#Assédio #Coroa #Traições

Comi a copeira coroa, gorda e casada do refeitório da empresa

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Aprendiz comedor

Depois de pegar Josiane, fiquei mais confiante e arrisquei com a copeira do refeitório.

Como descrito no conto anterior, me relacionei e perdi minha virgindade com a funcionária do interior que veio à capital treinar, até o cu dela eu comi, mas infelizmente ela voltou à cidade dela quando o treinamento acabar. Ao encerrar o treinamento de gestão, porém, os jovens aprendizes passaram para a próxima etapa: viver o dia-a-dia das operações da empresa. Nós passaríamos um mês em cada departamento diferente por 3 meses para aprender sobre o cotidiano da empresa. Eu acabei sendo alocado no chão do galpão, escala 3x2 noturna. Eu trabalhava 3 dias de 12 horas e folgava 2 seguidos, às vezes até 3.

Nós jantávamos umas 21h e o outro grupo jantava 22h. Logo no primeiro dia eu percebi que a copeira, Dona Lúcia, ficava sozinha lavando os pratos e preparando a próxima rodada de comida. No primeiro dia eu fui logo pra área de descanso, mas no segundo eu fiquei depois que todo mundo foi embora e me ofereci pra ajudar ela pelo menos a levar os pratos e bandejas pra copa. Aproveitei a oportunidade para me apresentar, perguntar o nome dela e questionar o motivo de estar sozinha lá. Ela me explicou que ela entra perto do final do turno anterior e eles já deixam a comida quase toda pronta, ela só esquenta ou finaliza e serve nos dois horários de janta, além de fazer e servir os lanches. Nós jantávamos umas 21 e lanchávamos à meia-noite, mas o descanso do lanche era só de 20 minutos então nem dava pra conversar com ela. No jantar também não, era muita gente e demorava até pra poder pegar a comida, então na melhor das hipóteses restavam 20 minutos pra conversar com Lúcia. Já no meu terceiro dia de trabalho me dei conta disso e antes da minha folga eu falei com meu supervisor que eu queria entrar pra janta no segundo turno do revezamento, porque era mais vazio (eu tinha observado isso). Ele deixou e no meu próximo dia eu já entraria às 10.

Nesse plantão minha folga coincidiu com a de Lúcia (descobri que trabalhava 5x2), então no próximo turno eu já a veria de novo. Dito e feito, mais um dia de trabalho chega, janto às 10, bem menos gente, não demora quase nada pra pegar o prato, como devagar, o pessoal come e sai logo pra esticar as pernas, 22:30 ficamos só eu e Lúcia no refeitório. No turno anterior era agonia, muita coisa pra fazer em pouco tempo, mas nesse segundo turno era mais tempo pra fazer menos coisa, então ela estava visivelmente mais tranquila e deu pra conversar melhor. E saber mais sobre ela.

Lúcia era uma galega de 54 anos, pele clara, não dava pra ver o cabelo por causa da touca de cozinha. Devia ter 1,60 e pesar uns 80-90kg, era gordinha, tunha um pouco de bunda, seios fartos e bastante barriga, além das coxas grossas e moles. Ela tinha o típico corpo de merendeira. O rosto dela era bonito, mas claramente desgastado pela idade e pela vida, seus olhos azuis um pouco tristes.

Enfim, descobri que ela era casada há 26 anos, tinha 2 filhos já adultos e gostava de música espanhola kkkk. Após descobrir isso, comecei a escutar uns artistas espanhóis e a botar música pra nós.

Nós fomos estreitando o laço nesses 3 dias, descobri que nossos horários de saídas batiam (ambos saíamos às 5 da manhã) e começamos a sair juntos do trabalho. Eu pegava o fretado e ela pegava um ônibus pra casa, mas eu comecei a ir pro ponto com ela, fazer companhia e ela sempre dizia que não precisava, mas era visível que a gentileza a deixava feliz.

Minha próxima folga coincidiu com o trabalho dela, e a dela com meu trabalho, então ficamos 4 dias sem nos ver. Diante disso, passei meu número de telefone pra ela, meio tímido, pra ela me adicionar no WhatsApp ou me ligar, mandar SMS, o que ela preferisse. Eu achei que ela poderia achar inapropriado, mas ela aceitou e me deu logo o número dela também.

No dia seguinte eu estava de folga, relaxando e mandei msg pra ela. Nós conversamos um pouco até ela se arrumar pra sair. Umas 22:40 recebo uma foto dela, de uniforme e sorrindo, com a seguinte msg:

"Saudades do meu menino pra fazer minha noite mais divertida"

A foto não tinha nada demais, era só ela sorrindo, só do ombro pra cima, mas a mensagem me soou um tanto sugestiva e me encheu de tesão. Essa noite eu me masturbei conversando com ela e gozei muito.

No meu turno de trabalho eu mandei uma foto pra ela depois de comer, dizendo que "Sem minha copeira favorita não tenho nem disposição para trabalhar". Ela riu e conversamos um pouco antes de eu voltar a trabalhar.

No dia seguinte mandei msg ao sair do trabalho, perguntando se ela estava aproveitando muito com o marido, mas ela disse que estava era na igreja pra não ter que aturar ele. Fomos conversando enquanto eu voltava no fretado, e ela foi desabafando um pouco sobre a relação, que não era feliz com o marido e que pegou o turno da noite pra trabalhar enquanto ele está em casa dormindo e poder dormir quando ele está em casa. Parece que ela sustentava a casa, ele vivia de bicos e gastava com aposta e cachaça. Enfim, foi uma informação importante.

No dia seguinte nós estávamos juntos de novo e, como de praxe, após a janta eu fiquei lá com ela e conversamos mais. Eu perguntei do casamento dela, com uma música romântica, um pouco quente de fundo. Ela me disse que era infeliz, lamentou a relação ter ficado assim e disse sentir falta do carinho de um homem, de ser abraçada por trás pelo marido. Eu aproveitei a deixa e perguntei sobre a intimidade deles, ela ficou meio sem jeito e disse que ele não a tocava tinha 10 anos e que nem ela queria. Ela ficou um pouco triste, mas eu não quis perder o ritmo da sedução então tomei coragem e a abracei por trás, passando as mãos ao redor de sua cintura. Ela perguntou o que eu estava fazendo, se eu estava maluco, mas não tentou se desvencilhar de mim de forma alguma.

"É, talvez eu esteja doido de paixão por você, Lúcia"

"Menino, eu sou uma mulher casada... E você não está namorando aquela menina do interior?"

"Bom, não é bem namoro, além disso estamos distantes e a relação vem esfriando... E você me disse que seu casamento está frio também, não acho que nos impeça de nada"

"Garoto, eu tenho mais do que o dobro da sua idade, podia ser sua mãe ou até sua avó, meu filho mais novo é mais velho que você"

"Bom, minha 'namorada' também é mais velha do que eu, eu gosto de mulheres mais velhas"

"Garoto, nem brinca com isso... Duvido você se atrair por uma velha acabada como eu..."

Eu então a virei de frente para mim e acariciei seu rosto suavemente, suas bochechas coradas.

"Não fale assim de si mesma, você é uma mulher linda com um sorriso brilhante, olhos profundos e sedutores..."

"Mas a mulher não é só rosto, né? Eu tô gorda, tudo caído, flácido, tô barriguda, cabelo todo grisalho, não tem nada pra um jovem como você gostar"

Eu a agarrei, puxando para perto de mim, e apertei bem forte sua bunda, afundando meus dados na rachadura entre as nádegas.

"Tem esse bundão gostoso aqui, e esses peitões suculentos"

Eu então agarrei um de seus seios. Ela ficou ofegante, e eu beijei sua boca. Nisso ela cambaleou para trás, sentando sobre a mesa da copa. Eu olhei no fundo dos olhos dela e perguntei se queria que eu fosse embora. Ela respondeu timidamente com um "Não..." bem fraco. Eu tranquei a porta da copa e pedi pra ela tirar o avental. Eu a beijei, acariciando sua nuca, então baixei minhas calças e levei a mão dela a meu pênis duro. Ela suspirou, sentindo o calor do meu órgão duro, e começou a acariciá-lo gentilmente.

Eu sussurrei em seu ouvido "Me deixa ver e sentir você também", e ela respondeu subindo a saia, enquanto eu desabotoava a blusa de seu uniforme. Sua calcinha e sutiã estavam à vista, simples, desgastados e suados. Eu abri mais sua blusa e puxei o sutiã para cima, revelando seus peitos caídos de mamilos vermelhos. Eu comecei a chupar seus seios fartoscpm gosto, enquanto ela gemia e suspirava baixinho. Enquanto eu chupava seus peitos, o alarme do meu turno soou, mas ignorei. Desabotoei mais a blusa, revelando sua barriga quase toda, e beijei a barriga larga e flácida da minha querida Lúcia. Então puxei sua saia toda para baixo, revelando sua calcinha todinha. Fiquei doido quando vi que o elástico da calcinha vermelha ficava por cima da barriga, talvez para segurar, talvez para não incomodar na dobra entre a barriga e a pélvis. Enfim, aquilo me deu um tesão absurdo, e eu comecei a beijar mais intensamente sua barriga e puxei o elástico com a boca, fazendo-a gemer. Fui provocando ela, beijando suas coxas sem me importar com as varizes e a celulite, e já conseguia sentir o cheiro de buceta molhada e suada. Então cheguei na calcinha de novo, segurando com os dentes e puxando. Ela suspirava alto enquanto eu puxava sua calcinha com a boca. Enfim, tirei a calcinha e me deparei com sua linda buceta, bem gorda, peluda, cheia de pelos grisalhos, exalando um odor excitante e muito forte. Passei meus dedos na sua rachadura, úmida com líquido escorrendo do canal. Cheirei os dedos e mostrei para ela.

"Eu pensava que nem molhava mais, já faz tantos anos..."

Então lambi os dedos e me posicionei por cima, entre suas pernas. O corpo do meu pênis encostava na sua rachadura molhada e ela murmurava "Tão duro e quente". Me esfreguei um pouco nela antes de descer com o rosto entre suas pernas, ela já deitada na mesa, completamente submissa. Eu cheirei sua buceta, enfiei meu nariz para sentir todos seus odores. Ela ficou com vergonha.

"Ai menino, para, tô fedida, toda suada"

Mas a vergonha passou quando comecei a lamber. Eu comecei a fazer sexo oral nela e ela gemia e pulava na mesa.

"Mas o que é isso? Que delícia, não para!"

Eu chupei com gosto a buceta suada de Lúcia, me deliciando com seus odores e sabores. Chupei até ela gozar, se tremendo todo. Me levantei e olhei para ela, ofegante.

"Seu marido já te chupou assim"

"Nunca nem chupou... Dizia que era nojento..."

"E já te fez gozar assim?"

"Nunca... Acho que nunca tive nada parecido com ele..."

Então fui para cima dela de novo e comecei a esfregar a cabecinha na entradinha dela. Ela gemeu baixinho e me olhou nos olhos, cheia de desejo. Então a penetrei, empurrando meu órgão para dentro. Ela arregalou os olhos ao ser penetrada e engoliu um suspiro. Comecei devagar, mas logo aumentei o ritmo, metendo com vontade e fazendo a mesa balançar embaixo de nós. Ela gemia e não parava de falar

"Caralho garoto, caralho, que delìcia, que tesão!"

Enfim, meti gostoso nela e gozei dentro, gozei muito mesmo. Ao sentir minha porra quente entrar em seu canal, ela congelou, então soltou um suspiro bem longo. Eu fiquei um tempinho fazendo carinho nela e nós conversamos sobre a experiência.

"Caralho, isso foi mágico. Nunca senti nada igual, nunca fui chupada, é uma delícia"

"Eu nunca estuve com uma mulher gostosa e voluptuosa igual a você... Bom você é a segunda com quem transo, na verdade"

"Bom... Você é meu terceiro, pra ser sincera, estive com um antes do meu marido... Mas só você me fez sentir assim"

Então olhei o relógio e estava quase 1 hora atrasado. Fui correndo trabalhar e disse que a veria na saída. Justifiquei o atraso com uma dor de barriga. Na saída, ela estava toda tímida, mas discretamente me mostrou uma foto da buceta vazando porra no vaso sanitário.

"Ainda bem que não engravido mais."

A partir de então mantivemos uma relação sexual por alguns anos, com mais aventuras para contar. Paramos por um tempo, mas atualmente voltamos a nos ver.

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Comentários (5)

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  • Lex75: Tesão não escolhe nem parceiro nem sabe o que é diferença de idades.. simplesmente acontece, depende de nós aceitar ou rejeitar...o tesão. Adorei teu conto. Beijinhos 😘

    Responder↴ • uid:bqlg01kv4
  • APRECIADOR DE CONTOS: QUE CONTO FODA, JA ESTOU ANCIOSO PELO PROXIMO

    Responder↴ • uid:1d3tzkgmqxxl
  • @Ointernalta: Uma coroa rabuda é um tesão à parte.

    Responder↴ • uid:2qln3doia
  • Rapaz do sul: Delicia de conto Se puder escreva mais as aventuras que teve com ela

    Responder↴ • uid:1d3apzrqwlu1
    • Aprendiz comedor: Já até escrevi e enviei, só falta o pessoal do site publicar.

      • uid:40voz53exi9