Escravo Familiar: Capítulo 10 (Satisfazendo meu irmão Rasta)
— Tudo bem, meu amor, papai vai te dar mais pica, fique calmo.
Eu me atirei nele, beijando sua boca, caçava sua língua com a minha, dentro da sua boca, meu tesão estava descontrolado.
Papai me segurava forte, apertando vigorosamente minha bunda enquanto me beijava. Me virou de costas e me apoiou novamente na máquina de lavar, beijou meu pescoço enquanto eu desesperadamente empinava meu rabo como uma cadela no cio. Foi descendo pelas minhas costas dando beijos, beijou minha bunda abrindo com as duas mãos e enfiou a cara no meu cuzinho.
— Aaah, papai, isso, assim, língua meu cuzinho.
Ele chupava e lambia com força, me fazendo tremer por inteiro. Depois se levantou, pincelou seu cacete no meu cu e começou a forçar para entrar.
— Aaaaah! Lubrifica, papai, para não me machucar.
— Quietinha, putinha, você não manda em nada aqui! Já te dei muita moleza, agora você vai aprender de vez a satisfazer um macho.
Ele foi me penetrando com calma, porém firme, seu caralho rasgava mais meu cu que já estava assado.
Ao colocar até as bolas, ele segurou firme nos meus ombros e, em seguida, começou a socar firme e forte.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huuuuuuuuuum! Aaaaaãh!
— Vou te fazer chorar, putinha, com meu pau grosso socado no seu rabo, quem sabe assim, consigo te adestrar. Papai disse socando muito forte no meu cu dolorido.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Ai, caralho, vou gozar, viadinho, toma leitinho do seu papai, toma, toma leite, porraaaaaaa. Pffffffffffffffffffffffff!
Eu gemia alto com as estocadas dele e me mijava todo com sua brutalidade.
— Huuuuuuuuuum! Xiiiiii!
Sentia o mijo escorrer pelas minhas pernas enquanto ele dava as últimas bombadas no meu rabo.
Caímos no chão da lavanderia, exaustos. Papai me abraçou e ficamos um tempo ali recobrando o fôlego.
...
Um tempo depois, papai procurou o botão para desativar a descarga de hormônios do sexo da coleira. Bzz!
Senti um alívio, estava exausto e precisava de um banho.
Pelado mesmo, me levantei, saindo dos seus braços.
— Aonde minha putinha vai? Perguntou meu pai, tentando me puxar para seus braços de volta.
— Quero um banho quente, estou exausto!
— Papai vai junto com você, então.
Ele se levantou do chão da lavanderia e seguimos para o chuveiro.
...
Depois do banho, escutei meu pai no quarto conversando com meu padrinho no celular.
— ... Pois é, Leandro! Você poderia ter me contado sobre o botão de hormônios.
— Hahaha, ai, tio, era para ser uma surpresa mesmo, então me diz, o que o senhor achou?
— Menino, olha, vou ser bem sincero, fiquei com medo na hora que ele ordenou para mim para que eu o fodesse.
— Eu imagino a cena! Hahaha!
— Bom, de qualquer forma, obrigado por esse presente, acho que vai ser mais útil para nós machos que iremos foder ele, do que para ele em si.
— Com certeza! Bom, tio, preciso ir, estou atarefado, e em breve espero que você libere ele para meu filho poder usufruir dele.
— Claro, em breve negociamos isso, até mais.
— Até mais, tio!
Meu pai desligou o telefone e foi me procurar.
...
Depois do almoço, meu pai veio até meu quarto.
TOC TOC
— Entre, papai!
— Nego, agora à tarde, seu irmão Juan me solicitou você para poder tirar o estresse, vou te liberar para ele daqui a pouquinho. Se arruma, que eu vou te deixar na casa dele, tá bom?
— Claro, pai! Eu disse, levantando-me para me arrumar.
— Papai te ama, e se comporte, já levou surra demais da conta. Não quero você cheio de marcas. Você está aqui para satisfazer seus machos, então obedeça. Ah, e lembre-se, a data da punição do seu irmão Thiago está chegando, todos da família estarão presentes. Estou pensando em voltar atrás com relação a ele nunca mais poder se satisfazer com você. Mas ainda não sei, seu tio Chico terá uma punição também e será no mesmo dia.
Estou organizando tudo para esse dia. Está bem, minha gostosinha? Meu pai perguntou.
— Claro! Como o senhor preferir! Respondi.
— Ok, então, arrume-se logo para nós sairmos.
...
Por volta das 15:00, estacionamos na frente da casa do meu irmão Juan.
Biiiiii!
— Haha, finalmente chegaram. Oi, pai, como vai o senhor? Perguntou meu irmão Juan.
— Bem, meu filho, nossa putinha está entregue, cuide bem da minha joia, você sabe o que aconteceu com ele e seu irmão. Não ouse fazer algo parecido sem me contatar. Preciso dele inteiro no final do dia.
— Está bem, vou cuidar bem do meu irmãozinho.
Fui para dentro da casa com ele, e meu pai foi embora.
— Então, putinha, temos o resto da tarde e começo da noite para transarmos. Meu irmão Juan disse, me conduzindo para dentro da sua casa.
...
Lá dentro, ele já me atacou, beijando forte minha boca, mas ao mesmo tempo com carinho.
Me jogou na sua cama e começou a tirar suas roupas, em seguida me ajudou a tirar as minhas. Seu corpo é magro, ele é bem alto e branco, tem um cabelo grande com dreads.
Ele veio para cima de mim pelado, segurou minha cabeça entre suas mãos e me tascou um beijo molhado.
— Huum, gemíamos em uníssono.
Depois, ele foi descendo pelo meu pescoço, me beijando, me cheirando, me lambendo.
— Caralho, que putinha cheirosa, deliciosa. Vou te arrebentar hoje.
Ele foi descendo para os meus mamilos, os chupou com força, me fazendo gemer de prazer.
— Aaaaaãh!
Depois se encaminhou para minha barriga, beijando e lambendo. Ao chegar no meu pau duro, masturbou lentamente e depois colocou-o na boca, sugando, lambendo toda a extensão. Chupou meu saco, uma bola de cada vez, depois levantou o meu saco e minhas pernas, beijou minha bunda branca.
Em seguida, afastou minhas nádegas, olhando filme para meu cuzinho rosado que piscava pedindo pica.
— Ah, safadinho, já está louquinho para sentir uma pica nesse cu, né? Minha bicha!
Ele disse isso e caiu de boca no meu cu.
— Huuum!
Ele enfiava a língua o mais fundo que conseguia, me dando tapas no rabo. Chupou o dedo indicador e socou no meu cu, me fazendo gemer.
— huuuuuuuuuuum!
Depois introduziu o segundo dedo babado, rodou e tocou toda a minha próstata.
Então se jogou ao meu lado no colchão e me puxou para cima dele. Me beijando na boca de língua, coloquei uma perna de cada lado da sua cintura, me esfregando no seu abdômen. Ele se desgrudou da minha boca e fez sinal para que eu fosse descendo, beijei seu pescoço e fui descendo para seu peito, suguei seus mamilos com força, depois me encaminhei para sua barriga, lambi, mordisquei ela toda, depois desci para seu púbis, cheirei, Fsssssssssssss!, peguei no seu pau duro fazendo movimentos de vai e vem, para cima e para baixo, fazendo ele gemer alto.
— Huuuuuuuuuum!
Depois caí de boca no seu caralho, comecei chupando forte a cabeça da sua pica, sugava, batia com ela no meu rosto, esfregava ela na minha face, fazendo com que seu odor me marcasse como seu território. Em seguida, fui para seus bagos, eles eram bem erguidos e firmes, tinham pelos aparados, suguei um de cada vez, sugando forte, passava a língua em toda a circunferência, mordiscava a pele. Ele se contorcia embaixo de mim, segurando e afundando minha cabeça na sua virilha.
Depois desci pelas suas pernas, beijando e lambendo cada centímetro. Quando cheguei aos seus pés, os cheirei. FSSSSS! Seu chulé era fraco e frio, mas me acabei de esfregar na minha cara, chupei seus dedos e sua sola, esfreguei eles bastante na minha cara e nariz, abri seus dedos e cheirei cada vão entre os dedos.
Ele se masturbava, louco, doido por mais. Peguei seus pés, um em cada mão, e, ficando de joelhos no colchão da cama, coloquei meu pinto entre eles.
— Huuum! Eu gemia ao esfregá-los no meu cacete, eu fodía o vão entre seus pés, ele me ajudava os movimentando para cima e para baixo, segurei firme nos seus pés e fodi com força.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Aaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!
Gozei sujando todo seus pés. Os limpei lambendo tudo, deixando-os limpinhos. Ele então se virou, ficando de bruços na cama, subi dos seus pés, beijando até sua deliciosa bunda. Primeiro beijei suas nádegas, depois, abrindo-as, cheirei seu cu peludo FSSSSS!, depois chupei seu cu com força, fazendo-o se empinar todo.
Ele segurou minha cabeça e começou a rebolar gostoso, enquanto eu chupava seu cu.
— Ããããã! Que delícia, putinha.
Ficamos nessa por cinco minutos, depois ele me tacou na cama de bruços e me penetrou.
— Huuuuuuuuuum!
Ao me penetrar até as bolas, ele começou a bombar forte e ritmado.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
— Está gostando, putinha? Seu macho vai te estourar toda.
— Huuuuuuuuuum! Estou sim, Juan! Eu gemia manhoso enquanto ele bombava forte no meu rabo.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Depois de alguns minutos, ele gozou, me inundando e me levando ao clímax.
— Huuuuuuuuuum, Aaaaaã! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Ele desabou em cima de mim, ofegando. Me deu vários beijos na nuca e saiu de cima de mim.
...
Depois de um tempo, ele deitou-se ao meu lado e me puxou para seu peito, beijando o topo da minha cabeça.
— É, Maninho, está tarde já, preciso te devolver para nosso pai, mas antes vou te dar a última surra de pica, aguenta mais uma? Ele me perguntou.
— Claro! Respondi.
Ele me colocou de quatro e fez uma coisa inusitada, pegou um de seus dreads e passou um pouco de lubrificante, passou um pouco de lubrificante no meu cuzinho ardido e começou a penetrar seu cabelo dentro do meu cu.
— Huuuuuuuuuum!
O cabelo dele furava meu ânus, parecia que tinha várias agulhinhas furando meu cuzinho ao mesmo tempo. Eu estremeci, e ele começou a introduzir e retirar o dread do meu rabo.
— Ããããã! , Ããããã!
Um tempo depois, ele retirou.
— Bom, irmão, preciso mijar, abre a boquinha, esse sexo todo deixou minha bexiga cheia. Ele me disse, dando um tapa no meu rabo.
Fiquei de joelhos na cama de boca aberta, ele apontou a cabeça da sua pica na minha boca e começou a mijar.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Engoli tudo, sem me engasgar ou desperdiçar qualquer gota. Ele desceu da cama e me puxou para o banheiro.
...
No banheiro, tomamos banho, ele quis meter um pouco no meu cu, com seu pau com sabonete, o que fez arder muito.
— Aaah, gostosinha, esse cu é delicioso, que pena que tenho que te devolver para nosso pai, se não foderia você a noite toda.
Ele disse isso untando ainda mais seu pau com sabonete e fodendo com força meu cuzinho.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— huuuuuuuuuum! Eu gemia com as estocadas.
— Estou gozando de novo, irmão, toma leite, putinha, aaaaaaah! Pfff!
Ele gozou dentro de mim, me abraçando apertado. Tomamos banho normalmente depois, ele desligou o chuveiro, nos secamos e nos trocamos.
Umas duas horas depois, papai veio me buscar.
— Cadê a princesa do papai?
— Estou aqui!
Meu irmão Juan me levou até o portão, cumprimentou nosso pai.
— E aí, como foi?
— Maravilhoso, nessa putinha fode bem pra porra!
— Que maravilha, é assim mesmo que papai treinou ela. Semana que vem é a punição do seu irmão, espero que você compareça.
— Claro, estarei lá! Tchau, irmão, até a próxima. Ele me disse.
— Até a próxima!
Eu e papai saímos com o carro em direção à nossa casa, deixando meu irmão para trás.
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