Mãe, lésbica e incestuosa
Naquela casa estreita do Brás, em São Paulo, onde o ar carregava o peso do pão quente e das multidões sufocadas...
Naquela casa estreita do Brás, em São Paulo, onde o ar carregava o peso do pão quente e das multidões sufocadas, eu, Roberta, aos 38 anos, mãe solteira marcada pela morte precoce do pai de Helena — um acidente banal, um ônibus que a vida nos roubara —, sentia o mundo como um sonho febril, um tormento que se desenrolava na carne da minha própria filha. Minha pele era de um branco leitosa, quase translúcida sob as lâmpadas frias, veias azuis pulsando como rios subterrâneos sob a superfície imaculada; cabelos negros, longos e espessos, caíam em ondas indomadas até a metade das costas, emoldurando um rosto de traços angulosos, olhos verdes profundos como poços de culpa, lábios cheios que raramente sorriam. Meu corpo, ainda voluptuoso apesar dos anos de privação, era uma sinfonia de curvas maduras: seios pesados e plenos, caindo ligeiramente com o peso da maternidade, auréolas largas e rosadas que se insinuavam sob as blusas finas; cintura grossa, marcada por estrias prateadas como cicatrizes de batalhas internas; quadris largos, femininos, sustentando uma bunda carnuda e farta, pernas curtas mas robustas, coxas grossas que roçavam uma na outra ao caminhar, exalando um calor úmido de desejo reprimido. Eu era a encarnação do tormento carnal: bela em sua decadência, um fruto maduro apodrecendo na solidão que Helena, sem saber, começava a incendiar.Helena, minha filha de 15 anos, era o espelho distorcido dessa mulher — uma versão jovem, aflorada, inocente e já pecaminosa. Pele branca como porcelana fresca, cabelos negros idênticos, lisos e sedosos, caindo retos até os ombros, com mechas rebeldes que emolduravam um rosto oval de pureza perturbadora: olhos verdes herdados, grandes e inquisitivos, nariz arrebitado, lábios finos que se curvavam em sorrisos tímidos. Seu corpo adolescente irrompia em maturação precoce, um templo em construção dedicado ao vício: seios firmes e redondos, empinados como frutos verdes sob as camisetas escolares, mamilos pequenos e sensíveis que endureciam ao menor roçar do tecido; cintura delgada, abdômen plano salpicado de sardas leves; quadris estreitos mas prometedores, bunda pequena e empinada, redonda como duas metades de maçã, pernas longas e esguias, coxas macias que se contraíam em espasmos involuntários. Helena movia-se pela casa como um espectro de tentação, shorts curtos revelando as curvas nascentes, uma umidade sutil perfumando o ar quando se deitava no sofá, pernas entreabertas em descuido juvenil.Tudo começou não com um toque, mas com olhares — esses vermes insidiosos que rastejam na alma, corroendo a barreira entre o certo e o insondável, como eu mesma me via, uma Raskólnikov da carne materna. Eu notara primeiro, eu juro, como se um demônio sussurrasse em meu ouvido culpado. Helena, após o banho, saía enrolada na toalha fina, gotas escorrendo pela pele branca, seios delineados, pelos pubianos negros espiando na borda. "Mãe, me ajuda com o sutiã?", pedia ela, voz trêmula de puberdade. Eu me aproximava, dedos trêmulos afivelando o fecho na sua espinha dorsal, sentindo o calor da sua carne, o cheiro de sabonete misturado a algo mais primal, um musk feminino nascente. Meu toque demorava, olhos verdes fixos no seu pescoço, e eu sentia o tremor dela como um espelho do meu abismo. Que pecado é este?, pensava, coração martelando como uma condenada no cadafalso. Ela é minha carne, minha criação. Mas este corpo... este corpo que eu gerei clama por mim como um retorno ao útero profanado. Recuava, envergonhada, masturbando-me à noite com fúria culpada, dedos enfiados na boceta madura, imaginando não homens esquecidos, mas as curvas brancas de Helena, seus seios firmes me chamando.Eu a observava em segredo, como uma ladra na própria casa. Helena desabava no sofá após a escola, short subindo pelas coxas macias, suor colando a camiseta aos seios empinados, mamilos rosados erguendo-se como acusações vivas. Uma noite de insônia nos uniu: ela entrou no meu quarto, "Não consigo dormir, mãe. Posso ficar aqui?". Deitamos lado a lado, corpos quentes no calor úmido da noite paulista. Suas pernas esguias tocaram minhas coxas grossas — um roçar elétrico, pele branca contra pele branca, calor emanando como lava subterrânea. Nenhuma se moveu. O ar engrossou com respirações ofegantes. "Você é tão bonita, mãe", murmurou ela, sua mão inocente — ou não? — roçando meu braço macio. Eu congelei, desejo e horror em guerra: Fuja, demônio! Ela é sua filha, o fruto de seu ventre. Mas este toque... é como voltar ao paraíso perdido, ao pecado original. Em vez de repelir, apertei sua mão, puxando-a para perto. Seios se pressionaram — os dela firmes contra os meus pesados —, um gemido escapou dos meus lábios carnudos, ecoando no seu peito como um julgamento irrevogável.Os dias se arrastaram em agonia moral, um tormento que me dilacerava como as páginas de um romance russo que eu lia às escondidas para esquecer. Toques casuais viraram intencionais: eu penteando seus cabelos negros, dedos demorando na nuca, inalando seu musk nascente; ela massageando minhas costas após o trabalho na fábrica, mãos pequenas deslizando sob minha blusa, traçando minhas estrias como mapas do proibido. O conflito me consumia: Sou uma besta, uma alma perdida, matando a moral em nome desta fome maternal. E se Deus me castiga? E se ela me repele amanhã, me vendo como o monstro que sou? Mas o corpo traía — umidade escorrendo pelas minhas coxas grossas ao vê-la nua no banho, porta entreaberta por descuido que eu provocava em mim mesma. Eu a espiava se tocando à noite, dedos na boceta virgem, gemidos abafados como preces pecaminosas. "Mãe... posso te ajudar?", sussurrou ela uma noite, aproximando-se da cama, olhos verdes cheios de curiosidade e fogo. Eu, nua e ofegante, pele branca reluzindo de suor, seios arfando como ondas, não resisti. "Vem, filha... vem para mim."O beijo veio como um raio — meus lábios carnudos devorando os dela finos, línguas dançando em torvelinho de saliva e culpa, um gosto de frutas maduras e lágrimas inocentes. Minhas mãos apertaram seus seios firmes, dedilhando mamilos que endureciam como pedras preciosas sob meu toque maternal. Ela gemeu, corpo arqueando, coxas se abrindo instintivamente, boceta pulsando de umidade virgem. "Mãe... isso é errado?", perguntou, olhos verdes cheios de lágrimas e luxúria, voz um fio de rendição. "Tudo é errado neste vale de lágrimas", respondi, rouca de tormento, "mas o pecado nos salva da loucura." Despi-a devagar, beijando cada centímetro da sua pele branca: pescoço, clavículas, seios — chupando seus mamilos com voracidade, língua traçando auréolas rosadas. Desci à sua barriga, à boceta: pelos negros úmidos, lábios inchados, clitóris minúsculo pulsando. Lambi com devoção pecaminosa, sentindo o gosto salgado-doce da sua bucetinha adolescente, seus quadris se contorcendo, unhas cravadas nos meus cabelos negros.Ela retribuiu, trêmula como uma criminosa no confessionário: suas pequenas mãos chupando meus seios de mãe, sugando-os como no berço longínquo, leite imaginário em sua ânsia voraz. Seus dedos entraram na minha boceta madura — quente, encharcada, paredes carnudas contraindo-se em êxtase ao redor dela. Abrimos nossas pernas e encaixamos nos quadris , nossas peles brancas coladas em suor, cabelos negros emaranhados, minhas coxas grossas montando as esguias dela, clitóris roçando clitóris em fricção frenética, um inferno sensual. Nossos líquidos vaginais se misturando. Gemidos ecoavam pela casa vazia, um réquiem de prazer incestuoso. O orgasmo veio como dilúvio: eu gritando primeiro, corpo convulsionando, esguichando quente na boceta da filha; ela tremendo em seguida, lágrimas escorrendo, "Eu te amo, mãe... para sempre", um grito de posse que me selou no abismo.Agora, vivemos no inferno. Manhãs de carícias disfarçadas sobre a mesa do café, noites de fúria lésbica — 69 com línguas profundas perfurando buracos apertados, dedos fudendo com abandono, vibradores improvisados da cozinha nos unindo em delírio. O conflito ainda me rói: Somos condenadas, unidas no inferno da carne. Melhor este fogo que a solidão fria. Meus olhos verdes brilham de vício, posse sobre ela. O mundo exterior ignora, mas nesta casa, mãe e filha fundem-se em uma só carne — um amor dramático, sensual, irremediável, o maior pecado, minha redenção mais doce.
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Comentários (5)
Academia 24: Sensacional, queremos mais
Responder↴ • uid:192vl6w1ruhuReginaldo Silva: Sei não🤔 está parecendo conto e não fato
Responder↴ • uid:8kr3i1949aHelena: Eu e a minha irmã nós pegamos quando éramos novinhas.
Responder↴ • uid:bemlx7vk0aAnon: Q homem oq, negócio é lésbica msm
Responder↴ • uid:ona0orlfi9Edio: Faltou um homem para essas duas kkkk
Responder↴ • uid:bemlx7vk0a