Como um peixe faminto, caí na vara do amigo do meu pai... e de um desconhecido
Com o coração batendo forte, quase saindo pela boca, sinto a pressão. Aos poucos, meu anelzinho vai se abrindo...
Depois de sair do banheiro, meu pai se deita, e a luz do quarto foi apagada, apenas a luz de um abajur, dava a luminosidade necessária. A TV foi desligada, e um silêncio reina no quarto.
Meu corpo ainda estava elétrico, meu pinto estava duro, pensava o tempo todo, no pau do Celso. Me virei para o um lado, para o outro...e nada de dormir.
O silêncio é quebrado, meu pai começa a roncar, me dificultando ainda mais a pegar no sono.
Ouço barulho na cama ao lado, e Celso vai ao banheiro. O jato de mijo na privada é alto, e eu me viro mais uma vez na cama.
Celso sai do banheiro, vai até onde estavam as mochilas, e mexe em algo por lá.
Novamente me viro na cama, ficando de lado, virado para o lado do meu pai.
Barulho do zíper da mochila, passos pelo quarto, mas Celso não vai para a cama dele, ele para do lado da minha, e me cutuca.
_Não tá conseguindo dormir? Pergunta baixinho.
_Não...e agora com meu pai roncando, tá mais difícil. Respondi, também falando baixinho.
Celso se ajoelha ao lado da cama, tira meu lençol, e sua mão vai direto na minha bundinha.
_O quê você está fazendo? Pergunto.
_Meu pau tá muito duro, não tô conseguindo dormir....
Nisso, sua mão entra por baixo do meu short, e o abaixa.
_Mas.....
_Xiiiiuuuu.....quietinho...ou fala baixinho. Disse ele me interrompendo.
Suas mãos passeando pelas minhas bandinhas, me fizeram perder o senso, mas ele foi além, passou a beijar minha bandinha. Comecei a me contorcer na cama.
Quase perdi a linha quando ele meteu a língua no meu cuzinho, tive que morder o travesseiro para me segurar.
Me vendo completamente entregue, Celso passa algo geladinho no meu cuzinho, e desliza seu dedo para dentro. Beijos na bunda e dedadas no cuzinho...eu não estava aguentando, meu pau doía de tão duro.
Celso se levanta, me puxa um pouco mais para a beirada da cama, abre minha bundinha, e encaixa a rola na minha portinha.
Com o coração batendo forte, quase saindo pela boca, sinto a pressão. Aos poucos, meu anelzinho vai se abrindo, e um minuto depois, meu cuzinho agasalha a rola...todinha, ele enterrou tudinho.
_Tá gostoso? Me perguntou, enquanto acariciava meu corpo.
_Unhum...unhum...
Aos poucos, o pau começa a entrar e a sair, bem devagarinho. Minutos depois, com o cuzinho já laceado, o entra e sai passa a ser mais rápido.
O ronco do meu pai era o termômetro, e às vezes, Celso se empolgava, e dava batidas fortes na minha bunda. Nossos gemidos também aumentaram, estava difícil controlar.
Um misto de tesão e medo me dominava, e não posso negar, o fato de estar ali, ao lado do meu pai, que roncava como um porco, levando rola do amigo dele, me deixava super excitado, e eu já estava quase gozando, quando Celso anunciou o dele, e ele não esperou nem um minuto, encheu meu cuzinho de porra, foram vários jatos.
Celso debruçou seu corpo, me deu um beijinho na testa, e falou:
_Maravilha....agora vou conseguir dormir.
Ele tirou a rola da minha bunda, e foi ao banheiro. Eu travei o cuzinho, para não vazar nada, e também fui ao banheiro.
Eu sento na privada, e deixo a porra vazar. Celso termina de lavar a rola na pia, vira para mim, e fala:
_Dá um beijinho de boa noite.
Acabei abocanhando a rola dele. O pau até deu sinal de vida, mas ele tirou da minha boca.
_Amanhã tem mais....
Celso saiu, e eu até pensei em tomar banho, mas fiquei com receio do meu pai acordar. Fiquei mais um pouco no banheiro, e limpei a porra que vazou.
Quando retornei para o quarto, Celso roncava na sua cama...demorei bastante para dormir, a "sinfonia" do ronco estava alta.
Cinco e meia em ponto, meu pai acordou, fazendo barulho, acordando todo mundo. Parecia que eu tinha acabado de dormir, meus olhos ardiam de sono.
Eles tomaram um banho rápido, e se preparavam para sair.
_Ah pai...demorei para pegar no sono...vou ficar mais um pouco aqui...mais tarde eu vou lá...
_Você que sabe...quando descer, tranca tudo e leva a chave...
Eles saíram, tranquei a porta, e voltei para a cama. Mal fechei os olhos, e bateram na porta.
Levantei e fui ver quem era....era o Celso.
_O quê aconteceu? Perguntei.
_Na pressa, esquecemos o cooler com cerveja e água...e seu pai falou para eu pegar uma vasilha de iscas, para peixes maiores...
_Pega logo...ainda estou morrendo de sono...
_Acho que não vou deixar você dormir não. Disse ele, me agarrando por trás.
_Não Celso...agora não...mais tarde, tô morrendo de sono....
Bastou ele passar a sua barba no meu pescoço, para o meu pau acordar...daí, eu nem pensei mais em dormir.
Agarrado à minha cintura, ele me leva para a sua cama. Sou jogado de bruços, meu short é arrancado, e sua boca vai direto no meu cuzinho. Eu me remexo todo na cama, me agarrando ao colchão. Em seguida, ele se deita sobre mim, e mete a rola no meu lambuzado cuzinho.
Um tempo depois, fico de quatro. Ele me agarra firme pela cintura, e mete sem dó. Era bom demais...
Em pouquíssimo tempo, eu atinjo o orgasmo, e começo a gozar. Que delícia de gozo...saiu farto.
Preocupado em não demorar muito, Celso continua metendo sem parar....até que...
_Ahhhh....ahhhh caralho...vou gozaaaarrrrrr...
Ele entupiu meu cú com sua porra.
Celso tira o pau da minha bunda, e eu caio de bruços. Ele deita seu corpo sobre o meu, e fala:
_Ainda quero te pegar de jeito, com tempo, quero deixar seu cuzinho arrombado.
Recebo um beijinho no rosto, ele se levanta, vai ao banheiro, e em seguida sai.
Com o cuzinho vazando porra, não consegui mais dormir, me levantei, tomei um banho, limpei o lençol da cama, e fui ao encontro deles.
O entorno do lago estava lotado, tinha muita gente, até demorei para encontrar o pessoal.
Eles estavam se divertindo bastante, já haviam pego vários peixes. Inclusive, meu pai pegou o maior e mais pesado peixe daquela manhã. Até eu pesquei alguns...só que pequenos.
Por volta das 9h, demos uma parada, e fomos tomar o café.
Eu ainda estava num fogo danado, e só de ficar sentado ao lado do Celso, meu corpo já se arrepiou todo. Ele, também estava em sintonia, tanto que discretamente, dava umas esfregadinhas da sua perna na minha. Pena que meu pai estava sentado do meu outro lado, tínhamos que ser cautelosos.
Terminado o café, eles voltaram para a pescaria, e eu fui ao banheiro.
Chegando lá, assim que abri a porta, vejo um cara moreno, mijando no mictório. Não tive como desviar o olhar, o pau do cara era grande, e estava mole.
Acho que não fui discreto, o cara deu uma afastada, e começou a balançar o pau, olhando para mim, e dando um sorrisinho.
Todo sem graça, parei de olhar, e comecei a mijar.
O cara caminhou lentamente, passando bem pertinho de mim, mas não disse nada. Eu fiquei todo gelado.
Respirei fundo, e resolvi sair logo dali.
_Psssiiiu...
Ouvi isso quando passava em frente a um reservado, e lá estava o cara moreno, segurando o pau, que agora estava duro. Nossa...devia medir uns 22cm, mas não era grossão.
Ele fez sinal para eu entrar, e me sentindo atraído, entrei.
O cara tinha uma aparência de uns 30 anos, não era muito alto, devia ter 1,75m, e era forte. Ele fechou a porta, e eu, peguei no pau dele. Era bonito, todo roliço.
_Dá uma chupadinha. Pediu.
Me inclinei, e comecei a mamar o pau dele.
O homem ficou me fazendo um cafuné, mas logo suas mãos foram descendo, e já foram abaixando meu calção.
_Nossa...que maravilha. Disse ele, apalpando minha bundinha.
Continuei mamando, enquanto ele dedava meu cuzinho, me arrancando gemidos.
_Levanta. Pediu.
Obedeci, e fui virado para a parede. Ele voltou a apalpar e a apertar minhas bandinhas, mas não demorou muito, e ele já se encaixava atrás de mim. Passou saliva na cabeça do pau, pediu para eu empinar a bundinha, e enfiou sua rola...nossa, foi fundo.
Ouvimos barulho na porta do banheiro, e ficamos estáticos. Quando a pessoa saiu do banheiro, ele iniciou o vai e vem.
O pintão entrando e saindo, me deixou num tesão danado, e comecei a bater uma punheta.
Para não fazermos barulho, segurávamos os gemidos, mas às vezes, as bolas batiam com uma certa força na minha bunda, e o som saía mais alto.
_Ahhh...cuzinho gostoso da porra moleque. Disse ele, anunciando o gozo, logo em seguida.
O cara socou mais algumas vezes, e me segurou firme pela cintura. Em seguida, recebo sua porra, quentinha.
_Ahhhh....que gostoso...não tira não...deixa eu gozar também. Pedi, acelerando a punheta.
Com o pau atolado até o fundo, me arrepiei todo, e comecei a gozar, melecando a parede.
_Nossa...cuzinho gostoso...quantos anos você tem? Perguntou.
_Catorze...
_Nossa...novinho...mora por aqui? Na cidade?
_Não...sou de São Paulo...tô aqui com meu pai, no pesqueiro...
_Ah tá...tava afim de foder esse cuzinho de novo, mas tenho que ir...quem sabe a gente se vê de novo né?
_É....quem sabe...
O cara saiu, e eu fui cuidar da porra que já escorria pelas minhas pernas...
Ali, me limpando, pensei na bobagem que tinha feito...com certeza aquele cara ia sair falando para todo mundo dali...já me imaginava saindo do banheiro, e vendo ele apontando o dedo e dizendo que tinha me comido...ai...ai..se meu pai souber...
Saí do banheiro, todo desconfiado...olhei para todos os lados, não vi ninguém, e apreensivo, caminhei de encontro ao meu pai.
No caminho, ouvi uma buzina, parei, e um caminhãozinho parou do meu lado.
O vidro foi abaixado, e vi o cara do banheiro.
_Oi...nem falei meu nome...é Diógenes...
_Ah...oi...o meu é Marcos. Falei, dando um sorrisinho tímido.
_Legal...se cuida Marcos. Disse ele, acelerando o carro.
Notei que era um carro de entregas de produtos para restaurantes.
Agora, aliviado, fui de encontro ao pessoal...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (2)
Gustavo: Que tesão sou louco para dar em um banheiro
Responder↴ • uid:g3j1nnuhmPedro: Gostoso demais! Queria eu e ter essa sortr de achar um cuzinho em um banheiro assim
Responder↴ • uid:g3j1nnuhm