Beija minha buceta, mãe. A mãe aprofunda seus laços com o filho e a filha.
Era o meu aniversário de 22 anos, e eu nunca imaginei que aquela noite em casa, no nosso apartamento aconchegante no Leblon, Rio de Janeiro, ia mudar tudo pra sempre. Meu pai, o Victor, tinha me levado pra jantar no Fasano, ali na praia de Ipanema, com vistas pro mar iluminado e o som das ondas ao fundo. Fizemos vários brindes com vinho caro, daqueles que deixam a cabeça leve e o corpo quente. Eu, a Ana, tava me sentindo adulta de verdade pela primeira vez, rindo alto, as bochechas coradas, o vestido curto subindo um pouco nas coxas enquanto a gente voltava pra casa de táxi, o ar salgado do Rio entrando pela janela.
Chegando no apartamento, com a vista pro Cristo Redentor lá no fundo, a noite ainda distante, papai abriu mais uma garrafa. "Feliz aniversário, minha princesa." Ele disse isso pela enésima vez, me abraçando forte, o cheiro do perfume dele misturado com o vinho me deixando tonta. "Pai, você já disse isso um monte de vezes hoje. A gente brindou o quê, umas seis no restaurante? E mais umas aqui em casa?" Eu ri, sentindo um formigamento estranho no corpo, algo novo, excitante. "Então, eu me saí bem com o vinho, né?" Ele piscou, servindo mais uma taça. "Acho que foi a primeira vez que tomei bebida alcoólica de verdade. Me fez sentir... tão bem, tão viva. Sim, foi ótimo."
Ele se sentou do meu lado no sofá, a perna dele roçando na minha coxa nua – eu tava com uma saia curta, fresquinha pro calor carioca. "Você já começou a tomar a pílula, filha?" Perguntou, pela terceira vez no dia. Eu revirei os olhos, rindo. "Pai, você tá ficando velho e esquecido, hein? Sim, a mamãe me colocou pra tomar agora que fiz 22. Não sei por quê, eu nem namorado tenho." Ele sorriu, aquele sorriso malicioso. "Vai que você conhece alguém logo, né? Alguém que te faça mulher de verdade. Aí você tá protegida, segura pra curtir tudo."
Eu corei, sentindo um calor subir. "Veremos... Posso mais uma taça?" Ele hesitou, mas serviu. "Só se você me deixar falar de um problema com a mamãe, e como você pode me ajudar." Aquilo soou sério, mas o vinho tava me deixando solta, excitada até. Me recostei no sofá, as pernas cruzadas, sentindo o tecido da calcinha roçar no lugar certo. "Isso parece coisa ruim, pai. Me conta."
Ele pegou minha taça, voltou e sentou mais perto, a coxa dele pressionando a minha. Respirou fundo. "Filha, há uns meses a mamãe parou de... me tocar. Parou de tudo." Eu pisquei, confusa. "Tipo, carinho? A gente não é muito de abraços mesmo." Ele baixou a voz. "Não, Ana. Parou de tocar no meu pau. Parou de transar comigo." Eu engasguei com o vinho. "Sério? Vocês não transam mais?" Ele assentiu, triste. "Acho que ela arrumou outro. Diz que meu desejo é demais, que meu pau é grande demais pra ela. Dói, sabe?"
Eu ri nervosa. "Grande? Tipo, eu pensei que mulher gosta de pau grande, pai. Nos pornôs que eu vejo escondido, os caras dotados deixam as minas loucas." Ele me olhou estranho, mas continuou. "Nunca transei com outra, então não sei. Mas é grande mesmo, filha. Você... poderia dar uma olhada? Me ajudar a entender se é isso mesmo o problema?"
Meu coração disparou. Eu queria ver. Queria tocar. O vinho, a excitação... "Tá bom, pai. Mostra." Ele desabotoou a calça, abaixou o zíper, tirou tudo. O volume na cueca era enorme, esticando o tecido. Ele levantou o quadril, tirou a cueca. Mole, já era grosso, longo, com veias marcadas, a cabeça rosada. Os ovos pendurados, pesados, peludos. Eu senti um cheiro másculo, forte, que me deixou molhada na hora.
"Não parece tão grande assim, pai." Ele riu baixo. "Mole é assim. Quando endurece... toca nele, filha. Nos ovos também. Faz crescer." Eu hesitei, mas peguei. Quente, macio. Comecei a acariciar devagar, sentindo endurecer na minha mão. "Assim, pai?" Ele guiou minha mão, envolvendo os dedos. Cresceu rápido, grosso como meu pulso, comprido, a cabeça inchada, brilhando. Eu apertava os ovos, sentindo eles rolarem na palma. Ele gemeu. "Você gosta quando a mamãe faz isso?" "Gostava... mas com você é melhor, Ana. Aperta mais os ovos. A mamãe parou de lamber, de chupar."
Eu tava louca de tesão. Ajoelhei entre as pernas dele, cheirei aquele pau duro, o cheiro de homem me invadindo. Lambi a cabeça, salgada, gostosa. Ele soltou um pum baixo, daqueles quentes e fedidos que escapam quando tá excitado, e eu ri, excitada mais ainda. "Pai, você peidou!" Ele riu envergonhado, mas eu lambi mais, espalhando saliva, chupando os ovos, sugando um de cada vez. "Coloca na boca, filha. Como nos pornôs." Eu engoli o máximo que pude, a garganta apertada, babando tudo. Ele guiava minha cabeça, gemendo. "Minha filhinha chupando o pau do papai... vai, engole tudo."
Eu chupei fundo, sentindo a cabeça bater na garganta, lágrimas nos olhos, mas delícia pura. Ele apertava meus cabelos, gozando forte na minha boca, jatos quentes, grossos, salgados. Engoli tudo, lambendo os lábios. "Gostei, pai. Do gosto." Tirei a roupa, nua na frente dele, minha buceta lisinha molhada, pingando. "Agora quero você dentro de mim, pai. Na minha buceta virgem."
Aquilo foi há anos. A gente transava sempre que a mamãe saía pro curso dela na praia de Copacabana. Depois, no apê que aluguei no trabalho, e em ocasiões especiais, na suíte de luxo do Emiliano, no Jardins em São Paulo – ele reservava, a gente tinha chave própria. Saíamos pra jantar no Antiquarius, fingindo ser namorados, depois voltávamos pra foder a noite toda. Inventávamos posições loucas: eu de cabeça pra baixo, ele me comendo de lado, anal devagar no começo, doendo pra caralho, eu gritando de dor e prazer, ele forçando mais, peidando alto enquanto metia fundo, o cheiro misturado com suor. "Vai doer no começo, filha, mas depois você pede mais." E eu pedia. Gozava forte, pensando no risco, no proibido. Será que um dia a gente vai ter um filho? Ou mais aventuras assim, registradas em câmera escondida, pra eu postar minhas loucuras secretas?
Mas tudo mudou. As brigas em casa viraram rotina, gritos ecoando pelo apartamento à noite, com vista pro Pão de Açúcar. Papai chegando tarde, mamãe chorando. Uma noite, gravei tudo com a câmera escondida. "Eu te segui até o hotel! Três horas com elas!" "Agora você me vigia?" "Vou vigiar até provar que você trai!" Ele riu cruel. "Tá bom, eu tava fodendo duas gatas de 25 anos. Gêmeas, acredita? Vaginas diferentes, uma mais apertada que a outra. Meu pau enorme cabe perfeito nelas."
Mamãe queria divórcio, usou a gravação. Contratamos a Renata, advogada foda no centro do Rio, especialista em separações pesadas. Ela indicou uma detetive, a Elisa, pra pegar provas: fotos, vídeos no Emiliano. Elisa invadiu o quarto com câmera escondida, flagrou tudo – papai com as gêmeas, pau pequeno delas zoando ele, mas ele violento, batendo, forçando. Elas fingindo pra vídeo, amarrando ele, chupando, fodendo, peidos escapando no calor, sêmen voando.
Enquanto isso, em casa, mamãe desabou. Nua na cama, corpo perfeito aos 45, bundão empinado, buceta depilada. "Seu pai me chamou de frígida, corpo acabado." Eu, o filho mais novo, 24 anos, vendo tudo, pau duro. Ela me pediu pra provar que ainda era boa de cama. Transamos louco – eu comendo ela devagar, depois forte, ela gozando gritando, me pedindo anal, doendo mas delícia, peidando alto enquanto eu metia no cu apertado. "Mais forte, filho! Me faz esquecer ele!"
As aventuras se misturaram: eu com mamãe, minha irmã mais velha descobrindo tudo, se juntando, lésbica com mamãe, eu fodendo as duas. Elisa e Renata viraram amantes, nos envolvendo em orgias. Papai morto no hotel, tiro na cabeça, mistério. Elisa acusada, mas provamos inocência. No fim, o assassino era o sócio dele, por seguro milionário.
Essas aventuras eu registro tudo com câmera escondida – fodas incestuosas, peidos quentes, anal doendo e gozando, sêmen escorrendo. Posto anonimamente, e vocês adoram acompanhar. Pra encontrar mais, procure na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Será que vem mais? Uma gravidez? Mais gêmeas? Mais dor e prazer anal? Acompanhem, vai ter muito mais...
E por favor, não esqueçam de dar 5 estrelas pra esse conto – ele merece, né? Me contem nos comentários se querem mais detalhes picantes, eu libero tudo se vocês curtirem de verdade! 😈
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