Os pés do pedreiro me conquistaram por completo
Nunca pensei que um fetiche que sempre tive me fez em única pessoa despertar vários sentimentos.
Olá me chamo Thalles tenho 32 anos sou engenheiro e gay desde sempre, sou branco, bundudo, faço academia. Além de gay sempre fui Podolatra tenho fetiche por pés masculinos, me deliciava nos pés dos garotos e rapazes nos tempos que morava com a minha família no Rio Grande do Sul, depois de formado consegui emprego em uma construtora forte em São Paulo, como sempre fui de boa família com posses, não foi difícil todas as portas se abrirem pra mim na vida, podendo até escolher. Pois bem, em uma das obras que eu estava encarregado de supervisionar uma delas me trouxe problema, algo que mudaria radicalmente a minha vida, por ser formado e de família bem de vida sempre me senti superior as pessoas sempre que ia ver uma obra não conversava com os pedreiros, pra mim eles não estavam no meu nível. Durante uma sexta feira logo cedo a construtora estava pegando fogo, uma das obras de condomínio nosso no interior estavam com um atraso além do permitido, e irritados os proprietários levaram o caso pra imprensa e uma emissora de televisão local fez uma matéria sobre assunto, pior não poderia ter sido, acordamos com uma ordem judicial dando 3 meses pra terminar e entregar a obra sobre pena de multa, Barjas que era um dos diretores estava cuspindo fogo e reuniu eu e dois engenheiros responsáveis e falou aos berros:
- Viram a merda que deu? Olha isso, agora estamos com um juiz no nosso calcanhar, está decidido a partir de amanhã vocês vão pro interior ficar lá até essa obra acabar e só voltem depois da entrega das chaves, nós alugamos mais uma casa e vamos mandar mais pedreiros e vocês vão pra um hotel e só voltem quando terminar e nada de ficarem refestelados no bem bom de ar condicionado no escritório, vocês vão ficar ali no chão da obra acompanhando tudo, escutem bem o que eu vou falar, se eu tiver por conta dessa obra mais um problema seja com imprensa ou juiz vocês três estão na rua, ouviram bem na rua. Agora saem da minha sala vão organizar a tralha de vocês que amanhã a essa hora eu quero vocês lá de capacete e em pé pastorando tudo.
Na hora que sai falei pro Túlio um dos engenheiros:
- Era só o que me faltava ter que ficar lá no sol quente tendo que ficar de babá de peaozada.
Perto do final da tarde Barjas me chama no escritório e diz:
- Thalles de última hora eu resolvi recrutar também na força tarefa o Guilherme que é um dos melhores pedreiros que temos, mas como não teve espaço pra ele no ônibus que a construtora fretou, eu gostaria que você levasse ele no seu carro.
- No meu carro? E como eu faço? Se o senhor quer a gente cedo lá na obra como vou lá buscar uma pessoa e pegar estrada depois? Vai atrasar.
- Olha se não for pedir muito eu gostaria que você hospedasse ele na sua casa.
- O que? Doutor Barjas isso não tem lógica, colocar alguém que eu nem conheço na minha casa e outra não combina um troglodita desses numa casa num lugar tão fino como a minha.
- Pois é né, mas se não fosse esse atraso galopante na obra com direito a matéria na televisão e ordem judicial nada disso taria acontecendo, então aceita o troglodita na sua casa e trata bem ele viu, porque agora o emprego de vocês tá nessa leva de peaozada que tá indo fazer a obra, então expele esse rei que você acha que tem na barriga e engula o ronco. Já ia me esquecendo o endereço do rapaz já passa lá e busca ele.
Olhei o endereço e falei:
- O louco, mas isso é lá onde aJudas perdeu as botas pra chegar lá vou cortar São Paulo inteira, vou gastar uma fábula de gasolina. Doutor Barjas francamente é bem mais fácil esse cara pegar um ônibus ou trem e metrô e gastar uma ou duas passagens no Bilhete Único dele que é uma coisa que todo paulistano tem do que eu gastar de gasolina.
- Olha Thalles na atual conjuntura é menos pior você cortar São Paulo inteira e ir lá onde Judas perdeu as botas e gastar a sua gasolina e economizar o Bilhete do Único do rapaz do que você ir pra um lugar mais perto e de graça que é o olho da rua, agora vai anda, o tempo que você tá aqui resmungando comigo já tava na casa do rapaz, vai que ele deve tá te esperando.
Peguei e fui buscar Guilherme me preparando pra noite chata que eu ia ter aguentando um pedreiro na minha casa, na hora que cheguei era em uma rua sem asfalto fui até a casa e bati palmas, uma senhora atendeu e me apresentei e ela disse:
- Meu filho tá no banho.
- Tudo bem eu espero no carro.
- Entra meu filho, a casa é de pobre, mas é limpinha.
Pra ela parar de me encher o saco entrei, era uma casa bem simples, no contra piso e só com reboque na parede, sentei em uma cadeira na cozinha e ela me disse:
- Aceita um café meu filho? Acabei de passar.
Pra ela não ficar tagarelando no meu ouvido aceitei, o café era como eu imaginava doce e fraco, nisso ela me ofereceu bolo de fubá e aceitei, estava quentinho e era bom, feito com erva doce e ela perguntou:
- Gostou do bolo meu filho?
- Gostei sim, ele lembra muito um bolo de fubá que minha vó fazia.
- Receita da minha vozinha, coitada morreu ano passado esperando uma cama de hospital, a vida de pobre não é fácil meu filho, eu que sei. Esqueci de falar meu nome é Rosa, e o seu?
- Me chamo Thalles.
- Nome bonito, bonitão igual você.
- Obrigado.
Que mulher chata, não via a hora dele aparecer logo pra acabar com isso, parecendo que adivinhou meus pensamentos Rosa foi chamar Guilherme e ele me aparece, era um rapaz muito bonito, aparentava vinte e poucos anos era loiro, olhos verdes, e me disse:
- Desculpa a demora chefe.
- Tranquilo, vamos?
Se despedindo da mãe ele disse:
- Se cuida viu mãe e para de exagerar no açúcar, o médico já falou.
Se despediu dos dois irmãos e de um menino pequeno que era seu filho disse:
- Se comporta viu Brayan, obedece a vovó nada de dormir tarde e se comporta na escola, se fizer malcriação com a professora de novo e o papai ficar sabendo quando eu voltar você vai dormir de bunda quente de novo, agora da um beijo e um abraço, o papai te ama muito.
Aquilo pra mim tava sendo uma tortura chinesa, na hora que fomos pro carro ficamos em silêncio e ele disse:
- Chefe não vai pensar que eu maltrato meu filho, é que ontem fui chamado na escola por causa dele e a professora me falou que ele mandou ela tomar naquele lugar, não é certo né, cheguei em casa e enchi a bunda dele de chineladas pra aprender né, foi dormir com a bunda quente.
- O filho é seu você faz o que quiser.
- A gente tem que corrigir né, a mãe abandonou ele comigo e ganhou mundo, então eu com a mãe que cria ele.
- Entendi.
- O senhor não é de conversar muito né.
- Eu não costumo falar enquanto dirijo.
- Desculpa chefe.
Chegamos enfim na minha casa, e Guilherme sentou num banco do lado de fora e tirou os tênis e meia e calçou um chinelo, fiquei maravilhado com os seus pés, eram brancos e grandes os dedos perfeito, as unhas limpas e bem feitas ele viu que eu olhava e ele falou:
- Pode ficar tranquilo chefe eu não tenho chulé.
- Vem comigo, vou te mostrar o quarto onde você vai ficar.
- Licença.
Levei ele até o quarto e logo ele foi até a cozinha onde eu tomava uma cerveja e falou:
- Casona bonita chefe.
- Realmente é uma bela casa. Você aceita uma cerveja?
- Obrigado chefe, mas eu não bebo.
- Aceita uma água, um suco, um refrigerante.
- Aceito uma água.
Dei uma latinha de guaraná pra ele e falei:
- Já já nosso lanche chega.
- Nossa ainda bem que hoje não tive aula, senão ia perder tudo, tô preocupado nesses três meses que vamos ficar lá, não queria perder os estudos logo agora que todo terminando.
- Você faz faculdade?
- Que nada chefe, coitado de mim tô fazendo supletivo mesmo, já tô no terceiro.
- Se tivesse estudado no tempo certo não tava passando por isso.
- Bem que eu queria ter terminado a escola, mas aí o pai morreu ficou doente do nada e morreu, a pensão que ele deixou foi mixaria, deixou eu e dois irmãos pequeno pra trás, a mãe não pode trabalhar, minha irmã que mora no interior ajuda como pode e quando pode, então larguei a escola e fui trabalhar pra ajudar na casa, mas meu sonho é ser engenheiro igual o senhor.
Me senti mal com a fala dele, pra mim que nasceu em berço de ouro e tive o mundo aos meus pés não conhecia a dureza das pessoas, pra consertar o erro disse:
- Desculpa Guilherme, não só pela minha fala infeliz, mas por ter sido tão rude com você desde o início, mas pelo pouco que te conheci já percebi que você é trabalhador, um ótimo filho, um ótimo irmão e um ótimo pai, tenho certeza que será um grande engenheiro e sobre a escola fica tranquilo que lá damos um jeito de achar uma que tenha a modalidade que você tá estudando aí você conclui.
- Só te desculpo se você me der um abraço.
Pra mim que sempre fui orgulhoso, engoli o orgulho e abracei ele, foi um abraço gostoso, não queria largar dele e ele falou:
- Chefe desse jeito vou esquecer que você é meu chefe e te pedir em namoro.
Demos risada juntos, depois de comermos ele me disse:
- Vou pro quarto tá, assim não te incomodo com a minha presença.
Guilherme foi para o quarto, mas eu não conseguia parar de pensar naqueles pés, tomei impulso e fui até o quarto ele tava deitado e me viu olhando sem falar nada e disse:
- Tá tudo bem chefe?
- Guilherme não encare isso como assédio, mas desde a hora que você chegou não consigo parar de olhar para os seus pés, são lindos demais.
- Gostou chefe? O senhor tem tara por pé?
- Tenho e eu queria ver os seus de perto.
- Fica a vontade chefe.
- Aqui em casa você não precisa me chamar nem de chefe e nem de senhor.
Fui até a cama sentei e comecei a alisar seus pés que por incrível que pareça eram muito macios e falei:
- Nossa como são macios.
- É que eu cuido deles, passo lixa corto e faço as unhas, passo creme, a mãe vende cosméticos pra fazer uma renda extra e pego um creme para os pés, mas daquele baratinho.
- Tenho um creme que uso de marca importada te dou um pote de presente e te ensino como usar, o que tô admirado é de você não ter chulé.
- E por que eu teria?
- Você trabalha em serviço pesado, soa bastante.
- Ah sim, pra vir na sua casa vim com tênis que quase não uso, meias limpinhas passei talco, mas quando chego do trampo que uso aquele sapatão as vezes costumo ter um chulé sim.
- Qualquer dia vou querer conferir de perto.
Sem mais delongas peguei aqueles pés e beijei passei eles no rosto chupei as solas, lambi os dedos e chupei os dedões e por fim chupei o dedão de forma longa e demorada e ele me diz:
- Para por favor.
- Por que? Tá ruim?
- Tá uma delicia, só que essa chupada no dedão me deixou de rola dura e nesse passo vou acabar querendo te comer.
- Você é gay?
- Sou bissexual na verdade, gosto dos dois, mas não sei se fica bem eu comer o meu chefe e não sei se você ia gostar do meu jeito.
- Vamos por partes, eu sou seu chefe lá fora, aqui pra todos efeitos você é meu hóspede. E outra por que eu não ia gostar do seu jeito?
- Porque pelo visto você comigo só ia querer mexer nos meus pés e talvez dar gostoso pra mim, mas eu tô carente e não só de sexo, mas de um abraço, de uns beijos, de um carinho bem feito, de trocar carícias, tá tão raro conseguir isso.
- Guilherme levanta e vem comigo.
Ele se levantou peguei e levei ele até meu quarto, segurei na mão dele e falei:
- De tudo isso que você falou eu também tô sentindo falta e vamos fazer isso juntos.
Começamos a nos beijar e fomos pra cama, trocamos várias carícias e beijos e fui descendo até sua rola, era bem grande, grossa e cheia de veias. Depois de mamar ele me colocou deitado de bruços e caiu de boca no meu cuzinho chupando e dando mordidas na minha bunda, na hora de penetrar ele disse:
- Vou fazer com você um amor super gostoso.
Guilherme começou me penetrando com carinho e foi aumentando o ritmo no decorrer da transa, fizemos em várias posições até ele gozar, depois da transa tomamos um banho gostoso juntos e dormimos, no outro dia antes de ir fizemos mais um amor gostoso, saímos pra ir no interior e lá começaram a dar a celeridade que a construtora queria, Guilherme acabou conseguindo a matrícula na escola onde queria, mas ainda faltava algo eu conhecer o famigerado chulé, durante um dia no fim do expediente resolvi colocar isso em prática. Cheguei nele e falei:
- Guilherme preciso falar com você e sério.
Ele assustado perguntou:
- Aconteceu alguma coisa chefe?
- Aconteceu sim, vamos até o escritório.
Fomos até um escritório improvisado em uma casa e tranquei a porta por sorte lá não tinha câmeras e mandei ele sentar numa cadeira e ele falou:
- Por favor chefe me fala o que aconteceu, tô aqui tremendo de medo, não posso perder esse emprego.
- Você já vai saber.
Tirei seu sapatão e meia e comecei a cheirar seu pé suado, estava com um chulé delicioso ele vendo disse:
- Filho da puta, me deu um susto e era isso, nossa cara você me paga, eu devia te botar no colo e esquentar a bunda igual faço quando o Brayan faz uma arte.
- Bate o quanto quiser, mas é hoje que lavo seus pés com a boca e a língua.
Chupei bastante seus pés enormes e chulezentos até deixar eles enrugados quando terminei disse:
- Já podemos ir embora.
- Podemos nada, senta aí.
Guilherme me jogou na cadeira e colocou sua rola suada pra mamar e disse:
- As vezes gosto de uma coisa selvagem.
Chupei aquela rola suada e depois ele me jogou de frango na mesa e falou:
- Sempre quis comer você nessa mesa.
Guilherme mandou ver com força no meu cuzinho segurando as minhas pernas, depois mandou eu ficar de quatro porque queria me comer dando tapas na bunda, Guilherme foi metendo e dando tapas estalados e fortes na minha bunda, gozou na minha boca sai de lá satisfeito. Na semana seguinte os pedreiros foram passar o feriado prolongado com a família, com ônibus fretado estava sem lugar disponível ele ficou sozinho no alojamento e eu como estava com preguiça de ir pra São Paulo fiquei por lá e fui cedo visitar ele, ainda dormia peguei na rola dele e ele acordou falando:
- Já cedo aqui?
- Sim, vai passar o feriadão aqui com você.
- Mas vai trocar o conforto do hotel por esse alojamento sujo?
- O principal que eu quero tá aqui, você, mas se quiser vou embora.
- Fica aqui sim.
Beijei ele e disse:
- Hoje quero de um tudo com você, sexo selvagem e amor gostoso.
Fizemos tudo isso no feriadão, voltei pra casa de pernas bambas e assadas. Três meses se passaram nesse tempo curti gostoso com Guilherme e o que eu mais temia aconteceu, eu estava gostando dele.A obra foi entregue, já íamos desmontando acampamento pra voltar pra São Paulo e falei pro Túlio:
- Finalmente, não vejo a hora de voltar pra casa essa vida de hotel cansa.
Aí Ataliba um dos pedreiros falou:
- Riquinho tem mania de reclamar de barriga cheia, queria ver ficar aqui numa porra de alojamento quente como esse dormindo em beliche tudo amontoado sentindo todo dia cheiro de chulé e suvaco.
E Guilherme disse:
- Se mete com a sua vida cara.
- Tá defendendo o riquinho por que? Só por que andou fazendo ele de mulherzinha sua?
- E se eu tiver o que você tem com isso?
Os dois iam sair no braço, Túlio interviu e disse:
- Parou os dois, se continuar assim que chegarmos em São Paulo os dois vão tomar uma justa causa, parou agora.
Os pedreiros foram para o ônibus e Guilherme foi comigo no carro, durante o percurso nossas mãos tocaram uma a outra, paramos em um motel e perguntei:
- Topa?
- Claro.
Pegamos a suíte mais cara que tinha e antes de começar a nos beijar disse:
- Preciso te contar algo Guilherme.
- O que?
- Meu primo tem uma construtora no Rio Grande do Sul e me chamou pra ser sócio dele e eu vou, mas assim eu não posso negar que eu tô gostando muito de você sabe, muito muito mesmo, nesse tempo você me ensinou a ver a vida de outros olhos, de outra forma. Então eu queria saber se você não quer ir comigo?
- Mas pra trabalhar com você?
- Não só isso, mas como meu companheiro meu namorado, claro que lá nós te colocaríamos num cargo melhor, tipo supervisor de obras, agora que você terminou o ensino médio eu te ajudaria a fazer faculdade e ganhando melhor como supervisor você poderia ajudar a sua mãe.
- Eu queria muito, mas não posso, eu também tô gostando demais de você, mas não posso abandonar minha mãe e meus irmãos e meu filho.
- Mas você pode levar o Brayan com a gente lá matriculamos ele num bom colégio e damos uma ajuda pra sua família.
- Não é a questão do dinheiro, mas da presença também tenho muito medo que meus irmãos se percam, minha mãe não pode com eles, você percebeu que ela é bem velhinha já.
- Entendo, sinto muito por você não ir.
Fiquei sentido, mas mesmo assim aproveitamos, demos um beijo bem gostoso e depois fui curtir seus deliciosos pés, depois cai de boca no seu pau gostoso e dei de várias formas de bruços, frango, em pé, de lado, sentado, sentei bastante naquela rola. Passamos a noite toda no motel e no dia seguinte voltamos pra São Paulo, deixei Guilherme em casa, todos receberam ele super bem, logo que cheguei tinha café pronto já tomei o café sem nojo e comi o que me ofereceram, e tinha um bolo de laranja dessa vez comi a terceira fatia e falei:
- Dona Rosa se deixar como esse bolo e acabo engordando viu, bom demais.
- Que é isso meu filho, come o quanto quiser.
Estranhando a ausência do filho Guilherme perguntou por ele e ela falou:
- Tá se escondendo, fez arte das brabas, desrespeitou de novo a professora.
- De novo mãe? Cadê ele?
- Agora tá na sala.
- Deixa ele comigo.
E ele virando pra mim disse:
- Me desculpa não poder me despedir de você mas tenho um assunto desagradável pra resolver.
Guilherme foi até a sala pegou Brayan pela orelha e falou:
- Bonito né, desrespeitou a professora de novo, agora você vai ver.
Guilherme levou o pequeno pelas orelhas até o quarto, me despedi de Rosa e na hora de ir embora fui na janela do quarto espiar e estava Guilherme sentado na cama com Brayan deitado no colo descendo o chinelo na bunda dele dando bronca, vi um pouco da cena e fui embora. Comuniquei minha saída a construtora cumpri o aviso prévio e na véspera de ir embora fui me despedir de Guilherme, nisso estava Janaina sua irmã mais velha e o cunhado, dona Rosa me vendo disse:
- O meu filho, parece que adivinhei que você vinha, fiz aquele bolinho de fubá.
Entrei na casa e enquanto conversávamos Guilherme disse:
- Também vou embora de São Paulo.
- Vai pra onde?
- Pro interior, o dono pediu a casa de volta, e como minha mãe ganhou um terreno que era de herança da vó vamos do jeito que dá levantar uma casinha e vamos morar lá de aluguel, cidade pequena a vida é mais barata.
- Tá mais você vai trabalhar em que? Já tem algo em vista?
- A mana foi promovida a supervisora da fábrica, vai tentar me arrumar uma coisa lá, enquanto isso vou aproveitar que abriu a colheita da laranja e vou tentar lá.
Nessa hora tomei coragem e abri o jogo e Guilherme contou pra família também, foram bem receptivos e Janaina disse:
- Gui por que não vai com ele pra lá?
- Mas e a mãe e os manos? A mãe não da conta deles mais.
- Vai tranquilo Gui, cuida do seu futuro vai ser feliz, eu cuido da mãe e dos manos, você sabe que comigo na área não vão ser nem loucos em passar em dar uma de besta, vai sim.
- Então eu vou.
Feliz disse pra ele:
- Então arruma suas coisas e as do Brayan e vamos.
Eles arrumaram as coisas e como minha mudança já tinha ido embora levei Guilherme pro hotel e no outro dia passamos pra buscar o Brayan, minha família aceitou bem o Guilherme e com o passar dos anos nos casamos no papel e tudo, ele finalmente se formou como queria e acabou virando sócio comigo em uma filial da construtora que acabamos abrindo no Paraná e a casinha pra dona Rosa fizemos também. Enfim hoje estamos vivendo juntos e felizes, mas foram aqueles pés que me conquistaram.
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Comentários (3)
Angel: Velho isso foi menos sexual do que esperava mas foi uma grata surpresa ler esse romance. Vc deveria continuar contando histórias suas, tipo queria conhecer mais esse casal e me sentir mais como amigo de vcs.
Responder↴ • uid:ona2nn2hr9Gustavo: Comecei detestando o começo se referindo a doninha como chata após uma ótima recepção, mas o meio ao fim da história foi lindo demais e emocionante, chorei lendo esse final, muito bom mesmo, parabéns pela ótima história!
Responder↴ • uid:xlp64yqlJunior Curitiba: Que bela história
Responder↴ • uid:mqvv5a5s2xv