#Assédio #Virgem

Eu seduzi e perdi minha virgindade com a funcionária do interior no treinamento

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Aprendiz comedor

Eu trabalhava na sede de uma grande empresa,na capital do Estado, e perdi a virgindade com a funcionária nova vinda do interior.

O ano era 2013, eu tinha 21 anos e era recém-formado em Engenharia de Produção. Eu estagiei em uma empresa bastante conhecida no meu estado e consegui alavancar essa experiência para arranjar uma vaga em uma grande empresa de alcance nacional. Consegui entrar como Jovem Aprendiz, empolgado para o curso preparatório. Ao iniciar, descobri algo muito estranho: eu era o único jovem aprendiz no curso. Acontece que as vagas foram mal-calculadas e o curso de jovem aprendiz estava cheio, então acabou que fui alocado no curso para novos gestores, voltado a funcionários da empresa que assumiriam cargos de gestão em suas cidades.

Eu me senti bastante deslocado pois a maioria do pessoal lá tinha mais de 40, com exceção da outra protagonista de minha história: Josiane. Ela tinha 31 anos de idade, uma década mais velha, mas era a candidata a gerente mais nova. Ela era morena, tinha cabelo preto liso e comprido, até a cintura, usava óculos e sempre comparecia de blazer ao treinamento. Sendo os mais jovens, rapidamente nos entrosamos e começamos a conversar, trocamos números de telefone. O treinamento duraria pouco mais de 1 mês e durante esse tempo o pessoal ficaria num hotel pago pela empresa, tendo a opção de voltar a suas cidades. Josiane me disse que ia ficar por aqui mesmo durante os fins de semana para se poupar das múltiplas viagens e conhecer a capital, então eu me ofereci para mostrar a cidade a ela.

Já na primeira semana ela teve que fazer óculos novos e eu a levei na ótica, onde fomos confundidos com um casal. Eu aproveitei a oportunidade para perguntar se ela havia se sentido desrespeitada, se ela era casada. Ela me contou que foi casada mas o marido morreu, por isso estava sozinha desde então. Eu ofereci minhas condolências e perguntei se ela pretendia casar de novo, ela afirmou que sim e eu disse que ela com certeza arranjaria um marido logo, larguei uns elogios e a deixei encabulada.

Nossa relação foi se estreitando, começamos a conversar mais e mais, aos fins de semana eu a levava para sair e mostrava os pontos mais legais da cidade, lanchamos juntos, eu flertava com ela, segurava a mão dela e dizia que parecíamos um casal, ela sempre deixava e ria. No entanto, a coisa demorou para se concretizar.

Na sexta-feira da penúltima semana, saímos da empresa para jantar juntos, restaurante com música ao vivo, clima bacana. Eu a levei de ônibus para o hotel dela e na hora da despedida, rolou um beijo bastante demorado e romântico. Até hoje, 13 anos depois, foi o melhor beijo da minha vida. Contudo, após nosso beijo ela começou a chorar, dizendo que estava triste pois ia sentir muitas saudades de mim quando o treinamento terminasse e ela voltasse, que foi o período mais feliz da vida dela depois de perder o marido e que tentava não corresponder muito porque eu era muito mais novo, mas que estava sentindo algo por mim. Eu retruquei que poderíamos sempre nos falar por telefone e viajar para nos ver, mas a sensação da despedida iminente a deixou muito triste. Então ela me convidou para estender nosso encontro no bar do hotel...

Nós fomos bebendo juntos, ela bicando a bebida aos poucos e eu me deixando levar um pouco, acabamos indo juntos para o quarto e daí não lembro do que aconteceu, só lembro de acordar na manhã seguinte nu na cama com ela, apenas de roupa íntima, com a cabeça repousando no meu peito e a mão no meu pênis. Ao acordar, fiquei um tempo olhando pro teto tentando me lembrar da noite passada, mas fui interrompido pela mão dela acariciando meu pau. Ele foi endurecendo e eu comecei a beijar a testa dela, o que a fez acordar.

Ao perceber o que sua mão estava fazendo, ela tirou a mão de meu pênis ereto e começou a se desculpar com uma expressão de choque. Eu a acalmei e perguntei sobre ontem. Ela me contou que nós dois bebemos mas eu bebi mais, então ela não quis me mandar embora sozinho então me levou pro quarto dela. Lá dentro, diz ela que ia me botar pra dormir, mas eu abracei ela e beijei, daí a coisa foi esquentando e nós ficamos de roupa íntima na cama, preparados para transar. No entanto, como bebi muito, meu pau estava mole então ela tentou me chupar para endurecer, sem sucesso, rebolou no meu colo, fez de tudo, mas não subiu. Enfim, adormecemos com ela me punhetando, ainda mole.

Ela voltou a se desculpar, dizendo que foi errado e que se deixou levar pela paixão dela, mesmo eu bêbado. Eu, porém, toquei seu rosto e a beijei, calando-a. Disse que estava sóbrio e que queria ter minha primeira vez com ela (ela sabia que eu era virgem). Ela disse que era melhor não, que ela era muito mais velha, mas eu fui beijando seu pescoço, acariciando sua cintura e pedi para ela me chupar de novo, agora que eu estava duro. Ela me chupou, ajoelhada no chão, com muito gosto e vontade, eu parei ela logo antes de gozar e mandei deitar, com as pernas pra fora da cama. Tirei a calcinha dela, eu em pé, e aproximei meu pênis da entrada da vagina dela. Sua vulva era peludinha, mas bem aparada, e seu canal estava molhado a ponto de pingar. Ela questionou a ausência da camisinha, mas aquietou após eu esfregar minha glande na entrada.

Enfim, empurrei para frente e meu pênis penetrou o paraíso entre as pernas dela. Ela gemia alto e eu metia com vontade, com ânsia de fazer dela minha mulher na cama. Eu tirei um de seus seios do sutiã e apertei enquanto metia. Ela me chamava de "meu amor" e mandava eu meter muito nela. Em pouco tempo, gozei dentro dela. Minha porra vazava da buceta dela quando eu enfim removi meu pênis.

Nós passamos uns minutos deitados na cama, recuperando o fôlego, até ela se desesperar para ir lavar a buceta, por eu ter gozado dentro. Eu a segui até o chuveiro e, apesar de relutante, ela cedeu ao tesão e nós fodemos sem camisinha no chuveiro. Depois de nos secarmos, a joguei na cama e chupei sia buceta, até ela gozar, então fodi ela de novo.

Depois disso nós almoçamos (nem tomamos café da manhã kkkk) e discutimos nossa relação. Decidimos tentar manter uma relação à distância até, com sorte, um dos dois poder se realocar para a cidade do outro... O que infelizmente nunca aconteceu. Resolvemos também passar o resto da semana juntos, eu no hotel com ela. Fodemos todos os dias subsequentes (com camisinha) e na última noite dela na cidade, convenci ela a me dar o cu.

Comi o cu dela sem camisinha. Infelizmente nenhum de nós tinha muita ideia de como fazer, então só lubrifiquei o cu dela e meti. Foi bem doloroso e até merda saiu kkkkk

Após isso ela voltou à cidade dela. Mantivemos a relação e eu a visitei algumas vezes, que relatarei em outros contos, mas acabamos não ficando juntos.

Porém, a experiência que tive com ela me permitiu virar um grande comedor de mulheres mais velhas.

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Comentários (1)

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  • Grafit Cacetudo: Fico imaginando como e coisas no día de hoje a geração Notela um cara perder vem comer uma buceta aus 21 anos ainda vem dizer perdi a viginidade cara no meu tempo homem de verdade rompia e o cabresto da rola con 12 anos com prima as irma com 21 anos ja tinha comido tantas buceta que sem sei a quantia

    Responder↴ • uid:8k40b7yxik