#Incesto #Teen #Virgem

Meu primo e eu - 3:

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Julinha19

Essa é a terceira parte da história: "Meu primo e eu". Para compreender melhor leia os contos anteriores.

Antes de continuar, quero agradecer os comentários, isso ajuda muito, incentiva a continuar. Muito obrigada. Espero que gostem dessa terceira parte...

Depois da nossa primeira experiência, as coisas ficaram estranhas entre mim e Davi. Claro que foi muito bom, mas como tínhamos uma relação de primos, praticamente irmãos apesar de não sermos tão próximos, tudo mudou depois daquele dia.
A vergonha e o receio eram sentimentos constantes. A gente não sabia o que falar um para o outro, como tratarmos, como nos relacionar, como agir. Afinal, foi um grau de intimidade bem alto. Por incrível que pareça isso nos afastou um pouco.

Claro que minhas sessões de masturbação ficaram mais frequentes. Aconteciam sempre que tinha oportunidade. Tenho certeza que Davi também.
Sempre no banho eu brincava com minha bucetinha e seios e antes de dormir ficava olhando as fotos do Davi e tocando minha xotinha de forma delicada, imaginando sua língua no meu grelinho. Conforme a respiração aumentava eu ia acelerando, tocando freneticamente. Eu gozava intensamente.
Já Davi não saia do quarto, e quando saia era pra almoçar, ir a escola ou fazer algo rápido e voltava.
Conversávamos pouco, ele evitava contato visual, talvez por vergonha, medo ou receio. Afinal somos primos e isso seria visto como algo terrível em nossa família e sabíamos disso. Era um tabu em uma família conservadora. Sem contar que somos muito novinhos.
Os dias foram passando e seguimos nossas vidas. Um certo dia eu acordei, fui ao banheiro, tomei um banho, bati uma siririca gostosa como sempre e fui tomar café. Já era tarde, era um começo de um final de semana de feriado prolongado. Desci e não tinha ninguém em casa. Então tomei café sozinha. Depois de alguns minutos chegam minha tia e o Davi. Era um clima de luto e eu realmente não sabia ou não me lembrava o motivo.

Davi subiu direto. Estava visivelmente triste, meio deprimido. Minha tia olhou ele subindo preocupada e triste. Respirou fundo e foi até a cozinha.
Tia: Oi Ju, bom dia!
Eu: (Preocupada) Bom dia tia! O que houve. O Davi tá bem?
Tia: Parece que não. Acabamos de voltar do cemitério. Hoje é... (pausa pra respirar fundo)... Hoje é aniversário da morte do seu tio. Já fez um ano, mas Davi não superou a morte do pai. Estou preocupada.
Eu: Entendo. Sinto muito. Eu não sabia. A senhora está bem?
Tia: Quanto a isso sim. Mas estou preocupada. Aparentemente surgiu um evento urgente e vou precisar viajar. Pensei em recusar pra ficar com Davi, mas se eu fizer isso vou perder o trabalho, o dinheiro e o cliente. Não sei o que fazer.
Eu: Entendo.
Tia: Se não estivessem em período de aulas levaria vocês junto, sei lá pra distrair um pouco a cabeça. Vou ver o que faço. Bom eu preciso ir para a agência. Meu dia será cheio hoje. Se cuide Ju, e se puder fique de olho nele e me avise qualquer coisa, estarei o tempo todo com o celular.
Eu: Pode deixar tia, qualquer coisa mando mensagem.
Minha tia me manda um beijo e sai.
Fiquei com pena do Davi. Ele realmente estava passando por um momento difícil. Fui para o meu quarto, deitei na cama e fiquei pensando em alguma forma de ajudar o Davi.

Já era hora do almoço e Davi não tinha saído do quarto. Então eu desci e preparei um lanche, fritei batatas, fiz hambúrguers, o lanche estava muito bom. Não queria comer sozinha então tive uma ideia. Peguei uma bandeja, coloquei os lanches, a batata e o refri. Subi até o quarto de Davi. Bati na porta. Eu estava usando uma calça de moletom e uma blusa, ambos rosa, bem roupa de ficar em casa mesmo. Davi não responde então eu abro de fininho e entro. Ele estava dormindo.
Estava de shorts e blusa. Cabelo bagunçado e com a coberta no chão. Coloquei a bandeja na mesinha do computador, peguei o cobertor e coloquei pra cobri-lo. Ele acordou.
Com os olhinhos semisserrados ainda e carinha de sono ele olhou pra mim e se sentou na cama.
Davi: Julia? O que tá fazendo aqui?
Eu sento na ponta da cama.
Eu: Você não saiu daqui hoje e nem comeu nada, então eu trouxe um lanche pra gente. Não queria comer sozinha.
Davi: Ah eu não estou com fome, só queria ficar na cama sozinho vendo o dia passar. Desculpe.

Ele estava com uma voz de sono ainda.
Julia: Entendo. Eu realmente não queria comer sozinha, mas se é isso que você quer, não vou insistir.
Eu ia saindo quando ele me pediu pra esperar.
Davi: Espera. ...(Voltei olhando pra ele curiosa)... Eu queria dizer... Aquele dia...
Ele tava nervoso, dava pra ver. Ele queria tocar no assunto do que aconteceu entre nós, mas não conseguia. Eu fui até ele e sentei na cama. Ficamos nos olhando em silêncio. Peguei na mão dele. Ele só olhou pra minha mão sobre a dele. Então ele pegou a minha mão, levou a boca e a beijou. Aquele gesto foi um dos mais marcantes pra mim. Não esperava aquilo. Fiquei extasiada. Foi tão carinhoso. Eu instintivamente sorri, e ele correspondeu com um sorriso lindo, mas triste ao mesmo tempo.
Eu: O que você queria me falar?
Ele desviou o olhar, parecia com medo. Me aproximei. Ele já estava sentado na cama. Coloquei a mão no ombro dele.
Eu: Pode me dizer.
Ele voltou a me olhar nos olhos e se sentou de frente pra mim. Pegou na minha mão e se aproximou. Sua respiração transborda ansiedade e eu não sabia o que estava acontecendo. Então ele começou a me beijar. Foi rápido, mas intenso. Me arrepiei, senti um calor invadindo meu corpo. Quando ele parou ficamos nos olhando. Eu sentia o calor da respiração dele. Coloquei a mão em seu cabelo e desci acariciando seu rosto.
Eu: Davi, eu sei o que você queria me dizer.

Ele me olhou surpreso. Eu me encostei em seu ombro ficando ao seu lado na cama. Deitei em seu peito e fui passando minha mão em suas pernas subindo até o shorts, que formava um volume. Davi suspirava e simplesmente colocou sua mão no meu seio e começou a acariciar. Fiz o mesmo, agarrei seu pau por cima do shorts. Apertei e ele deu um gemido bem discreto. Quando ele apertou meu peito eu tirei a mão dele.
Ele se assustou. Eu me levantei sem dizer nada provocando espanto nele. Fiquei de pé e ele me olhava sem saber o que eu estava fazendo. Então eu fui tirando minha blusa lentamente. Joguei-a no chão e em seguida tirei o sutiã revelando meus seios delicados e macios. Em seguida tirei minha calça bem devagar, não tinha pressa, queria aproveitar ao máximo esse momento. Ele olhava quase sem piscar. O shorts dele formava um volume considerável, impossível de não notar.
Eu joguei minha calça no chão. Fiquei só de calcinha. Ele estava parecia não acreditar no que estava vendo. Ele me olhava dos pés a cabeça. Em seguida eu peguei sua mão e o puxei pra perto de mim, ele se levantou e ficou com o corpo próximo a mim, eu podia sentir o seu pau duro encostado em mim.

Nos abraçamos e começamos a nos beijar. Eu agarrei passando minhas mãos em suas costas e puxei a blusa tirando-a junto com a camisa. O beijo estava intenso, nossas línguas se encontravam, ele chupava minha língua e eu a dele. O beijo era incrível.
Fui descendo minhas mãos pelas suas costas até chegar em sua bunda. Comecei a apertar com vontade. Ele devia estar gostando pois seu corpo se contraia e percebi que seu pau pulsava. Ele beija meu pescoço e vai descendo até os seios. Começa a chupa-los intensamente. Não conseguia conter os gemidos. O calor invadia meu corpo, e a sensação de sentir minha bucetinha molhada era difícil de descrever. Parecia um sonho.
Falando em sonho, como poderia descrever a bundinha do Davi? Era a perfeição. Eu sentia em minhas mãos seu formato. Não conseguia parar, era durinha e macia ao mesmo tempo, apertar ela era a melhor coisa.
Logo eu o afastei. Puxei seu shorts e sua cueca ao mesmo tempo, arrancando apressadamente. Seu pinto duro saltou, numa visão perfeita. Em seguida tirei minha calcinha. Queria ficar nua junto com ele. Ele me agarrou e me jogou na cama. Eu dei um sorriso e ele sorriu de volta. Ele me encarou nos olhos.

Davi: Agora é a minha vez.
Não entendi o que ele disse. Ele logo deslizou as mãos pelo meu corpo. Uma acariciava meus peitos e a outra ia deslizando. Eu estava perdendo o controle e meu corpo se arrepiou todinho. Era perceptível minha excitação. Eu respirava ofegante e gemia timidamente. Desta vez ele estava assumindo o controle e isso me causava ansiedade, medo e muito tesão.
Ele chega com a mão até minha barriga e desce até minha ppk. Já tinha uns pelinhos, eu não a depilava, era totalmente natural. Não era peluda, era bem ralinha e delicada. Estava muito molhada e ele olhava ofegante. Era visível o nervosismo misturado com o tesão. Ele realmente estava apreciando ela. De repente ele me olhou. Com certeza ele queria ver a minha reação ao primeiro toque. Então ele tocou ela massageando-a. Eu dei um gemido e fechei os olhos. Ele começou a esfrega-la procurando meu grelinho. Dizem que os homens tem dificuldade de encontrar, mas Davi localizou rápido. Ele sorriu como se tivesse comemorando a descoberta. Logo ele começou a me masturbar esfregando meu clitóris com intensidade. Eu não me contive, comecei a gemer alto, meu corpo começou a ter reação involuntária, estava perdendo o controle. Ele então começou a chupar meus peitos com vontade. Estava mamando como um bebê.

Eu: (Com a voz falhando) Ahh, aí assim. Ai issooo.
Eu estava totalmente entregue. Sentia um prazer e um tesão como nunca havia sentido, era loucura demais. Em pouco tempo meu corpo começou a esquentar, minhas pernas a tremer. Eu não me contive e curvei meu corpo, joguei minha cabeça pra trás e agarrei no lençol da cama. O orgasmo veio como um tsunami. Eu gemia descontroladamente. Davi sentiu minha bucetinha gozando e passou os dedos. Tirou a mão e olhou pra mim. Meu corpo se contraia todo. Eu abri os olhos ofegante tentando me recuperar do tsunami. Ele chupou os dedos provando meu melzinho. Eu não esperava, foi a cena mais excitante que havia visto até então.
Minha respiração voltou ao normal. Estava muito relaxada e leve. Davi me beijou. Foi um beijo rápido mas gostoso. Nisso olho pra baixo e vejo seu pinto duro como ferro. Eu agarro e começo a bater punheta sem pressa. Ele suspira. Eu aperto aquele pau duro e imponente. Sinto pulsar na minha mão e acelero mais fazendo Davi se esticar todo dar gemidos roucos e tímido.
Olho o pau dele e percebo que está molhadinho, babando. Aquilo me traz de volta o tesão e meu corpo reage. No impulso e sem pensar vou descendo até chegar a altura do pinto dele. Olho pra ele e ofegante ele me olha com as bochechas vermelhas e uma expressão de ansiedade com tesão puro. Eu lentamente vou colocando a boca. O contato o faz gemer e curvar a cabeça pra trás.
Eu começo a chupar aos poucos. Confesso que foi uma sensação estranha, eu estava meio insegura por nunca ter feito isso. Mas logo fui gostando. Pude sentir a textura, a maciez junto com a rigidez, o cheiro, o gosto, e como é quente e pulsante. Não consegui me conter, aquela rola gostosa na minha boca estava me deixando louca, e mais ainda os gemidos do Davi que se intensificaram.

Davi (voz rouca falhando) ahhh... Ai caralho...
Comecei a chupar com mais vontade. As vezes parava, punhetava olhando para o rostinho dele. Eu comecei a explorar mais, passar a língua nas bolas volumosas dele, subindo pela base até chegar na cabeça do pau. Em seguida abocanhei até aonde eu conseguia sem engasgar. Comecei a chupar freneticamente. O barulho (chup chup) se misturava com os gemidos dele.
Davi (exalando tesão) Aahhh nossa... Ai porra... Ahh...
Ele começou a acariciar meus cabelos e apoiou sua mão na minha cabeça pedindo mais. Então comecei a chupar freneticamente, mais rápido. O pau dele começou a enrijecer. Ficou mais duro.

Davi: Ai caralho Julia, ahh... Eu acho que vou...
Antes dele completar a frase, o pau começou a pulsar violentamente e os jatos vieram direto na minha garganta. Eu me assustei e afastei engasgando um pouco. Mantive a mão no pau dele enquanto gozava. Os jatos seguintes atingiram meu queixo e em seguida apontei seu pau para meus seios, que receberam os outros jatos que praticamente inundaram eles de tanto que Davi gozou. Seu pau era praticamente uma fonte de porra, jorrava violentamente. A sensação foi estranhamente boa. Eu pude sentir um pouco do gosto estranho e salgado que, confesso não gostei nada de início, mas atualmente eu amo kkk.
Larguei seu pau suado e molhado e sem pensar muito dei um beijo no Davi com o queixo pingando. Ele não se importou. Estávamos ali, dois corpos joviais nus, ofegantes e cheios de porra e suor, mais felizes do que poderiam estar. Eu por ajudá-lo a se esquecer de seus problemas e ele por ter a minha companhia. Ambos por terem prazer.

Depois do beijo Davi olhou pra e sorriu.
Davi: Obrigado!
Eu sorri de volta. Ele passa os dedos no meu queixo limpando-o.
Davi: (Envergonhado) Desculpa, não consegui avisar a tempo.
Eu: (Rindo) Não se preocupe, da próxima vez não vou me assustar, nem tirar da boca.
Ele riu surpreso. Então nos vestimos e ficamos na cama por um bom tempo, comemos lanche, conversamos e rimos.
Eu já estava levando a bandeja de volta, quando ele fala:

Davi: Obrigado mesmo. Você é incrível!
Eu dou um sorriso e saio extasiada. Passo o restante do dia nas nuvens pensando no quanto foi incrível e mágico aquele momento. E como será daqui pra frente. Qual o próximo passo? Será que estou pronta pra entregar minha virgindade a Davi? E agora?

E aí, o que estão achando? Sei que muitos podem estar achando longo ou romantizado demais, mas a ideia é trazer o máximo de realismo possível. Afinal a experiência é essa. Por favor, se quiserem a continuação comentem.

Obrigada e Beijinhos.

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Comentários (1)

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  • Pica grande: Adorei pode continuar agora mostra a bucetinha da maís tesão pra a gente ler

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