#Coroa #Incesto

Garota safada do papai cap. 02

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Ah, porra, que loucura de vida: sou uma gata de 28 anos, fogosa e sem freios, que depois de seduzir meu próprio pai numa noite quente de tesão proibido, vi tudo virar de cabeça pra baixo com a volta da minha irmã gêmea, que virou uma safada de carteirinha. O que começou com culpa e distância virou uma orgia incestuosa selvagem, cheia de lambidas, punhos e rolas grossas me arrombando, tudo gravado por câmeras escondidas que espalhei pela casa pra capturar cada gemido suado e jorro de porra. Agora, conto essa putaria toda com detalhes que vão te deixar latejando, imaginando o que rola depois – talvez eu chamando o tio pra uma dp brutal ou engravidando de propósito pra aumentar a família safada.

Caramba, o peso daquela culpa pairava como uma neblina densa e úmida sobre nossa casa em Florianópolis, ali pertinho da praia de Jurerê, por mais de um mês depois daquela noite insana em que eu seduzi meu pai na sala, com o mar ao fundo ecoando nossos gemidos. Pelo menos eu achava que era culpa dele, já que nas quatro noites seguintes ele sumiu do trabalho mais cedo e, depois, se trancava no escritório de casa, evitando qualquer contato comigo, como se eu fosse uma tentação ambulante. A gente só se via no café da manhã, todo mundo vestido direitinho, trocando olhares rápidos e constrangidos. No início, fiquei puta da vida, magoada pra cacete, mas depois entendi que ele precisava de espaço pra digerir aquela foda incestuosa que nos deixou os dois tremendo de prazer. Eu comecei a passar mais tempo na piscina do quintal, nadando pra aliviar o fogo entre as pernas, ou no meu salão de beleza em Canasvieiras, atendendo clientes enquanto fantasiava com a rola grossa dele me enchendo de novo. Sabia que nós dois precisávamos refletir antes de mergulhar de cabeça nisso – afinal, incesto é tabu pra caralho, ilegal e tudo mais, mas o tesão era maior que qualquer moral. Nas semanas seguintes, me entreguei a esse dilema, planejando meu próximo golpe enquanto me tocava sozinha, gozando com peidos involuntários de tanto esforço.

Imagina minha cara de choque quando cheguei cedo do salão um dia e flagrei outra mulher na minha piscina, se exibindo pro MEU pai. Tá, "se exibindo" talvez seja exagero, mas ver os dois nadando lado a lado, rindo como se nada tivesse acontecido, me deixou fervendo. E piorou quando percebi que era minha irmã gêmea, Isabela.

A Isabela é uns minutos mais velha que eu, e a gente era grudada na infância, brincando nas praias de Santa Catarina. Até eu confessar pra ela que espiava o pai mijando, admirando aquela rola pendurada. Certeza que ela dedurou pra mãe, porque depois disso o pai trancava o banheiro religiosamente. Culpei ela por isso, e nossa amizade foi pro brejo ali mesmo. Evitei ela nos últimos oito anos, especialmente porque ela se mudou pra São Paulo pra estudar e virar uma "moça direita".

Não somos idênticas de jeito nenhum, mas o pai diz que temos traços parecidos na personalidade safada. O cabelo dela é castanho claro, desbotado pelo sol paulista, e ela tem tetas enormes, tipo melões maduros, mas é linda pra caralho, isso eu admito. Amo ela, porque lembra nossa mãe que se foi, mas odeio também – sempre foi a puritana da família. Ver ela saindo da água na frente do pai, naquele biquíni verde minúsculo, tipo três fiapinhos que mal cobriam os mamilos rosados e se grudavam na rachinha depilada, me deixou verde de ciúme. O tecido molhado moldava tudo, deixando os contornos da xota dela evidentes, cheirando a cloro e excitação.

"E aí, Sofia, chegou cedo!", a voz do pai subiu num tom esganiçado, tentando disfarçar, enquanto saía da piscina atrás dela pra me abraçar, o volume na sunga dele traçando uma linha suspeita.

"Ah, se não é a Vagabunda Viajante", disparei com sarcasmo, "pela cara, parece que você finalmente perdeu aquela virgindade que guardava como troféu. E cadê a aliança, hein?"

"Não tenho aliança não", ela rebateu, me dando um beijo na bochecha esquerda, nosso jeitinho de irmãs, e eu retribuí: "Mas tenho quatro anéis de compromisso. Isso vale?"

"Só se você estiver usando eles de verdade", respondi seca.

"Então te mostro depois, se quiser", ela ronronou como uma gata no cio, me deixando boquiaberta, sem resposta.

"Vai lá, mergulha um pouco, Sofia", o pai interrompeu, tentando quebrar o gelo. "Isabela e eu vamos preparar o almoço."

Sem opção, pulei na água fresca, mas juro que ouvi ela sussurrar "Que bundão lindo". Era tão fora do padrão dela que engasguei, cuspindo água e tossindo pra caralho antes de focar nas minhas braçadas. Cada volta na piscina ecoava aquelas palavras na minha cabeça, me fazendo pirar: era a bunda do pai ou a minha que ela tava elogiando? E que porra era essa de mostrar anéis de compromisso sem eles no dedo?

Depois de nadar, me sequei e enrolei a toalha na cintura como uma saia, indo pra mesa. Isabela fez o mesmo, e o pai já tava de camiseta e bermuda, ajudando a servir: salada fresca, macarrão com molho de tomate e almôndegas suculentas, regado a um vinho tinto do Vale dos Vinhedos pra soltar as línguas. Com aquelas tetas dela quase pulando pra fora, entendia por que o pai trocou de roupa – o cheiro de tesão no ar era palpável. Pela primeira vez desde que vi ela na piscina, fiquei animada com a presença dela; aquela carne toda exposta tava derretendo as defesas do pai na minha frente. Olhei rápido pra Isabela e quase engasguei no vinho.

Ela derramou molho no peito direito, bem no fiapo de tecido que mal cobria o mamilo. Em vez de limpar com guardanapo, ergueu a teta inteira até a boca e lambeu tudo, língua rosada rodando no tecido molhado, na nossa frente. Pegou a gente babando.

"Desculpa, odeio desperdiçar comida boa", disse ela, dando de ombros e soltando a teta, que balançou pesada.

Normalmente não ficaria olhando, mas com o pano úmido, vi algo novo: um piercing no mamilo direito, brilhando como um anel de noivado.

"É, esse é um deles", Isabela riu, e no rosto dela vi a piranha que ela era antes da nossa briga.

"Hum", o pai pigarreou, erguendo a taça: "Pelas minhas duas gatas de volta sob o mesmo teto."

"Pelo pai!", Isabela brindou.

"Pelo pai", ecoei, piscando pra ele.

Ele virou o vinho e corou, fingindo que era o álcool. "Amanhã acordo cedo, meninas, então boa noite. Espero que fiquem à vontade no quarto antigo. Desculpa só ter uma cama king agora, mas dá pra duas."

"Ele deve tá indo se punhetar", Isabela sussurrou quando ele saiu. Depois: "Você já deu pro pai?"

"Quem... o quê?", gaguejei.

"Pai, óbvio", ela riu baixinho.

"Não me vem com cara de santa, Sofia. Sei que você baba por ele desde pirralha. Com a mãe fora do mapa, imaginei que você ia seduzir ele rapidinho. E aí, rolou?"

"Não vou nem responder essa merda", disse, limpando a mesa.

"Calma, mana, não tô julgando", ela ajudou. "Voltei pra casa pra gente se reconciliar, talvez virar mais que amigas. Foi culpa minha a briga, pode me bater se quiser. Mudei pra caralho desde que saí, não sou mais puritana. Virei uma puta de verdade ultimamente."

"Ah é?", ergui a sobrancelha, e elas subiram mais enquanto ela contava, lavando a louça.

"Esses quatro anéis? Cada um de um compromisso com caras pretos foda. O primeiro pra chupar meu primeiro negão, o segundo pra foder o próximo, o terceiro pro cu virgem pro terceiro, e o quarto pra uma orgia com todos. Foi iniciação de um grupo de amigas, mas eu faria anyway. Perfurei nos mamilos, clitóris e um no lábio da xota, pra lembrar como pau preto é bom. Não peguei branco desde então, mas só por falta de tempo – as minas me mantinham ocupada lambendo xotas quando não tava caçando rolas pretas em São Paulo."

"Você... come xota?"

"Te falei, virei puta total, Sofia. Tô aqui do teu lado, molhada pra cacete, querendo te mostrar como é foder uma mina. Minha xota tá pingando, vai inundar o quarto."

"Minha?!"

"Você não sabe o quão gostosa você é?"

"Bom, você também não é feia", admiti.

"Por isso perguntei do pai. Se você já cometeu incesto, não ia se importar de repetir. Experimenta incesto lésbico agora. Depois, a gente une forças e seduz o pai pra um trio. Meu último ficante preto me mandou vir pra casa engravidar do pai, pra ter uma loirinha de olhos claros. Se rolar, ele me assume, e a gente tem um irmãozinho preto pra brincar."

"E se eu já dei pra ele, você não ia se importar de ele te engravidar também?"

"Exato, sim."

Mal acreditava nas propostas sujas da mana, ela virou mais puta que eu. Mas se isso me dava outra chance com o pai, talvez permanente, eu topava. E seria vingança ver ela inchada, tetas arrastando no chão, grávida.

"Tá bom, entro nessa. Mas avisei, ele tá fechado desde que rolou, faz mais de um mês."

"Mas viu como ele não tirava os olhos das minhas tetas e bunda desde que cheguei?" Rimos, subindo de braços dados, mão na bunda uma da outra.

No quarto, deixei ela liderar o incesto lésbico. Tirei a toalha, nua, esperando.

Isabela lambeu os lábios como predadora, tirou o biquíni, revelando o corpo curvilíneo, tetas firmes apesar do tamanho, cintura fina, bunda empinada. Admiti pra mim: pra uma mina, ela era deliciosa, tipo uma amazona safada. Vi os quatro anéis: dois nos mamilos eretos, um no clitóris inchado, outro no lábio da xota, ouro com diamantes brilhando. Pelos pubianos loiros em forma de seta apontando pro clitóris. E uma tatuagem acima da virilha: "Preta Premium", como selo de aprovação.

"Meu ficante me mandou tatuar, sinal de amor eterno", explicou, vendo meu olhar.

Meu nariz torceu com a palavra, mas imaginei ela em gangbang com negões, rolas grossas a arrombando. Ela me ajoelhou na frente, me empurrou na cama. Caí de costas, pernas abertas, braços voando.

Os lábios dela grudaram na minha xota como ventosa, língua invadindo, e explodi num orgasmo atômico, corpo convulsionando, peido escapando de tesão. Formigava dos pés aos dedos arranhando o lençol, múltiplos orgasmos rolando só com a boca dela.

Saber que era minha irmã lambendo me fazia gozar mais, talento dela me levando ao delírio. Arqueei a bunda pro rosto dela, pernas escancaradas, suor escorrendo como porca no cio. Mãos dela apertando minha bunda, rosto enterrado na minha virilha.

Queria retribuir, mergulhar na xota dela. Ela pulou em 69, agachando no meu rosto. Aroma azedo, gosto salgado e picante, fascinante. Copiei ela, depois improvisei, fazendo o que amo em mim. Rolamos na cama, línguas duelando xotas, orgasmos em cadeia, cheiro de xota preenchendo o ar.

Usei dedos: quatro na xota dela, fácil, depois polegar, punho inteiro cerrando dentro. Dois no cu, depois três. Ela latiu alto, bunda vibrando no punho, eu lambendo tudo, peido meu escapando de excitação. Sabia que ela aguentava rolas enormes, punho até o pulso dentro, ela amando.

Não notei o pai espiando. Barulho chamou ele, entrou quieto. Isabela viu: "Ei, mana, adivinha quem veio? Vai entrar, pai? Porra, Sofia tava certa, tua rola é gigante!"

Dedos dela abriram minha xota, e o pai enfiou a tora dura, me enchendo, gritando de prazer/dor, gozando instantaneamente, sabendo que ele me escolheu primeiro. Metia forte, eu punhetando Isabela, lambendo bundas.

Ele gozou na minha xota, porra quente me sujando, satisfeita. Lambidas mantiveram ele duro, tirou meus dedos do cu dela, enfiou a rola gosmenta no cu redondo dela. Cheiro de sexo cru sufocante. Vista de perto: cu distendido, dor evidente nos gemidos dela, mas prazer misturado, punho meu ainda na xota.

Vingança vicária deliciosa, imaginando ela inchada grávida. Jurei ajudar. A cama rangeu a noite toda, orgia incestuosa até o amanhecer, exaustas: eu com rola do pai na boca, bocas cheias de xotas suadas.

Acordei sozinha, chuveiro ligado. Fui mijar, flagrei eles no banho: Isabela curvada, pai metendo por trás, tetas balançando. Ri, ele notou.

"Ah, a outra puta da casa chegou", brincou sorrindo. "Quer engravidar do pai também, filhinha?"

"Não agora, mas quando acabar com a vadia, divide um pouco dessa rola com a caçula."

"Justo", sorriu largo.

Isabela engravidou antes de voltar pra São Paulo e o ficante. Mandou foto nua aos sete meses, de quatro, rola preta no cu, mãos pretas apertando tetas, leite jorrando enquanto chupava outro. Ampliei, pendurei no quarto, rio toda vez: tetas inchadas, bunda arrombada com dor, mas tesão. Pai e eu temos quartos separados, mas fodemos sempre, às vezes na dele, outras na minha. Sou a putinha dele mais que nunca. Ele falou em me dividir com o tio Pedro na visita. Pai tem lado bi que não sabia, ele e tio já foram amantes, como eu e Isabela. Mal espero pra dar pros dois, talvez esquecendo a pílula, engravidando de um deles. Imagina os trigêmeos safados que viriam?

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Ei, leitor tarado, se essa história te deixou com fogo no rabo ou rola dura, por favor, do fundo do coração, não esquece de dar 5 estrelas! É o que me inspira a gravar e contar mais, sentindo que meu tesão proibido toca vocês de verdade – faz isso por mim, vai, pra eu continuar essa loucura? Continua...

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  • Eduarda: Que delícia de conto T Dudarskk

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