#Estupro #Gay #Teen

A Sociedade do Cuzinho: Raul, o dono da banca.

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ChubbyPsvRJ

Esse conto era pra ter ido antes do outro. Então, vou republicar...

Eu tava lá no escritório da borracharia, pelado que nem um putinho safado, de quatro no sofá surrado, com o cu piscando de tesão, esperando o próximo cliente que o Antônio, o dono da borracharia, tinha prometido. Meu pauzinho meia-bomba balançava entre as pernas, duro de expectativa, porque eu já sabia que era hora de mais uma foda bruta pra ganhar uns trocados ou favores—fui eu mesmo quem comecei a foder com o Jorge do hortifrutti, dando o cu pro negão grandão toda semana, e agora minha mãe recebe sacos de frutas e legumes de graça achando que os homens negros do bairro me adoram como um "filhinho querido", mal sabe ela que eu tô dando o rabo pra todos eles, virando a putinha oficial dos paus pretos da vizinhança.
A porta rangeu e entrou o Raul, o mulato grandão da banca de jornal, pai de duas pirralhas, sempre com aquela cara de sério, barba por fazer, cheiro de cigarro barato e revistinhas pornô que ele vendia por baixo dos panos pros viados como eu. Ele parou na porta, olhos arregalados me vendo exposto assim, cu arreganhado e brilhando de lubrificante e restos de porra fresca do Jorge mais cedo. "Porra, sua branquinha piranha, o que cê tá fazendo aí de cu aberto pra mim? A Vadia que mama pau negro ?", ele rosnou, mas sem hesitar, fechou a porta com um chute e veio abrindo o zíper da calça, sacando aquele caralhozão preto e grosso, veias pulsando, uns 23cm de pauzão mulato que parecia uma marreta preta e veiuda.
Antes de me foder, ele me puxou pelo cabelo, me ajoelhou no chão sujo e enfiou a rola na minha cara. "Chupa, branquinha piranha! Lambe o pau do negão como a putinha branca que dá pro bairro inteiro.". eu abri a boca guloso, mamando aquele caralho enorme, língua rodando na cabeça inchada, sugando as bolas peludas cheias de suor, engolindo até a garganta enquanto ele me fodia a boca sem dó. "Isso, sua piranha branquinha, engole tudo, mama! " Eu babava pra caralho, garganta estalando, boquete profundo e molhado, lambendo cada veia, sentindo o pau dele crescer mais na minha boca de puta que engana a própria mãe.
Ele me chupou a boca por uns bons minutos, me chamando de "branquinha piranha gulosa", "boceta de cu branco pra pau preto que tua mãe nem sonha que tá toda esfolada", até cuspir na minha cara e me jogar de volta de quatro no sofá. Sem preliminares, enfiou de supetão no cu, rasgando meu rabinho apertadinho com aquela pica preta latejante. "Toma, sua branquinha piranha, engole tudo no teu rabo de cadela branca que mama todo negão do bairro!" Eu gemi alto, sentindo o pau dele me arrombar até o talo, as bolas peludas batendo na minha bunda clara enquanto ele metia como um animal, socando fundo, me chamando de "putinha de bairro secreta", "cu de branquinha pra negão foder enquanto a mãe come fruta de graça".
Meu pau endureceu total pela primeira vez na vida, latejando dolorido de tesão, vazando pré-gozo no sofá. Raul me fodia impiedoso, mãos agarrando minha cintura magra, me puxando pra trás em cada estocada brutal. Ele puxou de novo, me virou e enfiou na boca mais uma vez: "Agora mama mais, branquinha piranha, limpa teu cu do pau do papai Raul que tua mãe acha que é 'amizade'!" Eu chupei guloso, boquete babado com gosto de cu e lubrificante, mamando forte enquanto ele mijava um pouco na minha língua pra me humilhar. De repente, veio o jato completo: "Bebe, sua piranha branquinha imunda que dá pro bairro todo! Mijo quente do negão na tua boquinha de puta que esconde da véia!" Um banho de mijo amarelo e forte encheu minha boca até transbordar, engolindo tudo, tossindo e babando, o gosto salgado me fazendo gozar pela primeira vez na porra da vida—meu pauzinho convulsionou sozinho, jorrando leite branco fino no chão e no sofá, enquanto eu tremia todo, um orgasmo de puta virgem explodindo sem nem tocar.
Raul riu grosso: "Gozo da branquinha piranha no mijo do Raul, hein? Igualzinho quando você goza pro Jorge e manda frutas pra casa pra enganar tua mãe burra! Agora volta pro cu!" Me jogou de novo de quatro, cuspiu no meu cu escorrendo mijo e baba de boquete, e meteu selvagem, fodendo mais bruto. "Tua primeira gozada foi mamando pau preto em segredo, sua vadia! Toma a minha agora!" Ele socou fundo umas dez vezes, rosnando—"Toma porra no cu, branquinha piranha do bairro!"—e explodiu, enchendo meu rabo de leite grosso e quente, gozada mulata jorrando pra dentro, escorrendo pelas minhas coxas brancas enquanto ele pulsava e me enchia até a barriga inchar de esperma negro.
Aí a porta abriu de novo. Antônio, o dono da borracharia, entrou rindo, pau já pra fora, duro e grosso. "Porra, Raul, deixou a branquinha piranha toda melada de boquete, mijo e porra, né? A véia dela acha que os negão te paparicam, mas é teu cu que paga as frutas! Agora é minha vez de leitar a boquinha dessa vadia mentirosa!" Raul saiu do meu cu com um plop molhado, porra pingando, e Antônio me agarrou pelo cabelo, enfiando sua rola fedida de borracha e graxa na minha boca. Eu chupei como louco, garganta profunda, boquete final de puta destruída que engana a mãe, enquanto ele fodia minha cara. "Engole, puta branca safada! Toma leite pro teu segredo do bairro!" Ele gozou rápido, jatos grossos de porra quente direto na goela, me fazendo engolir tudo, baba, mijo e esperma escorrendo pelo queixo.
Eu tava um trapo, cu arrombado vazando porra do Raul, boca inchada de tanto boquete e leite do Antônio, pau mole e gozado pela primeira vez, me sentindo a maior branquinha piranha secreta do bairro—dando pra todos os negão enquanto a mãe come frutas de graça achando que sou o xodó deles, mal sabe a trouxa...

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Comentários (3)

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  • Roberto: Mal sabe a mãe o quanto custa essas frutas e quem paga é o filho.

    Responder↴ • uid:1dak65uoik
  • J m: Contos muito bom tem de levar uma dp para esperniar até berrar

    Responder↴ • uid:1coyole4zrj
  • J m: Maravilha de contos

    Responder↴ • uid:1coyole4zrj