A sociedade do Cuzinho: A Volta pra Casa com o Chefe Antônio
Ainda no mesmo dia, Antônio descobriu o que Marcelo fez.
O sol poente derramava um manto de sangue líquido sobre as ruas poeirentas do bairro operário, enquanto eu arrastava meus passos exaustos de volta para casa após o primeiro dia infernal — e celestial — no Colégio Central. Meu corpo gordinho de 14 anos ainda vibrava com os ecos da foda selvagem de Marcelo no ginásio: tetinhas grandes e suculentas, agora inchadas e marcadas por chupões roxos que latejavam como feridas doces sob a camisa colada de suor, balançando a cada mancar desajeitado. A bunda redonda e carnuda ardia por dentro, o cuzinho transformado em um túnel dilatado e piscante, escorrendo a porra espessa e almiscarada do professor negro — fios grossos de sêmen negro misturados aos meus sucos viscosos, pingando pelas coxas grossas e suadas, encharcando a cueca e a calça do uniforme em uma trilha melíflua de luxúria proibida. Cada passo enviava ondas de prazer dolorido pela próstata machucada, meu pauzinho miúdo roçando na virilha pegajosa, endurecendo traiçoeiramente enquanto eu tentava não gemer na calçada movimentada por trabalhadores voltando da lida.
Eu morava com minha mãe numa casa simples de tijolos aparentes, no fim de uma rua de terra batida, cercada por comércios. Ela trabalhava como costureira até tarde, deixando-me sozinho na maior parte do tempo — tempo perfeito para meus "trabalhinhos extras" na borracharia vizinha, onde Antônio, meu chefe de 35 anos, reinava como um tirano tatuado e insaciável. Antônio era o dono da borracharia "Pneus do Zé", um moreno bruto de 1,90m, corpo forjado em anos trocando rodas e carregando pneus: braços como vigas de aço cobertos de tatuagens de caveiras e âncoras, peitoral largo e peludo salpicado de óleo negro, abdômen definido por músculos funcionais que se contraíam sob a pele bronzeada de sol. Seu pau, sempre meia-bomba na bermuda folgada de trabalho, bolas peludas e pesadas balançando como contrapesos, exalando um cheiro forte de macho suado e graxa.
Desde que comecei a trabalhar, aos 13 anos, Antônio me "treinava" no estoque dos fundos: me fodendo como um brinquedo descartável, tetinhas minhas mamadas até doerem, cuzinho arrombado e enchido de porra quente enquanto ele grunhia "trabalha direito, cuzudinha branquinha". Era nosso segredo sujo, escondido atrás de pilhas de câmaras de ar e latas de óleo.
A borracharia ao lado estava iluminada, o rádio tocando samba alto para abafar gemidos. Tentei entrar sorrateiro, mas o fedor me delatou: um aroma denso de cu fodido, porra fresca e suor de negão pairava como uma nuvem erótica. Antônio surgiu no fundo da sala, bermuda baixa nos quadris revelando o V peludo e o volume colossal latejando. Seus olhos pretos, famintos como os de um tubarão, me devoraram. "Ei, pivete! Tá atrasado pro turno extra. E que porra é esse cheiro de raba arrombada?"
Meu coração disparou, tetinhas arfando sob a camisa úmida. "C-chefe... foi o colégio... educação física..." Mas ele já se aproximou com agilidade felina, mãos calejadas de graxa me agarrando pelo braço, me arrastando para o quintal escuro, longe dos olhares da rua. "Colégio? Vamos ver que merda esses marmanjos fizeram com meu ajudante particular." Num movimento bruto, me encostou na parede de tijolos ásperos, virando-me de costas. Desabotoou minha calça com dedos ágeis, baixando-a junto com a cueca melíflua. A bunda gorda e branca brotou sob a luz fraca da lâmpada, marcada por palmadas vermelhas de Marcelo, o cuzinho rosado e frouxo exalando vapor de sexo, porra negra escorrendo em cascatas pegajosas pelas nádegas empinadas e coxas tremulas.
Antônio farejou como um cão de caça, rosnando possessivo. "Caralho, arregaçaram fundo! Porra de negão basqueteiro, né? Tá todo escorregadio de leitinho preto aqui." Enfiou três dedos graxados no meu buraco sem aviso, remexendo o sêmen viscoso de Marcelo, estalando os lábios ao provar o mel alheio. "Sabor de macho alfa... mas esse cu é MEU, pivete cuzudo." Eu gemi rouco, joelhos dobrando, o pauzinho endurecendo contra a barriga suada enquanto ele me dedava vorazmente, abrindo mais o anel piscante. O quintal era nosso forte — cercas altas, noite caindo, rádio abafando tudo —, ninguém via o chefe fudendo o moleque gordinho.
Ele me ergueu como um pneu leve, sentando-me na mesa de plástico do quintal, pernas abertas expondo o cu arrombado. "Tira essa porra de camisa, mostra as tetinhas pro chefe." Rasguei o tecido, revelando as tetas enormes e maltratadas, mamilos roxos inchados de chupões. "Olha só, o filho da puta mordeu bem. Mas o chefe mama melhor." Baixou a boca nelas, sugando como um faminto, língua áspera rodopiando os bicos endurecidos, dentes cravando marcas novas sobre as velhas enquanto eu arqueava, gritando abafado. Baba espessa escorria pelas curvas leitosa, tetinhas balançando em suas mãos calejadas que as amassavam como massas quentes.
Enquanto devorava minhas tetas, Antônio baixou a bermuda, libertando o pauzão oleoso: veias grossas pulsando como mangueiras, cabeça roxa jorrando pré-gozo viscoso, bolas peludas exalando musk de horas de trabalho. "Abre o rabo, branquinha. Chefe vai limpar e rechear." Alinhou o glande na entrada lubrificada pela porra rival e socou com força animal, o caralho inteiro afundando no cu frouxo, esticando paredes já doloridas em um squelch obsceno. "Puta que pariu, tá uma piscina aqui! Mas sente o pau do chefe dominando." Fodia como um martelo pneumático, quadris estalando contra minha bunda gorda, pauzão raspando as entranhas, misturando sêmenes em um caldo espumante.
Eu urrei, unhas cravando seu peitoral peludo, tetinhas slap-slap contra seu abdômen suado. Ele me virou de bruços na mesa, bunda empinada para o céu noturno, e realinhou, bombando mais fundo, bolas batendo nas minhas como sinos pesados. "Conta pro chefe, pivete! Como o negão te comeu? Detalhes, enquanto eu te arrombo!" Gaguejei entre gemidos, descrevendo os dedos de Marcelo, o pauzão negro, os chupões nas tetas — cada palavra o deixando mais feroz, estocadas virando pilhas. "Amanhã você trabalha pelado no estoque, e eu fodo pensando nisso."
Mudou para missionário no chão de cimento frio, pernas minhas sobre seus ombros tatuados, dobrando-me ao meio para penetrar até o estômago. "Goza pro chefe, cuzudinha gulosa!" Meu pauzinho jorrou fraco, sujando seu pelo pubiano, mas ele acelerou, mãos torcendo minhas tetinhas como chaves, suor pingando de seu corpo moreno no meu branco tremulo. O clímax explodiu: Antônio rugiu como um leão, músculos tensionando, bolas contraindo enquanto enchia meu cu de tsunamis de porra branca e espessa — galões quentes transbordando, escorrendo em poças no chão, marcando território sobre o sêmen de Marcelo.
Ofegantes, ele ainda pulsando dentro de mim, beijou minhas tetinhas marcadas. "Vai pra casa, pivete. Toma banho, mas guarda a porra pros sonhos. Amanhã na borracharia, turno extra — e traz o uniforme sujo da escola." Eu assenti, zonzo, vestindo as farrapos e mancando para dentro, o quintal fedendo a sexo duplo. Minha mãe chegaria em breve, alheia, enquanto eu, a branquinha cuzuda da borracharia, ansiava pelo próximo "turno" com o chefe possessivo.
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Comentários (1)
Roberto: Puta merda todo arrombado e ainda quer mais. Vai acabar num hospital.
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