Sou um fracasso com mulheres então matei a carência com macho
A ansiedade e a carência me fizeram provar do fruto proibido, nesse caso, uma banana kkkkk
Sou autista. Sempre fui o esquisito da turma, o que não entende piada na hora, o que fala alto demais ou fica mudo quando devia falar. A pandemia pegou minha adolescência inteira e trancou em casa: zero rolê, zero beijo, zero mão na cintura de ninguém. Cresci vendo filme de romance, novela, aquelas coisas que mostram o cara normal conquistando a garota, casando, tendo filhos. Eu acreditava que um dia ia rolar comigo também. Mentira. Já entendi: mulheres não me veem como homem. Veem um menininho fofo, um irmãozinho, um amigo de confidência, mas nunca o cara que elas querem foder, proteger, construir família. Sou baixinho (1,64), cabeludo, corpo mole de quem nunca levantou peso na vida, traços neotênicos que me fazem parecer 15 anos pra sempre. Nerd. Sensível pra caralho. Dependente emocional nível extremo. Elas sentem pena, às vezes até tesão passageiro, mas no fundo sabem: eu não sirvo pra ser o provedor, o protetor, o macho alfa que elas sonham em ter ao lado na foto de casamento.
No início matava a carência com webnamoro, resultado? Usado e descartado. Noites sem dormir, chorando no travesseiro, imaginando como seria ter uma esposa me esperando em casa, filhos correndo, uma vida normal. Percebi aos poucos: isso não é pra mim. Nunca foi. Meu DNA não veio com o pacote “conquistador”. Veio com o pacote “ser conquistado”. Ser a parte que se entrega, que obedece, que serve. E quanto mais eu lutava contra isso, mais a carência me esmagava. Crises de ansiedade que me faziam apertar o peito achando que ia morrer, pensamentos suicidas que vinham em ondas: “pra que continuar se ninguém nunca vai me querer de verdade?”.
Aí veio a pornografia. Primeiro hétero, depois bissexual, depois só gay. Comecei a ler contos de passivo, de submisso, de macho grande dominando o menor. E me vi ali. Nas coxas grossas que eu tenho, na bundinha branca que nunca ninguém tocou, no jeitinho frágil que pede pra ser guiado. Comecei a me masturbar imaginando ser eu o putinho. Não era só tesão. Era alívio. Alívio de aceitar que o desejo de ter mulher, casa, filhos… aquilo morreu em mim. Não vai acontecer. Nunca. E talvez… talvez eu não precise disso. Talvez o que eu precise seja ser usado por alguém que tem o que eu nunca vou ter: altura, pau grande, voz grossa, dominância natural. Alguém que me olhe e veja exatamente o que eu sou: um macho fracassado que nasceu pra ser a cadelinha de macho de verdade.
Baixei os apps. Fotos sem rosto, shortinho marcando as coxas, bunda empinada. No começo era só tesão na humilhação: caras me chamando de “putinha”, “viadinho”, mandando pau duro. Eu gozava forte, depois chorava de nojo de mim mesmo, apagava o app. Voltava dois dias depois. Ciclo doentio. Me depilei todo, tirei nudes completos: cuzinho rosa piscando, bundinha branca implorando. Cada foto era um passo a mais na rendição.
Até que apareceu ele. O papo não era forçado, não era só sacanagem barata. Era calmo, dominante sem esforço, como se ele soubesse que eu já tava quebrado e só precisava de alguém pra pisar no caco. Ele guiava, eu obedecia sem nem perceber. Quando ele mandou: “se for pra rolar, é WhatsApp, rosto na cara, sem frescura”, eu fiz cu doce, mas no fundo tava tremendo de vontade de me expor. Mostrei quem eu era. Ele mostrou quem ele era. E pela primeira vez não senti nojo. Ele era… homem. De verdade. Alto, forte, pau grosso, 18cm, escuro, denso, com veias marcadas, aquela estética de rola que quando você vê pela primeira vez pensa: “caralho, isso é de adulto”. Quando você é criança e vê seu pai pelado, me fez sentir pequeno.
Ele elogiou minha bundinha: “branca, macia, cuzinho virgem apertadinho, marronzinho por fora com entradinha rosa… vou lamber até tu chorar pedindo rola”. Eu lia e meu pau babava, mas minha cabeça gritava: “é isso. É isso que você nasceu pra ser”. Não tem namorada, não tem esposa na sua vida. Não tem filhos. Tem macho grande te abrindo, te enchendo, te fazendo gemer como menina. E você vai gostar. Porque é a única coisa que sobrou pra você sentir que vale alguma coisa.
Dias se passaram, eu fazendo cu doce, ele me atiçando devagar. Até o dia da carência máxima. Ele deu o ultimato: “hoje ou block”. Meu coração disparou. Medo, vergonha, tesão misturado. Mas eu já sabia. Eu já tinha aceitado. Aceitei que nunca vou ser o homem da casa. Aceitei que meu lugar é de quatro, gemendo, levando pau de quem tem o que eu nunca vou ter. Aceitei que sou biologicamente programado pra isso: pra ser a puta de macho melhor, maior, mais forte. Pra ser preenchido, dominado, usado. E quando eu disse “Tá bom”, não era só tesão. Era rendição total. O Uber chegou rápido, daqueles pretos comuns que parecem todos iguais à noite. Ele pagou tudo pelo app, claro, nem me deixou escolher, só mandou a corrida e disse “entra quando chegar, putinha”. Meu coração já tava na garganta quando abri a porta traseira e me joguei no banco. O motorista era um cara de meia-idade, barba rala, rádio baixinho tocando alguma sertaneja genérica. Cumprimentou com um “boa noite” seco, eu respondi com um “boa noite” que saiu mais sussurro que voz. Tossi pra disfarçar, limpei a garganta. Tinha que falar alguma coisa, senão o silêncio ia me engolir vivo.
“Tá indo pra onde, hein? Noite animada?” ele perguntou, olhando pelo retrovisor enquanto saía da rua.
“É… indo encontrar um amigo”, respondi, voz tremendo no final da frase. Forcei um sorriso que nem eu acreditei. “E você, tá trabalhando até tarde hoje?”
“Todo dia é assim, rapaz. Corrida atrás de corrida. Pra onde é mesmo? Ah, já vi aqui no GPS. Bairro chique, hein?”
“É… sim, fica um pouco longe.” Meu cérebro tava em outro planeta. Enquanto ele falava sobre o trânsito da hora do rush, sobre como o preço da gasolina tava um absurdo, eu só balançava a cabeça e soltava “é mesmo”, “verdade”, “pois é”. Mas minha mente? Minha mente tava grudada naquilo tudo que eu tinha feito mais cedo.
Eu me depilei inteiro. Tudo. Pau, bolas, virilha, bunda, perineum, e claro, o cuzinho. Usei aquela lâmina nova, passei creme depois pra não irritar, fiquei olhando no espelho o resultado: pele lisinha, rosadinha, exposta. Fiz chuquinha com o dedo, testando, imaginando a língua dele ali, grossa, quente, abrindo caminho. Meu pau deu uma pulsada só de lembrar. Agora, sentado nesse banco de couro falso, eu sentia o shortinho justo roçando na pele sensível, o cuzinho limpo piscando de ansiedade como se soubesse o que ia acontecer. Cada buraco no asfalto fazia o corpo balançar, e eu apertava as coxas uma na outra, tentando controlar o tesão misturado com pavor.
“De que caralhos eu tô fazendo da minha vida?”, pensava, olhando as luzes da cidade passando rápido pela janela. Eu, que sonhava com Uber levando menina pra minha casa, com ela entrando tímida, eu dominando, transando. A fantasia hétero clássica. Mas a realidade? Era o macho pagando Uber pra mim. Eu indo feito vitelinha pro abatedouro. Indo ser a fêmea. Indo abrir as pernas, gemer, levar rola grossa até chorar. E o pior: uma parte de mim tava… feliz. Livre. Pela primeira vez na vida, alguém me queria de verdade. Não como amigo fofo, não como confidente. Queria me usar. Me foder. Me preencher. E eu tava indo atrás disso como se fosse o único propósito que restava.
O motorista perguntou algo sobre futebol, eu acho. Respondi qualquer merda: “ah, sim, o time tá mal mesmo”. Mas eu nem ouvi direito. Tava imaginando a chegada: a porta abrindo, ele me puxando pra dentro sem nem dizer oi direito, me jogando na parede, mão grande apertando minha bunda branca, dedo já cutucando o cuzinho que eu preparei pra ele. “Vou lamber até tu chorar”, ele tinha dito. Eu ia chorar mesmo. De vergonha, de tesão, de alívio por finalmente aceitar que isso era o que eu era feito pra ser.
Chegamos no condomínio. Portão abrindo devagar. Meu estômago revirou. O motorista parou na frente do prédio.
“Chegamos, rapaz. Boa noite aí.”
“Obrigado… boa noite pra você também.” Minha voz saiu fina, quase menina.
Desci do carro com as pernas moles. O ar frio da noite bateu na pele depilada, arrepiou tudo. Olhei pro celular: mensagem dele. “Tô no 1203. Sobe logo, putinha. Tô esperando.”
Respirei fundo. Dei um passo. Depois outro. O elevador abriu. Apertei o botão. Enquanto subia, encostei a testa no metal frio e pensei: “é isso. Acabou a fantasia de ser homem. Agora é real. Agora eu sou dela… dele.
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Comentários (6)
Beto: Eu sempre fui comedor de cu e todas mulheres que tive fazia oral em mim hoje as coisas mudaram eu tô fazendo oral e levando Rola no cu meu tesão foi para minha bunda que coisa gostosa dar o cu
Responder↴ • uid:g62bi2fv1Edson: Comigo igual, eu era aquele homofóbico que sentia nojo de veado. Comia muita puta, no tesão saí com uma trans puta de rua, melhor boquete, peguei o telefone e virou fixa. Até o dia que ela falou, me chupa também... pra quê? Viciei. Agora virei passivo puta, só gozo levando madeira no cú. Adoro beber leite também.
• uid:1bfdbspjoicBeto: Edson. Sempre fomos ativos e não curtimos esse lado gostoso. Mais agora vale apenas curtir tudo que ávida proporciona Sempre dou meu cuzinho a trans gays quen tiver afim de comer um cu pode me procurar
• uid:g62bi2fv1seisei: So faltou uma fotinho do cuzinho rosa que voce falou que tem... fora isso ta perfeito esse conto
Responder↴ • uid:1dyaekenvh5eGay Orgulhoso: Que papo ridículo de uma pessoa que se odeia! Nenhuma passiva nasceu pra ser objeto e menos ainda é “macho fracassado”! E tem muito casal gay que tem filhos, viu! Procure ajuda e se aceita, fofa!!!
Responder↴ • uid:2q33fyb928tHuge: Continua, me deixou com pau latejando, vc feve ser um tesao
Responder↴ • uid:bnvz0kipf3h