#Assédio #Estupro

Fui estuprada pelo vizinho e gostei

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LuuhMa

O vizinho dotado me estuprou de madrugada

Oi, gente... Eu sou a Luana. Tenho 28 anos e sei exatamente o efeito que o meu corpo causa. Sou baixinha, de pele clara, mas o contraste com o meu cabelo preto, longo e liso, chama a atenção. Sou magra, mas as curvas não mentem: tenho seios fartos que pesam no sutiã e um quadril largo, aquele "bundão" que balança a cada passo e faz qualquer pescoço girar.

Eram 23h naquela estrada de terra deserta. O silêncio da zona rural só era quebrado pelo som dos meus passos e a luz fraca da lanterna do celular. O medo gelou minha espinha quando um carro preto surgiu atrás de mim. Os faróis altos desenhavam minha silhueta na poeira, revelando cada curva minha para quem estivesse lá dentro. Quando o vidro desceu, a voz grave do Vinícius quebrou a tensão:

— Lu, entra aí. Te levo em casa, está perigoso aqui fora.

O Vinícius era aquele tipo de conhecido que você sempre olha de rabo de olho. Respeitoso, mas com um vigor físico que impunha presença. Ele me deixou em casa, mas o clima no carro estava estranhamente denso.

Às 2h da manhã, o som da campainha cortou o silêncio do meu quarto. Meus pais tinham viajado; eu estava sozinha, vestindo apenas uma camisola de seda curta que mal cobria o necessário. Olhei pelo fresta: era ele. Abri a porta, o coração batendo na garganta. Ele explicou, com a voz meio rouca, que estava sem luz e precisava carregar o celular para trabalhar às 4h. Eu, boba, deixei que ele entrasse apenas para entregar o aparelho e voltei para a cama, sentindo um calafrio que não era de frio.

Às 4h em ponto, o sinal tocou novamente. Levantei sonolenta, meus mamilos rígidos sob o tecido fino da camisola. Quando abri o portão para entregar o celular, o ar mudou. Ele não pegou o aparelho. Em vez disso, fixou os olhos no meu decote e soltou um sorriso predatório, carregado de malícia.

— Posso entrar? — a pergunta era pura formalidade; os olhos dele já me despiam.

Antes que eu pudesse formular um "não", a mão dele espalmou o portão com uma força bruta, empurrando-o para dentro. O susto travou minha voz. Tentei recuar, mas ele foi mais rápido: uma de suas mãos, grande e áspera, calou minha boca com firmeza, enquanto a outra fechava o portão atrás de si com um baque surdo.

Ele me prensou contra a parede fria. Eu sentia o calor emanando do corpo dele, o cheiro de homem misturado com a adrenalina. Tentei lutar, meus pés chutavam o ar, mas a força dele era esmagadora. Ele inclinou o rosto até o meu ouvido, a respiração quente arrepiando cada centímetro da minha pele clara, e sussurrou:

— Shhh... Você não faz ideia do quanto eu esperei para te ter sozinha nessa casa, Luana.

Ele me prensou contra a parede com uma brutalidade que me fez soltar um gemido abafado contra a palma de sua mão. O corpo do Vinícius era uma muralha de músculos rígidos, e eu, baixinha, me sentia minúscula sob o seu domínio. Com um movimento ágil, ele me virou de costas, prensando meu rosto contra o reboco frio e subindo minha camisola de seda até a cintura.

Eu sentia o pânico e a excitação brigarem dentro de mim. Minha calcinha de renda logo foi rasgada com um puxão seco, deixando meu "bundão" totalmente exposto e vulnerável. Foi então que senti: ele encostou sua ereção pulsante contra a fenda da minha bunda. Era enorme, uma tora quente e grossa que parecia querer atravessar o tecido da calça dele.

— Você não tem ideia do quanto eu desejei essa bunda, Luana — ele rosnou no meu ouvido, enquanto uma das mãos apertava meu seio farto com força, quase me fazendo perder o fôlego.

Ouvi o som do zíper abrindo. Ele se posicionou e, sem qualquer aviso, entrou. O impacto me fez arquear as costas; ele era dotado, um pau comprido, de veias saltadas e uma cabeça larga que parecia preencher cada milímetro vazio dentro de mim. No início, a dor da invasão me fez querer lutar, mas o ritmo dele era implacável. Ele segurou meu cabelo preto com força, puxando minha cabeça para trás, enquanto as estocadas ficavam mais profundas e úmidas.

Aos poucos, o choque deu lugar a um calor absurdo. O atrito daquela pele quente contra a minha, o peso do corpo dele me esmagando contra a parede, começou a despertar uma eletricidade que eu não conseguia controlar. Eu tentava resistir, mas meu corpo me traía, começando a lubrificar e a envolver o pau dele com volúpia.

— Gostosa... aperta, Lu, aperta pra mim — ele ordenou, percebendo que eu já não lutava mais, mas sim recebia cada golpe com um gemido baixo.

Ele me carregou para o sofá ali mesmo na sala escura. Me jogou de costas e abriu minhas pernas, revelando minha intimidade totalmente exposta. De perto, o pau dele era impressionante: escuro, latejante e coberto pelo meu próprio brilho. Ele voltou a entrar, agora me olhando nos olhos, estocando com uma fúria possessiva que me fazia revirar os olhos.

O prazer me atingiu como uma onda. Eu agarrava os braços fortes dele, sentindo os músculos trabalharem enquanto ele me possuía sem tréguas. O som dos corpos batendo, o cheiro de suor e sexo, e aquela peça enorme me preenchendo até o fundo do útero me levaram ao limite. Eu já não queria que ele parasse; eu queria que ele me marcasse, que me usasse até não sobrar nada além daquele prazer bruto e proibido.

O ar na sala estava saturado, pesado com o cheiro de sexo e o som abafado dos nossos corpos colidindo. Vinícius não tinha pressa, mas a urgência em seus movimentos mostrava que ele também estava no limite. Ele me virou de quatro no sofá, segurando minha cintura com as mãos grandes, os dedos afundando na minha pele clara, marcando o território que agora era dele.

Dessa posição, eu sentia o peso total do pau dele. Era uma peça absurda, latejando a cada centímetro que entrava e saía de mim. A cabeça larga e sensível raspava no meu ponto mais profundo, me fazendo arquear as costas e enterrar o rosto na almofada para abafar os gritos. Eu sentia as veias saltadas do membro dele roçando as paredes da minha bochecha, um preenchimento tão bruto que parecia me esticar por dentro.

— Olha pra isso, Luana... olha como você engole tudo — ele rosnou, a voz vibrando nas minhas costas.

Ele começou a acelerar, estocadas curtas, rápidas e violentas que faziam meu "bundão" balançar furiosamente sob o impacto. O prazer que antes eu tentava negar agora explodia em faíscas por todo o meu corpo. Meus músculos pélvicos começaram a ter espasmos involuntários, prendendo o pau dele lá dentro a cada golpe, o que o fazia gemer baixo, quase um rosnado animal.

Eu estava perdendo os sentidos, a eletricidade subindo pelas minhas coxas e se concentrando exatamente onde ele me atingia.

— Vinícius... vai... não para... — eu supliquei, a voz saindo em um fio, o orgasmo vindo como uma avalanche.

Ele soltou um dos braços e puxou meu cabelo com força, obrigando meu corpo a se inclinar para trás enquanto ele descarregava as últimas estocadas, as mais profundas de todas. Senti o pau dele crescer ainda mais dentro de mim, pulsando freneticamente enquanto ele chegava ao ápice.

O jato quente me inundou por dentro, uma sensação de preenchimento total que fez meu útero contrair em ondas de prazer puro. Ele soltou um rugido baixo contra o meu pescoço, enterrando-se em mim até a base, mantendo a pressão enquanto gozava pesado. Meus olhos reviraram e meu corpo amoleceu, totalmente entregue àquela dominação. Ficamos ali por alguns segundos, o único som sendo nossas respirações descompassadas e o latejar rítmico do membro dele, que ainda parecia não querer me soltar.

O silêncio que se seguiu foi quase tão denso quanto o ato em si, quebrado apenas pelas nossas respirações pesadas que ecoavam na sala escura. Vinícius permaneceu ali, imóvel, o peso do seu corpo musculoso esmagando o meu contra o sofá, enquanto o pau dele, ainda latejando lá dentro, começava a amolecer lentamente, banhado no nosso suor e no gozo que escorria pelas minhas coxas.

Ele retirou-se devagar, um som úmido que me fez estremecer por inteiro. Com uma mão, ele afastou meu cabelo preto do rosto, revelando meus olhos ainda nublados pelo orgasmo. Ele se sentou no braço do sofá, ajustando a calça sem pressa, com a calma de quem sabia exatamente o que tinha acabado de fazer.

Ele me encarou, aquele sorriso malicioso de antes agora transformado em uma satisfação possessiva.

— Você não disse que "não" depois que eu entrei, Lu... — ele murmurou, a voz mais rouca do que nunca, enquanto passava o polegar pelo meu lábio inferior, que eu ainda mordia. — Na verdade, você apertou tanto que eu achei que não ia conseguir sair.

Eu tentei recuperar a voz, mas meu corpo ainda tremia sob a camisola rasgada. Eu o olhei, dividida entre o choque da invasão e o calor absurdo que ainda queimava no meu ventre.

— Vinícius... você é louco. Meus pais... se eles soubessem... — minha voz falhou, mas não havia raiva, apenas uma submissão latente que eu nunca soube que possuía.

Ele soltou uma risada curta, seca, e se inclinou para frente, colando o rosto ao meu. O cheiro dele agora estava impregnado na minha pele.

— Seus pais não estão aqui. E nós dois sabemos que, se eu tocar aquela campainha amanhã, você vai abrir o portão de novo. — Ele deu um tapa estalado e firme na minha bunda, fazendo minha carne vibrar. — Carrega meu celular direito, Luana. Eu passo aqui para buscar o resto... na próxima madrugada.

Ele se levantou, caminhou até a porta com uma confiança animal e saiu para a escuridão da rua de terra, deixando apenas o som do motor do carro preto sumindo ao longe. Eu fiquei ali, no escuro, sentindo o vazio deixado por aquele pau enorme e a certeza de que, às 4h da manhã seguinte, eu estaria acordada esperando por ele.

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Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Sofininfetinha: Eu queria muito conversar sobre contos assim... T Sofirsk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj