#Estupro #Grupal #Teen #Virgem

O estupro de Emanuelly

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Rabo de Seta

Perdi uma aposta e tive que seduzir a nerd da sala, mas acabamos indo muito longe

Obs: O conto pode ser um pouco longo pois não quis separar em duas partes diferentes

Parte 1: O Desafio e a Aproximação

Eu me lembro como se fosse ontem daquela tarde no colégio. Eu era meio popular na escola, com 17 anos, já tinha barba que me fazia parecer mais velho, e sempre tive uma voz mais grave que fazia as meninas virarem a cabeça quando eu falava; menos uma menino.. daí veio o desafio. Estávamos no intervalo, jogando conversa fora no pátio, quando o Pedro, o mais sacana do grupo, me cutucou.

'E aí, cara, você que é o pegador, aposto que não consegue levar a Emanuelly pra cama', ele disse, rindo alto. Os outros caíram na gargalhada. Emanuelly? Aquela meio esquisita? Ela era o oposto de mim: nerdzona, óculos grossos, cabelo desgrenhado sempre preso num rabo de cavalo bagunçado, e um corpo magrelo que ninguém notava. Não era feia no sentido clássico, mas também não chamava atenção – pele pálida, sardas no nariz, e uma timidez que a fazia se esconder no canto da sala; eu, confiante, disse que conseguiria até comer ela se eu quisesse. ' Então grava tudo, que eu só acredito vendo', completou o João, piscando.

Eu ri, mas aceitei na hora. Era só uma brincadeira, né? Ou pelo menos era o que eu pensava. 'Fechado. Em uma semana, eu mostro o vídeo pra vocês.' Peguei o celular e comecei a planejar. Primeiro, precisei me aproximar dela sem parecer desesperado.

No dia seguinte, na aula de matemática, sentei do lado dela. Emanuelly estava rabiscando fórmulas no caderno, alheia ao mundo. 'Ei, Emanuelly, tudo bem? Posso te perguntar uma coisa sobre esse exercício aqui?'. Ela ergueu os olhos, surpresa, ajustando os óculos. 'Ah, oi...claro, qual é a dúvida?'

Comecei devagar. Perguntei sobre os problemas, elogiando como ela era boa nisso. 'Tu explica melhor que o professor. Salvou minha vida.' Ela corou, um sorriso tímido surgindo. 'Obrigada... não é pra tanto.' Aos poucos, as conversas foram se estendendo. No recreio, a convidei pra sentar com a gente – bem, comigo, porque os amigos estavam longe, rindo da minha cara.

Passei a semana inteira assim: mensagens no WhatsApp sobre lição de casa, convites pra estudar na biblioteca. Ela era quieta, mas respondia tudo, animada com os tópicos nerds. 'Você gosta de Star Wars? Eu adoro a trilogia original', eu disse uma vez, inventando um interesse pra puxar assunto. 'Sério? Eu também!' ela rebateu, os olhos brilhando pela primeira vez.

No final da semana, marquei de estudar e ver filme na casa dela. Os pais dela não estariam em casa o dia todo, perfeito. 'Minha mãe não tá, mas tudo bem, a gente só estuda', ela disse pelo telefone, voz trêmula. Eu ri. 'Claro, só estudo.' Mas levei o celular, com aplicativo que grava mesmo de tela apagada, pronto pra filmar tudo.

Cheguei na casa dela, um sobrado simples no bairro. Ela abriu a porta de short jeans folgado e camiseta larga, cabelo solto pela primeira vez – castanho ondulado caindo nos ombros. Começamos com os livros abertos na mesa de centro, mas eu dirigia a conversa pra coisas pessoais. 'Você namora alguém? Tipo, deve ter um monte de caras atrás de você.' Ela riu, nervosa. 'Eu? Não, ninguém. Sou meio... antisocial.'

Aproximei a mão no braço dela, sentindo a pele macia e fria. 'Você é legal, Emanuelly. Engraçada. As meninas deviam aprender com você.' Ela baixou os olhos, mas não recuou. 'Você é o primeiro que diz isso.' Bebi um gole d'água, e soltei: 'Sabe, eu te acho fofa. Tipo, de um jeito diferente.' Meu tom grave a fez engolir em seco.

O ar ficou pesado. Coloquei o livro de lado e me inclinei. 'Posso te beijar?' Ela piscou, atônita. ' Sério? Eu... nunca beijei ninguém.' Perfeito. 'Então deixa eu te ensinar.' Meus lábios tocaram os dela, macios e hesitantes. Ela congelou por um segundo, depois retribuiu, desajeitada. Minha língua entrou na boca dela, explorando o calor úmido, enquanto eu segurava sua nuca. O beijo durou minutos, ela gemendo baixinho, inexperiente.

Puxei ela pro meu colo, sentindo seu corpo leve contra o meu. As mãos dela tremiam no meu peito. 'Relaxa', murmurei, voz rouca. Tirei a camiseta dela devagar, revelando sutiã simples de algodão branco, seios pequenos mas firmes. 'Você é linda' Ela corou violento. 'Não sou...'

Ignorei, beijando o pescoço dela, lambendo a pele salgada. Minhas mãos subiram pelas coxas, apertando a carne magra sob o short. Ela ofegava, peito arfando. 'O que... a gente tá fazendo?' 'O que você quiser', respondi, mordiscando a orelha. Tirei o sutiã, expondo os peitos: mamilos rosados, duros de excitação. Chupei um, sugando forte, enquanto beliscava o outro. Emanuelly arqueou as costas, gemendo 'Ah... isso é... bom.'

Meu pau já endurecia na calça, latejando. Desci a mão pro short dela, abrindo o zíper. Dedos roçaram a calcinha úmida. 'Você tá molhada', eu disse, voz grave e safada. Ela mordeu o lábio. 'É... normal?' Ri. 'Muito normal, posso continuar?' Ela assentiu, olhos fechados.

Enfiei a mão na calcinha, sentindo os pelos pubianos macios e a boceta encharcada. Dedos deslizaram entre os lábios inchados, encontrando o clitóris. Esfreguei devagar, círculos firmes. 'Porra, que delícia. Tão apertadinha.' Ela se contorceu, gemidos escapando.

Inseri um dedo na entrada virgem, sentindo a resistência. Ela era estreita, quente, pulsando ao redor do meu dedo. Bombeava devagar, adicionando outro, esticando ela. 'Vai doer um pouco depois, mas eu vou devagar, tá?' Ela assentiu, unhas cravando no meu ombro. Lambi os mamilos de novo, chupando enquanto fodia ela com os dedos, o som molhado enchendo a sala.

Ela gozou rápido, corpo tremendo, boceta contraindo no meu dedo. 'Ahhh! Meu Deus!' Gritou baixinho. O celular apoiado nos livros na mesa, gravando tudo – o rosto dela contorcido de prazer, os peitos balançando. 'Boa garota. Agora é minha vez.'

Tirei a camisa, depois a calça. Meu pau saltou pra fora, grosso e veiudo, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Emanuelly arregalou os olhos. 'É... grande.' 'Vai caber, relaxa.' Fiz ela se ajoelhar no sofá, guiando a mão dela pro meu pau. 'Segura. Assim.' Ela apertou, desajeitada, masturbando devagar.

'Chupa pra mim.' Ela hesitou, mas abriu a boca, lambendo a cabeça. 'Assim?...' Engoli um gemido. 'Isso, enfia mais.' Puxei o cabelo dela, fodendo a boca devagar, sentindo a língua inexperiente rodar no pau. Babava tudo, escorrendo pelo queixo. 'Porra, que boquinha gostosa.'

Não gozei ainda – guardei pro principal. Levantei ela, tirei o short e a calcinha, expondo a boceta peludinha. Peguei uma camisinha na minha mochila, coloquei, e deitei no sofá, puxando ela pra cima. 'Senta devagar.' Ela montou, guiando a cabeça pro entrada. Desceu centímetro por centímetro, gemendo de dor e prazer. 'Dói... ah, mas é bom.'

Quando engoliu tudo, pau enterrado na virgindade dela, parei. Sangue leve manchava, mas ela se mexia, rebolando. 'Isso Manuzinha, cavalga.' Ela obedeceu, subindo e descendo, peitos quicando. Eu apertava a bunda dela, ajudando o ritmo.

A foda durou, suados e ofegantes. Gozei dentro, enchendo a camisinha de porra quente, enquanto ela tremia num segundo orgasmo.

Depois, abracei ela, fingindo carinho. O vídeo tava lá, prova do desafio. Mas algo mudou – ela sorriu, exausta. 'Foi... incrível.'

Parte 2: A Emboscada e o Estupro Coletivo

Depois daquela tarde na casa dela, eu consegui o que queria. O vídeo tava perfeito: Emanuelly gemendo, cavalgando no meu pau, o rosto dela todo contorcido de prazer pela primeira vez. Mandei pros amigos no grupo do WhatsApp aquela mesma noite. 'Olha aí, galera. Missão cumprida. A nerdona agora é mulher.' Pedro respondeu na hora: 'Porra, cara! Que foda! Ela chupa mal pra caralho, mas a boceta parece apertada.' João: ' Já vou mostrar pros outros.' E assim foi. O vídeo rodou pela escola como fogo em palha seca. As meninas cochichavam nos corredores, os caras riam alto quando ela passava. Mas Emanuelly? Ela era tão alheia, tão encolhida no seu mundinho de livros que achava normal. 'As pessoas sempre riem de mim', ela me disse uma vez por mensagem, quando eu já tava ignorando as dela. Respondi seco: 'Deve ser inveja.' Mas parei de responder depois disso. Deixei ela no vácuo, voltando pros rolês com os amigos, fingindo que nada tinha acontecido.

Uma semana depois, no intervalo, os caras me cercaram no pátio. Pedro com um sorriso sádico: 'E aí, pegador? A Emanuelly foi boa, né? Mas a gente quer mais. Marca um encontro com ela de novo, leva pra um lugar isolado. Aí a gente aparece e fode ela junto, a gente quer se divertir também. Quero meter nessa boceta que você abriu.' João riu: 'É, e grava tudo. Pra ver ela gritando enquanto a gente enche ela de porra.' Os outros dois, o Marcos e o Lucas, assentiram, olhos brilhando de tesão e maldade. 'Vai ser épico, cara. Ela nem vai saber o que acertou.'

Senti um aperto no peito. Culpa? Talvez um pouco. Lembrei do sorriso dela depois da foda, como se eu tivesse sido o primeiro a vê-la de verdade. Mas o ego falou mais alto. 'Tá bom, eu faço. Mas devagar, pra não machucar ela.' Planejei tudo: mandei mensagem pra ela no final da aula de biologia. 'Ei, Emanuelly, tudo bem? Sinto falta das nossas conversas. Quer sair comigo esse final de semana? Tipo, um date de verdade. Parque, no sábado à tarde.' Ela demorou pra responder, mas veio: 'Sério? Eu... adoraria.' 'Perfeito. Te pego na saída do colégio.' Os amigos vibraram no grupo: 'Boa, agora é só emboscar.'

Sábado chegou. Peguei ela na porta do colégio com o carro do meu pai; ela tava diferente: vestidinho florido simples, que marcava um pouco as curvas magras, cabelo solto e óculos limpos. 'Você tá linda', eu disse, voz grave pra derreter ela. Ela corou, entrando no carro. 'Obrigada... tô nervosa.' Dirigi pro parque, mas em vez do caminho principal, peguei uma trilha lateral, mais isolada, perto de um matagal abandonado. 'Vamos pra um lugar quieto, pra gente conversar sem barulho e fazer um piquenique' Ela assentiu, dava pra ver o nervosismo nela.

Estacionamos num canto escondido, árvores altas bloqueando a vista. Desci e a ajudei, puxando ela pra um abraço. 'Saudade de você', menti, beijando o pescoço dela. Ela retribuiu, tímida, mas animada. 'Eu também... pensei que você tinha se esquecido. Achei que tinha conseguido o que queria e me abandonado, fiquei bem mal' Minhas mãos subiram pelas costas, apertando a bunda sob o vestido. 'Nunca faria isso com você' Comecei a beijá-la forte, língua invadindo a boca, enquanto guiava ela pro chão, num cobertor que eu tinha trazido – disfarce pro 'piquenique'. Ela ria entre os beijos, excitada. 'Aqui? E se alguém vir?'

Foi aí que os amigos saíram das sombras. Pedro, João, Marcos e Lucas, rindo baixo, celulares na mão. Emanuelly congelou, olhos arregalados. 'O que... vocês?'

'Calma, gata', Pedro disse, se aproximando. 'A gente veio pra festa.' Eu a segurei pelos braços, voz grave agora ameaçadora: 'Relaxa, Manuzinha. Vai ser bom pra todo mundo.' Ela se debateu, pânico subindo. 'Me solta! O que tá acontecendo?'

Não soltei. Os caras cercaram ela, mãos ávidas. João puxou o vestido dela pra cima, expondo as coxas pálidas e a calcinha branca. 'Porra, olha essa nerdzinha. Vamos foder ela até ela implorar pra parar.' Emanuelly gritou: 'Não! Me deixa ir! Por favor!' Mas Pedro tapou a boca dela com a mão grande, enquanto Marcos rasgava o vestido no peito, arrancando o sutiã. Os peitinhos pequenos saltaram, mamilos endurecendo no ar frio. 'Olha só, já tá animada', ele zombou, beliscando forte um mamilo até ela choramingar.

Estávamos gravando tudo com nossos celulares, focando no rosto dela – lágrimas escorrendo, olhos suplicantes pra mim. 'Por favor,.. não faz isso comigo.' Meu coração apertou na hora, mas meu pau endurecia na calça, traidor. Tirei a calcinha dela, e Lucas se ajoelhou entre as pernas dela, abrindo as coxas magras. 'Que bucetinha apertada. Vou lamber primeiro.' Ele enterrou a cara ali, língua lambendo os lábios inchados, chupando o clitóris sem piedade. Emanuelly se contorcia, soluços abafados pela mão de Pedro. 'Para! Dói... ah, não!'

Mas o corpo traía: ela ficava molhada apesar do medo, sucos escorrendo na boca dele. 'Tá gostando, vadia', Lucas murmurou, enfiando dois dedos na entrada, esticando a carne sensível. Ela gritava no punho dele, corpo tremendo de dor e confusão. João, impaciente, abriu a calça e tirou o pau pra fora – médio, mas grosso, veias pulsando. 'Chupa, nerdona. Ou a gente te machuca mais.' Pedro soltou a boca dela, e João forçou o pau entre os lábios trêmulos. 'Abre, porra!' Ela engasgou, tossindo, mas ele empurrou, fodendo a garganta devagar, baba escorrendo pelo queixo. 'Isso, engole tudo. Que boquinha quentinha.'

Eu continuei filmando, pau latejando. 'Segura ela direito', disse pros outros. Marcos e Lucas viraram ela de bruços no cobertor, bunda empinada. Marcos cuspiu na mão e esfregou no cu dela, virgem e apertado. 'Vou foder o rabo dessa puta primeiro.' Emanuelly berrou: 'Não! Por favor, não aí! Vai doer!' Mas ele ignorou, cabeça do pau pressionando a entrada rosada. Empurrou devagar, esticando o anel muscular, sangue misturando com cuspe. 'Porra, que cu apertado! Tá rasgando, hein?' Ela gritava alto, unhas cravando na terra, corpo convulsionando de agonia. 'Aaaaah! Para, machuca! Me solta!'

Marcos meteu até o talo, pau inteiro enterrado no cu dela, bombeando forte, bolas batendo na boceta. 'Toma, não é mais virgem de cu agora também. Fode gostoso.' Lágrimas molhavam o rosto dela, soluços entrecortados pelos engasgos no pau de João. Lucas, não aguentando, se posicionou na frente e enfiou na boceta, duplo penetração brutal. 'Agora é serviço completo.' Os dois fodiam em ritmos opostos, paus roçando um no outro através da parede fina, esticando ela ao limite. Emanuelly urrava: 'Não aguento! Vou morrer! Por favor, parem!' Mas os gemidos dos caras enchiam o ar: 'Que delícia, tá pulsando no meu pau.'

Pedro me entregou o celular dele pra eu filmar de perto, e ele trocou com João na boca dela. Seu pau era maior, curvado, forçando a mandíbula dela. 'Lambe as bolas também, vadia.' Ela obedecia aos soluços, língua roçando a pele suada, enquanto engolia o comprimento. Eu me ajoelhei atrás, esperando minha vez 'Tá encharcada de porra e medo, Emanuelly.' Ela me olhou, olhos vermelhos: 'Eu te odeio... você me traiu...'

Marcos gozou primeiro, grunhindo: 'Ah, caralho! Toma no cu!' Jatos quentes enchendo ela internamente, (não usaram camisinhas mesmo eu tendo avisado pra usarem) escorrendo quando ele saiu, buraco piscando vermelho e inchado. Lucas veio em seguida, na boceta: 'Encho você de leitinho, puta!' Porra vazando das duas entradas, misturando com sangue do cu rasgado. Emanuelly tremia, corpo mole, quase não reagia mais, mas eles não pararam. João puxou ela pro colo dele, sentando no pau, fodendo a boceta escorregadia. 'Rebola, nerd. Mostra que aprendeu.' Ela chorava, mas o corpo já estava entorpecido, peitos balançando enquanto ele apertava os mamilos até doerem.

Pedro a virou de lado, enfiando no cu agora frouxo e melado. 'Meu turno no rabo.' Duplo de novo, paus estalando na carne machucada. Ela gritava rouca: 'Chega... por favor... dói tanto...' Eu gravei os close-ups: o pau de Pedro saindo e entrando no cu dilatado, porra borbulhando; João bombando na boceta, clitóris inchado sendo esfregado. Marcos e Lucas se masturbavam ao lado, cuspindo na cara dela, forçando ela a lamber. 'Abre a boca, engole nossa saliva.'

Eu entrei por último, taquei o foda-se e fui sem preservativo também, nessa situação era o de menos agora, trocando com João na boceta. 'Minha vez de novo.' Meu pau grosso deslizou fácil na porra alheia, fodendo forte enquanto Pedro acelerava no cu. 'Sente isso, Emanuelly? Todo mundo te fodeu.' Ela soluçava: 'Animais... me deixem... ahhh!' O orgasmo forçado veio, corpo traindo de novo, boceta contraindo nos nossos paus. Nós gozamos juntos: eu enchendo a boceta até transbordar, Pedro no cu, jatos quentes queimando a carne ferida.

Os outros gozaram na cara e peitos dela, porra cobrindo sardas e óculos quebrados. Emanuelly desabou, nua e quebrada, soluços ecoando no matagal. 'Por quê... por quê comigo?'

Eles foram embora rindo satisfeitos, e eu ajudei ela a vestir as roupas rasgadas, e ajudei a entrar no carro; ela já não parecia mais estar ali, não tinha mais reação. O vídeo? Mandei pros caras: 'Melhor que o primeiro. A nerd agora é nossa puta coletiva.' Mas no fundo, a culpa roía. Ela nunca mais seria a mesma.

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