#Assédio #Estupro #Grupal #Teen

Abusada por um casal

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milly

Meu nome é Júlia, tenho 19 anos, e trabalho na "Point Cell", uma lojinha de acessórios e consertos rápidos que fica bem na esquina da minha rua. O dono, Seu Jorge, quase nunca aparece depois das cinco, então eu fico ali, ouvindo rádio e vendo o movimento da rua pela porta de vidro.

O Luan tem 22 anos. Ele mora no bloco de trás do meu e vive passando aqui, às vezes só pra trocar uma ideia ou comprar uma película nova "porque a dele riscou". Ele tem aquele jeito de garoto de bairro: boné pra trás, correntinha de prata fina no pescoço e um sorriso que parece que ele tá sempre guardando um segredo.

Eram 18:30, uma chuva chata começou a cair e o céu escureceu rápido. Eu estava organizando os cabos USB quando o sino da porta tocou.

— Tá faturando muito ou sobrou tempo pra mim, Júlia? — ele perguntou, entrando e sacudindo a água do cabelo.

Ele estava usando uma calça de moletom cinza, daquelas bem confortáveis, e uma camiseta de time. O Luan é magro, mas tem aquele corpo "seco", com os ombros largos.

— Só fechando, Luan. De novo com problema nesse carregador? — perguntei, tentando manter o tom de brincadeira, mas algo na postura dele hoje estava diferente. Mais silencioso.

— O problema hoje não é o celular, não... — ele disse, caminhando até o balcão.

Ele se escorou no vidro, ficando bem perto de mim. Como ele estava de moletom cinza, o tecido não escondia absolutamente nada. Quando ele se inclinou para frente, o volume se acomodou de um jeito que me fez perder o fio da meada. Dava para ver perfeitamente o peso de algo grande e sólido caído para o lado esquerdo da perna dele. Não era um volume comum; era uma silhueta longa, que parecia descer quase até o meio da coxa, e a grossura marcava o moletom de um jeito que não deixava dúvidas: o Luan estava escondendo um monstro ali embaixo.

Eu tentei desviar o olhar, mas o contraste do cinza claro da calça com a sombra daquela peça enorme era magnético. Minha boca secou.

— Por que você tá tão nervosa? — ele perguntou, a voz baixinha, notando que eu não conseguia mais olhar nos olhos dele.

— Não tô nervosa... só tá tarde. Tenho que fechar — eu disse, mas minhas mãos tateavam o balcão sem rumo.

Ele não respondeu. Em vez disso, ele esticou o braço e alcançou o controle da porta de aço. O barulho do metal descendo e batendo no chão — vupt, pá! — selou a gente dentro da loja. O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor, quebrado apenas pelo chiado da chuva lá fora.

— O Jorge disse que se eu passasse aqui e a porta estivesse fechando, era pra eu te ajudar com o lixo — ele mentiu, com um brilho de malícia nos olhos.

Ele deu a volta no balcão devagar. O moletom cinza balançava conforme ele andava, e eu conseguia ver o "monstro" ganhando vida, ficando mais rígido a cada passo que ele dava na minha direção. O Luan parou na minha frente, invadindo meu espaço.

— Júlia... você fica olhando pra baixo toda vez que eu venho aqui — ele sussurrou, segurando minha cintura com uma mão, enquanto a outra ele levou até o cordão do moletom. — Você quer saber se o que você imagina é verdade?

Ele pegou a minha mão direita. Minha pele parecia queimar sob o toque dele. Ele não foi bruto; ele foi possessivo. Guiou meus dedos até o topo daquela saliência por cima do tecido. No momento em que encostei, meu coração deu um solavanco. Era quente, duro como uma tora de madeira e tão grosso que minha mão não conseguia envolver nem a metade.

— Sente como ele fica quando você tá perto — ele disse, a respiração dele batendo no meu rosto. — Você acha que dá conta de um brinquedo desse tamanho?

Ele desamarrou o cordão do moletom e deixou que a calça cedesse um pouco, revelando o elástico da cueca branca, que já estava sendo forçado para frente por uma cabeça larga e pulsante que implorava para sair.

Eu dei um passo para trás, esbarrando na bancada de solda. O barulho das pinças de metal caindo no chão pareceu um estrondo naquele silêncio tenso. Meus pulmões pareciam ter encolhido; o ar não entrava direito.

— Luan, para... você tá louco? O Jorge pode ter esquecido alguma coisa, ele volta aqui em dois minutos — tentei mentir, minha voz saindo trêmula, enquanto eu cruzava os braços sobre o peito, tentando criar uma barreira entre nós.

O rosto dele mudou num instante. Aquele brilho de brincadeira nos olhos sumiu, dando lugar a uma expressão fechada, obscura. Ele não aceitou o recuo. Em vez disso, ele deu um passo rápido, invadindo meu espaço com uma agressividade que eu nunca tinha visto nele. Ele segurou meus dois pulsos com uma mão só, prendendo-os acima da minha cabeça contra a parede de azulejos frios da loja.

— O Jorge não vai voltar, Júlia. Para de palhaçada — ele rosnou, o rosto a milímetros do meu. A voz dele não era mais suave; era uma ordem. — Você passou meses me provocando, olhando pro meu volume por cima desse balcão, achando que eu não percebia. Agora que eu fechei a porta, você quer dar uma de santa?

— Me solta, Luan! Você tá me machucando! — eu reclamei, tentando puxar meus braços, mas o aperto dele era como uma algema de carne e osso.

Ele soltou uma risada seca, sem humor nenhum. Com a mão que estava livre, ele agarrou a base do meu pescoço, não para me enforcar, mas para me imobilizar. Senti o calor da palma dele queimando minha pele.

— Você queria ver, não queria? — ele perguntou, e antes que eu pudesse responder, ele usou o próprio quadril para me prensar contra a parede.

O impacto me fez soltar um suspiro curto. O moletom cinza dele, agora esticado ao limite, esmagou minha coxa. Eu senti cada centímetro daquela rigidez monstruosa. Era como se ele estivesse armado com uma barra de ferro quente. A pressão era tanta que eu conseguia sentir a pulsação daquela peça através das nossas roupas; era um latejar rítmico, pesado, que parecia uma segunda batida de coração.

— Olha pra baixo — ele ordenou, apertando meu pescoço um pouco mais firme, forçando meu queixo para baixo.

Eu não queria olhar, mas não tive escolha. O moletom cinza estava sendo empurrado para frente de um jeito que parecia que o tecido ia rasgar. A ponta daquela peça colossal, larga e arredondada, marcava a calça quase na altura do meu umbigo de tão longa que era. Era um volume bruto, intimidador, que ocupava todo o espaço entre as pernas dele e agora se fundia ao meu corpo.

Ele soltou o elástico da calça com um movimento brusco. O moletom e a cueca caíram juntos, e o que saltou de lá de dentro me deixou em choque.

Era um monstro. O pau do Luan era de um tom de marrom bem mais escuro que a pele do resto do corpo, quase arroxeado na cabeça. Era coberto por veias grossas que se retorciam como raízes pela extensão toda, latejando com uma violência assustadora. A cabeça era enorme, romba, e já estava brilhando na ponta. Quando ele se libertou, a peça balançou com o próprio peso, batendo contra a barriga dele com um som surdo, antes de apontar direto para o meu rosto.

— Tá vendo isso aqui? — ele perguntou, aproximando a peça do meu rosto, o cheiro forte de homem e desejo invadindo meus sentidos. — Você acha que eu vou deixar você sair daqui sem engolir cada centímetro dessa grossura?

Eu tentei virar o rosto, as lágrimas começando a embaçar minha visão, mas ele segurou minha mandíbula com força, me obrigando a encarar aquela tora venada que pulsava a centímetros da minha boca.

— Abre — ele comandou, e o tom da voz dele me fez entender que, naquela loja fechada, a minha vontade não valia mais nada.

O Luan não tinha mais paciência para os meus choramingos. O olhar dele estava vidrado, uma mistura de raiva acumulada com um desejo que beirava a crueldade. Quando eu tentei desviar o rosto pela última vez, ele soltou meus pulsos apenas para me girar com uma força bruta.

— Já que você quer bancar a difícil, vai ser do meu jeito — ele rosnou no meu ouvido, sua voz agora um sussurro rouco e carregado de autoridade.

Ele me empurrou contra o balcão de vidro onde os celulares dos clientes ficavam expostos. Meu rosto ficou colado na superfície fria, e eu podia ver o reflexo da minha própria expressão de pânico. Ele não perdeu tempo. Com uma das mãos, ele pressionou minhas costas, me achatando contra o balcão, enquanto a outra mão subia pela minha perna, agarrando o tecido da minha calça jeans e puxando-o para baixo junto com a calcinha. O frio do ar-condicionado atingiu minha pele nua, me fazendo estremecer, mas o calor que vinha de trás dele era muito mais intenso.

Ele se encaixou entre minhas pernas, abrindo-as à força com os joelhos. Eu senti o contato daquela tora monumental contra a minha fenda. A cabeça dele, larga e úmida, começou a se esfregar contra a minha intimidade, que mesmo contra a minha vontade, já estava terrivelmente lubrificada pelo medo e pela tensão acumulada.

— Sente isso, Júlia — ele disse, a respiração quente batendo na minha nuca enquanto ele segurava meu cabelo, puxando minha cabeça para trás para que eu sentisse a pressão. — Sente o tamanho do que vai entrar em você agora.

Ele posicionou a ponta arroxeada exatamente na minha entrada. Ele não usou os dedos, não fez carinho, não deu tempo para eu respirar. Ele simplesmente deu um impulso seco e violento.

— AHHH! — O grito rasgou minha garganta, mas foi abafado pelo vidro do balcão.

A dor foi imediata e lancinante. Senti como se estivesse sendo partida ao meio. O Luan era largo demais; as veias grossas que eu tinha visto agora agiam como relevos que raspavam as paredes internas do meu canal, me esticando de uma forma que eu nunca imaginei ser possível. Ele entrou apenas a metade, e eu já sentia que não havia mais espaço dentro de mim. O preenchimento era total, absoluto; eu sentia a pulsação do membro dele ecoando dentro das minhas entranhas.

— Porra... você é muito apertada — ele arfou, o corpo dele tremendo de esforço para continuar o movimento. — Parece que nunca recebeu nada desse tamanho, né?

Ele não parou. Mesmo com os meus soluços abafados, ele deu outro solavanco, enterrando o restante daquela peça monstruosa em mim. Senti o impacto do púbis dele contra a minha bunda, um som surdo de carne batendo com força. Agora ele estava todo dentro. A sensação era de uma plenitude dolorosa e elétrica; cada centímetro das paredes internas do meu corpo estava em contato com aquela pele quente e venosa.

O ritmo começou impiedoso. O Luan me usava como se quisesse marcar o território dele de dentro para fora. A cada estocada, o balcão de vidro rangia perigosamente sob o meu peso. Ele me puxava pelos quadris com as mãos calejadas, me trazendo de encontro ao seu pau toda vez que recuava, para garantir que a penetração fosse o mais profunda possível.

— Fala que é meu... fala que essa bucetinha é do Luan! — ele ordenava, o ritmo ficando cada vez mais frenético, o suor dele pingando nas minhas costas.

Eu não conseguia falar nada, apenas gemer em uma mistura de agonia e um prazer obscuro que começava a subir pelas minhas pernas. O atrito daquela cabeça enorme contra o fundo do meu útero estava me deixando tonta. O cheiro de sexo e de loja fechada preenchia o ar, e o único som era o das estocadas brutas e dos rosnados de satisfação que ele soltava a cada vez que se enterrava até o talo.

O Luan estava em transe, com as mãos enterradas na minha cintura, me usando como se eu fosse um objeto de teste para aquela tora que não parava de latejar dentro de mim. O ritmo dele era bruto, mecânico, e eu já não sabia mais se o que eu sentia era dor ou uma dormência elétrica causada pela grossura que me mantinha totalmente aberta.

De repente, ele parou o movimento. Ele me segurou pelos ombros e me virou de frente no balcão de vidro com um puxão ríspido, sem nem se dar ao trabalho de se desconectar de mim. O membro dele saiu com um som úmido, "ploc", e eu me senti vazia e ardendo por um segundo, até que ele me prensou de novo, agora de frente, me obrigando a olhar para o rosto dele suado e transtornado.

— Agora você vai olhar no meu olho enquanto eu acabo com você — ele rosnou, a mão apertando meu pescoço enquanto ele posicionava a cabeça arroxeada na entrada novamente.

Mas antes que ele desse a primeira estocada, um barulho veio do corredor escuro que dava para o banheiro e para a portinha dos fundos.

CLAC.

A porta de madeira, que ficava escondida atrás de uma cortina de plástico, foi escancarada. O Luan congelou. Eu, trêmula e com as pernas bambas em cima do balcão, olhei por cima do ombro dele.

Era a tati. A namorada dele, uma garota de 21 anos que todos no bairro sabiam que era completamente louca por ele — e extremamente ciumenta. Ela estava parada ali, com o rosto vermelho, segurando o celular com a lanterna ligada, apontando diretamente para nós.

— Eu sabia... eu sabia! — a voz dela saiu em um grito agudo, quebrado pelo choro. — Você disse que ia ajudar o Jorge, seu desgraçado!

O Luan nem teve tempo de puxar a calça de moletom cinza. Ele se virou meio de lado, e a luz da lanterna da Tati bateu em cheio naquela peça monumental que ainda estava ereta, brilhando de lubrificante e latejando de forma obscena na frente de todo mundo.

— Tati, calma... não é o que você tá pensando — o Luan tentou dizer, mas a voz dele falhou. Era ridículo tentar negar com o pau daquele tamanho apontado para mim e eu nua em cima do balcão.

— "Não é o que eu tô pensando"? Você tá com essa coisa enterrada nela no meio da loja! — Ela avançou para cima dele, mas parou a um passo de distância, os olhos fixos na grossura venada do Luan que ela conhecia tão bem, mas que agora parecia maior e mais agressiva sob a adrenalina da traição. — Você é um lixo, Luan! E você, Júlia... sua piranha de balcão!

A Tati não foi embora. Em vez de fugir, o ódio dela pareceu se transformar em algo mais sombrio. Ela trancou a porta dos fundos por onde tinha entrado e guardou a chave no sutiã, os olhos alternando entre a raiva por mim e uma fome estranha pelo que estava vendo entre as pernas do namorado.

— Você gosta tanto de se exibir, Luan? — ela perguntou, a voz agora baixa, perigosa. — Então agora você vai terminar. Mas eu vou assistir cada segundo. E se você parar, eu conto pro seu pai o que você faz aqui à noite.

O silêncio na loja ficou pesado. O Luan olhou para a Tati, depois olhou para mim. O medo de ser descoberto pela família se misturou com o tesão do flagra.

O clima na loja mudou de um erotismo bruto para algo doentio. A Tati não parecia uma namorada traída comum; havia um brilho de instabilidade nos olhos dela, uma mistura de humilhação e uma excitação sombria que a impedia de ir embora.

— Tati, por favor! — eu comecei a soluçar, tentando fechar as pernas e me encolher no balcão de vidro. — Ele me trancou aqui dentro! Ele me forçou, Tati! Ele baixou a porta e...

— Cala a boca, Júlia! — ela gritou, dando um passo à frente e apontando o dedo na minha cara. — Eu vi o jeito que você estava olhando para ele. Eu vi como você estava aberta, aceitando cada centímetro dessa tora. Você sempre quis isso, não venha dar uma de vítima agora porque eu peguei vocês no flagra!

— Não é verdade! — minha voz saiu rasgada. — Olha o tamanho disso, Tati! Você acha que eu escolheria ser partida ao meio por ele assim? Ele me machucou, ele me prensou...

A Tati soltou uma risada histérica, olhando para o Luan, que continuava parado, ofegante, com o membro monumental balançando entre as pernas, ainda pulsando com a adrenalina do coito interrompido.

— Ele é um animal, Júlia. Eu sei o que ele tem entre as pernas melhor do que ninguém — ela disse, e para o meu horror, a mão dela desceu para o próprio corpo, apertando-se por cima do short curto. — E eu sei que nenhuma garota de dezenove anos rejeitaria essa grossura se ele a prensasse na parede. Você queria o meu homem? Agora você vai ter ele até o final.

Ela olhou para o Luan com um comando silencioso.

— Luan... continua — ela ordenou, a voz agora um sussurro rouco. — Termina o que você começou. Eu quero ver o que você faz com essas meninas que acham que podem tirar o que é meu. Se você parar, eu ligo para a polícia e digo que você a estuprou. Se você continuar e me der o show que eu quero, a gente vai embora e eu esqueço que vi você dentro dela.

O Luan olhou para a Tati, aterrorizado e excitado ao mesmo tempo. Ele sabia que estava nas mãos dela. Ele se virou para mim, e o olhar dele não tinha mais rastro de humanidade; era apenas o instinto de sobrevivência e o tesão de ser assistido.

— Desculpa, Júlia... — ele murmurou, mas a mão dele já voava para a minha nuca, me puxando de volta para o centro do balcão.

Ele me abriu de novo, de frente para a Tati. Ele segurou aquela peça escura e venosa, que parecia ter crescido ainda mais sob o olhar da namorada, e a posicionou na minha entrada que ainda latejava e ardia.

— Olha, Tati! — o Luan rosnou, dando o primeiro impulso.

Desta vez foi pior. Como eu estava tentando resistir, meus músculos estavam tensos, o que tornava a entrada daquela grossura algo quase insuportável. Eu sentia cada veia do pau dele se expandindo dentro de mim, me alargando enquanto a Tati assistia a poucos metros, os olhos vidrados na forma como a pele dele sumia dentro do meu corpo.

— Isso... — a Tati dizia, a mão se movendo freneticamente entre as próprias pernas. — Mostra pra ela quem manda, Luan. Mostra como você é grande demais pra ela.

O Luan começou a estocar com uma fúria renovada. A cada batida, a cabeça larga dele atingia o fundo do meu útero, me fazendo arquear as costas e soltar gemidos de pura agonia que a Tati interpretava como prazer. O balcão de vidro estalava. O Luan estava possuído, os olhos fixos na Tati enquanto ele me usava como um instrumento para o prazer doentio deles dois.

A Tati se aproximou, ficando ao lado do Luan, e esticou a mão para tocar a base do membro dele enquanto ele entrava e saía de mim, sentindo a textura das veias que me rasgavam por dentro.

— Você está sentindo, Júlia? — a Tati sussurrou, o rosto colado ao meu, enquanto eu chorava sem parar. — Sente como ele é grosso? Ele é meu. E ele está te usando só para me mostrar o quanto ele é homem.

O pânico que me sufocava começou a se transformar em algo que eu não conseguia mais combater. Eu estava cercada. O ar da loja estava pesado, saturado com o cheiro de suor, do meu próprio medo e da eletricidade doentia que emanava da Tati. Ela não se afastou com nojo; ela se aproximou como se quisesse se alimentar do que estava acontecendo comigo.

Quando o Luan deu uma estocada mais profunda, fazendo o balcão de vidro estalar sob o meu peso e a cabeça daquela tora atingir o fundo do meu útero, a Tati segurou meu rosto com as duas mãos. Eu fechei os olhos, esperando um tapa, uma humilhação física, mas o que recebi foi um beijo faminto, invasivo. A língua dela explorava a minha boca com a mesma possessividade brutal com que o Luan explorava o meu corpo lá embaixo.

Foi o meu fim. O choque foi substituído por uma onda de calor que subiu pelas minhas pernas e se instalou no meu peito. Eu estava sendo esmagada pelo prazer: o preenchimento massivo do Luan, me esticando até o limite absoluto por dentro, e a dominação da Tati por cima. Meu corpo de 19 anos, traído pelos próprios sentidos, simplesmente parou de lutar. Meus gemidos de choro viraram arquejos de luxúria que eu não reconhecia como meus. Eu parei de tentar fechar as pernas e, num movimento involuntário, as entrelacei na cintura dele, puxando-o para que ele se enterrasse ainda mais fundo.

— Isso... — a Tati sussurrou contra os meus lábios, vendo que eu tinha me entregado. — Você gosta, não gosta? Gosta de sentir como ele é gigante dentro de você.

Ela se afastou apenas o suficiente para arrancar a roupa com uma pressa febril, jogando o short e a blusa em cima de uma pilha de carregadores. Ela subiu no balcão ao meu lado, ficando de quatro, a pele brilhando sob a luz fria do LED. O Luan parecia possuído. Ele saiu de mim com um som úmido, "ploc", e eu me senti vazia por um segundo, olhando para o membro dele — era escuro, monumental, coberto pelo brilho do meu sexo e com as veias latejando como se fossem explodir.

— Agora as duas — o Luan rosnou, a voz mais rouca do que nunca.

Ele me puxou para a ponta do balcão e fez a Tati se posicionar na minha frente. Ele se encaixou atrás dela, mas antes de entrar, ele pegou a minha mão e a guiou até a base daquela peça. O contato da minha pele com a dele, quente e esticada como couro, me fez estremecer. Era pesado, uma massa de carne rígida que ocupava toda a minha palma. Ele se enterrou na Tati com um golpe só, fazendo-a gritar, enquanto eu, hipnotizada pelo movimento daquela tora entrando e saindo dela, comecei a acariciar o corpo dela, perdida naquele transe.

A loja de bairro virou um cenário de puro pecado. O Luan alternava entre nós duas, sem pressa, descarregando toda a força daquela grossura em mim e nela. Ele nos colocava em posições que permitiam que nos tocássemos, sentindo juntas o deslocamento de espaço que aquele monstro causava dentro de nós.

— Eu vou... eu vou gozar! — o Luan avisou, o corpo todo retesado, as veias do pescoço saltadas pelo esforço.

Ele me puxou para o chão, me deitando no tapete de borracha da entrada, e fez a Tati se ajoelhar ao lado do meu rosto. Ele se posicionou entre nós, segurando o próprio membro que parecia ter dobrado de volume na hora final, latejando com uma violência assustadora.

Com uma série de espasmos, ele começou a descarregar. Jatos brancos, quentes e espessos atingiram meu rosto e meu peito, um após o outro. A Tati usava as mãos para espalhar o sêmen pela minha pele, rindo com um prazer vitorioso, enquanto eu apenas arquejava, coberta pela marca daquela noite. O gozo parecia não ter fim, vindo de algum lugar profundo daquela peça monumental.

O Luan desabou entre nós duas, o peito subindo e descendo, enquanto o membro dele, ainda semi-ereto e enorme, pulsava contra a minha perna. A chuva lá fora continuava a lavar a porta de aço, mas ali dentro, nada mais seria como antes.

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Comentários (2)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Sct: O dono não iria colocar em risco o estabelecimento dele colocando uma criança pra trabalhar

    Responder↴ • uid:5h61a18j
  • Sct: Como assim 9anos e trabalhar tá mentindo

    Responder↴ • uid:5h61a18j