Descobrindo mais coisas
Nunca podemos dizer que desta água nunca beberei. Neste conto, surpresas inesperadas para um novinho surgiriam.
O cotidiano exigia ações e eu precisava seguir minha vida. O assunto em casa era colocar-me em algum lugar onde tivesse a possibilidade de ter contato com alguma profissão, um serviço de aprendiz para não ficar parado. Exigentes, os meus pais queriam gente dando trabalho no futuro e logo de cara arrumou via um amigo a chance de passar por uma entrevista e iniciar logo. Uma empresa de peças básicas foi o local onde eu tive contato com desenho técnico e teria a prática. Não era um lugar bonito, sujo, a ideia dos meus pais eram realmente causar impacto que para chegar ao escritório da vida eu teria que suar muito a camisa. Nos primeiros dias, li um extenso manual técnico e os primeiros contatos com desenhos técnicos onde tirava dúvidas com o Almeida que era o responsável pelo setor.
No primeiro contato, eu já senti que o Almeida era um colírio para os meus olhos e fazia meu tipo de cara para sexo: preto, estatura mediana para alta, aparentando mais de quarenta, bom físico e com sorriso no rosto! Ainda novinho com dezesseis anos, branco, magro, estatura mediana, olhos castanhos e cabelos pretos, eu já começava a criar um fetiche especial por pau preto em função dos conteúdos eróticos que lia. A proximidade deu margem para que o Almeida permitisse algumas regalias como almoçar com ele no restaurante ao lado da empresa e pegamos uma boa amizade. No meu caso, eu contive meu ímpeto sexual e só rolaria caso ele desse sinais que estaria a fim pois meu intuito ali era profissional. Apesar de passar um filme na minha cabeça dele fodendo meu cu na força, eu respeitava o ambiente e o tratava com total respeito, afinal, vai que ele não curte e pior: dar bandeira de graça poderia colocar tudo a perder.
Após dois meses, a relação com ele já estava mais para amigo que profissional e não demorou muito para que ele enxergasse a oportunidade de afinar mais nosso grau de amizade ofertando um curso aos Sábados na empresa. Na prática, eu sabia que este curso era uma fachada bem desenhada para outros fins, o Almeida já dava olhadas mais longas, sorrisos e até um aperto no meu ombro veio como sinal claro e explícito que ele queria sexo! Estes sinais eu lia rápido pois um gay sabe os gestos específicos como a roçada de dedo indicador na palma da mão ao cumprimentar. Topei a ideia e só eu estava ali para aprender um pouco mais. Já no primeiro dia do curso, ele roçou o corpo nas minhas costas e sorri. Isto quebrou a dúvida dele e ficou em pé ao meu lado como quisesse colar e vi sua pica enrijecer embaixo da calça! Nossa! Deveria ser um pau bom! Olhei para aquilo e não tive dúvidas ao trocar olhares! Mordi o lábio e a pica preta dele pintou na minha frente! A sorte que a sala era fechada e sem visibilidade externa. Falei:
- Será que eu aguento dentro de mim?
- Claro. Chupa!
Curvei e segurei para dar chupadas básicas, meu temor era alguém bater a porta, apesar da empresa praticamente vazia só tendo os seguranças. Um caralho cabeçudo e comprido, coloque uns 19 cm de carne viva preta para degustar com a língua e boca, fui até tímido pois engoli metade e fiquei indo e vindo, passando a língua e meu tesão subiu de vez! O rosto corado indicava isto para mim e o corpo já esquentando. Resolvi colocar em prática muito daquilo que via nas revistas pornôs e filmes que eu via e devolvia. Neste sentido, eu tenho que agradecer muita puta de filme que ensinou como mamar, detalhes que fui captando para aperfeiçoar meu conhecimento em sexo! Apertei firme e cuspi, passei na cara, lábios, mostrei que eu tinha um repertório que não incluía o básico. Preocupado, falei:
- Banheiro.
Ele entendeu e dentro da sala havia um, entramos, trancamos a porta e desci a roupa sem tirar. A tara falou mais alto, ele apalpou minha bunda e acariciou para encostar na parede. Meu cu sentiu um vai e vem da pincelada, melou, recebi elogio e por fim, senti a penetrada e meu cu dar terreno para a pica preta atacar meu fundo. Segurou minha cintura, mordi o lábio, fiz uma careta e abri a boca, nem gemi para não chamar a atenção e respirei rápido. Bastaram segundos e meu cu branco novo e a pica preta experiente dele estavam em sintonia e ganhei um sexo mais rápido para ele tirar e bater na porta do cu! Botou um sexo com ritmo tranquilo e ficamos ali, vez ou outra dava umas espetadas e eu soltava um ai com careta e tudo voltava ao normal, o vai e vem gostoso do caralho preto estimulou reboladas minhas e passei a sentar meu cu branquinho no pau preto dele em sinal que estava gostando! Segurando minha cintura, impôs sexo mais rápido, fiz careta, gemi baixo e dei a dica:
- Goza dentro, ai!
Pegando um ritmo forte e com intenção de finalizar, eu sofri um pouco mas estava gostando, excitado e pau duro, ele botou as mãos na minha bunda quase apertando, ficou no vai e vem e ouvi o gemido para sentir a pica preta pulsar jogando leitada forte lá dentro! Senti dois jatos fortes e ele foi tirando aos poucos e falei:
- Humm, delícia. Do jeito que eu gosto!
Excitado e com rabo vazando porra, agachei para dar uma finalizada no pau preto com boquete e deixá-lo limpo! Sorri, levantei e disse:
- Gostoso.
Descarreguei meu tesão batendo uma rápida e espirrada no vaso sanitário enquanto ele se arrumava. Limpei bem e saímos. O banheiro cheirava putaria e ele abriu a janela da sala para ventilar um pouco. Peguei as coisas, não havia mais como seguir a aula do curso, nem sentar conseguia, pedi sigilo e ele mandou também não comentar nada e morria ali. Ele era casado! Este tipo de relação que eu achava coisa criativa de filmes pornôs onde o patrão de pau preto come a secretaria loirinha aconteceu comigo! Descobri que nem tudo são flores na sociedade! Nunca abri a boca sobre isto. Fui.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Roberto: Que delícia, situação invejável e você descreveu com mestria e muito tesão.
Responder↴ • uid:1cm5stagk7p6