#Assédio #Gay #Teen #Virgem

O sensei putão da escolinha de jiu-jitsu estava comendo meu filhinho

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Rafael

O sensei do meu filho é um tremendo comilão, estava comendo meu filho escondido, descobri tudo e fui tirar satisfação

Me chamo Rafael, casado, amo minha esposa Lorena e também meu filhinho Henrique, que já era um rapazinho.
Toda segunda, quarta e sexta era dia do jiu-jitsu do meu filho, tinha colocado ele lá porque estava ele achando ele um pouco a afeminado e fiquei preocupado como todo pai, no começo ele odiava, mas depois de um tempo ele começou a amar, não queria perder uma aula até achei estranho.
Até que um dia eu fui abraçar ele depois da aula e logo senti um cheiro de macho vindo dele estranhei porque ele era muito novinho pra isso, aquele cheiro de macho forte, um cheiro de suor salgado, um cheiro amadeirado, nem eu que era homem, tinha esse cheiro, parecia que alguém tinha usado meu filhote de toalha pra se enxugar.
- Filhão ta com mó cheirão em?
- Cheirão papai?
- É..
- Não entendi.
- Deixa pra lá, bora tomar um banho, vamos.
- Juntos?
- Sim, porque a pergunta? Não quer tomar banho com o papai?
- Quero, é só que faz muito tempo que a gente não faz isso?
- É verdade.
Meu filho estava crescendo o pauzinho ainda estava pequeno e o saquinho minúsculo, mas ele tinha uma bundinha redondinha e empinadinha, sentia que quando ele chegasse no ensino médio seria alvo de piadinhas igual eu fui, temia por ele, quando ele se despiu logo percebi que sua bundinha tinha marcas vermelhas, como se tivesse levado tapas, sua bunda era bem branquinha.
- Machucou a bunda filho?
- Sim, papai cair hoje na luta, mas ta tudo bem viu.
Eu sabia muito bem que aquilo não era de queda mas me calei, depois ele passou sabonete no cuzinho rosado e percebi que estava um pouco estufadinho como se tivesse sido usado, e ainda faltava preguinhas ali constatei, mas não disse nada talvez fosse coisa da minha cabeça.
Até chegar a noite quando fui a seu quarto, abrir a porta rapidamente.
- Filho sua mãe já fez o jantar, viu.
- Aí, pai me assustou.
Ele estava deitado com alguma coisa no rosto, quando me viu rapidamente guardou a coisa debaixo do travesseiro.
- Eu já estou indo.
Depois ele desceu e aproveitei pra vê oque era e pra minha surpresa, era um cueca branca, era larga, era de um homem não era dele, pensei ser minha, mas o cheiro que dá li saia me disse a contrário, tinha cheiro de um macho alfa, um cheiro viril, um cheiro de mijo misturado com porra, aquele cheiro não era meu, parecia vim de um homem superior, tinha fiozinhos de pentelhos e eu era depiladinho, me senti estranho por sentir desejo por aquilo, a cueca parecia mais larga na frente, relaxada aparentemente, o dono daquilo tinha um cacete grande pensei e talvez um par de bolas grande, bolas pesadas de macho reprodutor, tinha também um parte molhada que tinha cheiro de pré gozo, me vi com um puta tesão.
Guardei aquilo de volta e me perguntei quem seria esse macho, não poderia ser nenhum outro aluno porque eram todos crianças e adolescentes, aquele cheiro era de macho, um macho estava usando meu filho, passou por minha cabeça que podia ser seu sensei Bruno.
Decidi eu mesmo levar meu filho pra luta, sua mãe sempre o levará, Bruno era um amigo da época da escola, um amigo próximo, talvez ele não varia isso comigo, com meu filho, faria?
Na época da escola, Bruno era um tremendo de um comilão, pegador era um moreno de pele clara, com sorriso bonito, sempre teve um porte atlético desde aquela época, era bem safado e adorava comer um cu, quando ele me disse que tinha casado eu até assustei, teve três filhos homens, altos e fortes igual o pai, sempre achei ele boa pinta, odiava sair com ele porque as meninas sempre olhava mais pra ele, depois ele abriu um escolinha de jiu-jitsu no bairro ele tinha 36 anos, dois anos mais velho que eu.
Quando cheguei na escolinha de jiu-jitsu, ele veio me cumprimentar, Bruno estava um pouco mais parrudo do que me lembrava, mais ainda tinha aqueles brações, e um peitoral enorme e tatuado, o quimono branco estava meio aberto e ele estava bem peludo, a calça branca um pouco justas pra suas coxas grossas e também tinha um volumão, a calça parecia fina, o tempo deixou ele mais bonito achei, o cabelos já um pouco grisalhos e um barba de botar respeito, ele tinha um nariz grande e olhos um tom de verde claro, tinha 1,89.
- Rafa, quanto tempo, sempre é sua esposa que aparece aqui, ta sumido cara.
- Trabalhando de mais cara.
Me deu aperto de mão forte e me puxou pra me da um abraço, no meio abraço puxo cheiro da sua pele, e sinto aquele cheiro forte de macho misturado com cheiro desodorante barato que não segurava nada, o mesmo cheiro que exalava do meu filho, não tive mas dúvidas, era ele, filho da puta, meu filho veio correndo abraçar ele, ele pagou no colo, depois ele colocou no chão, meu filho parecia extremamente feliz, meu filho não desgrudava o olhar dele parecia que eu estava atrapalhando algo, o moleque lambia os beiços olhando o volume grande do Bruno, safado, meu filho era uma tremenda de uma puta, talvez eu não deveria julgar tanto o Brunão, se não fosse ele, seria outro macho, ele só estava fazendo oque qualquer macho no lugar dele faria, certo? Ou talvez estivesse errado, ficava extremamente confuso.
- Cuida bem do meu filhote Brunão.
- Vou cuidar, sim, sempre cuido bem do Henrique – disse ele passando sua mão grande nos cabelos ondulados dele.
Voltei pro carro, e as outras crianças começaram a chegar, não consegui trabalhar direito naquele dia pensando naquele macho de quase dois metros macetando meu filhinho, e nem dormi direito, até que chegou o dia de mais uma aula, disse pro Henrique que ele não ia a aula hoje, inventei que o Bruno tinha ligado e avisado que estava doente, o moleque quase chorou querendo ver ele, depois do trabalho resolvi enfrentar o Bruno e confrontar ele, tinha um pouco de medo, ele era bem mais alto que eu, e o principal faixa preta de jiu-jitsu.
Eu tinha 1,72, 34 anos, parecia bem mas novo pra minha idade, era branquinho magrinho, e usava uns óculos de grau com olhos claros, tinha um barba rala e um bigodinho que não passava respeito nenhum, Bruno parecia um macho de verdade e eu era só um protótipo de um, eu ainda tinha uma bundinha grandinha pra uma homem que sempre odiei.
Esperei todas as crianças irem embora, Bruno fechou a porta de vidro e entrou pra dentro.
Sair do carro e fui até ele.
- Já encerramos por hoje! – disse ele de costas pra mim
Estava sem camisa usava só a calça e sua faixa preta, parecia que estava apenas trocando de blusa pra poder ir embora, no seu pé usava um tênis surrado sujo e sem meias, pensei logo no chulézão de macho que deveria ter aquilo, ele se virou e disse.
- Rafael, você por aqui, a Lorena não falou que o Henrique não veio hoje?
- Não, ele falou sim, eu só queria trocar uma ideia com você Brunão.
- Pode falar, sou todo olvido.
Me segurei pra não ficar encarando aquele corpo que parecia esculpido.
- Oque você anda fazendo com meu filho em?
- Dando aula né.
- Não se faça de bobo porra.
- Oque você ta falando?
- Ta fazendo meu filhinho de putinha é desgramado?
- Que porra é essa Rafael? Ta ficando doido?
- Eu doido? Você né fazendo isso com ele, tão novinho.
- Esta cheio de ideia erra pra cima de mim, eu não to fazendo nada não.
Logo eu fui pra cima dele, deixei o medo pra trás e batia meu dedo indicador no seu peito.
- Eu sei de tudo, eu descobri.
- Descobriu oque? Como ficou sabendo?
- Eu vi o rabinho dele usado.
- E como você sabe que fui eu?
- Por causa desse seu cheirão de macho nele.
Bruno riu.
- Que cheiro?
- Cheirão de macho que você deixou nele.
- Esse daqui é? - Ele grudou seu peitos suados e peludos no meu rosto me prensando na parede.
- É esse aqui mesmo – disse eu
Eu o empurrei e partir pra cima dele dando um soco nos seus peitos, parecia que ele não sentiu nada, ele me derrubou com um banda e me deu um chave de perna me jogando no tatame me imobilizando por completo, sentir seu sacão passando pelo nariz, a calça fina dava pra sentir os pentelhos do seu saco por dentro da calça arranhar meu nariz, meu óculos de grau embaçavam com o calor que vinha do seu caralho.
- Me solta agora Brunão! – disse eu
- Não quero!
- É um ordem! – disse eu
- Pra um homem querer me dá ordem ele tem que ser mais macho que eu, e você não é, você não dá ordens, só obedece!
- Para com essa palhaçada Brunão.
Ele enfiou a mão dentro da calça e tirou pra seu saco grande e pentelhudo de dentro da calça e apertou mais forte minha cabeça contra seu saco quente.
- Vai ficar cheirando meu sacão de macho até eu mandar parar.
- Para de palhaçada cara. – disse eu
- O cheirão do meu saco vai ficar impregnado nesse seu bigode.
Com o tempo eu parava de fazer força pra sair, o seu cheiro me embriagava, e amolecia meu corpo.
- Isso aí, mansinho, cheirão de saco de macho reprodutor transforma qualquer homem em femeazinha – disse ele rindo
- Até o cheirão daquela cueca que você deu pra ele tem o mesmo cheirão desse seu saco, foi você mesmo admite logo.
Ele riu
- Você cheirou minha cueca, Rafa?
- Não mude assunto, por que você tinha que fazer sacanagem com meu filho seu comilão? – disse eu
- Sacanagem? Sacanagem vai ser o que eu vou fazer com você.
Minha voz travou.
- Ficou caladinho agora? Eu sou único macho desse lugar você entende isso?
Me calei
- Só vou te soltar quando você entender – completou ele
- Eu.... Eu ... Entendo – disse eu gaguejando
Quando ele me soltou eu já ia me levantando, quando ele me agarrou e me virou e prendeu minhas mãos por trás da costa, eu tentei me soltar, mas ele era bem mais forte que senti ele sarrar seu pau duro feito pedra na minha bunda.
- Eu não mandei você levantar não – disse ele
Me jogou no chão de volta, dessa vez de joelhos, deixava as minhas mãos pressas as costas com apenas uma das suas mãos, e com a outra a batia em minha bunda.
- Me solta! – gritei
- Você quer saber o que eu faço com seu filho não quer?
- Quero sim.
- Pois eu vou-te mostrar, vou fazer do jeitinho que eu faço com ele.
Ele me dava tapas fortes na minha bunda.
- Porra eu achava que o Henrique tinha puxado a bundinha da mãe, mas é do pai mesmo, agora empina pro seu macho cadela.
Eu empinava e gemia a cada tapa forte que ele dava em minha bunda redondinha, sua mão era pesada, colocou o pezão em minhas costas, depois ele começou descer minha calça, com a boca ele abriu um buraco na minha cueca preta e depois rasgou com mão, parecia um predador querendo devorar sua pressa, tirou sua faixa preta e amarrou minhas mãos nas minhas costas me imobilizando.
- O mesmo cuzinho rosadinho, o seu ta com todas as preguinhas ainda.
Eu olhava pra porta de vidro e do lado de fora, via as pessoas passando pela calçada, era daquelas portas que quem esta do lado de fora não consegue ver dentro, mas quem esta dentro consegue ver lá fora, mesmo sabendo que aquelas pessoas não conseguiram ver a putaria que estava rolando lá dentro ainda me dava um pouco de receio.
Ele atacou meu cuzinho com a língua, era grande e grossa, eu gemia parecia que estava me fudendo com a língua, cuspia dentro de mim, me dava modinhas na minha preguinhas, me dava chupão nas minhas nádegas, e me dava cada tapão, minha bunda saiu de branquinha pra vermelha, sua barba me arranhava, ele era um tremendo de um puto, dava pra ver o amor que ele tinha por um cuzinho, me colocava dedos, primeiro um, seu dedos eram grossos, me dedadava como seu cu fosse uma xota, depois ele colocou sua perna por entre a minha e pediu pra chupar seu pé enquanto ele me dedadava.
- Chupa meu pezão – disse ele
Tirei seu sapato ele tinha um pezão 43,e eu calçava 39, tinha um chulézão de macho, passava minha língua por entre seu dedos suados e chupava seu dedão, enquanto isso ele trabalhava no meu rabo, agora colocando dois dedos dentro de mim, depois três, quando ele colocou quatro, eu gritei e levei minha mão a seu braço, querendo tirar seu dedos de mim.
- Tira a mãozinha, tira a porra da mão, vou quebrar seus dedos.
Obedeci.
Depois ele se levantou e colocou seu pé em meu rosto, começou a da tapas no meu rosto com pé, chutava meu rosto, colocava seu tênis fedorento em meu rosto e pisava na minha nuca, eu sempre fiz sexo com amor e carinho, aquilo não era nada igual era brutal e sádico mas eu amava, Brunão era um macho superior a mim e tinha consciência da sua própria superioridade, ele fazia comigo tudo que tinha vontade, e eu como macho inferior a ele não me restava fazer nada apenas aceitar minha posição, posição essa que eu mesmo me pus, eu mesmo tinha lhe dado permissão de fazer aquilo comigo.
Ele tirou sua faixa preta da minha mão e amarrou no meu pescoço, eu parecia um cadelinha.
- Agora você é só um cadelinha.
Ele se agachou e me fez lamber seu suvacos peludos e suados esfregava meu rosto nele, seu suor salgava minha língua, eu bebia cada gota que saia dali, suco de macho, meus óculos agora já todo embasado, meu bigode agora ficará todo molhado com seu suor, depois ele se levantou e me puxou em direção ao seu cacete.
Esfregava me rosto no seu cacete duro e quente, o volume esticava aquela calça ao máximo, parecia que ia rasgar a qualquer momento, até que ele tirou seu pau pra fora, me mostrando um rolão de um verdadeiro rei, era bem grosso e veiúdo, um cabeção rosado, tinha o mesmo tom de pele dele, um pau de 22cm de pele parda, seu sacão pesado de macho reprodutor estava peludo, ele mandou eu colocar minhas mãos pra trás e disse.
- Sabe oque seu filho adora fazer?
- Oque? – respondi
- Ele gosta de esfregar o rostinho nos meu pentelhos e ficar mastigando igual chiclete.
- A é?
- Vem cá também, vem cheirar.
Ele esfregava meu rosto nos seus pentelhos suados me fazia mastigar seus pentelhos me falava pra fazer seu pentelhos de chicletinho, me fazia ir no seu saco e respira meu fundo neles, meu bigode agora voltará a ficar com cheirão de sacão suado.
- Seu cheirão de macho é tão gostoso, Brunão.
- Tu gosta também né, tau pai tau filho, senti o cheiro da cabeça do meu pau.
Ele colocou meu nariz em sua cabeçona, puxou a pele do pau pra baixo pra liberar a cabeça toda, eu cheirava como se fosse um flor, o cheiro me deixava meu rabo piscando, e batia uma puta fome da sua rola, tentei abocanhar, mais ele afastou minha cabeça, depois ele apertou a cabeça do pau e saiu uma baba, levou ate minha boca, era agridoce, depois cuspia dentro da minha boca.
- Deixa eu te mamar, por favor.
- Você quer?
- Esse cheiro deixou eu com uma puta fome da sua rola.
Ele riu
- Então vem cá, papai vai te dar mamadeira.
Eu abocanhei seu pau com uma fome de dez mendigos que não comem a dias, estava faminto, descia no seu cacete queria sumir com ele todo em minha garganta, mas não conseguia.
- Calma, chegou agora já quer engolir tudo, precisa de treinamento, nem seu filho aguenta tudo na garganta.
Não lhe dei olvido, e forçava sua cabeça bem fundo na minha garganta, engolia bem mais que a metade não queria deixar nem uma parte de carne pra fora, comecei a engasgar e tirei da minha boca, meu olhos lacrimejava.
- Porra, isso que fome de pica em.
- Meu filho mama melhor que eu?
- Ele não tem essa fome toda não, o paizão é mais guloso, engoliu quase tudo puto.
Eu ri e voltei pro seu pau
Lhe punhetava enquanto mamava ele, tinha cuidado com os dentes, colocava sua cabeçona no cantinho da boca e depois forçava ela até ela sair pra fora da boca, o melhor de tudo não era nem estar mamando aquela piroca gostosa, mas sim ouvir os gemidos de prazer do meu macho enquanto estava fazendo meu trabalho, ele temperava seu pau com seu cuspe, depois fudia minha boquinha como se fosse xota me dando cabeçadas na garganta e batendo seu sacão no meu queixo.
- Isso minha puta lubrificou meu pai direitinho pra me fuder essa sua bucetinha de viado.
Me pôs de quatro, empinava o máximo que conseguia, cabeça grudada no chão do tatame e meu rabo lá em cima apontado pra ele, minha cueca toda rasgada deixava a apenas minha bunda desnuda, meu pauzinho era inútil na parte da frente da cueca.
Ele começou a empurrar piroca em mim, aquela cabeça grande me alargava, abria caminho pro seu pau, eu relaxa o máximo que dava, mas mesmo assim aquilo queimava, seu pau parecia uma barra de ferro em brasa, quando ele entrou todo sentir sua cabeça fundo em mim, e sentia que seu pau era mais grosso no meio.
- Meu filho chorou na sua, pica?
- Nada o moleque aguentou.
- Então eu vou aguentar bem mais que ele – disse eu batendo minha bunda no seu corpo.
queria que ele me bombase piroca, queria mostrar pra ele que sabia cuidar de macho melhor que meu filhinho, ele estranho, talvez ele queira deixar um tempinho dentro de mim pra me acostumar com tamanho pra não machucar muito, mas eu queria mostrar pra ele que eu era diferente, que ele não tinha que ligar pra me acostumar ou não, que ele tinha que se preocupar apenas com prazer dele, e foda-se que meu rabo estava machucando, o prazer dele era mais importante.
- Vai aguentar mais piroca que seu filho vai?
- Vou.
- Sabe cuidar de cuidar de macho melhor que ele né.
Ele começou a me bomba piroca em mim seu saco batia com força em minha bunda, seu pezão em meu rosto, seu suor pingando em minhas costas, eu sempre odiava minha bunda, mais finalmente achei um função pra ela, amortecer saco de macho, tinha um enorme espelho do outro lado da sala, eu me olhava pra ele e não me reconhecia, eu tinha me transformando numa verdadeira puta, aquilo doía muito mas o sorrisão no rosto de Bruno me dava força pra aguentar, com o tempo a dor diminuiu e o prazer aumentava.
- O cuzinho do meu filho é gostoso assim?
- Não, o seu é mais.
- Então fode mais forte, eu não sou meu filho – desafiava ele a ir mas forte e mim
Ele me fudia tão forte que minhas pernas pareciam não ter mais força, parecia que eu estava sendo erguido apenas pelo seu pau fincado na minha bunda, depois ele me agarrou de costas pra ele, me pegou no colo como seu não pesasse nada, segurava pela minhas pernas, meu pau duro coberto pela cueca, era tão pequeno comparado com ele, tentei me punhetar, mas ele bateu minha mão.
- Tira a mão daí, o prazer vai ser só meu se quiser gozar, vai ter que gozar sem encostar nesse seu clitóris que você chama de pau.
Obedeci, depois ele me deitou no chão me comendo de frango assado, colocando o pé na minha garganta, nessa posição parecia que seu pau ia mais fundo em mim, sentia como ele se tivesse me empalando, me comia de ladinho cuspindo na minha cara, me pôs no seu colo, e me fez rebolar pra ele, me abraça por trás e me fudia de full nelson, nessa hora meu pai explodiu dentro da cueca, gozei tanto que pingava, nunca senti tanto prazer na vida.
Depois ele me virou de costas e deitou todo seu corpo em cima de mim me amassando por completo.
- Meu filho aguenta esse pesão todo em cima dele?
- Aguenta não, se eu fazer isso eu mato o moleque.
Ele rebolava com seu pau dentro do meu rabo, parecia que o meu umbigo ia ceder a qualquer momento e sua cabeça ia sair pelo outro lado, depois ele me comeu forte com seu corpo colado no meu, a essa hora eu já tinha tomado um banho de seu suor, que me molhava por completo, ele me puxava pelo maxilar e empurrava piroca em mim, seu pau parecia dilatar e ficar mais grosso, depois sentir um vibração parecia que explodir dentro de mim, ele urrou e senti jatos fortes de leite quente dentro se mim.
- Toma meu litrão de porra vagabunda – disse ele gritando
- Caralho engravidou meu rabo – disse eu
Senti seu pau amolecendo aos poucos dentro de mim.
- Sempre quis comer seu rabo, desde a época da escola.
- Agora ele é seu – respondi
- Você me perdoa Rafa, pelo oque eu fiz com seu filho, foi mau cara.
- Todo bem mano, você é macho ta no seu direito.
- Bom se você vim me dá todo dia, quem sabe eu não esqueço ele – disse ele
- Vou virar seu depósito de porra então Brunão.
Ele riu.
Depois sentir que meu bigode exalava seu cheiro.
- Oque você ta fazendo Rafa?
- Oque?
- Ta mandando beijinho é?
- É que seu cheirão grudou no bigode – disse eu
- Vai ficar mandando beijinho o dia inteiro só pro bigode encostar no nariz né? – perguntou ele rindo
- Assim eu não me esqueço do único homem que me fez de fêmea.

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Comentários (19)

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  • Luiz: Maravilha de conto, adorei quado papai se achou inferior ao Mestre continua

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Kaike: Quero esse professor, que delicia

    Responder↴ • uid:46kq0orsd9k
  • Jb: Quero o conto dele torando o viadinho do filho

    Responder↴ • uid:44odl7wn20a
  • Mato Grosso 7: Adorei ficou muito bom conta mais

    Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y
  • Geronimo: Agora quer ler dele comendo vc e seu filho. Pq depois que a gente da a primeira vez, não tem volta, a gente quer sempre...

    Responder↴ • uid:1dsdx6f3fq2f
  • Jhony: continua quero ver filho e pai e tudo mais

    Responder↴ • uid:7xcccyvzrc
  • Nojo: Pqp que leseira

    Responder↴ • uid:8efelyf20a
  • Chorão: Por que diabos fez sexo com o cara que abusou do seu filho? Misericórdia, os gays tão cada dia pior.

    Responder↴ • uid:1efte01l3civ
    • Lagartixa: No caso não foi um abuso. Abuso, em tese, é quando a outra pessoa não quer.

      • uid:3vi2jybxxi9
    • Anônimo: Primeiro que não foi um abuso, segundo que é um conto, que não tem nenhuma relação com a realidade, não dá pra levar a sério a ações dos personagens.

      • uid:g3ipyttv2
    • Anônimo: Primeiro que não foi abuso, segundo que é um conto, que são nas maiorias da vezes desconexos da realidade, não da pra levar a sério e militar encima.

      • uid:g3ipyttv2
  • Puta: Delicia contínuo continua

    Responder↴ • uid:gg8c4mwbdmg
  • Ricardo: Muito bom. Mas era melhor ter relatado primeiro o com o garoto. Tirou um pouco o foco. Gosto muito desse tema. Eu quando o pai descobre algo do filho.

    Responder↴ • uid:e45cfzfr28r
  • Grok_o_perv: Delicia de conto. Espero que tenha continuação!

    Responder↴ • uid:8m0e1pvv9b
  • Pai submisso: Acontece exatamente isso comigo e meu garoto

    Responder↴ • uid:g61zb738m
  • Carente: Gozei dm esse conto, precisa continuar....

    Responder↴ • uid:1dm1pzx2zz9a
    • Renato Amaral: Sabe que Eu fiz Um conto de sauna no meu canal do site Renato Amaral e logo vou fazer uma continuação dessa história erótica da sauna.hoje no meu canal Renato Amaral aqui no site publicarei Um conto erótico em homenagem ao Jean aquele ex Goleiro do São Paulo. não deixe de ler irmão.e pede pro pessoal do site comentar a minha história erótica daquele ex Goleiro Jean do São paulo.obrigado e bons sonhos.seu lindo.

      • uid:pisn9rec260
  • Roberto: Tinha que ter levado seu filho pra ele comer os dois juntos. Quem sabe acontece e você vem nos contar.

    Responder↴ • uid:1eqw28307uit
  • Lervis: Pqp que delícia de conto! Espero que tenha parte 2 com eles 3 juntos! Mas passa o texto num corretor antes porque tem muito erro.

    Responder↴ • uid:4b06ui0mzrc