Minha cunhada é a putinha da minha vida
Tendo apenas 14 aninhos, essa história é baseada em fatos reais que aconteceu com uma ex cunhada minha
Minha namorada era uma jovem de 16 anos, muito gostosa, mas uma menina de família, conheci ela ainda era virgem e foi difícil fazer sua mãe e pai aceitar nosso namoro, por eu ser bem mais velho que ela, lembro que no início sofri ameaças e outras coisas, afinal, era um marmanjo comendo sua filha, que foi criada em casa com todo amor e carinho.
No início sempre matava aula pra ficar comigo, era de lei, levar aquela menina pra casa e fazer com ela tudo (tudo que ela queria).
Minha namorada, Julia, não era do tipo que gostava de muitas safadezas, sua criação sempre foi de muito respeito, então nosso sexo não era tão bom quanto eu gostaria, porque qualquer coisa ela reclamava, dizia que não queria, mas eu sempre tive a esperança de mudar isso e fazer dela a putinha que eu queria na cama, mas enquanto não conseguia, uma outra pessoa surgiu, mesma criação, mesmo sangue, porém mais nova e bem mais safadinha.
Bell era a irmã mais nova de Júlia, com apenas 14 anos, mas um corpinho de dar inveja, peitinho bem pequeno e um bundão, sempre via ela com blusinhas e roupas curtas, principalmente em sua casa. Apesar de ser gostosinha, sempre ouvia umas conversas meio errada dela com minha namorada, ouvia ela dizendo a palavra boquete, sobre os meninos que ela gostava, inclusive minha namorada falou que ela já tinha ficada com meninas, até perguntei se ela era virgem, mas Julia sempre me disse que a irmã jurava que não tinha chegado a nada além de beijos.
Como eu disse, o namoro era bom, minha namorada era ótima, me ajudava muito, mesmo estudando e sendo bem mais nova, ela fazia de tudo pra me agradar e depois que a família dela me aceitou, fui o genro do coração dos pais dela, não tenho nada a reclamar deles, apesar das ameaças.
Durante nosso namoro, teve várias visões privilegiadas da minha cunhadinha, tomando banho de piscina com biquíne super curto, sempre trocava alguns olhares com ela, mas como sempre, descontraia com alguma coisa, chamava ela de olhuda, chata e essas coisas, só pra implicar e não deixar tão explícito que ela me deixava de pau duro fácil.
Lembro que uma vez ela me olhou e botou uma banana inteira na boca, ela descascou, ficou de frente pra mim, botou tudo na boca e mordeu com os olhos fixo em mim, eu fiquei sem reação de saber oq aquilo significava, minha namorada estava do lado e disse "Come tudo sua gulosa, por isso tá gorda". Eu confesso que não sabia oq pensar na hora.
Em outro momento, ela apareceu de sutiã na sala onde eu tava com Julia, e minha namorada claro surtou, mas Bell apenas com um tom de deboche disse que nem sabia que eu estava aqui.
Agora vamos na virada, onde tudo aconteceu. Era aniversário do meu sogro e claro que fui convidado, fiquei na casa deles a tarde toda e até o fim da noite, nesse dia não bebi, apenas aproveitei os sogros bêbados pra ficar de amassos com Julia. Lembro que estava Bell, julia e eu em uma mesa na cozinha e a mãe delas apareceu, na hora eu tirei a mão de dentro da calcinha de Júlia e a mãe dela me disse que eu era o melhor genro que ela poderia ter, e ainda disse que eu seria o último genro dela. Aqueles papos bêbado.
Na hora eu interrompi e falei que ainda tinha a Bell pra namorar, a menina me olhou e a mãe dela disse "Não, mas ainda vai demorar. Quando ela for namorar, quero que seja alguém como você".
Eu olhei pra Bell e fixei o olhar, ela me olhou sorrindo, alí eu entendi que todos os sinais eram reais.
No fim da noite, eu disse que viriam embora pra casa, meus sogros insistiram pra mim dormir com eles, claro que eu fiquei surpreso, eles gostavam de mim, mas eram muito ciumentos com a filha deles, mas eles confiaram em mim pra dormir lá.
Minha namorada dormia em uma cama de casal junto com a Bell, e eu iria me encaixar ali.
Chamei Julia pro quarto dizendo que ia dormir, e minha sogra mandou Bell vir também, pra vigiar.
Eu deitei em uma ponta, Julia no meio e Bell do lado da parede.
Claro que fiquei ali beijando Júlia, e enquanto beijava, no escuro, eu aproveitei e puxei o cabelo de Bell, ficava nessa implicância, por ser a irmã mais nova e tudo.
Em um momento eu fui apertar a bochecha de bell e sem querer apertei o peito, ela deu um pulo sem entender, eu me fiz de sonso. Subi a mão pro seu rosto e passei, pela boca, ela ficou quietinha, desci a mão e botei em seus minúsculos peitos dnv. Júlia sentia os meus movimentos, mas achava que era apenas eu e Bell implicando, como sempre faziamos, mandava a gente parar, mas eu fazia Júlia ficar sempre me olhando, pra não flagrar eu pegando em sua irmã.
Parei de beijar Julia e botei deitada de frente pra mim, em meu peito.
Olhei pra Bell e botei a mão por dentro da blusa dela, ela quase nunca usava sutiã, ficava sempre com biquinhos à mostra.
Julia voltou a me beijar e nesse momento, Bell tirou minha mão de seu peito, ajeitou sua blusinha e virou pra parede, como quem estava com raiva, assim dormiu e eu dormi também.
De manhã, acordo com bell se arrumando pra ir pra escola, eu levanto um pouco, fico rindo dela por ter que acordar enquanto tudo mundo dorme. Olha uma bagunça pela casa inteira, até vômito de bebo tinha, eu já prevendo que iria rolar muitas brigas pela manhã, me antecipei e já me preparei pra ir embora, afinal, nem roupa eu tinha pra tomar banho e morava bem longe.
Beijei Julia, disse que estava saindo, pois não queria briga, ela sempre bem compreensiva apenas disse tá bom.
Na saída, subi na moto e vi Bell que ia em direção a parada de ônibus, eu claro que ofereci carona pra ela, que estudava em outro bairro.
Eu juro que só queria levar ela pra escola, no máximo conversar com ela no caminho. Perguntei se ela tinha conseguido dormir, pq tava bem desconfortável nós 3 naquela cama, ela disse que não.
Eu ajustei o retrovisor para seu rosto e fiquei encarando ela, que só ria, pedia pra parar, eu botei uma das mãos em sua perna.
- Olha, você para com isso, se não conto pra Júlia!
- Vai contar que você deixou eu pegar no teu peito também?
- Eu não deixei, você pegou a força!
- Mas você gostou.
Ela sem jeito, ficou desconcertada.
- Mas você gosta de mulher... Falei pra bell rindo
- Quem te disse isso? Eu gosto de rola! Bell respondeu com raiva
- Foi a Júlia, ela me contou que você ficou com duas meninas
- Eu não fiquei, ela tá doida, se minha mãe sabe disso, eu me fodo.
... Silêncio dnv
No meio do caminho, Bell me disse que não queria mais ir pra escola, que ela ia ficar na praça com umas amigas, perguntou se eu não poderia deixar ela lá.
Claro que eu não faria isso, porque era perigoso, ela me disse que eu tava igual velho, reclamando de perigo, mas realmente ficaria preocupado se deixasse ela lá.
Parei no posto e perguntei porque ela não queria ir pra escola, ela me disse que não gostava, porque sempre deixavam ela de canto, e que as amigas dela que matavam aula eram bem mais velhas.
Eu não aprovei isso e disse que ia deixar ela na casa dela de novo, na mesma hora ela disse que não, pois se eu fizesse isso, ela ia contar que eu tinha assediado ela.
Não vou mentir, fiquei com medo, lembrei quando a mãe dela me chamou de pedófilo e ameaçou ligar pra polícia quando descobriu que eu tava com Julia, agora com Bell ia ser igual, principalmente porque ela só tinha 14 anos.
-Oh menina, não brinca com coisa séria!
- Mas você tem que me ajudar, eu deixei você me tocar, agora eu quero que você não me deixe na frente da escola, só isso!
- Eu não vou fazer isso, é muito perigoso, se você quiser, eu te levo pra casa e lá você fica até a hora de ir embora.
Ela pensou um pouco, e perguntou oq a gente ia fazer, eu falei que nada. Ela aceitou, meio sem escolha.
Nessa hora, meu pau ficou até duro quando eu vi que tava levando aquele bebezinho de 14 anos pra minha casa.
Cheguei, abri o portão e mandei ela entrar. Minha casa era apenas um quarto com cozinha, típico de um solteiro. Ela sentou na cama e ligou a TV. Ela pegou uma foto que tinha minha com Júlia e jogou no chão.
Eu apenas rir, fui até o banheiro e tratei de tomar banho, falei pra ela fazer oq quisesse.
Quando voltei, ela estava já deitada na cama, coberta, sem tênis, assistindo série.
Deitei ao seu lado, apaguei a luz e deixei apenas a luz da TV iluminando o quarto.
Deitei bem ao seu lado e fiquei pegando em sua mão, fui pra baixo do edredom com ela, já sem camisa, puxei ela pela perna pro meu colo que já ficou montada em mim.
Ela ficou me olhando, tirei o controle de sua mão e puxei seu corpo colado no meu e então beijei aquela garotinha pela primeira vez.
Ela sabia beijar bem, tinha um gosto doce e melado de seu gloss. Eu beijei seu pescoço, peguei em sua bunda e deixei seu corpo inteiro colado do meu.
- Ahh para com isso. Bell falava baixinho enquanto gemia.
Apertava sua bundinha, sua coxa. Levantei, fiquei sentado no meio da cama com ela no meu colo e comecei a tirar sua blusa. Ela tentou segurar ainda.
- SOLTA! Falei em tom sério
Tirei sua blusa, soltei seu top e beijei seu peitinho, enquanto a segurava pela cintura.
Ela segurou meu cabelo, fazendo força contra seu.
Sua voz excitada dizia - Paara, porque você tá fazendo isso comigo...?
Voltei a beijar se pescoço e boca, ela não tinha forças pra evitar aquilo, apenas deixava seu corpo tomar conta de sí.
Virei ela na cama, deitada de barriga pra cima, voltei a beijar seu corpo e fui descendo, beijando a barriguinha até puxar sua calça, tirei ela toda.
Fiquei encarando aquela garotinha, toda pequena na minha cama e tão safada, corpinho ainda no início da puberdade, curvas perfeitas, corpinho de menina. Usando uma calcinha azul clara, com desenhos de corações, tipo de peça que sua mãe comprava pra deixar elas sempre puras, mas não tava funcionando com a mais nova.
Ajeitei duas penas, abri e cheirei sua bucetinha, ainda por cima da calcinha, minha cunhada era toda garotinha, sempre cheirosa, pelo descolorido, com creme, então, seu cheirinho jovem e doce, foi o mais gostoso que eu já senti.
Puxei sua calcinha pro lado e revelei sua bucetinha vermelhinha, com as bordas rosadas e seu melzinho escorrendo, era algo que me hipnotizava, aproximei meu rosto, abrir a boca, e lambi sua bucetinha bem delicado, desde lá de baixo até seu grelinho, senti sua respiração mudar quando cheguei no grelo e passei a língua sobre ele. Olhei pro seu rosto e ela estava com uma se duas mãos na boca, como se tivesse mordendo. Comecei devagar, apenas pra ver seus olhinhos virando, quando comecei a chupar com vontade de fato, com sede, queria mergulhar naquela bucetinha rosinha, ela não se conteve e gemeu alto, sem se importar com nada, não falava nada, apenas ouvia seus gemidos livres, como de uma putinha. Chupava, lambia e sugava sua xotinha pré adolescente.
Meu rosto estava todo melado, minha língua doendo, mas eu não parava, queria dar o máximo de prazer naquela garotinha gostosa que a tempos me provocava.
Depois de quase meia hora, chupando aquela putinha, tirei meu pau do short, tirei sua calcinha e deixei ela toda nua na minha cama, abrir bem suas perninhas e fui empurrando naquela putinha, ela não era virgem, entrou fácil a cabecinha, mas foi difícil fazer sua bucetinha engolir o resto, quando entrou metade, ela já estava reclamando muito de dor, mas eu não parei.
Meu pau não era pequeno, ela ia aguentar tudo, como uma putinha crescida, mas ignorando que ela só tinha onze aninhos. Quando entrou tudo, eu então enfiei mais rápido, mais fundo, queria sentir meu pau tocar no fundo daquela bucetinha, e eu sentia, enfiava com força, ouvindo aquela putinha gemer cada vez mais, alto.
Botei uma de suas pernas sobre meu ombro, ajeitei ela de ladinho e voltei a enfiar, soltando meu corpo inteiro sobre aquela menininha, que delícia de putinha, aguentou tudinho, ela quis virar o rosto, mas eu a segurei pelo pescoço e olhei no fundo dos seus olhos, aquela garotinha gemendo na minha pica, minha cunhadinha, que a família inteira achava ser inocente, mas já tava fudendo gostoso, com o namorado da irmã. Vi uma lágrima escorrer pelo seu rosto, seus gritinhos de prazer e uma socada mais forte, como uma puta crescida.
Botei ela de quatro, de frente pra um espelho, segurei seu cabelo e voltei a empurrar a pica naquela garotinha, agora seus gemidos estavam secos, abafados a cada socada, o som de sua bunda batendo em meu corpo tomava conta do quarto, sua bucetinha pingava, meu pau estava saindo todo coberto de uma baba branca gostosa, aquela putinha estava no auge do tesão, da idade, sendo tratada com pica, do jeito que todas merecem.
Arrisquei bater em sua bunda, senti seu prazer me retribuindo com um gemido maior, foi o sinal verde, voltei a bater em sua bundinha branca, e que bunda bonita, era bem grandinha, formava um coração em volta do meu pau. Puxei meu celular e filmei aquela putinha na minha mão, puxando o cabelo e levando de quatro, filmei o espelho, pra mostrar o rosto, mas ela cobriu.
Agora deitei na cama e botei ela sobre mim, posicionei meu pau pra dentro de sua bucetinha, segurei sua cintura e forcei tudo que podia, agora bem mais rápido, seus cabelos claros caiam sobre meu rosto, beijei sua boca enquanto gemia e socava bem forte naquela putinha mirim.
De repente, seus gemidos agora descontrolados, ela então começa a rebolar, como se estivesse vibrando e um gemido mais fundo e alto, sua bucetinha contraiu em meu pau, se mexeu tanto que meu pau saiu de dentro, na hora que ela esguichou gostoso, deixando minha cama ensopada, ela então amoleceu seu corpo sobre o meu, deitou sobre peito.
Ela deitou do meu lado, eu então beijei ela apaixonado, agora sabia que minha cunhadinha não tinha nada de inocente. Ela fechou os olhinhos e ficou me olhando, toda peladinha, meu pau ainda duro.
Ela botou sua mão em meu pau e fez uma punheta em mim, sua mãozinha branca e pequena em meu pau duro, ainda melado de sua bucetinha. Falei pra ela ir chupar, ela foi, meio sem jeito, mas chupava muito gostoso, engoliu minha pica quase toda, até eu gozar em sua boquinha. Ela fez uma careta, mas engoliu tudo, deitou em minha barriga e ficou brincando com meu pau enquanto amolecia.
Olhei pro relógio, já era quase 10h, infelizmente já tava dando a hora dela ir embora, mas ainda ficamos juntinhos.
Quando deu 11h, pedi pra ela se limpar q eu ia levar ela em um terminal pra ela ir pra casa, afinal, ela tinha q chegar de ônibus, deus me livre alguém ver a gente juntos na moto.
Quando ela vestiu a calcinha, foi se maquiar na frente do espelho, eu ainda olhando ela se arrumando pra ir embora, não aguentei e comecei a siriricar ela, de frente pro espelho. Ela novamente se entregou pro tesão, levantei ela, botei contra a parede e fudi ela em pé, no meu colo, dessa vez foi uma rapidinha com direito a uma última gozada em sua bucetinha. Acabamos nos atrasando, mas ela foi pra casa com a bucetinha cheia de porra.
Deixei ela na estação de ônibus e foi assim, nossa primeira foda. Ela sempre dava um jeito de matar aula e vir pra casa comigo, mas infelizmente as férias de fim de ano chegaram e a gente só se via em sua casa, onde era impossível acontecer alguma coisa pq tava sempre cheia de gente. Meu relacionamento com Julia não foi pra frente e acabei perdendo o contato com Bell. Infelizmente a mãe dela tinha contato com o whatsapp dela e o celular dela era todo cheio de coisa, tinha horário pra desligar e mais um monte de coisas do tipo, felizmente a única coisa que não tinha era rastreador.
Hoje ela tem 16 anos, queria muito ter mais um contato com ela, saber como ela tá, conversar, pra provar de sua bucetinha de novo, que a propósito, esqueci de mencionar, ela tinha tirado a virgindade com uma escola de cabelo, mas nunca tinha transado antes.
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