#Gay #Incesto #Teen

O Melhor Presente de 18 Anos

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Filhofeliz

Pedro, ao completar 18 anos, viaja para o Rio de Janeiro com seus dois pais, Marcos e Emerson. Durante uma festa, o jovem acaba revelando um segredo

Meu nome é Pedro e acabei de completar 18 anos. Ganhei o melhor presente do mundo: ter meus dois pais só para mim. Tenho dois pais: o Marcos, de 34 anos, que é meu pai biológico; e o Emerson, de 33 anos. O Emerson, na verdade, é meu tio, irmão gêmeo da minha mãe. Ela faleceu durante o meu parto, e ele assumiu a responsabilidade de me criar junto ao Marcos. Com o tempo e a proximidade, os dois se apaixonaram e se casaram.

Os dois são lindos, jovens e muito dedicados a mim e ao trabalho. Começaram a trabalhar desde cedo para crescerem profissionalmente e trazerem o melhor para casa. Criaram-me sozinhos desde o nascimento, revezando turnos de trabalho. Sou muito grato a eles por tudo o que temos. Hoje, com empresa própria, estamos mais tranquilos; podemos viajar e passar o tempo juntos, só nós três. Isso me tornou muito apegado a eles; não temos segredo nenhum. Inclusive, eles sempre souberam que eu gostava de meninos e já até apresentei um namorado a eles.

Sempre vi aqueles dois homens como meus heróis — e como os homens mais sexys do mundo. Os dois gostam muito de treinar e de esportes. Marcos tem 1,80m de altura, pele clara, cabelos curtos, uma barba linda e um peitoral sarado e peludo que é um charme. Já o Emerson tem 1,70m, pele morena, cabelos curtos, sem barba, com o corpo todo definido e cheio de tatuagens, que são sua paixão. Eu não fujo muito desse padrão: tenho 1,80m, pele morena, cabelo médio e não tenho barba.

Sempre os admirei e desejei. Quando os via se beijando, o desejo vinha na hora; eu pensava em ficar no meio deles, queria os dois. Frequentemente me satisfazia pensando neles, ainda mais porque em casa ficávamos sempre à vontade, de cueca ou até sem nada. Sendo apenas homens, sentíamos que não havia o que esconder — exceto a minha excitação. Quando eles percebiam, riam e diziam que eram os hormônios da adolescência. Mal sabiam que meus hormônios só pensavam neles.

No meu aniversário de 18 anos, viajamos para o Rio de Janeiro. Passamos uma semana lá para comemorar. Eu amei, pois seria a primeira vez que eu poderia ir às festas que eles frequentavam; antes, eu sempre tinha que ficar no hotel. Agora não, eu ia me divertir junto deles.

Chegamos ao Rio e fomos direto para a praia pegar um bronze e observar a "paisagem". Foi muito bom curtir aquele momento. Mesmo vendo-os sempre à vontade em casa, vê-los de sunga era diferente, mais excitante. A magia do Rio estava no ar: bebendo com eles, apreciando o mar... Eu nem imaginava que, naquele dia, tudo o que eu mais queria aconteceria.

— Então, filho, está gostando da viagem? — perguntou Marcos.
— Estou amando, pai. Obrigado aos dois, vai ser uma semana incrível.
— E está só começando — Emerson completou. — Temos mais uma surpresa. Vamos naquela festa que você tanto queria hoje.
— Sério? Nós três? — perguntei, surpreso.
— Não quer que a gente vá? — brincou Marcos.
— Foi só ficar maior de idade que não quer mais sair com os "velhos"? — Emerson provocou.
— Parem de drama, vocês dois! Sabem muito bem que sempre foi meu sonho ir nessas festas com vocês.

Voltamos para o hotel para descansar. Perto da hora de sair, Emerson bateu à minha porta. Ele vestia uma regata justa que realçava seu corpo definido. Encontramos o Marcos no elevador; ele usava uma camisa de botões bem solta e aberta. Estavam lindos.

A festa estava incrível: ambiente perfeito e música boa. Eu estava vivendo o momento mais feliz da minha vida quando um rapaz se aproximou de mim. Ele era atraente e perguntou se eu estava acompanhado. Respondi que estava com meus pais. Ele riu, conversamos e acabamos nos beijando. No entanto, quando paramos, vi uma cena que me deixou pasmo: meus pais estavam em um beijo triplo com um garoto que parecia ter a minha idade.

Na hora, o ciúme tomou conta. Fiquei furioso. Ver alguém da minha idade realizando o meu sonho acabou comigo. Saí de lá querendo apenas esquecer o que vi. Eu já estava longe quando senti alguém me segurando. Era o Marcos. Ele viu meus olhos cheios de lágrimas e tentou entender o que houve. O Emerson chegou logo atrás, preocupado. Levaram-me para um canto afastado.

— O que houve, meu filho? Você saiu correndo do nada — disse Marcos.
Eu não conseguia olhar para eles. Emerson insistiu:
— Pode se abrir com a gente. Nunca guardamos segredos.
— Não quero falar. Tenho vergonha e medo de que vocês me odeiem.
— Nunca teremos ódio de você, Pedro — afirmou Emerson.

Meu corpo tremia. O mundo parecia girar, mas eu precisava falar.
— Eu amo vocês. E não é só como filho. Eu amo vocês como homens. Sinto desejo por vocês dois. Sempre me segurei, mas quando vi vocês beijando aquele menino, eu surtei. Tive inveja dele por estar beijando as duas pessoas que eu mais queria...

Fui interrompido por um beijo do Marcos. O susto deu lugar a uma sensação maravilhosa; a língua dele, o abraço forte... Quando ele me soltou, veio o Emerson. O beijo dele era mais suave, com um gosto incrível. Eu estava em choque, sem saber se era real.

— Nós também guardávamos um segredo — disse Emerson.
— Já faz tempo que não vemos você apenas como filho. Nós desejamos você — revelou Marcos.

Eles me abraçaram e voltamos a nos beijar ali mesmo, sem nos importar com quem olhava. Decidimos ir embora cedo, pois a noite de verdade começaria no hotel.

Quando entramos no quarto, o desejo acumulado transbordou. Entre beijos intensos e carícias, as roupas foram deixadas de lado. Admirei aqueles corpos que sempre desejei em segredo. Entregamo-nos completamente um ao outro, explorando cada sensação, cada toque e cada prazer que havíamos guardado por tanto tempo. Foi uma noite de descobertas e entrega total, selando nossa união de uma forma que eu jamais imaginei ser possível.

— Amo vocês — sussurrei.
— Te amamos, filho — responderam.

— E não pense que acabou — disse Emerson. — Vamos descansar, porque amanhã temos mais surpresas.
— Vá pegar suas coisas e volte para cá — completou Marcos. — Vamos dormir juntos, como uma família.

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