Foder apanhando na cara: é assim que gosto de gozar.
Bom dia meus queridos amigos, aqui é Heloísa, e hoje eu vou contar pra vocês uma foda insana que rolou agora há pouco com um macho alfa que eu vi em uns vídeos antigos fodendo outra vadia como se não houvesse amanhã, e que me deixou doida pelo pau dele grosso como um braço, me fazendo sentar na pica com a buceta escorrendo, levando tapas na cara que me faziam gozar como uma porca no cio, depois empalando o cu apertado com dor rasgando tudo, peidando alto enquanto ele me xingava de nojenta fedida e eu pedia mais tapas até cagar no pau dele no meio da gozada mútua, uma bagunça fedorenta de porra, merda e orgasmos que o corno filmou tudinho pra editar e postar, deixando vocês babando por mais – e tem fotos e vídeos anexados pra provar cada detalhe sujo, então leiam até o fim e vejam tudo pra ficarem loucos como eu.
Eu acordo hoje cedo, o corpo já formigando de tesão, pensando naquele vídeo que vi ontem à noite. O cara, um moreno alto chamado Victor, aparecendo socando sem dó numa puta qualquer, o pau dele pulsando grosso, veias saltando, cabeçona vermelha brilhando de baba. Meu cu piscou só de lembrar, a buceta inchou instantaneamente. "Porra, eu preciso desse caralho me rasgando", penso, enquanto mando mensagem pra ele no app: "Ei, vi você fodendo aquela vadia nos vídeos, seu pau me deixou molhada pra caralho. Quero sentar nele agora". Ele responde rápido: "Vem, puta, vou te quebrar". Marco no motel mais próximo, aviso o corno pro covarde vir filmar e fotografar tudo, como sempre, porque ele adora ver sua mulher sendo usada por machos de verdade e depois editar pra mostrar pro Brasil inteiro. Chego lá, o quarto cheirando a cigarro velho e esperma seco de outras fodas, mas meu cheiro de excitação já domina, a calcinha encharcada grudando na pele.
Victor chega minutos depois, alto, musculoso, olhos famintos me devorando da porta. "Tira tudo, vadia", ele manda, voz grossa ecoando no quarto. Eu obedeço, arrancando a roupa devagar, os peitos balançando livres, bicos duros como pedras. Ele se aproxima, agarra meu cabelo, puxa minha cabeça pra trás e enfia a língua na minha boca, beijo molhado, babado, gosto de cerveja e tesão no ar. "Você é uma puta safada, né? Veio atrás do meu pau porque viu ele destruindo outra", ele rosna, mão descendo pro meu cu, enfiando um dedo seco, me fazendo gemer alto. "Aai, porra, sim, seu caralho é grosso demais, me fode logo", eu imploro, sentindo o corno no canto do quarto, câmera ligada, pau mole dele pulsando de inveja. Victor ri, me joga na cama, abre o zíper e tira o monstro pra fora – putz, ao vivo é ainda maior, uns 22cm de grossura insana, cheirando a homem suado, pré-gozo brilhando na ponta.
Eu monto nele sem pensar duas vezes, a buceta escorrendo suco quente, posicionando a cabeçona na entrada. "Senta devagar, sua cachorra, ou vai rasgar", ele diz, mas eu ignoro, afundo de uma vez, sentindo as paredes da xota se esticando ao limite, dor misturada com prazer me fazendo uivar: "Aaaah, caralho, tá me enchendo toda, fode, fode!". Ele começa a bombar de baixo, mãos nas minhas coxas, abrindo mais, o pau socando fundo, batendo no útero. "Puta gostosa, rebola nesse caralho", ele manda, e eu obedeço, quadril girando, clitóris roçando na base peluda dele, cheiro de suor e sexo preenchendo o quarto. De repente, ele levanta a mão e estala um tapa forte na minha cara – paaah! – o som ecoa, minha bochecha arde, mas a buceta contrai forte, gozo subindo. "Bate mais, seu filho da puta, me trata como vadia", eu grito, olhos lacrimejando, mas pedindo mais. Ele ri sádico: "Você gosta de apanhar, né, sua porca? Toma então!" – outro tapa, mais forte, minha cabeça vira, mas eu rebolo mais rápido, o pau escorregando no melado, sons de ploc ploc ploc enchendo o ar.
O corno filma de perto, zoom no meu rosto vermelho, nos tapas, no pau entrando e saindo da buceta inchada. "Mais, Victor, me fode como se eu fosse sua escrava", eu suplico, unhas cravando nas costas dele, cheiro de sangue misturado ao fedor de foda. Ele acelera, tapas ritmados – paah, paah – cada um me levando mais perto do gozo, a buceta pulsando, sucos escorrendo pelas bolas dele. "Goza pra mim, puta, mostra pro corno como você é vadia", ele grita, e eu explodo, gritando: "Aaaah, porra, tô gozando no seu pau grosso, caralhooo!", corpo tremendo, jatos quentes molhando tudo. Ele não para, continua bombando, me vira de quatro, cuspe na entrada do cu. "Agora o rabo, sua fedida. Vai sentar com o cuzinho nesse pau". Eu hesito, mas o tesão vence: "Enfia, rasga meu cu, me faz doer".
Ele posiciona, empurra devagar, a cabeçona forçando o anel apertado, dor lancinante subindo pela barriga. "Aai, fode, tá rasgando tudo, porra!", eu gemo, peidando alto sem querer – prrrrt – o cheiro azedo se espalhando, fedor de cu aberto misturado a suor. Victor ri malvado: "Sua nojenta, peidando no pau? Toma tapa por isso!" – paaah na cara, mais forte, me fazendo empurrar pra trás, o pau afundando mais. "Bate mais, me chama de imunda, eu mereço", eu peço, dor de barriga crescendo, o intestino remexendo com cada socada. Ele obedece: "Puta fedida, cuzinho sujo, vai se cagar no meu pau, vai?", e enfia tudo, bolas batendo na buceta, ritmo brutal. Eu peido de novo – prrrrt longo e fedorento – e ele tapa mais: "Imunda, nojenta, cheira isso, sua porca!". O cheiro invade o quarto, azedo, forte, me deixando mais excitada, o cu queimando, mas o prazer subindo.
"Eu vou me cagar no seu pau, Victor, bate mais pra eu soltar tudo", eu provoco, voz rouca, corpo suado. Ele perde o controle: "Faz isso, vadia, caga enquanto eu gozo dentro!" – tapas seguidos, paah paah paah, minha cara ardendo vermelha, cu piscando, e de repente a dor de barriga vence, eu solto um peido molhado seguido de merda quente escorrendo no pau dele, fedor insuportável preenchendo o ar, mas ele bomba mais forte: "Porra, sua fedida, tô gozandooo!". Sinto a porra jorrando dentro, quente, misturando com a bagunça, e eu gozo junto, uivando: "Aaaah, caralho, tô cagando e gozando, fodeeee!", corpo convulsionando, mistura de esperma, merda e gozo escorrendo pelas pernas, o corno filmando cada detalhe sujo, fotos clicando sem parar.
Nós desabamos na cama, ofegantes, cheiro de sexo podre no ar, eu rindo: "Porra, Victor, isso foi insano, meu cu tá destruído". Ele beija minha boca: "Você é a puta mais safada que já fodi". O corno guarda a câmera, pauzinho mole babando, pronto pra editar e postar. Pra achar mais sobre nós, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife, lá tem todos os perfis e conteúdos quentes. E tem mais aventuras em breve, galera, o corno só filma e tira fotos, nunca participa, e postamos novas fodas diárias pra vocês se acabarem. Comentem abaixo o que acharam, digam se querem ver mais tapas e bagunças assim, me contem seus fetiches pra eu experimentar na próxima!
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