Meu marido e um corno filho da puta e gosta de ver isso.
Meu coração acelera só de lembrar daquela noite louca, quando eu, Sandra, a casada safada de 26 anos, me joguei nos braços de um macho alfa com um pauzão grosso e enorme que me rasgou toda, enquanto meu marido corno de 42 anos ficava ali, filmando tudo com as mãos tremendo de tesão e humilhação, postando depois na net como fazemos há dois anos – e o que rolou foi uma foda insana com anal brutal, peidos fedorentos que o deixaram louco de desejo, eu me cagando no pau dele e gozando como nunca, com diálogos sujos que vão te deixar duro ou molhada só de ler, querendo ver as fotos e vídeos anexados pra sentir o fogo na pele, e no final, prometo mais aventuras quentes em breve com novas postagens diárias.
Estou aqui no quarto escuro, o ar cheirando a suor e tesão acumulado, meu corpo nu brilhando sob a luz fraca do celular que meu corno segura, focando bem no meu cu piscando ansioso. Meu nome é Sandra, 26 anos, casada com esse viado manso de 42 que adora me ver sendo arrombada por machos de verdade. Há dois anos a gente vive isso: eu caçando paus gigantes pela net, ele filmando e postando tudo pros tarados online babarem. Hoje, o sortudo é o Marcelo, um negão de 30 anos com um caralho grosso como meu braço, veias pulsando, cabeça inchada como um cogumelo pronto pra explodir. Ele me olha com aqueles olhos famintos, me joga na cama de bruços, e eu já sinto o cheiro almiscarado do pau dele roçando minha bunda redonda, empinada pra câmera.
"Olha só pra essa putinha casada, corno", Marcelo rosna, dando um tapa forte na minha nádega que ecoa como um estalo, fazendo minha pele arder e eu gemer alto. Meu marido, o coitado do Otávio, fica ali quietinho, zoomando no meu cu virgem pra noite, mas que já foi estourado tantas vezes que pisca convidativo. "Seu pauzinho mole nem chega perto disso, né? Vou rasgar o cu da sua mulher e você vai agradecer." Eu rio, virando o rosto pra câmera, piscando pro Otávio. "É isso aí, amor, filma direitinho enquanto o Marcelo me fode como você nunca consegue."
Marcelo me vira de costas pra ele, me posicionando de joelhos na cama, minhas mãos abrindo bem as bandas da bunda, expondo meu cu rosado e apertado, a buceta já pingando melado no lençol floral. O cheiro de excitação enche o quarto, misturado com o suor dele, forte e masculino, me deixando tonta. Ele cospe no pauzão, lubrificando aquela vara preta e grossa, e encosta a cabeça no meu anelzinho. "Empina mais, vadia, mostra pro corno como você adora um pau de verdade no rabo." Eu obedeço, arqueando as costas, sentindo a pressão inicial, o ardor começando a se espalhar enquanto ele força devagar, centímetro por centímetro.
"Ah, caralho, tá doendo, mas tá bom pra porra!", eu grito, mordendo o lábio, as unhas cravadas nas minhas próprias nádegas enquanto ele empurra mais fundo. O som é molhado, um ploc ploc obsceno misturado com meus gemidos roucos. Otávio filma de perto, o celular tremendo, e eu ouço ele respirando pesado, o pau mole dele provavelmente endurecendo um pouquinho com a humilhação. "Olha, corno, o pau dele tá me rasgando o cu, sente o cheiro dessa putaria toda", Marcelo diz, rindo, e dá uma bombada forte que me faz soltar um peido alto, fedorento, daqueles que escapam quando o cu é invadido de repente.
Eu sinto o ar saindo, quente e úmido, e o cheiro azedo se espalha, misturando com o odor de sexo cru. Estranho como esses machos adoram isso, né? Todo fodedor que eu pego fica louco com peido no pau, cheirando como se fosse perfume. "Porra, que peido fedido delicioso, Sandra, solta mais pra mim", Marcelo geme, acelerando as estocadas, o pau dele agora enterrado até as bolas no meu rabo, esticando as paredes internas como se fosse me partir ao meio. Eu sinto uma dor aguda, mas misturada com prazer, o cu queimando, rasgando levemente, e eu gozo só com isso, o corpo tremendo.
"Filma isso, seu viado inútil, olha como o cu da sua esposa tá piscando no meu pau", Marcelo humilha, a primeira frase cortante como uma faca. Otávio murmura um "sim, senhor", e eu rio entre gemidos. "É, corno, seu pauzinho é uma piadinha perto dessa tora que tá me arrombando", a segunda vem de mim, enquanto eu rebolo no pau dele, sentindo as veias pulsarem dentro de mim. O som agora é de carne batendo em carne, slap slap alto, e outro peido escapa, mais longo, ecoando no quarto silencioso.
Marcelo puxa meu cabelo, me forçando a arquear mais, e bomba fundo, o suor pingando das costas dele nas minhas. "Seu marido é um bosta, Sandra, só serve pra filmar enquanto eu encho o cu dela de porra", terceira humilhação, e eu sinto meu cu se contrair, soltando mais ar fedido. Por que caralho eles gostam tanto disso? Eu me pergunto, mas o tesão é maior, e eu gozo de novo, esguichando na cama. "Olha, corno, tô peidando no pau dele e ele adora, você nem aguentaria cheirar isso", quarta frase, minha voz rouca.
Ele me vira de lado agora, uma perna erguida, o pau saindo e entrando com força, o cheiro de cu aberto misturado com lubrificante natural, e eu sinto algo mais: uma vontade de cagar, pressionada pelo pau grosso. "Porra, Marcelo, vai devagar, senão eu me cago toda no seu pau", eu aviso, mas ele ri e empurra mais forte. "Solta, vadia, adoro quando putas como você se cagarem no meu caralho, o cheiro me deixa mais duro." E lá vai, um peido molhado seguido de um pouco de merda escorrendo, sujando o pau dele, o cheiro forte, terroso, invadindo tudo.
Estranho pra caralho, esses machos pirando no fedor de peido e merda, mas puta que pariu, me faz gozar mais forte, o corpo convulsionando enquanto ele continua fodendo, ignorando a sujeira, lambuzando tudo. "Filma a merda no pau, corno, vê como sua mulher é uma porca suja", quinta humilhação. Otávio zoom no pau melado, e eu ouço ele gemer baixinho. "É, seu inútil, eu tô cagando no pau dele e gozando, você só filma como um bom manso", sexta de mim.
Marcelo me põe de quatro agora, mãos abrindo minha bunda larga, o cu já vermelho e inchado, rasgado nas bordas, ardendo como fogo, mas eu empino mais, querendo tudo. O som de peidos constantes agora, pum pum com cada estocada, o cheiro podre dominando o quarto, suor, merda, porra pré-gozo. "Seu corno patético, olha como eu tô destruindo o rabo que você chama de seu", sétima frase. Eu grito: "Fode mais, caralho, rasga tudo, corno, vê como um pau de verdade me faz peidar e cagar de prazer", oitava.
Ele acelera, as bolas batendo na minha buceta, e eu sinto o orgasmo vindo, ondas de prazer misturadas com dor, o cu se abrindo mais, soltando peidos longos e fedorentos que fazem Marcelo urrar. "Adoro esse cheiro de cu sujo, Sandra, peida mais pra mim enquanto eu te encho", ele diz, e eu obedeço, forçando, cagando um pouco mais no pau, a merda escorrendo pelas minhas coxas. Por que eles amam isso? Me deixa confusa, mas o tesão é insano, eu gozo gritando, o corpo mole.
"Olha, corno, tô enchendo o cu dela de porra enquanto ela peida fedido", nona humilhação. E eu: "Sim, amor, filma a porra escorrendo misturada com minha merda, você é só um espectador viado", décima e última, cortante. Marcelo goza dentro, quente e farto, o pau pulsando, e puxa pra fora com um pop, o cu piscando, vazando tudo, peidos finais ecoando.
Eu caio na cama, ofegante, o cheiro de sexo, peido e merda pairando, Otávio filmando o close-up, e eu viro pra câmera: "Gostaram, tarados? Tem mais aventuras assim em breve, meu corno só filma e posta, novas diárias pra vocês babarem. Comenta aí o que achou, me diz se quer ver mais eu sendo arrombada e cagando em paus grossos."
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Comentários (1)
Josue: Ai tu ta vatendo hma essa merda falando em cheiro de peido broxa o cara na hr
Responder↴ • uid:1cqe4qozhxyc