O zelador me comeu na escola
Relato real de quando eu estudava e o zelador me comia a força
Oi me chamo André, e atualmente tenho 20 anos, Vou contar um relato de quando eu ainda estudava na escola comum; não vou citar minha idade e nem dar detalhes do ano escolar e etc por questões de segurança.
Eu ia pra escola todo dia pela manhã e gostava bastante da hora do intervalo porque podia correr a vontade e explorar o prédio da escola; a escola era muito grande tinha uma área enorme dentro dos seus limites que era toda revestida daquele tipo de Areia que lembra praia; na sua frente tinha outra área cheia de árvores onde eu gostava muito de subir nelas e brincar; certa vez eu e meus colegas fomos brincar de bola no ginásio; o ginásio era afastado do prédio principal, o terreno da escola era muito grande e o ginásio ficava bem no final; tínhamos que andar um pouco até chegar nele; éramos proibidos de entrar no ginásio no horário de intervalo porém eu e meus colegas queríamos muito ir lá e estamos eufóricos por estar quebrando uma regra.
Enfim fomos até lá achando que não tinha ninguém, e quando chegamos começamos a brincar; a quadra era muito grande e toda fechada parecia até uma igreja no formato que ela possuia, ela tinha algumas janelas de vidro, eu fui ter a brilhante ideia de chutar a bola em uma daquelas janelas, enfim a janela quebrou com a impacto da bola e todos os meus amigos ao verem isso saíram correndo e me deixaram sozinho; eu corri pra pegar a bola quando ouvi uma voz grossa do outro lado da quadra; era o zelador que estava limpando os banheiros, ele viu tudo e mandou eu ficar no meu lugar e veio até mim; eu já tinha visto aquele zelador algumas vezes mais geralmente ele sempre ficava responsável pela quadra porém naquele dia achávamos que ele não estava. Ele veio até mim, olhou o vidro quebrado e foi pegar a bola; eu estava com muito medo e ele começou a me brigar e dizer que ia me levar pra diretoria e que meus pais teriam que pagar o conserto da janela; eu comecei a chorar até que ele olhou pra mim e disse que não ia contar nada se eu fizesse uma coisa pra ele. Eu rapidamente concordei aí ele falou que já ia bater o sino para voltarmos e que no dia seguinte eu deveria ir até lá assim que o intervalo começasse pra eu pagar minha dívida. Eu voltei pra casa nesse dia aliviado e ao mesmo tempo curioso em saber qual era a ajuda que ele queria.
No dia seguinte cheguei a escola e eu teria horário livre pois o professor faltou; aproveitei e fui correndo pro ginásio; chegando lá procurei o zelador e achei ele no vestiário masculino limpando os vidros dos espelhos; ele me viu e me mandou esperar que logo ele iria me dar uma atividade; eu sentei num banco de cimento que tinha lá e fiquei esperando até que ele terminou, lavou as mãos e pediu pra eu seguir ele até um box afastado, vi quando ele tirou um molho de chaves do bolso e trancou a porta de acesso a todo o vestiário. Depois ele foi ate o último box onde eu estava esperando ele. Mandou eu entrar aí ele fechou a porta do box e mandou eu sentar no vaso de frente pra ele; eu tava um pouco temido e meu coração batia a mil; ele falou que ia fazer uma coisa comigo e que eu não podia contar pra ninguém se eu contasse ele disse que falaria pra diretoria e pro meu pai que eu havia quebrado a janela e aí eu seria castigado; eu concordei com ele. Aí ele abriu o zíper da calça dele e pós o pau dele pra fora; estava meio mole mais assim que ele pôs pra fora começou a ficar duro até que finalmente estava igual pedra; ele mandou eu colocar a boca no pau dele e chupar; eu fiquei com nojo aí ele disse que eu não tinha que me preocupar porque tinha um gosto muito bom e que eu iria gostar muito; ele disse que se eu chupasse bem iria conseguir tirar um mel que saia dele e era bem gostoso; o pau dele era mediano e coberto de pelos; era bem cabeludo; eu então fiz o que ele pediu o coloquei na minha boca; só que eu não conseguia chupar por muito tempo porque minha boca ficava seca e eu tinha que tirar; eu chupei bem desengonçado porque era minha primeira vez. Ele fazia o possível pra ficar muito tempo com o pau dentro da minha boca até travava minha cabeça com as mãos no pau dele; só que eu me debatia pra sair aí ele suspirava e deixava eu respirar um pouco e depois eu começava de volta; o box começou a se encher com um cheiro esquisito e minhas mãos tbm ficaram com esse cheiro; eu continuei tentando chupar ele até que ele pediu pra eu parar e ficar com a boca aberta eu obedeci; ele começou a punhetar o pau dele até que de repente um líquido bem espesso começou a escorrer do pau dele pra minha boca; eu achava que era urina e desviei o rosto o líquido escorreu pela minha bochecha e manchou minha farda; ele xingou um palavrão disse “Viadinho do caralho porque tirou o rosto? Porra era pra ter ficado parado seu filho da puta” aí ele puxou minha orelha com força e eu comecei a chorar. Ele pegou um pano de dentro da calça e limpou a pica com ele mandou eu calar a boca se não ele ia me dar uma surra; ele jogou o pano em mim e mandou eu me limpar eu obedeci; ele disse que eu não tinha que contar pra ninguém aquilo e que todo dia ia me esperar ali naquele box pra gente fazer o que ele chamou de “Pimbar” disse que ia Pimbar comigo todo intervalo e que se eu contasse pra alguém todo mundo ia descobrir da janela e eu ia pegar uma surra dos meus pais. Desde daquele dia eu ia toda o intervalo pra lá; eu chupava a pica dele sem jeito e no segundo dia ele gozou mais dessa vez me alertou pra não se mover se não ele ia arrancar minha orelha com a mão dele; a primeira vez que experimentei gala eu achei um gosto bem ácido e vomitei; ele ficou observando enquanto eu vomitava no vaso o gala dele e não disse nada; eu continuava a chupar todo desengonçado e não conseguia ficar com a pica dele na minha boca por muito tempo; depois de depois de duas semanas eu sempre cuspia fora o gala dele até que um dia eu fui fazer isso e ele tampou minha boca com a mão dele e mandou eu engolir olhando nos meus olhos; eu não consegui e ele disse que a partir daquele dia eu ia engolir se eu não fizesse isso ele falou que ia me dar uma surra no banheiro. Eu tinha muito medo dele; ele era um homem alto e tinha uma barba espessa e grisalha, era parrudo e tinha pelos que cobriam seus braços; nas oportunidades que tive de ver ele completamente nu ele tinha pelos nas costas e cobrindo toda a barriga e peitoral esses pelos se entendiam pela virilha e envolviam a pica dele que quando estava mole ficava meio difícil de ver ela porque os pêlos dele e cobriam ela inteira; o saco dele tinha vários fios encaracolados de cabelo e a bunda dele também; ele era casado e tinha duas filhas já maiores de idade e descobri um tempo depois que tinha 42 anos; ele era muito agressivo comigo e sempre que estávamos só eu e ele eu fazia de tudo pra obedecer ao que ele mandava; quando havia eventos da escola na quadra nós não tínhamos nosso encontro mais assim que ele ficava sem uso de novo tudo voltava a ser como antes; depois de uns dos meses eu comecei a chupar a pica dele com mais intensidade o comecei a aprender como ele gostava; depois de algum tempo eu comecei a ir por vontade própria chupar ele porque me dava uma euforia uma adrenalina por estar fazendo algo proibido; eu chegava no vestiário e ele já apontava pro último box e falava “vai pra lá que quando eu terminar aqui eu vou Pimbar contigo” depois quer aprendi como chupar ele da maneira correta uma vez só não era mais o suficiente eu fazia ele gozar muito rápido então sempre chupava ele duas vezes e adorava porque tinha leite em dobro; fiquei um ano mamando ele até que no ano seguinte ele disse que iamos fazer diferente
Ele esperou um dia em que eu estivesse com tempo vago para iniciar; me levou pro box e mandou eu ficar de costas pra ele e encostar os braços na parede; eu obedeci; ele me ajeitou me fazendo ficar com a bunda empinandinha; como eu era novinho meu cuzinho era todo rosado e lisinho ele caiu de boca no meu cuzinho; senti a barba dele espessa na minha bundinha e tremi todo; ele percebeu que eu estremeci e disse que naquele dia ia Pimbar comigo diferente; ele tirou um frasco pequeno com um óleo do bolso da sua calça e passou no pau dele e depois começou a passar no meu cuzinho; ele começou a enfiar o dedo lá dentro e disse que tava quentinho; disse que meu cuzinho tinha sido feito pra ser esfolado pelo pau dele e falou que eu tinha nascido viadinho e que naquele dia ele iria me comer porque viadinhos nojentos como eu tinha que receber pica pra aprender. Ele falava uma série de coisas pra mim enquanto metia o dedo no meu cuzinho e tirava; até que ele parou e cuspiu no pau dele e mandou eu não gritar disse que se eu gritasse ele ia me dar uma surra; eu não entendi porque ele havia pedido aquilo até que quando ele começou a colocar eu compreendi; foi a pior dor da minha vida sentir aquela pica de adulto grossa e aveiuda dentro de mim me esfolado literalmente eu tentei fugir mais ele colocou as mãos na minha cintura e e me puxou pra trás eu não aguentei e gritei; ele tampou minha boca e começou a socar tudo dentro de mim; ele nem esperou enfiar tudo ele já foi socando sem piedade; eu me debatia inutilmente tentando sair das mãos dele mais era inútil; depois de alguns minutos as minhas lágrimas deram lugar a prazer; eu comecei a ficar excitado com ele atrás de mim; sentindo àquelas coxas peludas envolvendo minhas pernas; ele gozou bem rápido a primeira vez e tirou a pica toda melada de sangue e gala; eu estava me tremendo todo; ele então perguntou se eu queria de novo e eu disse quê sim me tremendo todo mais com meu pau duro igual pedra ele então sentou no vaso e mandou eu abrir o cu e sentar em cima da pica dele; eu obedeci; ele me comeu naquela posição me fazia ir pra cima e pra baixo e eu gemia de prazer; terminamos com o suor escorrendo pela testa e pescoço dele; depois disso ele me comia diariamente na escola; depois que passou a fuder meu cuzinho ele começou a ser gentil comigo; me chamava de bebê e beijava meu pescoço enquanto me comia passou a me trazer presentes e me beijava de língua em algumas ocasiões; nós primeiros meses meu cuzinho ficou todo ferido e aberto mais depois me acostumei; eu me mudei de cidade e nunca mais tive contato com ele o que foi uma Pena porque tenho certeza que se eu tivermos continuado lá com certeza seria o amante daquele coroa.
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Comentários (1)
Beto: Sorte sua ele vai deixar seu cuzinho bem arrombado e vai contar para o porteiro tu vai ver
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