Paulo e Jonas medindo o território
Comentem para eu saber se estão gostando e querem continuidade!!
Uns meses depois de pedir em namoro, Juliano sacou que era hora de levar Jonas pra conhecer a fazenda da tia e inevitavelmente, Paulo.
Jonas topou na hora, empolgado pra ver de perto o tal “mundo rural” e conhecer a família do cara que ele ama.
Eles chegaram numa tarde de solzão, a tia já recebeu com abração e um almoço daqueles na varanda. Paulo tava lá no fundo, arrumando uma cerca, mas veio correndo quando chamaram.
No que viu Jonas descendo do carro um cara de 1,93m, cheio de músculo, cabelo loiro bem curtinho, camiseta colada mostrando o peitoral, jeans justíssimo nas coxas, Paulo travou por um segundo. O olho castanho dele escureceu na hora.
“Então esse é o tal cara da cidade”
Paulo soltou, estendendo a mão pra um aperto que parecia um teste de força.
Jonas apertou de volta, sem medo, com um sorriso educado.
“Prazer, Paulo. Juliano fala bem de você.” “Ah, é? Espero que sim”
Paulo respondeu na lata, olhando Jonas de cima a baixo como se fosse um rival.
No almoço, dava pra sentir a tensão no ar. Paulo sentou do outro lado da mesa, de braço cruzado, respondendo com um “sim” ou “não” pras perguntas de Jonas sobre a vida na fazenda. Quando Juliano dava risada de alguma piada do namorado ou botava a mão na coxa dele por baixo da mesa, Paulo virava o rosto, com a mandíbula travada.
Jonas tava ligado, mas não se importou muito ele era do tipo tranquilo.
A tia, sem perceber nada, foi dormir cedo depois do almoço, reclamando do calor. Deixou os três sozinhos na casa. Juliano deu a ideia de mostrar o celeiro pra Jonas, mas Paulo se ofereceu pra “ir junto”, dizendo que precisava pegar umas ferramentas ali.
No celeiro, com aquele cheiro de feno e madeira velha, o papo morreu. Juliano tentava animar, contando histórias da infância, mas Paulo cortava com comentários rápidos.
Jonas vendo que o cara tava sendo hostil, resolveu ficar na dele, até que Juliano saiu pra pegar água na casa, deixando eles dois sozinhos.
O silêncio ficou pesado e Paulo foi o primeiro a falar, com a voz baixa e estranha.
“E aí… você é o cara que roubou meu priminho, né?”
Jonas encostou na parede de madeira, cruzou os braços, imitando Paulo.
“Não roubei ninguém, não, ele escolheu! E parece feliz, viu?”
Paulo deu uma risada forçada, chegando mais perto.
“Feliz? Ele era diferente aqui, mais solto. Comigo, ele era de verdade! Você deve ser bonitinho na cidade, mas aqui na roça é outra história. Homem de verdade mostra outras coisas.”
Jonas levantou uma sobrancelha, entendendo onde ele queria chegar.
“Tipo o quê? Força? Altura? Ou o pau?”Paulo abriu um sorriso de lado, provocando.
“Isso mesmo. Vamo ver quem tem o maior, sem frescura. Só pra saber quem fez a cabeça dele primeiro.”
Jonas riu baixinho, balançando a cabeça, mas não se intimidou.
“Beleza, mas sem encostar, só olhar.”
Eles se encararam por um tempão.
Paulo abriu o zíper da calça primeiro, puxando o pau pra fora grosso, comprido, com as veias saltadas, já meio duro só pela tensão.
Segurou na base, mostrando sem vergonha. “Olha aí, fortão da academia. Isso aqui deixava ele louco.”
Jonas não pensou duas vezes. Abriu o jeans, mostrando o dele ainda maior, mais grosso na base, com a cabeça rosada brilhando. Deu um tapa de leve na palma da mão, fazendo ele balançar.
“Bonito o seu, Paulo, mas olha o meu. Aguenta mais fundo, mais tempo, e ele goza gritando meu nome agora.”
Paulo bufou, de olho no pau de Jonas, com raiva e inveja misturadas.
“Pode ser que o seu seja maior, mas ele lembra do meu. Lembra de como eu pegava ele no feno, você é só um bonitinho que tá substituindo.”
Jonas guardou o bicho devagar, fechando o zíper com calma.
“Agora ele é meu e eu não divido.”
Paulo guardou o dele também, vermelho de raiva.
“Vai se ferrar, Jonas. Só queria ver se você valia a pena! Não vale.”
Mas antes que ele pudesse virar, Juliano voltou com as garrafas de água, percebendo o clima estranho.
“Que tá rolando aqui?”, perguntou, olhando pros dois.
“Nada” Paulo resmungou, saindo do celeiro pisando duro.
“Só papo de homem.” Jonas puxou Juliano pra perto, beijando a testa dele.
“Seu primo não foi muito com a minha cara. Mas tudo bem, eu tô aqui por você, não por ele.”
Juliano suspirou, encostando a cabeça no peito de Jonas.
“Ele ainda tá com ciúme mas vai passar. Vamo ficar uns dias aqui e eu mostro pra ele que eu tô feliz de verdade.”
Naquela noite, no quarto antigo, Juliano e Jonas transaram devagar, sem fazer barulho pra não acordar ninguém.
Jonas ia fundo, sussurrando “meu” a cada empurrão, marcando território de um jeito que Paulo nunca mais ia poder negar.
Paulo no outro quarto, ouvia os gemidos baixinhos e apertava o travesseiro com força.
No outro dia, a noite na fazenda tava abafada, um calor grudento que deixava o ar pesado.
A tia já tinha capotado cedo, moída depois de cuidar da horta o dia todo, Juliano e Jonas, aproveitando que a casa tava praticamente vazia, resolveram dar uma volta lá atrás ou pelo menos foi o que disseram. A real é que a vontade que tava crescendo desde que Jonas chegou não dava mais pra segurar.
Eles entraram no celeiro velho, o mesmo lugar onde Juliano e Paulo tinham se pegado pela primeira vez, meses atrás. A porta rangeu quando fechou, Jonas puxou Juliano pra perto com vontade, beijando ele com tesão enquanto passava a mão por baixo da camiseta, apertando a cintura dele.
“Você fica mais gostoso ainda aqui”
Jonas falou perto da boca dele, virando Juliano de costas e encostando ele na parede.
Juliano gemeu baixinho, jogando a bunda pra trás contra o pau duro de Jonas.
“Me fode aqui como se fosse a primeira vez”, Juliano pediu com a voz tremendo de tesão.
Jonas nem esperou, abaixou a calça de Juliano até o joelho, mostrando a bunda redonda e branquinha. Ele cuspiu na mão, passou no pau e foi entrando devagar, centímetro por centímetro, segurando a cintura fina de Juliano.
Juliano arqueou as costas, gemendo alto no meio do silêncio.
“Assim devagar no começo depois com força”, Juliano sussurrou, cravando as unhas na madeira.
Jonas fez o que ele pediu, metendo com ritmo, fundo, a bunda batendo nas nádegas macias.
O som molhado misturava com os gemidos baixos de Juliano e os resmungos de Jonas. “Você é tão apertado” Jonas dizia a cada estocada, passando a mão no cabelo loiro de Juliano, puxando a cabeça dele pra trás e beijando o pescoço suado.
Do lado de fora do celeiro, escondido atrás de uma pilha de lenha, Paulo via tudo. Ele não queria espiar. Tinha saído pra tomar um ar e acalmar a raiva que tava sentindo desde a hora do almoço, mas ouviu os gemidos e foi atrás.
Agora tava ali, parado, com o coração na boca, olhando a cena. Viu Jonas pegando Juliano de um jeito que ele nunca conseguiu o corpo grande cobrindo o pequeno, os músculos se mexendo a cada movimento, o pauzão entrando todinho na bunda que um dia foi dele.
Viu Juliano se entregando como nunca se entregou pra ele: de olhos fechados, curtindo o prazer, a boca aberta soltando gemidos gostosos, o corpo tremendo não de dor ou raiva, mas de puro prazer.
“Jonas mais fundo”
Juliano gemia, jogando a bunda pra trás, pedindo mais.
Paulo sentiu uma dor forte no peito inveja pura, misturada com um tesão que ele odiava sentir. O pau dele ficou duro dentro da calça, doendo mas ele não tocou.
Ficou só olhando, vendo Jonas masturbando Juliano junto com as estocadas, vendo o loirinho gozar primeiro, o corpo tremendo todo, jorrando na palha enquanto gritava o nome do cara.
Jonas gozou logo depois, resmungando baixo, travando os quadris enquanto enchia Juliano até não caber mais. Ele não saiu logo de cara ficou ali, pulsando devagar dentro dele, beijando o pescoço suado, falando “eu te amo” várias vezes, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Paulo virou o rosto, fechando as mãos com tanta força que as unhas machucaram a palma da mão. Ele via tudo: o carinho de Jonas com Juliano depois, o jeito que ele virava pra beijar ele devagar, os dois rindo baixinho entre beijos, abraçados no feno como se mais nada importasse.
Juliano nunca olhou pra ele desse jeito, nunca falou “eu te amo” depois de gozar. Com Paulo era só tesão com Jonas era carinho, segurança, algo real. Paulo foi embora sem fazer barulho, voltando pra casa arrasado.
Entrou no quarto, deitou na cama e ficou olhando pro teto escuro, com o pau ainda duro, pensando nas imagens que não saíam da cabeça.
Na manhã seguinte, no café, Paulo quase não olhou pra eles. Quando Juliano perguntou se tava tudo bem, ele falou um “tô de boa” seco e foi trabalhar nos pastos. Mas a inveja não passava.
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Comentários (2)
Roberto: Que maldade levar Jonas na fazenda e Paulo ver eles juntos. Isso não se faz.
Responder↴ • uid:1dak65uoikIran: O conto é bom.. porém acho que não tinha necessidade de ter levado o atual namorado onde estava o primo.. achei que foi maldade. Enfim é minha opinião.
Responder↴ • uid:41ih37wp20k