", ele dizia, e a gente ficava ali deitado de lado, olhando um pro outro, até que um dia eu estiquei a mão e toquei o dele por cima da cueca. Ele não tirou. Apertou de leve, gemeu baixinho. Daí pra frente virou rotina quase diária.
De noite, com a casa quieta, a gente se enfiava debaixo do lençol. Tirava a cueca devagar pra não fazer barulho. Começava com mãozinha mútua: eu pegava o pau dele, quente, pele macia deslizando na glande úmida de pré-gozo, batendo devagar enquanto ele fazia o mesmo em mim. A gente sussurrava putaria no ouvido um do outro. "Vai mais rápido... assim... caralho, tá babando na minha mão". O cheiro de suor adolescente, de porra fresca, enchia o quarto. Às vezes um gozava primeiro, jorrando quente na barriga do outro, e o resto escorria pelos dedos. Depois limpava com a própria cueca suja, rindo baixo.
De dia era no mato. Atrás do galinheiro, no pomar, ou no barracão velho de ferramentas. A gente se escondia entre as árvores, baixava a bermuda até o joelho e batia um pro outro de frente. Olhando nos olhos, acelerando o ritmo, gemendo abafado. Lucas gostava de cuspir na mão antes, deixar tudo molhado e escorregadio. Eu lambia o pescoço dele enquanto batia, sentindo o gosto de suor salgado. Uma vez ele se ajoelhou e chupou meu pau pela primeira vez ali mesmo, no meio do mato. Boca quente, língua rodando na glande, sugando forte até eu gozar na garganta dele, tremendo todo. Ele engoliu tudo, limpou com a língua e disse: "Sua porra é grossa pra caralho".
Mas nada preparava pro que veio depois. O que mudou tudo foi o João, o filho do caseiro. Ele tinha 20 anos, alto, moreno queimado de sol, corpo forte de quem carregava saco de milho e consertava cerca o dia inteiro. Peito largo coberto de pelos escuros, braços grossos, e uma barba rala que começava a crescer. Todo mundo no sítio dizia que ele era "o macho da roça", e eu sentia um frio na barriga — e um tesão no pau — só de olhar pra ele andando de calça jeans surrada, sem camisa, suor escorrendo pelo tanquinho definido.
A gente chamava ele de Joãozão. Morava na casinha de taipa perto do curral, e sempre que eu e Lucas íamos pro lado dos cavalos "brincar", ele aparecia com aquele sorriso safado, como se soubesse exatamente as putarias que a gente aprontava escondido.
Um dia, depois do almoço, Lucas e eu fomos pro curral com a desculpa de "ver os cavalos". Na verdade, era pra repetir a rotina: esconder atrás da cocheira, baixar as bermudas e bater uma mútua rápida, gozar na terra e voltar pra casa como se nada tivesse acontecido. Mas Joãozão tava lá, encostado na cerca, fumando um cigarro de palha, olhando pro garanhão preto que o patrão usava pra cobrir as éguas.
— E aí, meninada? Veio admirar o bicho... ou veio bater uma escondido de novo? — ele disse, voz grossa, olhando direto pros nossos volumes na bermuda.
Eu corei na hora, coração disparado. Lucas deu risada nervosa, mas não negou.
— É... o cavalo tá bonito hoje — eu gaguejei.
Joãozão riu baixo, jogou o cigarro no chão e pisou em cima.
— Bonito nada. Ele tá com tesão. Olha só.
Ele apontou. O garanhão, um animal enorme chamado Trovão, tava inquieto, batendo casco no chão. E aí a gente viu: saindo da bainha devagar, aquela rola rosa e preta começando a descer, grossa, veiuda, balançando pesada entre as pernas traseiras. Era monstruosa, maior que meu braço, a glande inchada brilhando com um fio grosso de pré-gozo pingando na poeira.
Meu pau endureceu instantaneamente, latejando na cueca. Lucas também, o volume evidente. Joãozão se aproximou do cavalo, passou a mão no pescoço dele pra acalmar.
— Ele gosta quando a gente ajuda. Quer ver como é de verdade?
Eu e Lucas nos entreolhamos, o tesão misturado com medo e excitação. Joãozão não esperou. Agachou um pouco e segurou a base daquela rola com as duas mãos grandes, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Começou a bater devagar, firme, subindo e descendo pela vara que ia crescendo.
— Vem cá, não morde não — ele chamou, voz rouca.
A gente chegou perto, tremendo. O cheiro subiu forte: suor de cavalo, feno seco, e aquele odor animalesco, salgado e cru, vindo direto da rola exposta. Joãozão pegou minha mão e colocou ali. Era quente pra caralho, pulsando forte, grossa demais pra eu fechar os dedos em volta. Comecei a mexer, imitando o ritmo dele. Lucas fez o mesmo do outro lado, nossa mãos se tocando na base enquanto batíamos juntos.
— Isso, assim... devagar no começo, depois mais rápido. Aperta um pouco na glande — Joãozão murmurou, olhos fixos na gente.
A rola cresceu mais, ficou dura como pedra, a glande enorme, vermelha e brilhante, babando um líquido grosso e transparente que escorria pelas nossas mãos. Eu sentia o cheiro invadindo tudo, me deixando zonzo de tesão. Meu próprio pau doía dentro da cueca, vazando pré-gozo.
Joãozão olhou pra gente, sorriso safado.
— Querem provar de verdade? Chupar. Ele goza pra caralho quando gosta.
Lucas arregalou os olhos, mas não disse não. Eu fui na frente. Me ajoelhei na poeira quente, cara bem perto daquela glande inchada. O cheiro era insuportável de forte, mas tesudo pra cacete. Abri a boca e encostei a língua na ponta. Salgado, grosso, animal. Engoli um pouco daquele pré-gozo viscoso, sentindo o gosto explodir na boca. Joãozão gemeu baixo, mão na minha nuca.
— Isso, garoto... chupa bem a cabecinha.
Lucas se juntou, lambendo do outro lado da glande. A gente chupava alternado, línguas roçando, descendo pela vara grossa e veiuda. Joãozão, enquanto isso, enfiou a mão dentro das nossas bermudas, apertando nossos paus duros por cima da cueca, masturbando devagar.
— Tira tudo, vai. Mostra pro Joãozão como vocês batem um pro outro.
A gente baixou as bermudas e cuecas rapidinho. Nossos paus duros, pequenos perto daquela rola de cavalo, mas latejando forte. Joãozão pegou os dois ao mesmo tempo com uma mão grande, batendo ritmado enquanto a gente continuava chupando o Trovão.
O cavalo começou a tremer, relinchar mais alto. A rola pulsou forte na minha boca. De repente, jatos quentes e grossos explodiram. Primeiro acertou minha cara, quente e pegajoso, escorrendo pelo queixo. Depois no peito de Lucas. Era muito volume, jorro atrás de jorro, pingando na terra. Eu engoli o que consegui, o resto escorrendo quente pela pele, misturando com suor. O gosto era forte, salgado, meio amargo, mas eu queria mais.
Joãozão gozou também só de olhar: sem tocar em si mesmo, jorrou forte na poeira, gemendo rouco, porra grossa escorrendo pelos dedos.
Depois ficamos ali ofegantes, sujos de porra de cavalo e terra, rindo nervoso. O cavalo se acalmou, a rola voltando devagar pra bainha.
Joãozão limpou a gente com um pano velho do bolso, mas o cheiro ficou impregnado na pele. Naquela tarde mesmo, ele nos levou pro quartinho dele atrás da casa. Trancou a porta.
— Agora é a vez de vocês me mostrarem como batem um pro outro direito.
Ele tirou a calça. A rola dele era grossa, escura, veiuda, maior que a nossa, já meia dura. Sentou na cama improvisada e abriu as pernas.
— Vem, mostrem pro Joãozão.
Eu e Lucas nos ajoelhamos na frente dele. Começamos batendo um no outro como sempre: mão mútua, olhando nos olhos, mas agora com ele assistindo. Depois ele guiou: eu chupei o pau dele primeiro, sentindo o gosto de suor de homem misturado com o resquício de porra de cavalo nas minhas mãos. Lucas lambeu as bolas pesadas, cheias. Joãozão gemia, mãos nas nossas nucas.
— Isso... engole tudo, putinhos. Batam mais rápido um no outro enquanto chupam.
A gente gozou quase junto: eu na boca dele, Lucas na mão dele. Ele gozou na minha garganta, grosso e quente, depois trocou e gozou na boca do Lucas também.
Daí em diante virou rotina diária. De manhã ou à tarde, a gente ia pro curral ou pro quartinho. Às vezes só masturbava o cavalo juntos, mãos se tocando na rola enorme. Às vezes chupava em revezamento. Joãozão ensinava tudo: como apertar a base pra segurar o gozo, como lamber a uretra pra sair mais pré-gozo grosso, como engolir sem engasgar no jato forte.
Uma vez ele me colocou de quatro atrás do Trovão, passou vaselina na minha bunda e guiou só a glande pra encostar na entrada. Não entrou tudo — impossível —, mas a pressão esticando, forçando, me fez gozar forte enquanto Joãozão batia uma em mim e Lucas chupava meu pau ao mesmo tempo.
Anos depois, o tesão nunca sumiu. Quando bato uma hoje, fecho os olhos e revivo: as noites no quarto com Lucas, mão mútua debaixo do lençol; as tardes no mato chupando um ao outro; e depois o curral, o cheiro animal, a rola enorme pulsando, o jato quente na cara, Joãozão gemendo enquanto gozava na nossa boca suja.
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Comentários (3)
Curioso Zoo: delícia de conto. tenho muita vontade de bater uma punheta com cavalo e depois chupar pra ele gozar na minha boca e sentir o gosto. tenho curiosidade de saber como é o gosto da gala
Responder↴ • uid:1dqxxa1gem2pLervis: Quando era mlk eu tinha muita curiosidade também em rola de cavalo! Mta vontade de pegar em uma
Responder↴ • uid:2cqba3mzr9Putinho: Conto perfeito. Amo zoo com cavalos e passivos
Responder↴ • uid:1dahi9b9ekii