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Nay: foi uma conquista e tanto.

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SP106

Ela era o tipo que toda a galera ficava azarando na universidade, mas ela pouco dava moral. E DEU pra mim.

Depois da minha desilusão com Adri, a vida seguiu. Nós mantivemos uma espécie de amizade saudável e bola pra frente. Em uma das saídas com a galera, Adri disse que ia me jogar uma amiga dela, Nay. Nay, era uma loira, baixinha, das pernas grossas e bunda grande. O busto era enorme, ela era toda torneada. A galera do curso vivia azarando ela, mas ela pouco dava moral.
Então pra mim foi surpresa quando Adri me disse que ela tinha algum interesse em mim. No meio da muvuca, vejo Adri falando ao ouvido de Nay algo relacionado a mim e Nay me encara, eu a olho de volta e sorrimos um para o outro. Esperei tocar a música certa e, quando tocou, a chamei para dançar. Não lembro exatamente o teor da conversa, mas lembro claramente da gente se beijando na frente da galera (todos levemente alterados). Dançamos outra música e continuamos o nosso beijo grandioso, beijo com vontade, voracidade. A festa acabou e saímos de "casalzinho". Ainda nos demos uns beijos no caminho de volta e cada um foi para sua casa.
Ao chegar em casa, entrei num grupo do WhatsApp que eu sabia que ela tava, peguei o número dela e mandei mensagem perguntando se ela tinha chegado bem. Ali começou nossa breve história. A gente começou a conversar a partir daquele momento, não éramos próximos, eu pouco sabia e sei da vida dela, ela pouco da minha. Éramos universitários, também tínhamos nossas obrigações como estudantes. Então o tempo de flerte era nas festas e calouradas. Justamente nas semanas seguintes teve uma grande calourada a qual a galera combinou de ir.

Claro, combinei com ela e fomos como "casal". Éramos ficantes na linguagem da época. A gente curtiu a festa juntos. Ela acabou passando mal na festa por não ter se alimentado direito e metido álcool pra dentro e eu tive de fazer a companhia pra ela. Em dado momento, a festa foi acabando e a galera ainda tava eufórica, Nay já estava melhor e combinamos de ir pra outra calourada que tava acontecendo em outro local (inimigos do fim). Fomos. Para surpresa, quando entramos numa casa de elite, já tinha raríssimas pessoas e a casa acabou ficando só pra nossa galera (em torno de 20 pessoas).

E aí começou a putaria. Quem entrou na piscina, entrou, quem foi pra quarto, foi. Quem tava se pegando pelos cantos, estava. Nay e eu fomos pra piscina e lá começamos a nos pegar. Em dado momento, quando já não aguentava mais, afastei o short meio folgado dela junto com a calcinha, retirei meu pau duro feito aço da cueca e comecei a pincelar (embaixo d'água mesmo). A posição era desconfortável porque eu era bem mais alto que ela, então tinha de prender ela na borda da piscina e levantar ela um pouco pra ficar na altura devida. Só sei que em dado momento, eu acertei o ponto e meu pau entrou um pouco nela. Ela gemeu no ouvido e eu tentando bombar, mas com muita dificuldade.

Propus sairmos da piscina e procuramos algum lugar reservado. Assim o fizemos e restou para nós um banheiro gigantesco que tinha na casa. Ali vi ela pelada pela primeira vez. Retirei toda roupa molhada dela. Fiquei olhando aquela guria que todos queriam com aquele corpaço pronta pra ser penetrada por mim.
Retirei minha roupa também, meu pau continuava em riste. Ela me punhetou um pouco e se ajoelhou e chupou o que pode (não podia muito). Aí posicionei ela com as mãos na parede, peguei uma camisinha, encapei o menino, e me posicionei (com dificuldade) atrás dela. Tive que abaixar muito meu corpo pela altura dela, mas só sei que meu pau deslizou de vez pra dentro dela o que a fez quase gritar e pedir pra ir com calma. Foi muito tesão. Comecei a bombar nela e ela gemia muito. Parecia não ter sentido algo tão grosso dentro dela. Ela era muito apertada. Fudi ela com maestria durante alguns minutos.

Me deitei no chão e disse pra ela vir por cima, ela tentou vir sentar, mas parecia tá com dificuldades. Ainda assim, meu pau entrou e ela começou a quicar, ela gemia muito gostoso. Eu pegava naqueles peito gigantes dela e apertava, ora lambia, ora chutava. Acabamos sendo interrompidos por alguém batendo na porta do banheiro o que nos fez pegar um susto. Só dissemos que tinha gente, mas essa batida acabou decretando o fim do ato. A gente voltou a se vestir, saiu do banheiro. Já tinha uma galera dormindo por tudo que é canto, a gente se deu uns pega ainda. Depois foi cada um para casa.

A gente continuou conversando, mas a conversa não progrediu e também nem transamos mais. Acabamos ficando algumas outras vezes, mas a distância social acabou nos afastando de vez. Só ficou na memória o fato de eu ter conseguido comer uma guria que a galera desejava (que inclusive namorou um play boy da minha turma e acabou falando que ele nunca comeu ela em tanto tempo de namoro). Mas isso aí não foi problema meu. Eu sei que eu passei por lá e comi. Ficou apenas uma boa memória de outra experiência sexual que tive.

No próximo conto falarei da minha primeira grande namorada e como tudo se deu até o dia que comi ela.

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