Fui na pescaria com meu pai, e acabei pegando na vara do amigo dele
Minha mão gelada naquele pau quente...foi por instinto, eu apertei, uma, duas...três vezes, depois, fiquei subindo e descendo a mão.
Oi gente, me chamo Marcos, moro na capital de São Paulo, e sou moreno.
Esses fatos, ocorreram há alguns anos, mas ainda estão bem vivos na minha memória. Na época, eu estava com 14 anos.
Numa sexta feira, meu pai e alguns amigos do serviço, combinaram de irem num pesqueiro, numa cidade próxima.
Minha mãe passou a semana fazendo minha cabeça, para que eu fosse, para ficar de olho no meu pai. Não gostava da idéia, os amigos do meu pai não tinham filhos da minha idade, mas ela conseguiu me persuadir.
Bem, eles saíram do serviço, e por volta das 17h30 seguimos para o pesqueiro.
Carlos e Paulo, dois dos amigos do meu pai, foram num carro, com as esposas, mas sem os filhos. Eu e meu pai fomos no carro do Celso, outro amigo dele. Celso também estava desacompanhado.
Meu pai, Mário, era o mais novo do grupo, tinha 38 anos. Carlos tinha 42, Paulo 45, e Celso 40.
O local do pesqueiro, também era uma pousada, e ficaríamos até domingo à tarde.
Chegamos no local, depois das 19h, e resolvemos colocar as coisas nos chalés, e jantar em seguida.
Eu, meu pai e Celso, ficamos num chalé. Eu e meu pai dormiríamos na cama de casal, e Celso na de solteiro. Carlos e Paulo ficaram em outros dois chalés um pouco mais afastados do nosso.
A "coisa" começou, já na hora de desembarcar as bagagens do carro.
Celso levou umas bolsas, meu pai mais algumas, e eu, debrucei um pouco no porta malas, para pegar as últimas sacolas. Nisso, não notei que Celso já tinha voltado, e se aproveitou da minha posição, e me encoxou.
_Sobrou alguma coisa aí. Disse ele, prensando seu corpo contra o meu.
O safado estava de pau duro, e ele deve ter ajeitado o pau antes de me encoxar, porque a cabeça cutucou bem no meio do meu reguinho.
Agi com naturalidade, fingi que nada estava acontecendo.
_Não, já acabou. Falei, saindo da frente dele, e levando as sacolas para o chalé.
Celso, era branco, casado, alto, falante, e tinha uma cara de safado. Ele estava me assediando há quase um ano, e eu vinha resistindo, fingindo não entender suas provocações, e não dando trela ao que ele falava.
Tudo começou num sábado à tarde, quando eu estava sozinho em casa, e fui tomar um banho.
Na hora em que saí do banheiro, pelado, me enxugando, meu pai passava com o Celso, eles estavam indo para cozinha, beber cerveja.
Assustado, me enrolei na toalha, e corri para o meu quarto, mas Celso já tinha me visto, do jeito que nasci. Depois, acabei levando uma bronca do meu pai. Tentei justificar que estava sozinho, que não sabia que ele vinha para casa com visita, mas não teve jeito, me cobrou que se trocasse no banheiro e não no quarto.
Celso era o melhor amigo do meu pai, vira e mexe ele estava lá casa, e às vezes vinha com a esposa. Depois desse episódio, sempre que tinha oportunidade, ele falava alguma bobagem para mim, mas eu ficava na minha, não alimentava nada.
Eu sabia o que o Celso estava sondando, mas a proximidade com meu pai, tornava qualquer possibilidade impossível...morria de medo do meu pai.
Eu não era santinho, nessa fase, eu já tinha dado minha bundinha para um colega da escola, e para um colega da vila, tudo no maior sigilo. Só que esses amigos se distanciaram, e eu andava com um foguinho por um outro colega da minha sala, e vinha trabalhando para me aproximar mais dele, para ganhar confiança.
Bem, voltando ao conto, depois de desembarcarmos tudo, descemos para o jantar.
_Pai...vou lavar as mãos, a gente nem tomou banho quando chegou...
_Nossa...tá ficando cheio de frescura, tá parecendo sua mãe. Disse ele.
Não liguei para esse comentário, e fui ao banheiro.
Dei uma mijada, e assim que abri a torneira, Celso entrou acelerado no banheiro.
_Vim tirar uma água do joelho...tô bem apertado. Disse, já colocando a rola para fora.
A ação dele foi rápida, e acabou chamando a minha atenção...e eu acabei vendo o pau dele.
Me assustei com o tamanho, e vi que estava duro. Virei o rosto, e comecei a lavar as mãos.
O barulho do jato de mijo no mictório, era alto, e acabei dando mais uma olhadinha discreta.
Os pintos dos meus amigos mediam entre 13 e 14 cm. Esse era bem grande, devia estar entre 18 e 19 cm, era grosso e a cabeça bem avermelhada.
O safado do Celso termina de mijar, e vira de frente para mim, balançando a rola.
Fiquei incomodado, e voltei para o restaurante da pousada.
Confesso que a imagem da rola ficou na minha mente, e me deixou inquieto.
Na mesa, cervejas, uma garrafa de cachaça, e uma garrafa de vinho.
_Vai querer refrigerante ou suco Marquinhos? Perguntou meu pai.
_Que isso Mário...pescaria...é cerveja...cachaça. Disse Celso, que já tinha retornado do banheiro.
_Ta doido? Acha que vou dar cachaça para ele?
_Dá vinho então...é mais suave.
O vinho era para as esposas, mas elas não se importaram em me dar uma taça.
Terminado o jantar, eles ficaram conversando, e eu fiquei meio de canto. Acabei tomando mais uma taça de vinho, e meu corpo ficou quente. Pensei na rola do Celso, e meu pau ficou duro. Meus pensamentos estava mudando, eu estava com tesão.
Eles combinaram de levantarem 5h30, e logo em seguida, os dois casais foram para os chalés.
_Vamos também? Amanhã vamos levantar cedo! Disse meu pai.
_Vamos pedir mais uma...a saideira. Disse Celso.
A cerveja chegou, e meu pai falou:
_Aí eu sou obrigado a ir lá no banheiro...cerveja é foda....
Meu pai virou as costas, e Celso se virou para mim, e falou:
_E aí...o quê você achou?
_Do quê? Me fiz de desentendido.
_Pára Marquinhos...você sabe do que eu estou falando...
Minhas mãos começam a suar, e sinto meu corpo mais quente ainda.
_Não sei Celso...
Ele riu, e falou:
_Do quê você viu lá no banheiro...gostou?
Devo ter mudado de cor, não sabia o que dizer... e ele foi ligeiro, pegou minha mão gelada, e a levou para debaixo da mesa. O pau dele estava para fora do calção, e minha mão repousou nele.
Minha mão gelada naquele pau quente...foi por instinto, eu apertei, uma, duas...três vezes, depois, fiquei subindo e descendo a mão.
O restaurante estava praticamente vazio, e estávamos num recuo, os garçons estavam no balcão, não podíamos ser vistos, Celso chegou a dar uma esparramada na cadeira, mas tivemos que parar, à distância, vi meu pai saindo do banheiro.
Eles conversaram mais um pouco, terminaram a cerveja, e fomos para o chalé.
Eu fui o primeiro a tomar banho, e não resisti, bati uma punheta pensando no pau do Celso.
Coloquei meu pijama, peguei um livro, e deitei na cama.
Celso foi tomar o banho dele, e quando saiu, desfilou enrolado numa toalha pelo quarto. Foi no cantinho, tirou a toalha, e começou a se trocar.
Discretamente, olhando por cima do livro, dei uma admirada. 11
_Podia se trocar lá no banheiro né Celso. Disse meu pai, se levantando, e pegando suas roupas para tomar o banho dele.
_Deixa de bobagem Mário...só tem homem aqui...
Meu pai balançou a cabeça negativamente, e entrou no banheiro.
Celso já tinha colocado a camisa, depois, colocou o calção, mas não o subiu, ele caminhou na minha direção, com o pau em riste.
Me bateu um certo desespero nessa hora, coloquei o livro na cama, olhei para o seu pau duro vindo na minha direção, depois, agoniado, olhei para a porta do banheiro.
_Calma...relaxa...dá para ouvir o barulho do chuveiro. Disse ele, ligando a TV, e aumentando o volume.
Ele parou do meu lado, e mesmo assustado, peguei na rola, e fiquei punhetando. Ela estava muito dura.
_Dá uma chupadinha. Pediu.
Me aproximei mais, e sentado, abocanhei sua rola.
Apesar de dura, era macia, suave.
Sentí o gostinho de uma melequinha meio azeda, ele devia estar com muito tesão.
_Fica igual cachorrinho. Pediu.
Fiquei de quatro, e ele passou a meter lentamente na minha boca.
Celso ficou acariciando minhas costas, e aos poucos suas mãos foram descendo, e não demorou para elas entrarem por baixo do meu short do pijama. Soltei meus primeiros gemidinhos.
Suas mãos apertam minhas bandinhas, e logo em seguida, seu dedo médio entra no meu reguinho, e vai até meu cuzinho. Entrei em desespero, era muito gostoso.
Enquanto eu babava no pau, ele ficou brincando na minha entradinha, friccionando o dedo.
_Ah...vou gozar seu putinho...vou gozar na sua boquinha....
Celso enfiou o dedo no meu cuzinho, e começou a falar:
_Nossa...apertadinho...nossa...quero abrir seu buraquinho...fala que deixa...deixa?...deixa?
Sem receber rola há quase quatro meses, meu cuzinho faminto "mordia" o dedo dele. Com metade do pau entalado na boca, não conseguia falar, saiu apenas um "unhum...unhum..."
Logo em seguida, recebi sua porra quentinha. Deu tempo de deixar a rola limpinha.
Contando em detalhes, parece que durou uma eternidade, mas não foi mais do que cinco minutos.
Quando meu pai saiu do banheiro, seu amigo já estava deitado na cama dele, e eu, pegava água no frigobar....mas aquele fim de semana, só estava começando....
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Comentários (3)
Lagartixa: Caralho! Gozei
Responder↴ • uid:1se6zw43Luiz: Acho que o pai tem que permitir
Responder↴ • uid:3v6otnnr6icMulato: Já espero a segunda parte
Responder↴ • uid:1dr2t6ust7bi