Comi a casada da limpeza aqui no consultório.
Era uma tarde de feriado preguiçosa no consultório fuleiro onde trabalho, aqui na favela de Ponte Preta em Olinda, e o que começou como uma limpeza rotineira virou uma foda insana com a Sandra, essa morena casada e safada que sempre me deixou de pau duro com seus olhares provocantes. Eu, um cara casado mas cheio de tesão reprimido, finalmente a seduzi mostrando o mundo dos cornos no site da Selma Recife e no Fanvue dela, onde casadas carentes como ela se soltam, e o que rolou foi uma transa selvagem: beijos quentes, eu cheirando e lambendo o cu fedido e suado dela até ela gozar se tocando, depois uma enrabada dolorida na mesa mesmo, com cuspe como lubrificante, o pau sumindo no rabo apertado, ela gritando de dor e prazer, quase se cagando no meio da foda, correndo pro banheiro com peidos altos ecoando, voltando pra mais socadas fortes até eu gozar dentro e deixar o cu arrombado vazando porra – tudo isso enquanto o corno do marido dela enche a cara de cachaça em casa, sem imaginar que agora ela é minha puta particular, e isso é só o começo de aventuras diárias que vão te deixar louco pra ler mais e ver as fotos e vídeos abaixo.
Boa tarde, galera, tô aqui no consultório meia-boca dessa favela carente, o sol batendo fraco pela janela suja, e o cheiro de desinfetante misturado com poeira velha pairando no ar. Hoje é feriado, dia de faxina, e eu tô varrendo o chão com essa vassoura velha, o suor escorrendo pelas costas enquanto observo a Sandra, essa morena tesuda de corpo curvilíneo, vestida com um uniforme verde apertado que realça cada curva da sua bunda enorme e dos peitos fartos. Ela é casada com um otário chamado Marcos, que passa a semana trabalhando e os fins de semana bebendo até cair, deixando ela carente pra caralho. Eu sempre notei como ela me olha diferente, com um sorriso malicioso nos lábios carnudos, e eu, o Toninho, casado com a Ana mas com um tesão acumulado que me faz babar por ela há anos, decido que hoje é o dia de tentar a sorte.
Ela tá ali, limpando a mesa de exame, o rabo empinado enquanto passa o pano, e eu me aproximo, o coração acelerado, o pau já meia-bomba nas calças. "Ei, Sandra, você tá linda pra caralho hoje, mesmo nessa roupa de limpeza. Deixa eu tirar uma foto sua pra guardar?" Eu digo, pegando o celular, e ela ri, virando de frente com aquele olhar safado, os olhos castanhos brilhando. "Ah, Toninho, você é doido, né? Meu marido nem sonha com essas coisas." Mas ela posa, sorrindo, e eu clico, mostrando pra ela na tela. "Olha só, você é uma deusa. Sabe, eu tenho um perfil no site da Selma Recife www.selmaclub.com e no Fanvue dela www.fanvue.com/brazilians2026 , lá tem um monte de casadas como você, cheias de desejo, vivendo aventuras com amantes enquanto os maridos são cornos mansos. É um mundo que existe, mas pouca gente conhece."
Ela para, os olhos arregalados, curiosa. "Sério? Me mostra isso aí." Eu abro o site no celular, rolando pelas fotos e histórias de mulheres traindo, maridos curtindo ser cornos, e ela morde o lábio, o rosto corando. "Caralho, Toninho, isso é loucura. Meu Marcos mal me toca mais, fica só na pinga. Eu sempre te olhei diferente, sabe? Sempre quis mais que amizade, mas tinha medo da sua esposa e de tudo dar errado." O ar fica elétrico, o cheiro do suor dela misturando com o meu, e eu me aproximo mais, sentindo o calor do corpo dela. "Eu adoraria te ter como amante, Sandra. Fica só entre nós, ninguém precisa saber." Ela hesita um segundo, mas então nossos lábios se colam num beijo faminto, as línguas dançando, o gosto salgado da boca dela me deixando louco. Minhas mãos descem pros peitos dela, apertando por cima do uniforme, sentindo os mamilos endurecendo. "Porra, Sandra, você é uma vadia deliciosa", eu murmuro contra a boca dela.
Ela geme baixinho, "Toninho, a gente não pode... mas foda-se, eu quero." Eu a viro de costas, empurrando ela contra a mesa de exame, e levanto o uniforme, revelando a calcinha fina enfiada na bunda redonda. "Deixa eu cheirar essa bunda gostosa, Sandra. Tô louco pra sentir o cheiro da sua putaria." Ela ri nervosa, "Não, Toninho, tá fedendo pra caralho, eu suei o dia todo limpando, só depois de um banho." Mas eu insisto, ajoelhando atrás dela, as mãos abrindo as nádegas carnudas, expondo o cu rosado e suado. O cheiro sobe forte, um fedor podre de suor acumulado, cu não lavado, misturado com o aroma natural da pele dela – azedo, salgado, intenso pra porra. "Caralho, que cheiro foda, Sandra, mas eu não volto atrás. Tô com tesão demais." Eu afundo o nariz ali, inalando fundo, o fedor invadindo minhas narinas, me deixando mais duro que pedra. Ela treme, "Ninguém nunca fez isso, seu safado... mas continua, porra."
Eu passo a língua devagar, lambendo o vinco suado, o gosto salgado e azedo explodindo na boca, o cu piscando contra minha língua. "Ahhh, Toninho, que nojo delicioso... ninguém lambeu meu cu fedido assim", ela geme, a mão descendo pra buceta, se tocando furiosamente, os dedos molhados fazendo barulhos chapados. Eu enfio a língua mais fundo, sentindo o calor apertado, o fedor se intensificando, mas o tesão é maior, minha pica latejando. "Sua puta fedorenta, tô lambendo esse cu podre todo, sente minha língua aí dentro." Ela rebola, gemendo alto, "Vai, lambe mais, seu tarado... tô molhada pra caralho." Eu chupo e lambo por minutos, o cheiro grudando no meu rosto, até ela gozar se tocando, o corpo convulsionando, "Aaaah, porra, tô gozando no seu rosto!"
Levanto, a pica dura pra fora das calças, e posiciono ela na mesa, as pernas abertas. "Agora quero foder esse cu, Sandra. Lubrifica com cuspe." Eu cuspo na cabeça da rola grossa, depois no cu dela, espalhando com os dedos. Ela resiste um pouco, "Toninho, eu dei poucas vezes, só pra um ex-namorado há anos. Meu marido odeia anal, acha sujo. Vai doer pra caralho." Mas eu insisto, a cabeça pressionando o anel apertado, dilatando devagar. Ela grita, "Aiiiii, porra, tá rasgando! Para um pouco!" O cu se abre aos poucos, quente como um forno, a cabeça entrando centímetro por centímetro, o anel se esticando ao máximo, vermelho e pulsante. "Sente isso, vadia, meu pau abrindo seu rabo virgem de anos." Ela para, respirando fundo, "Tá quente demais aí dentro... continua devagar, seu fodedor."
Eu empurro mais, o pau desaparecendo no meio da bunda enorme, o calor envolvente me sugando. "Caralho, que cu apertado e quente, Sandra. Tô todo dentro agora." Ela grita alto quando a cabeça passa inteira, "Aaaaaah, fode! Tá me arrombando!" Eu tampo a boca dela com a mão, "Cala a boca, puta, ou vão ouvir na rua." Começo a meter devagar, tirando e botando, sentindo o cu se acostumando, o calor úmido apertando cada veia da minha rola. Ela apoia as mãos na mesa, gemendo abafado, "Vai, soca mais forte... tá doendo mas tá bom pra caralho." Eu pego na cintura dela, olhando o pau entrar e sair do meio dessa bunda gostosa e grande, o barulho de pele batendo ecoando no quarto vazio – ploc, ploc, ploc – misturado com os gemidos dela.
Acelero, socando forte, o suor escorrendo, o cheiro de sexo e cu fedido preenchendo o ar. "Porra, Sandra, seu cu é uma delícia, quente e apertado, tô fodendo como um animal." Ela se contorce, "Toninho, tô com dor de barriga... acho que vou me cagar se continuar." Eu mando esperar, "Aguenta aí, vadia, só mais um pouco." Mas depois de uns dois minutos de metidas brutas, ela implora, "Não aguento mais, porra! Vou me cagar aqui mesmo se não parar!" Meu pau já tá todo cagado, marrom e fedendo mais ainda, mas o tesão é foda, dá um ar de sujeira excitante. "Vai pro banheiro então, sua puta cagona." Ela sai correndo, a mão na bunda, e eu ouço os peidos altos ecoando do banheiro – prrrrrt, prrrrrt – longos e fedorentos, mostrando que o cu tá arrombado pra caralho, o ar escapando com barulhos molhados.
Ela volta minutos depois, o rosto vermelho, "Rápido agora, Toninho, tô com medo, meu cu tá destruído." Posiciona de novo na mesa, eu cuspo no cu aberto e na rola cagada, e enfio de uma vez, sentindo o calor frouxo agora. "Caralho, tá mais fácil agora, sua arrombada." Ela começa a se tocar de novo, os dedos na buceta encharcada, "Fode, vai, me faz gozar." Em dois minutos ela explode, rebolando louca, "Aaaah, tô gozando, porra! Seu pau no meu cu me deixa maluca!" Eu vejo isso e não aguento, gozo dentro, jatos quentes enchendo o rabo dela, "Toma leite no cu, vadia! Sente jorrando aí dentro." Ela geme e goza de novo, "Siiim, sinto o esperma quente... aaaah!"
Quando tiro, o cu tá completamente aberto, um buraco vermelho vazando porra branca misturada com resquícios marrons, pingando na mesa. "Porra, Sandra, seu marido nem sonha que você tá virando corna dele comigo." Ela ri, ofegante, "Agora sou sua amante, Toninho. Vamos foder mais vezes." E isso é só o início, galera, tem mais aventuras quentes vindo em breve, com postagens diárias cheias de putaria. Comenta aí o que achou, qual parte te deixou mais duro ou molhada, e pra achar mais contos assim, busca pelo autor nos sites – vai valer a pena!
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Comentários (2)
TESUDO POR CONTOS: Que delícia, já fudi 3 zeladoras da empresa onde trabalho e 2 meninas estagiárias.
Responder↴ • uid:1dt5eu9ehyn2Pica grande: Que delícia esse cuzinho
Responder↴ • uid:46kphpcet0b