#Coroa #Gay #Incesto #Teen

Eu, meu pai, meu avô e meus irmãos

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JLN9090

Um dia de verão, visitar o avô e descobrir algumas coisas em família.

eu me chamo Júlio, e o conto que venho relatar aconteceu no verão do ano de 2005.
Meus pais e meu avô moravam no mesmo bairro, uns 2 quilômetros separavam a nossa, e a casa do meu avô. Quando era menor, sempre ia lá visitar ele com meus pais, pois minha avó tinha falecido há alguns anos e meu avô se sentia muito sozinho.
Nesse ano, eu tinha feito 15 anos, era o filho do meio dos meus pais, eu tinha cabelos e olhos castanhos claro, branquinho e físico magro e alto, estava crescendo pois a puberdade estava no ápice. Meu pai se chama Alberto, tinha 35 anos, era alto também, branco, cabelos pretos, trabalhava como mecânico e era parrudo, tinha pêlos no peito, abdômen, braços e pernas. Meu avô já era meio grisalho, seu Antônio, tinha 55 anos, também era alto, parrudo e peludo, tinha uma barriga de cerveja meio saliente, mas nada exagerado, sempre usava bigode e cabelo raspado.
Tenho 2 irmãos: Gustavo, 2 anos mais velho e Vitor, 2 anos mais novo que eu. Sempre íamos visitar meu avô, ele sempre tinha histórias de pescador pra nos contar, ele estava sempre alegre e fazendo piadas… assim como meu pai.
Um dia á tardinha, eu, meu pai e Gustavo fomos visitar meu avô. Meu pai tinha um carro e algumas vezes na semana, a gente ia até a casa do meu avô pra ver como ele estava e rir das piadas que ele contava. Nesse dia, meu irmão Vitor ficou em casa, jogando vídeo game, ele estava se recuperando de uma gripe, por isso resolveu ficar dentro de casa. Minha mãe estava no trabalho e meu pai nos disse que nos levaria até meu avô, mas que talvez teríamos que voltar mais cedo pra casa pois Vitor estava convalescendo.
Chegando lá, meu avô veio nos receber no portão, a casa dele era enorme, costumávamos brincar lá de pique esconde pois existiam muitos lugares pra se esconder.

-Como estão os guris bonitos do vô? Perguntou meu avô.
-Estamos bem vô. Respondemos
-E você meu filho, está bem?
-Também estou bem pai, mas um pouco preocupado com o Vitor, ele pegou uma gripe e está se recuperando, por isso ficou em casa hoje
-Ah, aquele menino é forte, puxou ao avô dele, amanhã garanto que já vai estar melhor… mas entrem, vamos tomar um café. Convidou seu Antônio.

Como sempre, meu avô nos fez rir ao contar suas histórias mirabolantes e fantasiosas. Tomamos café e ficamos conversando por um tempo.

-Pai, vou ter que ir ver o Vitor, ver se ele precisa de algo. Falou meu pai
-Mas já Alberto? Vocês mal chegaram! Falou meu avô
-Pai, eu e o Gustavo podemos ficar e depois o senhor nos busca?
-Júlio, eu vou junto com o pai. Falou meu irmão.
-Eu posso ficar então? Aí mais tarde o senhor vem pra me pegar…
-Ok, eu venho depois pra te buscar então filho. Falou meu pai
-Combinado então. Nos vemos depois! Falou meu avô

Meu pai e meu irmão subiram no carro e foram embora.

-Júlio, quer ver tv? Agora estou com tv a cabo. Falou meu avô
-Quero. Respondi

Sentamos no sofá um do lado do outro e liguei a TV com o controle… comecei a passar os canais pra ver quais tinham disponíveis.

-Vô, que canal o senhor quer olhar?
-Ah Júlio, qualquer um, você escolhe. Respondeu ele

Passamos vários canais, desenhos animados, culinária, filmes antigos, clipes de músicas, até que iniciaram os canais pornográficos. A cena que apareceu na tv, era de uma mulher loira, com seios enormes, chupando um pau preto gigante e pentelhudo.

-Julio, muda isso, achei que esses canais eram bloqueados com senha! falou meu avô assustado
-Hahaha, o que que tem vô, o senhor acha que nunca vi homem e mulher pelados? Perguntei rindo
-Você nem tem idade pra essas coisas ainda! Falou ele
-Claro que tenho vô, esses dias eu e o Vitor achamos revistas de mulher pelada em baixo da cama do pai. E também vimos dentro da gaveta no quarto do Gustavo. Eu e o Vitor até batemos punheta e comparamos o tamanho dos nossos paus!
-Bom, acho que vocês estão mesmo na idade do descobrimento. Se eu bem me lembro, também foi com essa idade que comecei a bater punheta. Além disso, olhando bem pra você, você já está bem alto, quase da minha altura. Falou meu avô
-Claro vô, falei pra você que já até medi meu pau com o Vitor, ainda bem que o meu é maior que o dele.
-Sim, porque você é mais velho. Se puxar pelo seu avô, vai ter um pau bem grandão hahaha. Riu ele.
-Sério vô? Até hoje eu só vi o pinto do Vitor e do meu pai pessoalmente, e o pau do pai foi no banho e estava mole… o resto só vi nas revistas pornô. Eu acho que deve ter algum truque nas revistas e nos filmes, o pau dos caras é enorme, o meu não chega nem perto!
-Mas Júlio, seu pau vai crescer bastante ainda, você tá na puberdade. Falou meu avô.
-Vô, posso te mostrar meu pau e você me diz se ele é pequeno ou grande?
-Não sei se é uma boa ideia Júlio, se o seu pai souber dessa nossa frescura ele não vai gostar, se bem que quando ele tinha mais ou menos a sua idade, ele também era inseguro com o tamanho do pau dele, uma vez, ele também mostrou o pau pra mim, pra saber se era grande ou pequeno.
-Então vô! Viu como não tem nada demais? Eu não vou falar nada pra ele. Só quero uma opinião de um cara mais experiente, além disso, meu pau já tá duro por causa do filme pornô!
-Tá bom Julio, mas que isso fique só entre nós hein! Pediu meu avô
-Tá bom vô, prometo não contar pra ninguém!

Levantei do sofá e fiquei de pé na frente do meu avô, abaixei a bermuda e a cueca de uma só vez e levantei a camiseta na altura do peito. Meu avô continuou sentado.

-E então vô? O que o senhor acha? É muito pequeno?
-Imagina Júlio, não é pequeno não, você puxou mesmo ao seu avô hein… hahaha, bom espera aí, eu vou pegar uma fita métrica que eu tenho na cozinha e a gente vê quantos centímetros tem seu pau.
-Tá bom vô, eu espero.

Depois de alguns minutos, volta meu avô com a fita métrica na mão.

-Aqui Júlio, achei a fita, pega ela e mede seu pau.
-Mede pra mim vô? To segurando a camiseta e não consigo. Falei
-Tá bom Júlio, se mede de baixo pra cima, pra saber quantos centímetros tem no total.

Meu avô segurou meu pau trincando de tão duro e colocou a fita métrica entre minhas bolas e o início do meu pau, levou a fita até a ponta da cabeça do meu pau.

-17 de comprimento. Falou ele

Então soltou a fita, e deu uma volta com ela no meu pau.

-Por 12 de circunferência. Anunciou
-E então vô, isso quer dizer que é pequeno ou grande? Perguntei
-Grande meu neto, grande assim como o pau do seu avô! Haha. Falou ele rindo
-O seu mede quanto vô? Perguntei
-Sabe que eu nunca parei pra medir! Acho que é só um pouquinho maior que o seu.

Notei o volume enorme do pau do meu avô por cima da calça jeans que ele usava. O fecho da calça quase se abria sozinho.

-Vô, agora é sua vez de medir o pau. Ai a gente vê quantos centímetros tem de diferença entre o seu e o meu. Falei
-Não sei se é uma boa ideia Júlio, seu pai pode chegar a qualquer momento…
-Ele vai ligar quando vier pra cá e estou muito curioso pra saber o tamanho do seu pau.
-Tá bom, você venceu muleque, mas não vai contar oq fizemos hoje hein! Avisou ele
-Não se preocupa vô. Fica tranquilo que não vou contar nada. Tranquilizei ele.

Meu avô começou abrindo o botão da calça jeans, olhava tanto pra mim, quanto pra tela da tv, onde o filme porno rolava. Pude ver que usava uma cueca branca. Na sequência, abriu o zíper da calça, fazendo seu volume saltar pra fora. Depois abaixou sua calça até o joelho, e levantou um pouco a camisa, deixando a mostra seu pau já duro dentro da cueca, que estava bem apertada pelo tamanho do seu pau. Pude notar também que seus pentelhos compridos, pretos e grossos escapavam pelas laterais e por cima da cueca. A cabeça do seu pau estava bem marcada na cueca, parecia bem grande e dura.
Meu pau estava duro como nunca acho ter ficado antes. Estava nervoso, meu coração batia rápido e estava ansioso pra ver o que ele guardava naquela cueca.

-Tem certeza MESMO que quer ver? Perguntou meu avô.
-Quero sim vô. Respondi.

Foi então que meu avô abaixou sua cueca, até o joelho, onde estava a calça, se curvou em minha direção, e quando levantou, pude ver o motivo de todo aquele volume em sua calça: seu pau era enorme, parecia o pau dos caras dos filmes e revistas pornô, era pesado e muito grosso, cabeça grande e roxa, a pele cobria metade dela, veias saltadas, bolas bem grandes e cheias, muito pentelhudo. Achei que iria explodir de tanto tesão que senti.

-Noossa vô, você não mentiu quando disse que era grande. É gigante mesmo! Falei.
-Hahaha, imagina Júlio, tem maiores por aí! Respondeu meu avô.
-É maior que o pau dos caras nos filmes! Falei.
-Não é pra tanto… vou medir pra você ver que não tem tanta diferença do seu! Falou ele.
-Deixa que eu meço vô. Você mediu o meu, eu meço o seu agora.
-Já que insiste… hahaha eu deixo! Falou meu avô com cara de sacana. Lembra como faz?
-Lembro sim. Respondi.

Agachei na frente dele, de modo que meu rosto quase encostou no seu cacete, peguei a fita métrica da mão dele e segurei seu pau, a mão não fechava nele, pois era muito grosso. Fiz o mesmo que ele fez comigo: coloquei a ponta da fita na base do seu caralho enorme e deslizei ela pelo seu pauzão até a ponta da cabeça.

-21 de comprimento. Falei

Tirei a fita e coloquei um cima pau dele. Dei a volta e falei:

-16 de circunferência.

-Viu Júlio, não tem tanta diferença do meu pro seu! Haha. Brincou meu avô.
-Tá brincando né vô, tem muita diferença!
-Não esquenta, o seu vai ficar do tamanho do meu ainda, você vai ver!
-Tomara! Falei.

Continuei com a mão no pau dele, enquanto falávamos, agachado ainda, eu segurava seu pau e batia uma leve punheta pra ele… sentia o pau dele pulsar e suas veias dilatadas.

-Vô, seu pau fica saindo esse líquido pela cabeça… o meu não sai. Indaguei.
-Isso varia de homem pra homem Júlio, é normal, isso é a lubrificação natural do homem e auxilia na penetração. Nós homens dizemos que isso é a baba do pau.
-Seu pau é babão então! Haha. Falei rindo
-Sim, haha, meu pau é muito babão.
-Que gosto essa baba tem será? Perguntei.
-Ah, depende da pessoa né. Respondeu meu avô.
-Vô, você deixa eu provar? Fiquei curioso. Perguntei.
-Se você quiser… Respondeu

Seu pau estava melado de baba, a ponto de quase chegar a pingar. Puxei a pele do pau dele pra trás, pra deixar o cabeção exposto, quando fiz isso, seu pau expeliu ainda mais baba. Passei a mão na cabeça do pau dele, meus dedos ficaram melados com a baba que saia do pau do meu avô. Imediatamente levei os dedos na boca e senti o gosto da baba.

-Vô, é doce! Falei
-Você gostou? Perguntou meu avô
-Gostei muito.
-Se quiser, pode chupar o pau do vô pra sentir o gosto melhor.
-Tá bom vô.

Comecei a lamber a cabeça roxa do pauzão do meu avô. A cada passada de língua, seu pau babava ainda mais, o cheiro de sabonete barato na sua pica e nos pentelhos grossos me dava muito tesão. Comecei a bater uma deliciosa punheta lambendo o pau do meu avô.
Ele colocou sua mão na minha cabeça, fazendo carinho em meus cabelos.

-Que língua gostosa você tem meu neto! Falou meu avô ofegante.

Eu não respondi, estava lambendo seu pau.
Foi então que ele colocou as duas mãos atrás da minha cabeça e começou a puxar ela contra seu cacete babão.
Não resisti, abri bem a boca e senti ela ser invadida pelo enorme pau do meu avô. A cabeça do seu pau encostava na minha garganta, me fazendo engasgar por vezes. Era impossível chupar ele inteiro, apenas a cabeça e um pouco mais.

-Isso meu neto putinho, abocanha o pauzão do vô. Sente o gosto do pirocão do vô. Ele dizia pra mim.

Eu tentava engolir o máximo que minha boca suportava, mas não chegava na metade.
Meu avô parou, olhou no meu rosto e disse:

-Agora você vai sentir o gosto das bolas pentelhudas do vô tá?
-Tá bom vô. Respondi.

Meu avô, com as duas mãos, direcionou minha cabeça às suas bolas peludas.
O cheiro delas era delicioso, cheiro de homem, misturado com um pouco de suor e sabonete. Chupei suas bolas com gosto, passei a língua na costura do seu saco, fazendo meu vô delirar de tesão. Sentia minha lingua cheia de pentelhos grossos. Mas não me importava, pelo contrario, gostava ainda mais.

-Fica de pé agora Júlio.
-Tá bom vô. Respondi.

Meu vô me tacou um beijão de língua, pressionou seu corpo parrudo e peludo contra o meu e senti seu pau babão na minha barriga, alisou minha bunda com uma das mãos e cuspiu na outra, levando ela direto pro meu cu. Senti seus dedos molhados esfregando a portinha do meu cu virgem. Meu avô era um tarado!

Derrepente ouvimos um barulho, nos separamos, mas meu pai já tinha entrado na sala…

-Que porra tá acontecendo aqui? Gritou ele.

CONTINUA…

Meu tele é o mesmo nick daqui, se quiserem deixar opiniões sobre o conto, podem chamar!

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Comentários (2)

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  • Kaike: Caramba que tesão de história .

    Responder↴ • uid:1djxeabyguc3
  • Anônimo: Seus contos são bons, mas vc começa e não continua. Daí perde a graça.

    Responder↴ • uid:fuoofuk0j